Antevisão da jornada 24



Cinfães – Académico de Viseu

Jogo grande em Cinfães com o 4º classificado a receber o líder da competição. Se ainda resta uma réstia de esperança ao homens da casa em alcançar o primeiro lugar a vitória é o único resultado que interessa. O Académico de Viseu se quiser continuar a ser o líder isolado também tem que vencer, o empate não é um mau resultado mas a derrota pode fazer com que perca a liderança para o Mangualde. Vamos aos números: são duas equipas que atravessam um bom momento de forma, o Cinfães não perde há 16 jogos e o Académico permanece imbatível há 11. Em confronto estarão as duas melhores defesas da prova – Académico (18) e Cinfães (20) -, o Académico tem a segunda melhor defesa na condição de visitante e é o clube que mais pontos tem amealhados fora de casa. Os números apresentados pelo Académico são claramente superiores mas, o factor casa tem sido muito importante na recuperação do Cinfães pois nos últimos 7 jogos em casa apenas cederam um ponto, na jornada passada com o Mangualde. Na primeira volta empataram a 1, depois disso o Cinfães venceu por 2-1, em casa, para a Taça Sócios de Mérito.

Mangualde – Lamelas

O vice líder recebe o aflito Lamelas e pode ser o novo líder do campeonato. Para isso tem que vencer e esperar que o Académico perca na sua deslocação a Cinfães. A equipa da casa, no entanto, não pode dar como “favas contadas” o jogo com o Lamelas pois eles derrotaram na última jornada o Lamego demonstrando que, se caírem, o irão fazer dando muita luta. Outro resultado que não a vitória dos mangualdenses será uma surpresa pois são claramente superiores até porque o Lamelas ainda não venceu fora de casa (5 empates em 12 jogos). Na primeira volta venceu o Mangualde por 1-0.

Lamego – Campia


Como estará a moral dos leões de Lamego depois de passarem de “candidatos únicos” a “apenas” 3º classificados. Esta será a grande questão pois os 19 pontos que separam estas duas equipas não deixam margem para dúvidas, ou seja, o Lamego é claramente superior. Vamos aos números: o Lamego não vence há 4 jogos, o Campia não perde há 6 – 3 vitórias e 3 empates – o Lamego tem dois empates consecutivos em casa, por sua vez o Campia mantém-se imbatível fora de portas há 3 jogos. O Campia tem, surpreendentemente, o 4º melhor ataque na condição de visitante mas do outro lado estará a defesa menos batida do campeonato quando joga em casa. Na primeira volta venceu o Lamego por 2 a 1.

Viseu e Benfica – Tarouquense

O lanterna vermelha recebe o 8º classificado, ou seja, um aflito perante um descansado. O Viseu e Benfica tem 18 pontos e, desses, 17 foram conquistados em casa, tem o 4º melhor ataque na condição de visitante e nos últimos 7 jogos caseiros apenas perdeu 1. O Tarouquense não perde há dois jogos fora de casa – a última derrota foi em Viseu frente ao Académico – e nunca marcou mais que um golo na condição de visitante. Na primeira volta venceram os de Tarouca por 1 a 0.

Lusitano – Sampedrense

O 15º recebe o 7º com 12 pontos a separá-los. O Lusitano regressa aos Trambelos, após a derrota em Vouzela, e convém relembrar mais uma vez que jogar em casa não é sinónimo de facilidades para a equipa de Vildemoinhos, onde apenas conquistou 9 dos 20 pontos que possui e para agravar tem apenas o 15º ataque na condição de visitado. O Sampedrense apenas venceu por 3 vezes fora de casa e, curiosamente, fê-lo em casa de equipas que, tal como o Lusitano, lutam para não descer de divisão – Mortágua, Viseu e Benfica e Lamelas. Na primeira volta empataram a zero.

Paivense – Mortágua

O 5º recebe o 14º. A equipa de Vila Nova de Paiva regressa a casa depois de ter alcançado, finalmente, uma vitória após 8 jogos sem saber o que isso era. O Paivense, em casa, tem o melhor ataque da prova (28 golos) e simultaneamente a pior defesa (21 golos), por isso mesmo é de se esperar golos, muitos golos. O Mortágua tem a segunda pior defesa na condição de visitante e precisa de pontos para fugir do abismo. Na primeira volta registou-se um empate a zero.

Moimenta da Beira – Oliveira de Frades

São duas equipa que estão na zona segura da tabela (acima do 13º lugar) mas que à mínima escorregadela se podem ver abaixo da linha de água. Por falar em escorregadelas, o Moimenta da Beira não vence há 12 jogos mas o empate na última jornada, no terreno de um adversário directo, pode funcionar como estímulo. Por sua vez o Oliveira de Frades perdeu os últimos 3 jogos, sofrendo 11 golos e fora de casa apenas venceu por uma vez. Na primeira volta empataram a zero.

Carvalhais – Vouzelenses

Este é o dérbi nº 16 da região de Lafões na temporada 2006/2207. Nos 15 anteriores há a realçar diversas curiosidades: as equipas que jogam fora do seu reduto nunca venceram; o resultado mais frequente é o empate (8); só por uma vez uma equipa conseguiu marcar mais do que dois golos (foi o Oliveira de Frades que bateu o Sampedrense por 3-1); as equipas que actuaram na condição de visitante nunca marcaram mais que um golo; 0-0 e 1-1 (com quatro cada) são os resultados mais usuais; o Carvalhais ainda não perdeu nenhum dérbi. Na primeira volta empataram a 1.
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Entrevista ao Fábio Santiago

Depois do Marcelo, da equipa júnior, e do Calico da equipa principal segue-se Santiago o habitual defesa direito do líder da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu. Quer perguntar algo ao Santiago? Envie-nos um mail para a.magia.do.futebol@gmail.com ou, em alternativa, deixe a sua pergunta no espaço reservado aos comentários neste post.
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As 7 finais dos candidatos

ACADÉMICO DE VISEU

CASA: Moimenta da Beira (12º),Paivense (5º),Vouzelenses (6º)

FORA: Cinfães (4º)Lamelas (13º)Campia (10º)V. Benfica (16º)


Mangualde
CASA:Lamelas (13º)Vouzelenses (6º)Tarouquense (8º)O. Frades (11º)
FORA:Campia (10º)Sampedrense (7º)Mortágua (14º)
Sporting de Lamego
CASA: Campia (10º)Sampedrense (7º)Mortágua (14º)Moimenta da Beira (12º)
FORA: Vouzelenses (6º)Tarouquense (8º)O. Frades (11º)


Cinfães
CASA:Académico de Viseu (1º)Campia (10º)Sampedrense (7º)Mortágua (14ª)
FORA:Lamelas (13º)Vouzelenses (6º)Tarouquense (8º)


Nota: Entre parênteses a classificação actual das equipas
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De Pepe a Fábio Coentrão...

Hoje os jornais noticiam as possiveis transferências de Pepe e de Fábio Coentrão.

O Jornal "O Jogo", noticia hoje que o Real Madrid está disposto a "desenbolsar", 20 milhões de euros pelo passe do jogador Pepe. Trata-se e a confirmar-se, de um excelente negócio para o F.C. Porto. Recordamos que Boloni aquando da sua passagem pelo Sporting, teve oportunidade de prever um excelente futuro para o jogador que então tinha ás suas ordens. O Sporting não aproveitou a deixa.




Fábio Coentrão, á uns tempos atrás quando confrontado com a questão se gostava de jogar no Sporting, respondeu com entusismo que sim, e que seria um prazer alinhar pelo clube do seu coração. Hoje a capa do mesmo jornal "O Jogo", noticia que o passe do jogador foi vendido ao Benfica por 1 milhão de euros. Só o tempo dirá se foi um bom negócio para o Benfica.

O Sporting tem um longo e bom historial em camadas jovens, mas por vezes, deixa fugir talentos, por falta de visão futurista. Fica o recado...
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Rally de Portugal

Foto: Reuters

Sim, eu sei, este é um blogue sobre futebol mas não resisti! Falar do Rally de Portugal é falar de saudade. Saudades das “baldas” às aulas nos dias em que o Rally de Portugal se passeava pelas estradas do distrito e concelho de Viseu. O Rally regressou hoje a Portugal, longe de Viseu, mais propriamente ao Algarve (só com um l). Gianluigi Galli – foto em cima – brindou o público nacional envergando a camisola da selecção de todos (quase todos) nós e ganhou, desde já, a minha simpatia. Armindo Araújo – foto em baixo – é o português de quem mais se espera.

Já agora lembrem-se: perto da emoção mas longe do perigo!


Foto: Reuters

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Escolas academistas de parabéns




Escolas asseguram 3 lugar no campeonato

O Académico defrontava a equipa do Campia, num jogo onde se disputava o terceiro e quarto lugar no Campeonato no escalão de Escolas.
Com várias mudanças na equipa o Académico entrou pior na partida mas a partir dos 5 minutos assentou o seu jogo e viria a inaugurar o marcador aos 7 minutos por Kiko.
O mais dificil estava feito e até ao final da primeira parte mais três golos aconteceram de Rafael, Gabi e João.
Chegava-se ao intervalo com um resultado parcial de 4-0 que premiava o jogo academista.
Largando as pantufas como o seu treinador dizia o Campia entrou melhor na segunda parte e aos 5 minutos viria a marcar quando Eduardo surge bem no meio da defesa academista e faz o golo.
Com este golo sofrido o Académico reage e a partir dos 10 minutos aumenta o ritmo, o que lhe traz frutos com 4 golos em 5 minutos.
Até ao final o Campia tenta reagir e aos 21 minutos Ruben após boa jogada por parte da equipa aparece no interior da área e sem dificuldades consegue bater Alexandre.
Era o fim da partida, com a vitória da melhor equipa no terreno e que fez tudo para atingir a vitória e desta forma obter um lugar no pódio no Campeonato de Escolas.

A todos os jogadores, tecnicos e pessoas envolvidas parabéns por esta conquista. Parabens campeões.




Vitória larga em jogo morno
Os iniciados academistas defrontavam a equipa do Moimenta Dão e entraram da melhor forma no jogo e logo aos dois minutos encontravam-se a vencer após uma boa jogada de Jorge que passa para Zito e este passa para Miguel fazer o primeiro golo da partida. Sem resposta por parte da equipa forasteira o resultado foi-se avolumando até ao resultado final de 5-0. A destacar os dois golos de Zito e Sílvio bem como três assistência em cinco golos de Jorge.

Final de campeonato triste

O Académico ainda sonhava tenuamente com o apuramento para a fase final do escalão de Juvenis. Mas para isso acontecer teria que em primeiro levar de vencida uma forte equipa do Lusitano de Vildemoinhos e esperar que o Povoenses perdesse por larga margem. Mas acima de tudo teria que vencer e este cenário ficou bem mais difícil quando o Lusitano entra melhor na partida e toma para si o domínio da partida e consegue marcar primeiro. Mantendo o ritmo o Lusitano ainda consegue ampliar a vantagem.
Após se ver a perder por dois golos o Académico tenta reagir e com alguns substituições aos poucos empurra o Lusitano para terrenos mais atrasados e na segunda parte consegue empatar. Mas após fazer o mais dificil acontece novo desaire, onde o Lusitano numa boa jogada consegue-se colocar em vantagem novamente.
Até ao fim da partida o Académico tentou ainda empatar mas sem conseguir tal intento
.
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Calico em entrevista

Nome: Carlos Manuel Almeida Almeida
Data de Nascimento: 6-12-1987
Local de nascimento: Viseu
Morada: Mangualde
Um clube sem ser o Académico de Viseu: S.L. Benfica
Clube de sonho onde gostavas de actuar: S.L. Benfica



Porquê o nome Calico?
O nome “Calico” surgiu quando eu era bebé. Uma amiga não conseguia dizer “Carlos” e chamava-me algo semelhante a “Calico”. A partir daí as pessoas começaram tratar-me por esse nome e ficou…

Lembras-te de quando percebeste que querias ser jogador de futebol?
Sempre gostei de jogar futebol e isso vem desde que me “conheço”. Os meus brinquedos preferidos eram bolas. O facto da minha família gostar de futebol também influenciou.

Quem é o Calico quando não joga futebol?
Estudante de Enfermagem na Escola Superior de Saúde de Viseu e que gosta de estar com as pessoas de quem gosta.

Quem é para ti o melhor jogador do Mundo?
Para além de todos os jogadores que pertencem ao Académico de Viseu, é o Cristiano Ronaldo.

Qual o campeonato que mais te fascina?
Inglês, pela dinâmica, rapidez do futebol e pelo fantástico ambiente que os adeptos proporcionam.

Qual é a tua meta como jogador de futebol?
Como qualquer jogador espero chegar o mais longe possível. Independentemente de onde chegar, irei ser sempre feliz a jogar futebol pois tenho imenso prazer quando o faço.

Há quanto tempo estás no Académico?
Aos 8 anos comecei a jogar no Grupo Desportivo de Mangualde e em 2003 por intermédio do Mister Raposo e Mister Tiago vim para o Académico.

Como foi viver por dentro o fim do CAF?
Foi horrível. Apesar de estar apenas à 3 anos no clube, aprendi rapidamente a gostar do Académico e das pessoas que faziam parte do clube. Era um orgulho para mim vestir aquela camisola. Lembro-me que quando jogava no G.D. Mangualde, o jogo mais importante do ano era contra o Académico porque nós sabíamos a força e a dimensão que o clube tinha.
Tanto eu como os meus colegas passámos momentos muito difíceis após a extinção do CAF. Passávamos os dias a chorar, visto não podermos fazer aquilo que tanto gostávamos e no clube que amávamos. O que nos revoltou foi o facto de não termos culpa nenhuma, pois a extinção do clube não foi provocada pelas camadas jovens e ver o esforço que pessoas como o Sr. Monteiro, Mister Pipo, Mister Filipe Pipo, Mister Carlos, Sr. Nelson, Sr. Neves e o Presidente do AVFC, Sr. Jorge Simão fizeram para que as camadas jovens não fossem penalizadas ser em vão, foi frustrante.

CAF e AVFC são para ti a mesma coisa? Porquê?
Na minha opinião sim, pois tive a possibilidade de jogar nos “dois clubes” e sinto a camisola e o emblema da mesma forma. Muitas das pessoas que agora pertencem ao AVFC, pertenciam ao CAF e isso ajuda a manter a mística e o carinho pelo clube.

Qual foi o treinador que te marcou mais, nesta ainda curta carreira?
Penso que todos os treinadores que tive foram extremamente importantes para a minha formação como homem e como jogador. No entanto uns tiveram um “impacto” maior em mim do que outros. Destaco o Mister Raposo e o Mister Tiago, responsáveis pela minha vinda para o Académico e aos quais devo muito; Mister Pipo, Mister Filipe Pipo, Mister Carlos, Mister Rodrigo com os quais aprendi imenso e que me deram a possibilidade de jogar na 1ªDivisão Nacional de Juniores e defrontar grande jogadores que hoje em dia jogam ao mais alto nível; não posso deixar de agradecer ao Mister Jorge Nunes, que após a extinção do CAF me deu a possibilidade de jogar no AVFC e agora ao Mister Idalino, com quem também tenho aprendido muito, neste meu primeiro ano de Sénior e que me deu a oportunidade de pertencer a este grupo fantástico.

Qual foi para já o teu melhor momento da tua carreira?

Quando ainda era juvenil e joguei a fase final do Campeonato Nacional de Juniores, sob o comando do Mister Pipo e Mister Filipe Pipo. Lembro-me do jogo com o Boavista, no Fontelo, em que ganhamos por 2-1 e assumimos a liderança da zona Norte. Espero que a este momento fantástico possa juntar outro, também maravilhoso, que passa por vencermos este ano o campeonato.

E o pior?
Sem dúvida, que foi a extinção do CAF.

Esta época já te vi a jogar (e só assisti a 6 jogos) a trinco, a central, a defesa direito a até a defesa esquerdo. Afinal qual é o teu lugar dentro de campo?
Para mim o mais importante é estar em campo e ajudar o clube a atingir os objectivos. Cabe aos Mister´s escolher qual a posição em que jogo.

Qual a posição em que te sentes melhor?
Trinco e Central.

Como é o ambiente no balneário?
O ambiente é espectacular, somos como uma família. Tenho orgulho em pertencer a este grupo fantástico. O facto de sermos todos amigos faz com que todos “rememos” para o mesmo lado e só assim é possível ultrapassarmos as dificuldades com que por vezes nos deparamos nos jogos, como por exemplo em Lamego em que estivemos a perder por 2-0 e empatamos 2-2.


Olhamos para o plantel e vemos vários jogadores formados no clube. Achas que deve ser esse o caminho a seguir?
Sim, claramente. Nas camadas jovens do clube existem muitos bons jogadores que no futuro poderão ajudar o clube. Um facto importante é que os jogadores formados no clube sentem o peso da camisola, o símbolo do clube com que jogam ao peito e conhecem a mística do clube e isso ajuda imenso.


Os adeptos do Académico podem sonhar com a subida?
Mais que ninguém, nós jogadores temos esse objectivo em mente. Custou imenso chegar ao primeiro lugar e tudo iremos fazer para nos mantermos nessa posição e dar essa alegria aos adeptos. Para tal é indispensável o apoio de todos.
O comentário de A MAGIA DO FUTEBOL
  • Sou fã do Calico. Já aqui o disse por várias vezes: com o fim Do CAF preferia que o Académico de Viseu tivesse começado do zero. No entanto, ao contrário de alguns, que são muito poucos, não virei as costas ao Académico de Viseu Futebol Clube. Para isso, para o facto de apoiar o AVFC, contribuiu e muito o Calico. A maneira como ele defendia o Académico e acreditava neste novo projecto fez com que eu pensasse “se um miúdo como ele, que sofreu como ninguém com o fim do CAF, acredita no futuro porque é que eu não hei-de acreditar?”. Assim, foi sem grande surpresa que o vi chegar aos seniores. A garra com que ele defendia o Académico através das palavras é a mesma que ele emprega em campo. Estou perfeitamente convencido que a distrital é pequena demais para o seu talento. Sim, tem alguns defeitos como jogador mas o tempo e os conselhos certos de pessoas que sabem o que fazem ainda o vão tornar um jogador melhor do que é. Espero um dia vê-lo em melhores palcos, de preferência com a camisola do Académico de Viseu vestida.
    Obrigado Calico!
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A "nossa" Academia, vista pela BBC.

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Pobreza

Critiquei a pobreza da crónica existente no site do Sporting Clube de Portugal sobre o jogo de juniores que o Sporting realizou, e ganhou, em Alverca. Nessa crónica, no site do clube, há referência apenas e só ao resultado e aos marcadores dos golos leoninos. Constituição das equipas? Zero!

Hoje, alguém, deixou a seguinte mensagem na crónica que fiz do jogo “Não fales do que não sabes. Pobreza? As fichas de jogo já nem constam do site para que não façam mais copy/paste. Se querem informação, comprem o JORNAL SPORTING!”. Eu não quero acreditar que a pessoa que deixou este comentário seja alguém com responsabilidades no site ou no clube, até porque carga de água alguém com responsabilidades se dava ao trabalho de deixar um comentário num humilde blogue como este?

Sou o sócio 85378 do Sporting Clube de Portugal. Sim, sou sócio há pouco tempo, mas não recebo lições de sportinguismo de ninguém. Tenho as minhas cotas pagas religiosamente e tenho mesmo a game box para a época 2006/2007. Agora pergunto: não merecem os sócios – pelo menos eles – um site um pouco melhor? Não merecem os sócios – pelo menos eles – ter acesso a todas as informações sobre o clube no site oficial?
Doa a que doer o site do Sporting é uma pobreza e nem o facto de se comprar o jornal do clube faz com que o site seja melhor!

O que vale é que ainda vão aparecendo blogues como o Leõezinhos em Acção que nos dão a informação das camadas jovens.

Saudações leoninas!
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Académico de Viseu líder isolado



Comentário à jornada 23
Na frente da classificação o grande destaque vai para a descolagem do Académico de Viseu que venceu, com tranquilidade, o Oliveira de Frades por esclarecedores 3-0. Para a descolagem academista contribuíram os maus resultados dos seus perseguidores. O Lamego perdeu em Lamelas e, desta forma, apenas conquistou um ponto – empatou em casa na primeira volta – frente a um clube que luta desesperadamente para não descer de divisão, assim fica difícil... Quem também tropeçou foi o Mangualde ao empatar a duas bolas em Cinfães. Ponto ganho ou dois perdidos? O tempo o dirá – o Académico joga em Cinfães na próxima jornada – mas, pontuar no terreno de uma equipa que se mantém invencível há 16 jogos e que é o 4º classificado tem que se considerar positivo.

Na luta a quatro – Paivense, Vouzelenses, Sampedrense e Tarouquense – pelo 5º lugar o destaque vai para a equipa de Vila Nova de Paiva que venceu em Tarouca colocando fim a uma série de oito jogos sem vencer e deste modo mantendo o 5º lugar. Vouzelenses e Sampedrense despacharam os aflitos viseenses e são 6º e 7º classificados respectivamente.

Uma das más notícias para as equipas que estão abaixo do 8º lugar é o facto de o Santacombadense ter perdido no Sátão (III Divisão Série C) e, deste modo, mantém-se em zona que pode levar à descida e, recordo-vos, se descerem, passa para quatro o número de equipas que descem também da divisão maior da distrital viseense, pelo que o 13º lugar não é um lugar seguro. No duelo lafonense – Campia 1 Carvalhais 1 – a tradição manteve-se, ou seja, o forasteiro não venceu e o empate pode-se considerar normal, estas duas equipas têm 5 pontos de vantagem sobre o 13º lugar. O Oliveira de Frades perdeu em Viseu e são três os pontos que o separam da “zona maldita”. Em duelo de aflitos o Mortágua e o Moimenta da Beira empataram com a equipa da casa a cair na zona de despromoção, o Moimenta aumenta para 12 o número de jogos sem vencer mas, empatar no terreno de um adversário directo tem que se considerar positivo. A grande sensação da jornada é mesmo o Lamelas que derrotou um dos candidatos à subida, a vida continua muito difícil para os homens de Sant`Ana mas demonstram com este resultado que vão lutar até ao fim. Se é certo que no topo está uma equipa de Viseu, também são viseenses os clubes que encerram a tabela classificativa. Ambos perderam em Lafões sendo que o Lusitano está a 4 pontos e o Viseu e Benfica a 6 da zona segura da tabela classificativa, o 12º lugar.

Para a semana há mais!

Crónica do Académico de Viseu 3 Oliveira de Frades 0 aqui.
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Jornada 23 da Divisão de Honra

Ac. de Viseu

3

0

Oliv. de Frades
Cinfaes

2

2

Mangualde
Lamelas

1

0

Lamego
Campia

1

1

Carvalhais

Mortagua

0

0

Moimenta Beira

Tarouquense
1

2

Paivense
Vouzelenses

3
1

Lusitano
Sampedrense

3

2

Viseu Benfica


Académico de Viseu lidera isolado a tabela classificativa da AFV.

Tabela actualizada ao fundo lado direito.
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Academia Portugal

PORTUGAL 4 Bélgica 0

Não havia necessidade. Muito histerismo há volta de declarações infelizes de um jogador, com a nossa imprensa – alguma – a ter comportamento verdadeiramente vergonhoso como atesta esta capa ridícula do jornal Record. E que dizer da atitude dos espectadores – minoria felizmente – a assobiar o hino belga? Foi uma atitude que me envergonhou como português. Havia necessidade? Não! Espero que a nossa imprensa arrepie caminho e que não contribua para criar ódios estúpidos.

Moutinho, Quaresma, Ronaldo, Nani, Hugo Viana! O recital português frente aos belgas teve como protagonistas muitos dos jogadores formados no Sporting. Foi uma verdadeira Academia Portugal! Será que alguma vez o Sporting vai conseguir aguentar os seus melhores jogadores? Seria um sonho!

Fotos: Associated Press e Reuters
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Alverca 0 SPORTING 5


A equipa de juniores do Sporting Clube de Portugal deslocou-se esta tarde – tal como A MAGIA DO FUTEBOL – a Alverca e venceu por esclarecedores 5 a 0, desta forma consegue alcançar o primeiro objectivo da época, ou seja, apurou-se para a segunda fase do campeonato nacional de juniores. Ronny, o defesa esquerdo dos seniores, esteve na bancada a assistir a este jogo.

Foi um jogo sem muita história tal a superioridade leonina. O Sporting chegou ao primeiro golo logo nos instantes iniciais da partida com um tento do camisola 9 Ricardo Nogueira. Aos 10 minutos chegou o segundo golo com André Santos, a rodar bem dentro da área adversária, e batendo desta forma o desamparado guarda redes do Alverca. A equipa da casa rematou pela primeira vez à baliza de Tiago Jorge aos 32 minutos pelo seu melhor jogador Fábio Martins. A partir daí equilibrou a partida sempre com o jogador atrás referido em plano de destaque. Chegou o intervalo e o resultado era um justo 0-2.

A segunda parte iniciou-se com a mesma toada de equilíbrio com que acabou a primeira parte. Esse equilíbrio durou até aos 70 minutos altura em que Fábio Martins – sempre ele – num livre directo obrigou o guarda redes leonino à única defesa digna de registo. A partir deste momento o melhor jogador do Alverca eclipsou-se e o Sporting voltou a ser dono e senhor do jogo. Aos 73 minutos chega o 3-0 por obra e graça de Sebastião Nogueira – que havia entrado há pouco tempo – a empurrar para o fundo da baliza uma bola que lhe havia sido colocada por Yannick Pupo. O Brasileiro – Pupo – fez os restantes golos: o primeiro aos 80 minutos, de cabeça, a corresponder a um belo cruzamento de Vivaldo, que havia entrado para o lugar de um apagado Alison, e o segundo aos 82 minutos a concluir uma jogada que tinha começado com um livre directo apontado por André Santos, o guarda redes defendeu para a frente e Ricardo Nogueira ajeitou para a conclusão de Pupo.

O MELHOR DO SPORTING: André Santos. O trinco leonino fez uma verdadeira jogatana. Apontou um belo golo, defendeu com precisão e atacou ainda melhor. Belo jogador!

O site do Sporting tem apenas uma pequena crónica sobre este jogo. Que pobreza meu Deus!

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A Natação, e o Andebol do Académico.

As modalidades ditas "amadoras", estão a levar bem alto o nome do Académico.Natação:
"Ainda assim há a destacar a qualidade dos tempos realizados pelos nadadores Academistas, que sobem a um pódio, de onde ficaram arredadas equipas como o F.C.Porto ou o Sporting C.P. e onde a terceira posição foi ocupada pelo sempre candidato S.C.Braga. "


Andebol
"O Académico tem de ir agora vencer à Madeira por uma diferença superior a dois golos para poder marcar presença nas meias-finais do Paly-Off.
Espera-se que seja possível esse triunfo para que o Ac.Viseu possa continuar em prova."

O Académico joga hoje no funchal. A Magia do Futebol deseja boa sorte á equipa.


Textos e Imagens retirados do Site oficial do Académico.
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Antevisão da jornada 23

Académico de Viseu – Oliveira de Frades

O Académico volta ao Fontelo na condição de líder da competição. Como tal resta-lhe lutar não só pela vitória como pelo melhor resultado possível, é que num desempate a três (AVFC, Mangualde e Lamego) não precisa de recorrer ao goal-avarage já no caso de um desempate com o Mangualde, é a diferença de golos que impera, sendo que Académico e Mangualde estão muito parecidos nesse aspecto. O Académico tem o melhor ataque na condição de visitado, marcou mesmo no último jogo em casa cinco golos o que não augura nada de bom aos homens de Oliveira de Frades que sofreram nos últimos dois jogos oito golos (quatro com o Tarouquense e igual marca com o Mortágua). No entanto há que realçar o facto de o GDOF ter conseguido um empate em Lamego e é de salientar também um aspecto importante pois o Oliveira de Frades ainda não garantiu a permanência e por isso mesmo necessita de pontos. Na primeira volta registou-se um empate 1-1.

Cinfães – Mangualde

É o jogo em que o 4º classificado recebe o 2º e por isso mesmo é o jogo grande da jornada. O Cinfães está de parabéns pois completou uma volta – 15 jogos – sem perder, uma sequência que ninguém conseguiu sequer imitar. O Cinfães parece estar em condição mental mais forte que o seu oponente ainda aturdido pela forma como perdeu com o Académico de Viseu. A equipa da casa quererá por certo vencer pois a hipótese de subida ainda não está completamente descartada e nada melhor do que vencer alguém que lhe precede na classificação. Para o Mangualde este também é um jogo importante, mais um jogo difícil e que encerra um ciclo infernal em que encontrou, em jornadas consecutivas, Lamego e Académico de Viseu. Qualquer ponto perdido nesta altura da época, ou qualquer ponto ganho, pode ser decisivo. Vamos aos números: em casa o Cinfães já perdeu por três vezes mas vem de cinco vitórias consecutivas, por sua vez o Mangualde não perde há quatro jogos fora de casa tendo apenas perdido nos difíceis terrenos do Lamego, Tarouquense e Paivense. Empate a 1 na primeira volta.

Lamelas – Sporting de Lamego

Os leões de Lamego vistam o Lamelas uma equipa que surpreendentemente lhes roubaram dois pontos na primeira volta. Após três jogos sem vencer, ao Lamego não resta outra opção que não seja a de regressar urgentemente ás vitórias, mas a tarefa não é nada fácil é que, apesar de o Lamelas vir de uma derrota pesada em Carvalhais, a equipa esteve sete jogos sem perder e luta desesperadamente para não cair. Em campo estarão o melhor ataque da prova a jogar fora de portas (o Lamego) frente a uma das defesas menos batidas quando joga em casa. Como já referi esta duas equipas empataram na primeira volta a uma bola.

Sampedrense – Viseu e Benfica

Frente a frente uma equipa que luta pelo quinto lugar, com uma que guarda a lanterna vermelha. Os benfiquistas de Viseu jogam pela segunda vez consecutiva com uma equipa da região de Lafões, venceram na última jornada os Vouzelenses por 5-0, mas há uma coisa que salta á vista: em 11 jogos na condição de visitado apenas almejaram um ponto. Posto isto acho que não há dúvidas sobre quem é o favorito neste jogo, é o Sampedrense que não perde no seu terreno há quatro jogos. Na primeira volta venceu o Sampedrense por 3-1.

Vouzelenses – Lusitano

Repete-se o confronto dito em cima: o visitante luta pelo quinto lugar, o visitado luta para não descer; o visitado é de Lafões, o visitante é do concelho de Viseu. São curiosamente duas equipas que vêm de resultados traumatizantes pois o Vouzela foi goleado pelo lanterna vermelha e o Lusitano perdeu em casa com um adversário directo na luta pelo salvamento. Os Vouzelenses em casa apenas cederam uma derrota, com o Académico de Viseu por 0-2, e têm a melhor defesa na condição de visitado, o Lusitano por sua vez tem amealhados mais pontos foras de portas do que no seu terreno embora apresente um dos piores ataques na condição de visitante, a comprovar isso mesmo está o facto de não marcar um único golo fora do seu ambiente há quatro jogos. Na primeira volta venceu a equipa de Vouzela por 0-1.

Mortágua – Moimenta da Beira

São 11 os jogos que o Moimenta da Beira leva sem saber o que é vencer. Frente a frente duas equipas que lutam arduamente para não caírem na 1ª distrital, o Mortágua ocupa a posição imediatamente acima da linha de água, posição essa que é muito traiçoeira pois, para além de estar a um passo do “abismo”, pode valer a descida se uma das equipas da III Divisão Nacional que pertença à AF Viseu desça e convém referir que o Santacombadense está na luta para não descer. O Mortágua tem a terceira pior defesa a jogar na condição de visitado mas o Moimenta também não é conhecido por ser uma equipa concretizadora. Nota final para referir que o Mortágua não vence há quatro jogos em casa e o Moimenta tem três derrotas consecutivas como visitante. Na primeira volta vitória do Moimenta por 3-1.

Campia – Carvalhais

Dérbi lafonense! Os números valem o que valem mas eles indicam-nos que esta época, nos vários dérbis da região de Lafões, o empate é o resultado mais usual e que os visitantes ainda não lograram alcançar nenhuma vitória. São duas equipas que vêm de dois bons resultados mas que ainda não conseguiram a tranquilidade absoluta pelo que não será de espantar se acontecer mesmo o empate. Na primeira volta venceu o Carvalhais por 1-0.

Tarouquense – Paivense

Para o fim fica o jogo em que se vêem envolvidas duas equipas que lutam pela quinta posição. Neste aspecto vantagem pontual para os homens de Vila Nova de Paiva que, no entanto, levam oito jogos sem vencer (três empates) o que pode significar que o Tarouquense é o favorito para este encontro até porque em casa apenas perderam para o Moimenta da Beira e vêm de três vitórias consecutivas tendo mesmo das melhores defesas caseiras só superada pela dos Vouzelenses nesse aspecto. O Paivense fora de casa tem um ataque muito pouco concretizador, pior só mesmo o Viseu e Benfica. Na primeira volta empate a 1.
Nota:Antevisão disponível também no Jornal do Douro (Lamego) e o blogue Futebol Viseu
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Jantar dos capitães


Ontem em Alvalade decorreu o jantar dos capitães do centenário do Sporting Clube de Portugal por iniciativa da Ofensiva 1906. De todos os presentes, identifico-me mais com o Beto, um jogador que nunca devia ter saído do Sporting. Destaco, no entanto, as palavras de Carvalho: “no meu tempo o capitão tinha mais acção no jogo. Agora, às vezes, nem se nota que há um capitão em campo”. Está carregado de razão o antigo guardião leonino. Aliás também eu critiquei os capitães sportinguistas,neste blogue, por isso mesmo... falta de pulso. Um, Custódio, não tem garra suficiente. Outro, Ricardo, até tem garra, mas é guarda redes e quer se queira ou não isso limita. Pelos vistos, a maioria dos capitães presentes, que falaram ao O Jogo, pensam o mesmo pois dizem que Moutinho seria o capitão ideal e eu subscrevo.
Preocupantes foram as palavras de Iordanov “Deste Sporting nem quero falar”. Afinal, o que se passa? Há que tratar bem quem tanto fez pelo Sporting Clube de Portugal.

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Que role a bola


Um tal de Stijnen guarda redes da selecção da Bélgica ousou dizer o que alguns pensam, ou seja, que para parar Cristiano Ronaldo só recorrendo à pancada. Num país ávido de polémicas, como é o nosso, logo a nossa imprensa tratou de dar ares de escândalo às declarações do infeliz belga. Não contentes com isso lá apareceram ontem no aeroporto de Lisboa para “pedir satisfações” ao rapaz. Dizem que foram agredidos e a ser verdade é lamentável. Assim como é lamentável a capa de A Bola “Selvagens”. Sendo assim resta pedir que a bola comece a rolar, porque isso é que é importante!
Sobre este tema aconselho a ler a crónica de opinião de David Borges, no Sportugal.


Foto: Associated Press
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Cem por cento vitorioso

Enquanto que os campeonatos de Juniores e escolas se encontram interrompidos, os restantes escalões correm rápido para a sua fase crucial e este fim de semana os jovens academistas conseguiram três importantes vitórias.

Infantis partem a loiça.

Numa partida mal jogada, com muito vento o destaque deste jogo entre o Molelos e o Académico pela positiva vai para o segundo golo apontado por Mauro.Arbitragem muito fraquinha, mas sem influência no resultado final (0-2).Com esta vitória o Académico continua na perseguição ao líder da sua série, no caso o Penalva do Castelo.

Iniciados goleiam sem dificuldades

O Académico deslocou-se ao terreno do Santar e rodou alguns dos seus jogadores, permitindo desta forma a muitos ganhar ritmo competitivo. O ritmo mesmo assim foi bom e a goleada foi sendo construida até ser atingida na cifra dos doze a zero.Em destaque em termos de golos tiverem Miguel e Sílvio com 3 e 5 golos respectivamente!

Fiar fiar até golear

Os juvenis do Académico deslocou-se ao terreno do Fiais da Telha com os ouvidos no que passava no terreno do Povoenses para ainda acalentar o sonho da fase final. Mas para ainda sonhar teria que ganhar e com uma toada ofensiva conseguiu levar de vencida uma equipa sempre aguerrida por 5-1.
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Excursão a Cinfães

Com o Académico de Viseu no primeiro lugar no Campeonato da Divisão de Honra, os actuais dirigentes do clube pretendem que os viseenses apoiem e incentivem os jogadores na caminhada para a subida ao Nacional da 3.ª Divisão.

Segundo eles, «é a cidade e também o concelho que estão em causa, pois não têm, neste momento nenhum clube a disputar nacionais seniores», acrescentando que «no final desta época esse objectivo pode ter sido atingido». No entanto, deixam claro que «tal só será conseguido se sócios e adeptos do Académico, bem como viseenses em geral, apoiarem a equipa nesta recta final».

Por isso, a Direcção está a organizar uma excursão a Cinfães, no dia 1 de Abril, para todos aqueles que queiram ir apoiar o clube no jogo contra o Grupo Desportivo local. O custo por pessoa é de 5 euros, com saída às 9h30m, das Piscinas do Fontelo. Haverá um almoço convívio, com os farnéis que as pessoas levarem, na Barragem do Carrapatelo. Os interessados podem contactar a Sede do clube, até ao dia 28 deste mês, através do telefone 232 425 065 e pelo telemóvel 966275466. Os dirigentes relembram que a vitória no passado domingo em Mangualde «só foi possível, graças ao bom apoio que a equipa teve da parte dos viseenses que ali se deslocaram».

Foto de Fernando Rodrigues Ferreira, retirada daqui.
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O momento do Académico de Viseu


IDALINO DE ALMEIDA – A “besta” já é bestial? O treinador academista foi muito contestado no início da época mas agora – pudera, o Académico já é primeiro – o burburinho à sua volta é menor, quase inexistente. Para isso, para a contestação, muito contribuiu o técnico com declarações contra algum tipo de adeptos e, sobretudo, por uma entrevista onde criticava a formação academista logo numa semana onde foi derrotado por essa mesma formação (golos de Parma e Ito no Paivense 2 Académico de Viseu). Sobre isso , sobre a formação, houve um Blogue que se iniciou a bater forte e feio no técnico mas que, curiosamente, já se calou. Porque será? Enfim, o Académico não tem deslumbrado mas está em primeiro e recuperou de uma desvantagem considerada por muitos (eu incluído) como praticamente irrecuperável e o treinador tem que ter algum mérito nisto, ou não?!

ARBITRAGEM – Virou moda dizer-se que o Académico de Viseu é beneficiado pela arbitragem. O pior de tudo é que mesmo quem não vê os jogos emite opinião a dizer que “estamos a ser levados ao colo”. Que os academistas não se iludam – sim porque os outros pouco me importam -, de todos os jogos a que A MAGIA DO FUTEBOL assistiu em nenhum deles se viu a arbitragem a beneficiar o clube. Podia até aqui evocar dois ou três jogos em que a arbitragem na dúvida apitou contra o AVFC mas isso não é interessante. Se a equipa está na frente é mérito de jogadores e equipa técnica! Quem diz o contrário mente.

FILIPE FIGUEIREDO E A UNIÃO – Porque é que “só agora” o Académico começa a ganhar jogos consecutivos? Na minha opinião por dois factores: Filipe Figueiredo, um jogador que esteve muito tempo afastado devido a lesão e que está de regresso à boa forma e que consegue, como poucos, fazer a diferença. Nos três primeiros jogos que vi (Sampedrense, Oliveira de Frades e Paivense) assisti a um Académico em que cada um remava para o seu lado – mesmo que errada esta é a minha opinião – após a paragem do Natal assisti a mais três jogos (Sampedrense, Tarouquense e Mangualde) e que vi eu? À excepção do 4-0 ao Sampedrense em que a actuação foi sublime, vi um Académico que não deslumbrou mas também vi uma equipa muito mais unida, com todos sem excepção com um único pensamento, a vitória!

SITE DO CLUBE – Tenho criticado várias vezes o site do clube como toda a gente sabe, principalmente aqueles que no visitam mais amiúde. Desde a vitória em Vouzela (0-2) que o site não era actualizado tendo A MAGIA DO FUTEBOL se oferecido para colaborar. Nunca ninguém nos contactou, mas é com imensa alegria que vemos novamente o Site a ganhar vida. Que continue assim! E ao fim e ao cabo A MAGIA DO FUTEBOL até está ajudar já que reconheço a foto que está no site (a mesma que está neste post) de algum lado.

FUTURO – Como é costume dizer-se: o futuro é já amanhã. O Académico de Viseu está no topo da classificação mas ainda nada está garantido, até porque ainda há muito campeonato para disputar. Posto isto espero que os dirigentes do meu clube estejam a colocar todas as hipóteses em cima da mesa, tratando de segurar quem é preciso segurar tendo em conta as duas possibilidades. Se não subirmos, não é fim do mundo, afinal o futebol é apenas um jogo, ou não?!
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Reações á vitória do Sporting.

"Bom Jogo! Muito bom jogo até ao fim.", " Até o golo de Tello, sem palavras! Canto contrário ao do guarda-redes, muito forte, sem hipóteses de Helton lá chegar. Fantástico"
José Mourinho- Treinador do Chelsea.

" A noite perfeita dos leões sem medo. "
António Magalhães - Director adjunto Record.

" Parabéns ao Sporting que fez o seu melhor jogo do campeonato: Fez um pressing muito alto, nem o chelsea o conseguiu... "
Hernani Gonçalves - Ex preparador fisico.

" O Sporting ganhou justamente."
Cristiano Pereira- Técnico de hoquei.

" O Sporting foi um bom vencedor. "
Gaspar Ramos - Ex dirigente Benfica.

" ... A Direcção do Sporting tem de renovar com Tello rapidamente."
Joao Braga- Fadista.

"Quando o protagonista dos jogos do Sporting não se veste de preto ou amarelo, a equipa faz um bom jogo."
Carlos Lopes - Campeão olimpico.

"Parabés ao Tello que bateu bem."
Helton - Guarda-redes do Porto.

" Helton surpreendido quando bati a bola. "
Rodrigo Tello - Jogador Sporting

Curiosa foi a reação de Jesualdo Ferreira, que cometeu a proeza de nunca referir que a vitória do Sporting foi justa. Com tão pouco tempo de Dragão, mas já com tanta falta de humildade.
Cuidado Jesualdo que a vida segue dentro de momentos e nem sempre é dourada.


Foto: Associated Press

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As 8 finais dos candidatos

ACADÉMICO DE VISEU

CASA:
Oliveira de Frades (11º)
Moimenta da Beira (12º)
Paivense (5º)
Vouzelenses (6º)

FORA:
Cinfães (4º)
Lamelas (15º)
Campia (10º)
Viseu e Benfica (18º)

MANGUALDE

CASA:
Lamelas (15º)
Vouzelenses (6º)
Tarouquense (7º)
Oliveira de Frades (11º)

FORA:
Cinfães (4º)
Campia (10º)
Sampedrense (8º)
Mortágua (13º)

LAMEGO

CASA:
Campia (10º)
Sampedrense (8º)
Mortágua (13º)
Moimenta da Beira (12º)

FORA:
Lamelas (15º)
Vouzelenses (6º)
Tarouquense (7º)
Oliveira de Frades (11º)

CINFÃES

CASA:
Mangualde (2º)
Académico de Viseu (1º)
Campia (10º)
Sampedrense (8º)
Mortágua (13ª)

FORA:
Lamelas (15º)
Vouzelenses (6º)
Tarouquense (7º)

Nota 1: considero o Cinfães candidato não por um acesso súbito de boa vontade mas sim tendo em conta três factores: 1º não perde há 15 jogos, 2º recebe em casa Mangualde e Académico de Viseu, 3º tem mais jogos em casa que fora (5-3)

Nota 2: entre parênteses a classificação actual das equipas
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Sigam o Líder!


Mangualde 1 ACADÉMICO DE VISEU 2

Mangualde: Miguel Seixas; Sérgio, Luís Carlos, Cartaxo, Faria, Pedro, Miguel Ângelo, Paulito, Cláudio (Luís Lopes 82), Márcio (Hugo 80) e Paulo Mota.

ACADÉMICO DE VISEU: Manuel Fernandes; Xinoca, João Miguel, Zé Pedro e Marcos; Calico, Carlos Santos (André Barra 82), Álvaro (Negrete 90+4) e Eduardo; Filipe Figueiredo e Tiago (Bruno Morais 83)

Golos: Xinoca 25 (0-1); Paulo Mota 36 (1-1) ; Eduardo 90 g.p. (1-2)

Comecemos pelo fim: o penalty que decidiu o jogo. Os mangualdenses podem dizer o que quiserem, podem queixar-se de roubo e de mais não sei o quê, até podem fazer o pino mas que o penalty foi bem assinalado lá isso foi. Sobre isto ponto final parágrafo.

Aquele lance (o penalty) numa jogada a meio campo, ninguém teria dúvidas que era falta, logo numa área seja no primeiro ou no último minuto é grande penalidade. Só se compreende a reacção dos visitados tendo em conta dois factores: sentiram-se injustiçados com a derrota – e com razão pois o empate era o mais justo –, derrota essa que lhes retirou a liderança da prova e porque o árbitro auxiliar que actuou frente ao banco do Mangualde teve duas ou três decisões verdadeiramente absurdas (lançamentos e faltas) que penalizaram a equipa da casa. De referir que este mesmo auxiliar tirou dois ou três foras de jogo aos homens de “Mourilhe” que foram muito contestados pelas bancadas, sobre isto não posso emitir opinião pois eu estava no lado contrário.

Vamos agora ao que mais interessa: vamos ao jogo. O Académico apresentou-se com Manuel Fernandes na baliza, Xinoca ocupou a lateral direita – Santiago estará possivelmente lesionado pois nem no banco se sentou – um lugar que (corrijam-me se eu estiver errado) era o seu na altura que actuava no CAF, na lateral oposta João Miguel foi o titular relegando Zé Teixeira para o banco. Quem também esteve no banco foi Negrete que “perdeu” a titularidade depois da expulsão em Lamego, ficando deste modo as posições de central entregues a Zé Pedro e a Marcos. No meio campo e na posição de trinco o incansável Calico (a jogar em “casa”) e ainda Álvaro, Carlos Santos e Eduardo. Na frente de ataque Filipe Figueiredo (o homem do jogo) e Tiago.

Começou melhor o Académico com Eduardo e Tiago a deslumbrarem-se por aparecerem em posição privilegiada para marcar e deste modo perderam duas boas oportunidades. O Mangualde pareceu-me algo confundido com a disposição táctica do Académico, sobretudo com as aparições de Eduardo na carreira de tiro e demorou a acertar com as marcações. Aos poucos o Mangualde foi equilibrando os acontecimentos e aí surgiu o nº10 (Márcio) um excelente jogador que colocou a defesa academista em sentido, com Xinoca a não ter capacidade para o travar (pareceu-me mal fisicamente) obrigando Zé Pedro a sair em seu auxílio e abrindo verdadeiras clareiras na zona central da defesa. Para a boa exibição de Márcio contribui também o facto de o homem do meio campo academista que devia fechar o flanco direito não o ter feito com a eficácia que lhe era devida. Ironia das ironias acabou mesmo por ser Xinoca, um dos menos inspirados, a abrir o marcador e a mostrar que a excelente assistência presente em Mangualde também era composta por muitos academistas. Aqui há que dar mérito ao Mangualde que não se deixou abater e foi à procura do golo do empate que acabou por surgir. Mais uma vez Márcio, mais uma vez o homem do meio campo academista a não defender (Carlos Santos?!), Xinoca a ser ultrapassado, Zé Pedro a surgir para ajudar o defesa direito e a abrir uma clareira na zona central da defesa e Paulo Mota a surgir e a bater de cabeça o desamparado Manuel Fernandes. Era o 1-1 e a justiça no marcador.

A segunda parte foi um verdadeiro tédio. Equipas demasiado receosas uma da outra, cientes que o empate até nem era mau, com o Académico a não ser capaz de explorar uma fragilidade que a mim me pareceu evidente: a dupla de centrais do Mangualde, é uma dupla de enorme respeito e envergadura, com Cartaxo a mostrar que os anos não lhe retiraram a raça e o “antes quebrar que torcer”, mas ao mesmo tempo uma dupla permissível quando os avançados lhe surgem pela frente e em velocidade. O Académico apresentava a mesma fragilidade da primeira parte mas Márcio ia descaindo de produção (correu quilómetros) mas, mesmo assim, arrancou um bom cruzamento a que Paulo Mota chegou um tudo ou nada atrasado. A partir daqui surgiu Filipe Figueiredo! Com a bola controlada o tecnicista academista é um diabo à solta, numa das suas arrancadas atira uma bola com estrondo à barra. Quando toda a gente pensava que o empate seria o resultado final, o mesmo Filipe Figueiredo inventa uma excelente jogada que culmina com um cruzamento para a área onde aparece Eduardo a rematar na atmosfera, no entanto a bola sobra para André Barra que sofre a falta para grande penalidade. Eduardo com toda a calma do mundo faz o golo que deu injustiça ao marcador mas que coloca o Académico de Viseu Futebol Clube no “topo do mundo”.

Uma última palavra para o facto de não se ter visto um único apanha bolas no terreno do Mangualde. Não conseguem arranjar dois ou três miúdos para fazer este papel?! Idalino Almeida e o seu adjunto ainda vieram buscar algumas…

Muita gente em Mangualde, as picardias normais entre adeptos mas sempre tudo dentro de um enorme fair play. Quando assim é…

Sigam o líder! É este o repto que lanço a todos os academistas: aos que sempre acreditaram, aos que nunca desistiram mas poucas vezes acreditaram (aqui incluo-me eu próprio) e aos que só agora começam a aparecer. Todos juntos será mais fácil.
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Os academistas um a um

Filipe Figueiredo – o melhor academista em campo! O AVFC deixou fugir na pré época Jusko e Baixote mas felizmente segurou FF. Quando as coisas parecem não estar a correr muito bem mete-se a bola em Filipe Figueiredo e ele resolve. Numa das suas arrancadas atirou à barra (seria um golo do “outro mundo”), noutra ocasião criou a a jogada que deu penalty. Decisivo.

Manuel Fernandes – começou algo inseguro saindo em falso a alguns cruzamentos. Com o decorrer do tempo foi o guarda-redes que todos aprendemos a admirar.

Xinoca – é difícil de caracterizar a exibição do lateral direito. Fez o golo inaugural e esse é um ponto a seu favor. O golo do Mangualde nasce pelo seu flanco e esse é um ponto a seu desfavor. Sentiu imensas dificuldades para travar Márcio. O golo valeu-lhe a nota positiva.

Marcos – por vezes complica o que parece fácil. Precisa de ser mais prático.

Zé Pedro – Boa exibição. Bem no apoio a Xinoca.

João Miguel – esteve uns bons furos acima de Xinoca. É no meio campo, no meu entender, que rende mais.

Calico – tentou o remate de longe mas sem sucesso. Viu o cartão amarelo bem cedo num lance “em que não valia a pena cometer falta”. Confesso que a partir desse momento temi que Calico não terminasse a partida, mas o trinco academista não se intimidou com esse facto (o amarelo) e continuou a exercer o seu trabalho com perfeição.

Álvaro – ainda não lhe vi fazer um jogo como o fazia na última época de CAF. Ninguém, no entanto, lhe pode apontar seja o que for em termos de entrega.

Carlos Santos – do “mágico” espera-se sempre mais. Esteve discreto.

Eduardo – a frieza com que marcou o penalty que decidiu o jogo, num estádio que já foi o seu, impressionou. Esteve muito cerimonioso na hora de atirar à baliza.

Tiago – nota-se que tem bons pés mas quem queria ver uma exibição como no jogo com o Mortágua vai ter que esperar por outra oportunidade.

André Barra – entrou bem no jogo, embora num ou noutro lance se tenha agarrado em demasia à bola. Foi ele que sofreu a falta da qual resultou a grande penalidade.

Bruno Morais – entrou para merecer o banho.

Negrete – substitui Álvaro pois era preciso segurar a vantagem

Foto: Mangualde online

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A jornada 22 comentada

Está instalada a confusão! Nova jornada e novo comandante. O Académico de Viseu lidera, com os mesmo pontos que Mangualde e Lamego, mercê do seu melhor rendimento no mini campeonato a três. Curioso o facto de o Lamego, com o empate caseiro com Cinfães, descer de segundo para terceiro e, ao mesmo tempo, reduzir a diferença pontual para o líder de um ponto para zero. Mas não pensem que a luta se reduz a Lamego, Académico e Mangualde, o Cinfães também reduziu a sua desvantagem, em relação à liderança, em um ponto e recebe nas próximas jornadas no seu terreno Mangualde e Académico de Viseu. Como já o havia dito com uma conjunção “anormal” de resultados os homens de Cinfães – que não perdem há uma volta completa – podem reentrar na luta. Temos campeonato até ao fim e aceitam-se apostas. Lamenta-se, mais uma vez, o grande burburinho em volta da arbitragem. Se têm provas em concreto apresentem-nas caso contrário não matem um desporto a que muito pouco público assiste.

Luta interessante continua a ser a do 5º lugar. Esse lugar continua a ser pertença do Paivense que empatou em casa com outro “candidato” o Sampedrense. Quem deu um passo atrás na luta por este objectivo foi o Vouzelenses que foi goleado pelo lanterna vermelha. Por sua vez o Tarouquense arrancou um ponto importante na sua deslocação a Moimenta da Beira.

No fundo tabela a luta também é renhida. Se o campeonato acabasse agora desceriam Lusitano, Lamelas e Viseu e Benfica. O Viseu e Benfica protagonizou a grande surpresa da jornada pois, comandados por um “Super” Coquinho, cilindraram a equipa de Vouzela por uns “escandalosos” 5-0. O Lamelas voltou às derrotas sete jogos depois, no terreno do Carvalhais, e vai entrar numa fase muito difícil da época onde enfrentará os quatro primeiros da tabela classificativa. A casa do Lusitano de Vildemoinhos voltou a ser “maldita”, foram derrotados por um adversário directo, o Campia que assim dá um passo deveras importante rumo há tão ambicionada permanência. Quem saiu da linha de água foi o Mortágua mercê de uma sensacional vitória (4-3) em Oliveira de Frades. Mas atenção o 13º lugar não é um lugar seguro: da III Divisão Nacional Série C chegam más notícias, o Santacombadense ainda corre o risco de descer e caso isso aconteça – “que o diabo seja surdo e mudo” –, o 13º classificado da Divisão de Honra também desce, por isso mesmo Mortágua, Moimenta da Beira (1-1 em casa com o Tarouquense), Oliveira de Frades, Campia e Carvalhais ainda não podem cantar vitória.
Para a semana há mais emoções!

Nota: Se alguém tiver dúvidas sobre quantas equipas descem vejam o Regulamento
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Resultados da 22ª Jornada da AFV.

Mangualde
1
2
Ac. de Viseu
Moimenta Beira
1
1
Tarouquense
Paivense
1
1
Sampedrense
Viseu Benfica
5
0
Vouzelenses
Lusitano
0
1
Campia
Carvalhais
4
1
Lamelas
Oliveira Frades
3
4
Mortagua
Lamego
1
1
Cinfaes

Tabela actualizada ao fundo lado direito.
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Somos o Sporting !

22ª Jornada do Campeonato Nacional de 2006/2007

17 De Março de 2007

Estádio do Dragão

FC Porto: Helton, Fucile, Marek Cech, Pepe e Bruno Alves; Paulo Assunção, Raúl Meireles e Lucho (Jorginho, 73); Alan (Hélder Postiga, 45), Quaresma e Adriano (Bruno Moraes, 77).
Suplentes não utilizados: Vítor Baía, Ricardo Costa, João Paulo e Renteria.

Sporting: Ricardo; Abel, Tello, Caneira e Andersson Polga; Miguel Veloso, João Moutinho, Nani e Romagnoli (Pereirinha, 67); Alecsandro (Custódio, 82) e Yannick Djaló.
Suplentes não utilizados: Tiago, Miguel Garcia, Farnerud, Paredes e Bueno.

Cartões amarelos (Sporting): Nani (81)

Golos:
Tello 71 (0-1)

O Sporting vai sentir a falta de Liedson” (1)

Somos os favoritos porque somos o líder e porque somos o Porto” (2)

As duas frases em cima escritas pertencem a Jesualdo Ferreira. Fica mais uma vez provado que os famosos “Minde Games” não podem ser utilizados por quem quer, mas sim por quem pode e sabe. Aliás o técnico do FC Porto mudou muito desde que chegou ao Dragão. Antes era um treinador reservado, daqueles que “não mija fora do penico”, chegou ao emblema nortenho e mudou radicalmente o seu discurso, parece um miúdo que estava habituado a conduzir um Fiat Punto e que de um momento para o outro se vê com um Ferrari nas mãos. Com tanta “garganta” arrisca-se a passar uma época no Dragão sem nada vencer e a sair do clube pela porta dos fundos. O Sporting não sentiu a falta de Liedson mas o Porto sentiu, claramente, a falta de Quaresma e, curiosamente, o cigano até jogou no Dragão. (1)

Os onze jogadores escalados por Paulo Bento foram sem dúvida uma escolha acertada. Miguel Veloso continuou a trinco não caindo o técnico leonino na tentação de o colocar a central e trazer para o onze Custódio ou Paredes. Para muitos foi surpreendente a escolha de Alecsandro para fazer companhia a Yannick, para mim não o foi pois há muito que Bueno perdeu os créditos que acumulou com os 4 golos ao Nacional.

A chave do jogo esteve, no meu entender, no facto de o Sporting ter anulado Ricardo Quaresma. Paulo Bento sabia que para anular a estrela maior do futebol portista não adiantava ter marcações muito cerradas sobre ele, mas sim evitar que a bola lhe chegasse. E para isso apenas havia uma coisa a fazer que era manter a bola na posse do Sporting o maior tempo possível. E isso os jogadores do Sporting fizeram-no com mestria. Com uma atitude mental a todos os títulos notável e com a precisão do passe a roçar a perfeição o Sporting encostou o FCP às cordas mas faltou sempre algo, o mesmo que faltou nos jogos com Inter e Bayern, faltou definir os lances e quando o intervalo chegou ficou um travo amargo na boca com o 0-0 pois o Sporting merecia mais.

Na segunda parte quando se esperava que o Porto viesse com tudo para cima do Sporting, não foi isso que aconteceu pois os leões continuaram com o mesmo brilhantismo – e com os mesmos defeitos – do primeiro tempo e continuou a reduzir o Porto à insignificância. E finalmente lá chegou o golo de Tello! Desta vez, ao contrário do que tinha acontecido em Munique com Moutinho, a bola não embateu na trave, entrou na gaveta e veio dar verdade ao marcador. Mas os ferros da baliza haviam de fazer – outra vez – das suas ao devolver o remate de Yannick, um golo que o jovem leão fez por merecer e que vinha dar um colorido diferente ao resultado final, um colorido mais ajustado ao baile de bola, à lição táctica e à lição de humildade com que o Sporting presenteou o Dragão. Ao Porto ninguém viu fazer nada para mudar o rumo dos acontecimentos, a substituição Adriano/Bruno Moraes mostrou bem essa incapacidade, aliás o Porto nos dois jogos que fez com o Sporting, esta época, nada fez para os vencer. Agora resta esperar que o Sporting não esteja mais dez anos sem vencer o Porto no seu estádio.

Pois é, não somos os líderes e talvez nunca o venhamos a ser esta época mas… SOMOS O SPORTING! (2)
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Show de Tello.


TELLO 4 – O chileno deu Show de bola! Viram Quaresma?! Eu também não, já que o Rodrigo aconchegou-o num bolso, nada mau para um jogador que não é defesa esquerdo. Como se isto não fosse suficiente tirou cruzamentos perigosos, fez brilhar Helton e marcou o belo golo da vitória. Não tenho dúvidas que foi o melhor do Sporting.
RICARDO 4 O capitão já merecia – há muito tempo – uma exibição deste calibre num estádio que lhe é adverso. O nº 1 do Sporting – e do meu país – percebeu que todos os assobios e insultos que lhe eram dirigidos pelo público do Dragão significam apenas e só que Ricardo é grande! E por isso mesmo fez tudo bem, para a exibição ser perfeita só lhe faltou saltar para o colo do não convocado – o Vítor Baía – na altura do golo de Tello.
ABEL 3 Foi o menos esclarecido da defesa leonina como ficou provado ao ceder um canto num lance que estava completamente dominado. Não subiu muito no terreno e quando o fez tirou maus cruzamentos. Mas, mesmo assim, anulou sempre quem lhe apareceu pela frente.
CANEIRA 4 De regresso a defesa central fez esquecer de tal modo Tonel que, no meu entender deveria continuar por lá. Exibição a roçar a perfeição.
POLGA 4 Varreu o que havia para varrer e sempre com muita classe. Uma exibição à Polga!
MIGUEL VELOSO 4 A esmagadora posse de bola leonina deveu-se em grande parte ao seu trinco. Nunca cedeu á tentação de se colar aos centrais, defendeu no campo do adversário e não se lhe viu um único passe transviado. É a trinco que deve jogar.
NANI 3 – Não foi uma exibição cheia de MAGIA, mas sim uma exibição cheia de garra, de raça, de entrega à equipa e muita segurança a fazer circular a bola.
MOUTINHO 3 O “liltle Lampard” encheu o campo com o seu futebol cada vez mais adulto. Seria muito bom que o Sporting o conseguisse segurar “para sempre” pois salta á vista a sua capacidade de liderança.
ROMAGNOLI 3 O argentino só dura 45 minutos. Enquanto durou foi, mais uma vez, um verdadeiro 10 a pensar todo jogo do Sporting. Se durasse 90 minutos…
YANNICK 3 Teve nos pés o 0-2 que daria um colorido mais justo tendo em conta o que se passou durante os 90 minutos, mas Helton e a trave tiraram-lhe a glória. Colocou sempre em sentido a defesa contrária.
ALECSANDRO 3 Foi o primeiro a mostrar a Helton e ao Dragão, ao que vinha o Sporting. Falta-lhe agressividade na hora da verdade.
PEREIRINHA 2 Entrou a tempo de ver o golo de Tello e de ajudar na circulação da bola.
CUSTÓDIO 1 Entrou para defender que é o que melhor sabe fazer mas o Porto não importunou.
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Antevisão da jornada 22


Mangualde – Académico

Este é, penso que não há dúvidas, o jogo grande da jornada. O Mangualde se quiser continuar a depender de si próprio na luta pelo título tem que vencer este encontro, o empate também serve mais aí tem que esperar por mais um tropeção do vice-líder, mesmo perdendo os homens de Mourilhe estarão, no fim da jornada, na luta pelo sonho. O mesmo não se pode dizer do Académico de Viseu pois uma derrota colocaria os homens de Idalino de Almeida a 6 pontos da liderança com a agravante de haver menos uma jornada para recuperar o terreno perdido. Empatar será um mau menor mas em caso de desempate a dois – Académico/Mangualde – os academistas sairiam a perder, bem como num desempate a três (Académico/Mangualde/Lamego). Vencer em Mangualde poderá dar a liderança ao Académico de Viseu, já nesta jornada, bem como a vantagem num eventual empate a três no fim do campeonato. Enfim estão lançados os dados para que seja um jogo repleto de emoções.
Vamos aos números: têm ambos o mesmo número de golos (39) e por isso mesmo estarão em confronto os dois melhores ataque do campeonato. Curiosamente também têm o mesmo número de golos sofridos (17) e repartem deste modo, tal como o Cinfães, o título de melhor defesa do campeonato. O Mangualde ainda não perdeu em casa, o Académico só por uma vez foi desfeiteado fora de portas. De salientar que o Académico de Viseu, na versão AVFC, nunca venceu o Mangualde. Aceitam-se apostas. Na primeira volta venceu o Mangualde por 2-1.

Sporting de Lamego – Cinfães

Depois de jornadas a fio na liderança do campeonato o Sporting de Lamego regressa ao convívio com os seus apaniguados na condição de vice líder e tem pela frente mais um teste difícil. O Cinfães não perde há 14 jogos – a última derrota foi mesmo com o Sporting de Lamego - e sonha ainda com algo mais do que o 4º lugar que ocupa neste momento. Se é verdade que o Lamego em casa tem sido praticamente intratável e apresenta um dos melhores ataques, só suplantado pelo Académico de Viseu, também é verdade que o Cinfães tem a defesa menos batida da prova na condição de visitante. Mesmo correndo por fora, o Cinfães irá ter uma palavra na atribuição do título – além do jogo de Lamego recebe Académico e Mangualde – e com a conjugação de alguns resultados pode mesmo reentrar na luta. Na primeira volta, tal como já referido anteriormente, o Lamego venceu por 1-0.

Viseu e Benfica - Vouzelenses

Imbatível há 7 jogos a equipa de Vouzela visita o Estádio 1º de Maio, em Viseu, em plena luta pelo 5º lugar com Paivense, Tarouquense e, porque não, Sampedrense. Cada vez mais aflitos, os benfiquistas de Viseu apenas somaram 1 ponto nos últimos jogos e correm o risco de, no caso de perderem, caírem num fosso do qual dificilmente sairão. O Viseu e Benfica conquistou em casa 14 dos 15 pontos que possui, por sua vez jogar fora de portas não é o forte da equipa de Vouzela (9 pontos em 31). Na primeira volta venceu o Vouzelenses por 1-0.

Oliveira de Frades – Mortágua

O Oliveira de Frades apenas perdeu por uma vez em casa e o empate tem sido o resultado mais normal na qualidade de visitado. O Mortágua chega a Oliveira de Frades vindo de uma goleada no terreno do Académico de Viseu e começa a sentir o espectro da descida de divisão cada vez mais próximo. Curiosamente os 7 pontos que separam estas duas equipas não se reflecte no número de golos marcados, pois neste aspecto quem leva a melhor é a equipa menos cotada (23-21). Na primeira volta venceu o Oliveira de Frades por 3-0.

Carvalhais – Lamelas

Invencível há 7 jogos o Lamelas ainda está longe da tranquilidade absoluta. 6 é neste momento o número de jogos que leva o Carvalhais sem alcançar qualquer vitória (5 derrotas e 1 empate) e em caso de derrota ver-se-á envolvido na luta para não descer de divisão. Em casa o Carvalhais perdeu por 4 vezes curiosamente, ou talvez não, com os 4 primeiros da tabela classificativa. O Lamelas ainda não venceu fora de portas. Na primeira volta venceu o Carvalhais por 1-0.

Lusitano – Campia

Após vencer o Viseu e Benfica, em casa, os lafonenses deram um passo rumo à manutenção mas eis que surge mais um desafio de enorme importância. O Lusitano que perdeu na jornada passada com o também aflito Lamelas quererá regressar às vitórias e deste modo tentar desanuviar a sua situação. O Campia fora de portas empatou os dois últimos jogos. Os Trambelos já foram a “casa maldita” esta época mas nos últimos 3 jogos o Lusitano conquistou 5 pontos, vencendo o Lamego e empatando com Académico de Viseu e Cinfães. Na primeira volta venceu o Lusitano por 1-0.

Moimenta da Beira – Tarouquense


Há 10 jogos sem vencer e com a linha de água cada vez mais perto está a acabar a margem de manobra dos visitados. O Tarouquense tem o pior ataque do campeonato na condição de visitado. O Moimenta apenas empatou 2 dos últimos 5 jogos disputados em casa. Na primeira volta venceu o Moimenta da Beira por 3-1

Paivense – Sampedrense

Quando o Paivense joga em casa de uma coisa podemos ter a certeza : vamos ter golos, muitos golos. Em apenas 11 jogos na Pedralva foram marcados 47 golos! Há sete jogos sem vencer (2 empates) a equipa de Vila Nova de Paiva suspira por regressar aos triunfos e esta é uma boa oportunidade até porque “precisam” de manter o 5º lugar que está a ser invejado por Vouzelenses, Tarouquense e ... Sampedrense. Fora de portas a turma de Chalana vem de três derrotas consecutivas. Em casa o Paivense ainda não venceu no ano de 2007. Na primeira volta venceu o Sampedrense por 2-0
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