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O primeiro jogo no relvado do Fontelo foi há 36 anos!

A 24 de Outubro de 1982 – faz hoje 36 anos – o Académico recebeu no Fontelo o Torreense. Que tem isso de especial? Foi o primeiro jogo disputado, no “nosso” Fontelo, em relva (primeiro jogo oficial).

O nosso rival foi o Torreense. No Record, a crónica de Agostinho Torres, tinha como título “na festa da relva brilharam os forasteiros”. Quanto à “A Bola” o título da crónica de Carlos Costa era “Quim (ndr o guarda redes adversário) – rei e senhor”. Já deve ter adivinhado… a verdade é que o jogo não correu bem para o Académico. 

Vitória do Torreense. 

Aí fica a ficha do jogo:

Estádio do Fontelo, 24 de Outubro de 1982
5ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Aventino Ferreira (Braga)

Ac. Viseu: Luís Almeida; Vinagre (Vitó, int), Toni, José João e Sobreiro; Penteado, Pais, Cunha e Borga; Grilo (Chico, 58) e Hermínio. Treinador: Idalino de Almeida.

Torriense: Quim; Bancaleiro, António Augusto, Armando e Faria; Xanita, Rui (António Carlos, 87) e Mário; Rolão, Rufino e Álvaro.


Golos: Álvaro 35 (0-1), Rufino 65 (0-2), Álvaro 89 (0-3)
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"Caso Elísio", parte II

Estádio Comendador Manuel Violas, 26 de Maio de 1991
38ª Jornada da Divisão de Honra
Árbitro: José Silvano (Vila Real)

Sp. Espinho: Pudar; Nene; Filó e Sousa; Vitinha, Zinho, Nelo (c), Ado (Vitoriano, 32) e Flávio; Ivan e Fernando Cruz (Bessa, 69). Treinador: Manuel José.

Ac. Viseu: José Miguel; Perduv; José Duarte e Faria; Albuquerque (c), Zé da Rocha, Falica, João Manuel e Zé Nando; Alain e Herbert (Cândido, 88). Treinador: José Rachão.
Foto retirada do Facebook (página dos antigos jogadores e amigos do Académico)

Se ganhasse o Académico subia. Se empatasse também podia subir desde que o Torreense não ganhasse no terreno do Maia.

Em Espinho o Académico não saiu do empate, um teimoso zero-a-zero. Daí teria que esperar pelo outro resultado, na Maia. Aí começaram melhor os maiatos que chegaram ao 1-0 através de Sérgio Lavos. O Torreense, no entanto, deu a volta com golos de Rosário e Baltasar, mas o golo de Abel (esse mesmo) para a equipa da casa, ao minuto 80 “colocava” de novo o Académico na I Divisão.

Entretanto o jogo terminava em Espinho. Começou-se a festejar a subida mas eis que… golo do Torreense! Seria apenas um infortúnio não se desse o caso do golo dos torrejanos ter sido apontado por Elísio, jogador do Maia, que uma semana antes tinha sido detido em Viseu (ver história aqui).

O Engenheiro José Manuel Oliveira, então Presidente do Clube Académico de Futebol, pediu que a competição não fosse homologada, que se investigasse a fundo o que se passara, mas nada se passou.

Entretanto António Rola, árbitro da partida do Maia 2-3 Torreense, dizia o seguinte sobre o referido lance: “Aquilo era uma jogada inofensiva. O Rosário cruzou para dentro da área e o Elísio, sem nenhum jogador junto a ele, meteu o pé ao pretender aliviar – julgo eu -, de tal maneira que levou a bola a embater no poste e entrar na própria baliza! Deduzo que quisesse ceder canto, embora repita, a jogada era claramente inofensiva. Aliás o Maia quando fez o 2-2 poderia logo a seguir ter feito o 3-2 e até o 4-2.”.

Por sua vez Elísio clamava inocência. Dizia que só quando estava a tomar banho é que soube que o Académico não tinha subido por causa do seu autogolo, que não sabia como estava o resultado em Espinho. Nicolau Vaqueiro, treinador do Maia, defendeu o seu jogador mas adiantando que Jorge e Careca (jogadores do Maia) é que estiveram abaixo do que era esperado…


O Torreense subiu, o Académico manteve-se… assim como se mantém a suspeição, 27 anos depois!
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Recordar: CAF-Ac. Viseu 1-0 SCU Torreense

Estádio Municipal do Fontelo, 25 de Outubro de 1987
7ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Fernando Alberto (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Rui Manuel, Carlos Manuel e Kappa; Delgado (Jonh Bubu, 88), Abel e Cruz; Quim, João Luís (Amadeu 76) e Leal. Treinador: Carlos Alhinho.

Torreense: Jorge; Margaça, Couceiro, Bigheti e Toni; Toinha, Passos e Sardinheiro; Luís Fernando, Hélio (Sanhá, 80) e Rosário.

Golo: Leal 75 (1-0)

Invencibilidade perdida: O Torreense, única equipa da Zona Centro, que não havia conhecido a derrota e que, na função de guia isolado, se deslocou a Viseu, acabou por perder esses dois privilégios, num encontro bastante emotivo, frente a um Académico moralizado e que, domingo após domingo, tem vindo a ganhar mais agressividade atacante.
Neste interessante duelo, foi constante o assédio à baliza de Jorge, mas as cautelas defensivas em que os forasteiros se escudaram foram adiando o solitário, mas bem merecido golo que deu a justa vitória dos viseenses.
Arbitragem regular.
Carlos Costa in A Bola, 26/10/1987

Nota: Ao Fontelo chegava o líder da Zona Centro que, para variar, não passou. Vitória academista pela margem mínima que assim ascendeu ao segundo lugar. Com a derrota do Torreense passou a haver um novo líder, a União de Leiria que com a vitória em casa frente ao Mirense (4-1) passou a ter 10 pontos, mais um que Académico, Torreense, Beira-Mar e Guarda
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SCU Torreense 2-0 Ac. Viseu FC

Estádio Manuel Marques, 16 de outubro de 2016
3ª Eliminatória da Taça de Portugal
Árbitro: João Bento (Santarém)

Torreense: Cléber, David Rosa, Burguete, Fábio Santos, Welinton, Stephen, Tiago Esgaio, Lingfeng (Jin Shang, 77), Leo (Diego Zílio, 72), Hélio Vaz (Tiago Pereira, 85) e Bonifácio. Treinador: Rui Narciso.

Ac. Viseu: Diogo Freire; Tomé, Bura, Tiago Gonçalves e Stephane (Sandro Lima, 70); Pana, Bruno Loureiro (Carlos Eduardo, 56) e Saná; Tiago Borges, Pedro Paulo (Luisinho, 56) e Zé Pedro. Treinador: André David.

Golos: Bonifácio 50 (1-0), Jin Shang 87 (2-0)
Foto retirada da página do Facebook do site foradejogo.net


"O Torreense, do Campeonato de Portugal Prio, qualificou-se este domingo para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, ao vencer na receção ao Académico de Viseu, da 2.ª Liga, por 2-0.


A equipa da casa, do terceiro escalão, começou a atacar nos primeiros 15 minutos, criando perigo na baliza da equipa visitante, levando o Académico de Viseu (II Liga) a reagir e a impor-se para lá do meio-campo até ao final da primeira parte, criando a primeira situação de perigo aos 34 minutos.



O Torreense voltou a recuperar o domínio do jogo, criando uma oportunidade de golo aos 47 minutos por intermédio de Bonifácio, com o Académico de Viseu a contra-atacar com Pedro Paulo.

Três minutos depois, Bonifácio deu vantagem à formação de Torres Vedras.


Já no final do encontro, o Torreense voltou a marcar, por intermédio do chinês Jin Shang e, em cima do minuto 89, podia ter feito o terceiro através de Bonifácio, que, já dentro da grande área, não foi eficaz."



In Record


Notas aos jogadores: 2 – Diogo Freire, Tomé, Bura, Tiago Gonçalves, Stephane, Pana, Bruno Loureiro, Saná, Tiago Borges, Pedro Paulo e Zé Pedro; 1,5 – Carlos Eduardo e Luisinho; 1 – Sandro Lima.
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Apresentação do adversário: SCU Torreense

NOME: Sport Clube União Torreense
Ano de Fundação: 1917
Localidade: Torres Vedras
Associação: Lisboa
Estádio: Campo Manuel Marques
Equipamento: Camisola e meias bordeaux, calções azuis


RESUMO HISTÓRICO

O Torreense anda nos nacionais, de forma interrupta, desde a longínqua época de 1937/1938.

Constam no seu currículo seis presenças na I Divisão. Tudo começou na época 55/56 permanecendo até 58/59, com dois sétimos lugares e um oitavo antes de desceram. Em 64/65 voltaram à I Divisão mas foram últimos e desceram de novo. A última presença foi na época 91/92, foram 16º e voltaram a cair.

Curiosamente a última vez que estiveram na I Divisão, foi à custa do Académico. Terminaram a época 90/91 com os mesmos pontos do Académico, mas beneficiaram do facto de terem vencido em casa (3-1) e terem empatado no Fontelo (1-1). Beneficiaram ainda de um autogolo suspeito, no último minuto do último jogo, que levou o Torreense para a I Divisão. Foi o “caso Elísio” como recordado aqui e aqui.

Desde 97/98, desceu juntamente com o Académico, que não voltou a jogar nos campeonatos profissionais.

No que concerne à Taça de Portugal o seu maior feito aconteceu na época 56/57. Depois de terem eliminado Beja, Sporting, Braga e Belenenses perderam na final com o FC Porto (2-0). 
Em 83/84, com o clube na II Divisão, voltou a causar sensação ao cair nos quartos-de-final, novamente aos pés do FC Porto, mas apenas após prolongamento. 
A última vez que causou sensação na “prova rainha” foi na época 98/99 quando voltou a cair nos quartos-de-final, frente ao V. Setúbal, isto depois de terem eliminado o FC Porto em pleno Estádio das Antas.


Passado em comum

Até agora Académico e Torreense encontraram-se em 41 ocasiões. O Académico venceu 21 jogos, empatou 11, perdeu 15, marcou 61 golos e sofreu 58. No Fontelo o Académico tem um saldo de 16V, 4E, 4D, 44 golos marcados e 25 sofridos. Fora de casa tem 5V, 7E, 11D, 17 golos marcados e 33 sofridos.

Na Taça de Portugal esta será a terceira vez que se encontram. Até agora a nossa superioridade é total. Em 77/78, como o Académico na II Divisão e o Torreense na III, vencemos por 3-1. Na época seguinte, com o Académico na I Divisão e o adversário na II, o nosso clube voltou a passar mas só no jogo de desempate. 

A má notícia é que o Académico não venceu nenhum dos últimos 10 jogos efetuados em Torres Vedras.

Gil e Zeca são os jogadores que mais vezes marcaram ao Torreense, na qualidade de futebolistas do Académico, com 3 golos cada. Augusto, com 13 jogos, foi o atleta academista que mais vezes defrontou o Torreense. Seria esta a equipa tipo do Académico em jogos com a turma de Torres Vedras: Augusto; Rogério, José Duarte, Fernando e Sérgio; Rui Lage, Penteado e Chalana; Paulo Listra, Póvoas e Pipa.

Equipa da final da Taça de Portugal. Foto retirada daqui

49/50 (II) – Torreense 0-1 Ac. Viseu (marcador não identificado); Ac. Viseu 5-2 Torreense (Hugo, Zeca 3, Ferreira);
50/51 (II) – Torreense 1-0 Ac. Viseu; Ac. Viseu 1-1 Torreense (Raul Silva);
52/53 (II) – Torreense 1-2 Ac. Viseu (marcador não identificado e Pedro); Ac. Viseu 1-0 Ac. Viseu (Ferreira); Torreense 2-0 Ac. Viseu; Ac. Viseu 2-2 Torreense (Raul Silva, Póvoas);
54/55 (II) – Torreense 3-0 Ac. Viseu; Ac. Viseu 2-0 Torreense (Julinho, Prado);
59/60 (II) – Ac. Viseu 3-2 Torreense (Ramiro 2, Orlando); Torreense 1-2 Ac. Viseu (Franco, Quintino);
76/77 (II) – Torreense 1-1 Ac. Viseu (Ferrão); Ac. Viseu 3-1 Torreense (Cavaleiro 2, Félix);
78/79 (Taça) – Torreense 0-0 Ac. Viseu; Ac. Viseu 2-0 Torreense (Alberto 2);
79/80 (II) – Ac. Viseu 2-0 Torreense (Nelito, N’Habola); Torreense 2-2 Ac. Viseu (Águas, Inaldo);
82/83 (II)Ac. Viseu 0-3 Torreense; Torreense 0-1 Ac. Viseu (Cunha);
85/86 (II) – Torreense 3-1 Ac. Viseu (Leal); Ac. Viseu 3-0 Torreense (Gil 2, Cunha);
86/87 (II) – Torreense 4-1 Ac. Viseu (Rui); Ac. Viseu 0-2 Torreense;
90/91 (H) – Ac. Viseu 1-1 Torreense (Zé da Rocha); Torreense 3-1 Ac. Viseu (Zé da Rocha);
93/94 (H) – Ac. Viseu 2-0 Torreense (Zé de Angola, João Luís); Torreense 2-0 Ac. Viseu;
97/98 (H) – Torreense 1-1 Ac. Viseu (Chalana); Ac. Viseu 2-1 Torreense (Pinha, Edmilson);
98/99 (II) – Ac. Viseu 2-2 Torreense (Santos, Edson); Torreense 1-0 Ac. Viseu;
99/00 (II) – Torreense 1-0 Ac. Viseu; Ac. Viseu 1-0 Torreense (Jacques);
00/01 (II) – Torreense 2-0 Ac. Viseu; Ac.Viseu 2-1 Torreense (Bispo, Santos);
01/02 (II) – Torreense 1-1 Ac. Viseu (Febras); Ac. Viseu 2-0 Torreense (Lemos, Amorim);
02/03 (II) – Ac. Viseu 1-2 Torreense (Fábio); Torreense 1-1 Ac. Viseu (Nuno Miranda);
03/04 (II)Ac. Viseu 1-3 Ac. Viseu(Antero); Torreense 1-1 Ac. Viseu (Rui Miguel);
04/05 (II) – Torreense 2-0 Ac. Viseu; Ac.Viseu 2-0 Torreense (Chicabala 2).

PLANTEL

GUARDA-REDES

Cléber Santana – Brasileiro de 26 anos, terceira época no Torreense. Veio para os juniores do Alcanenense, onde se iniciou como séniro, e já passou também por Monsanto e Sertanense. Defrontou o Académico na época 10/11, quando jogava no Monsanto e venceu-nos 3 jogos, tendo empatado apenas um. Tem qualidade.

João Ascenso – 25 anos, segunda época no Torreense. Formado no Estrela da Amadora, Atlético e Real. Tem jogado muito pouco por onde tem passado – nunca jogou nos escalões profissionais e até andou pelas distritais – em clubes como Real, 1º Dezembro, Lourel, carregado e Pêro Pinheiro. Nunca defrontou o Académico.

Marcelo Deodato – 28 anos, ex Ericeirense. Na sua formação conta com uma breve passagem pelo Sporting, além de Malveira, U. Madeira e E. Amadora. Andou pela terceira divisão (Malveira), regionais (Odivelas, Vila Franca do Rosário e Eiceirense) e CNS (1º Dezembro, Malveira e Peniche). Nunca defrontou o Académico.

DEFESAS

Junshuai Liu – 21 anos, ex Jiangsu Suning (China). Antes de ido para a China terminou a formação no Real e jogou no Cacém e Torreense.

Qin Cheng – 20 anos, chinês, ex Oriental Dragon. Completou a formação no Sacavenense e na época passada jogou nos distritais de Setúbal. Nunca defrontou o Académico.

Rafael Pinto – 19 anos, ex junior. Formado no clube, com uma pequena passagem pelo A-dos-Cunhados.

João Lobo – 19 anos, formação no Louletano e Torreense. Ex junior, embora já tenha jogado nos seniores enquanto junior. Nunca defrontou o Académico.

David Rosa – Defesa direito, 26 anos, ex Malveira. Formado no Linda-a-Velha, CAC e Real foi nestes últimos que se iniciou como sénior (IIB e III). Também jogou no Casa Pia. Nunca defrontou o Académico.

Fábio Santos – Defesa direito/defesa central, 26 anos, segunda época consecutiva no Torreense, quinta no total. Começou a sua formação no Lourinhanense e terminou no Torreense. Antes de voltar a casa ainda jogou no Lourinhanense, Fátima e Benfica de Castelo Branco mas sem nunca defrontar o Académico.

Rui Burguette – 28 anos, defesa esquerdo, ex Peniche, terceira época no Torreense. Lembram-se dele? Em 2013/2014 foi anunciado como reforço do Académico, fez um treino… e foi-se embora!
Passou pelo Benfica e acabou a formação no E. Amadora. Iniciou-se como sénior no Mafra e andou sempre pela II B/CNS (Torreense, Oriental, Sintrense, 1º Dezembro, Malveira e Peniche). Nunca defrontou o Académico.

Bruno Sales – Defesa central, 21 anos, ex Ericeirense. É sobrinho de Jorge Jesus. Formado no Benfica e Belenenses, passou como sénior por Mafra, 1º Dezembro e Ericeirense (regionais) sem grande sucesso. Nunca defrontou o Académico.

Dalhata Soro – Defesa central de 23 anos, terceira época no Torreense. Veio para Portugal para jogar no Tourizense, onde fez uma boa época e depois seguiu-se Famalicão e Vila Flor. Jogou pouco na época passada. Encontroy o Académico na época 12/13, ao serviço do Tourizense, tendo sido utilizado nos dois jogos (uma vitória e uma derrota).

Welinton – brasileiro, defesa central, 26 anos, segunda época no Torreense. Veio do Brasil para terminar a formação no Sporting. Depois de uma breve passagem pelo Brasil regressou para jogar no Alcanenense (distrital). Depois andou sempre pelos nacionais – III Divisão (Monsanto) e IIB (Monsanto, Sertanense, Operário e Torreense).
Como jogador do Monsanto defrontou o Académico em 2011/2012. Fez os 90 minutos do Monsanto 4-1 Ac. Viseu, o jogo todo do Ac. Viseu 2-5 Monsanto e os 90 minutos do Ac. Viseu 0-0 Monsanto.


MÉDIOS

Boxuan Feng – 19 anos, chinês, formado no clube. Nunca defrontou o Académico.

Shang Ji – 22 anos, chinês, ex Oriental Gragon (regionais de Setúbal). Terminou a sua formação no Casa Pia e como sénior tem passagens pouco profícuas por Amora, Real e Sacavenense.

Lingfeng Zhang – chinês de 19 anos, ex junior do Sporting.

Tomás Jorge – 19 anos, ex junior do Tondela. Tem ainda formação no Sporting, Belenenses, E. Amadora, Caldas e Sacavenense.

Stephen Eustáquio – 19 anos, médio defensivo/médio centro, terceira época no Torrense. Passou pela formação do Nazarenos e U. Leiria. Era junior de primeiro ano quando fez vários jogos pelo Nazarenos (distritais). No último ano de junior mudou-se para o Torreense, chegando a jogar na equipa principal. Na época passada fez 25 jogos e na presente época continua a mostrar que tem qualidade.

Tiago Esgaio – 21 anos, ex Caldas. Tem formação no Nazarenos, U. Leiria e Rio Ave. Como sénior foi importante no Caldas. É irmão de Ricardo Esgaio (Sporting).

Diego Zílio – Médio ofensivo, 27 anos, brasileiro, segunda época no Torreense. Veio para Portugal para os juniores do Alcanenense, onde se estreou como sénior chamando à atenção do Marítimo, de onde não passou da equipa B, e depois de uma experiência de três épocas na Alemanha (regionais), andou por Alcanenense (outra vez e deu nas vistas com 15 golos em 32 jogos), Santa Clara, União de leiria e Loures. Nunca defrontou o Académico.

AVANÇADOS

Sun Zhaoling – Chinês de 20 anos, ex Pinhalnovense. Formação no Sacavenense, jogou pouco na época passada no CNS.

Hélio Vaz – Extremo de 25 anos, ex Peniche. Terminou a formação no Benfica (último ano) depois de passar do Olímpico do Montijo e Montijo. Como sénior esteve uma época na Segunda Liga (Atlético) e na primeira divisão do Chipre (Doxa). A maior parte da carreira andou pela IIB/CNS/CPP em clubes como Mafra, Tondela, Casa Pia e U. Leiria.
Ao serviço do Mafra (09/10) foi suplente utilizado no empate em Mafra (0-0).

Leo – Extremo de 25 anos, ex Loures. Formação no Ponte Frielas e Loures. Jogou nos distritais (Musteirense e Malveira), III Divisão (Sacavenense) e CNS – Cova da Piedade, Malveira e Loures. Nunca defrontou o Académico.

Bonifácio – Ponta de lança, de 31 anos, ex Malveira. Ericeirense e Mafra são os clubes onde fez formação. Passou diversos anos nos mafrenses, sempre na IIB/CNS. Também no CNS jogou no Malveira. No Igreja Nova jogou na III Divisão. Teve passagens pelo Chipre (Doxa e Anagennisi Deryneias) e Macedónia (Vardar Skopje).
Defrontou o Académico em 09/10, fez os 90 minutos em Mafra (0-0) e na segunda volta foi autor do golo do empate (2-2) depois de sair do banco de suplentes.

Tiago Pereira – Ponta de lança de 26 anos, ex Loures. Quase toda a formação no Loures, onde se estreou como sénior jogando várias épocas nos distritais. Nos distritais jogou ainda no Murteirense. Na segunda liga teve uma breve passagem pelo Atlético. Na IIB/CNS jogou no Padroense, BC Branco e Loures.
Enquanto jogador do Atlético foi suplente não utilizado na vitória academista (3-0) na 15ª jornada da Segunda Liga da época 13/14.

Treinador: Rui Narciso - Começou a carreira de treinador nas camadas jovens do Torreense. Na época 12/13 iniciou a sua carreira nos séniores, fazendo apenas os dois primeiros jogos da época. 
Em 2013/2014, orientou o Malveira e sagrou-se campeão distrital conseguindo mantar o clube no CNS na época seguinte. 
Na época passada substituiu no Torreense o nosso conhecido Filipe Moreira a apenas 3 jornadas do fim da competição. Com a equipa em lugar de play off, para descidir se descia ou não, em 3 jogos conseguindo um empate e duas vitórias e alcançou a manutenção direta pelo que inciou a presente época como treinador principal. 

JOGADORES QUE ACTUARAM ÑOS DOIS CLUBES

Alain – Ac. Viseu (90/92); Torreense (96/98);
Arnaldo Silva – Ac. Viseu (80/81); Torreense (83/84);
Baltazar – Ac. Viseu (80/81); Torreense (86/88);
Bispo – Ac. Viseu (99/01); Torreense (01/02);
Cabrinha – Torreense (64/65), Ac. Viseu (67/68);
Carapinha – Torreense (55/56, 57/58), Ac. Viseu (58/59);
Clodoaldo – Ac. Viseu (96/97), Torreense (97/98);
Hélio – Ac. Viseu (86/87), Torreense (87/88);
José Fernando – Torreense (85/86), Ac. Viseu (89/90);
João Peixe – Ac. Viseu (03/04), Torreense (09/10);
José Alhinho – Torreense (80/83), Ac. Viseu (88/89);
Leonel – Ac. Viseu (13/14), Torreense (15/16);
Mauro Silva – Ac. Viseu (93/94), Torreense (97/99);
Nuno Santos – Torreense (02/03), Ac. Viseu (03/04);
Orlando – Torreense (93/94), Ac. Viseu (97/98);
Ouattara – Ac. Viseu (13/14), Torreense (15/16);
Pais – Torreense (64/65), Ac. Viseu (66/74);
Rebelo – Torreense (94/95), Ac. Viseu (96/99);
Vítor Mantas – Ac. Viseu (00/01) e Torreense (00/01).
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Taça de Portugal: SCU Torreense vs Ac. Viseu FC

O Académico vai defrontar o Torreense na 3ª eliminatória da Taça de Portugal. O jogo será em Torres vedras

Eis os restantes jogos (a negrito as equipas da Ledman LigaPro):



GD Gafanha vs FC Porto

AD Oliveirense vs SC Braga

Sertanense FC vs CD Tondela

Real SC vs FC Arouca

AC Alcanenense vs CD Feirense

AA Coimbra vs CF "Os Belenenses"

SU 1º Dezembro vs SL Benfica

CD Trofense vs Vitória FC

CD Santa Clara vs Rio Ave FC

CF Santa Iria vs Vitória SC

A Naval 1º de Maio vs CS Marítimo

UD Leiria vs Boavista FC

CD Estarreja vs CD Nacional

CD Aves vs FC Paços de Ferreira

Caldas SC vs GD Estoril Praia

FC Vizela vs Moreirense FC

CF União vs GD Chaves

FC Famalicão vs Sporting CP

Mortágua FC vs CD Cova da Piedade

SC Covilhã vs SC Freamunde

FC Penafiel vs Amarante FC

SC Praiense vs SC Farense

Gil Vicente FC vs Casa Pia AC

SCM Aljustrelense vs AD "Os Limianos"

CD Cinfães vs SB Castelo Branco

COL Oriental vs FC Barreirense

Varzim SC vs RD Águeda

Merelinense FC vs Leixões SC

AD Sanjoanense vs Lusitano FC

GD Vitória de Sernache vs UD Vilafranquense

CD Fátima vs SC Olhanense
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Recordar: Torreense 0-1 Ac. Viseu

Campo Manuel Marques, 20 de Março de 1988
26ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Carlos Valente (Setúbal)

Torreense: Jorge; Margaça, Couceiro, Bighetti e Toni (Hélio, 80); Toinha (Baltasar, 33), Passos, Sardinheiro e Sanha; Filipe e Rosário.

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui, Cruz, Amadeu e Abel; João Luís (Matos, 87) e Quim (Gil, 65). Treinador: Carlos Alhinho.

Golo: Gil 76 (0-1)

Estrelinha da sorte: Jogo importante que punha frente a frente o primeiro e terceiros classificados da zona centro, separados apenas por 3 pontos. Logo de início se verificou a disposição da equipa visitante em controlar o jogo a meio campo, para daí partir para o contra ataque. Perante esta situação os locais não encontraram antídoto e deixaram-se enlear na teia muito bem urdida por Carlos Alhinho vindo a pertencer aos forasteiros, neste primeiro período, as melhores oportunidades para desfeitear Jorge, que em grande forma, se saiu muito bem nos lances de apuro para a sua baliza.
No 2º tempo o cariz do jogo não se alterou com as duas equipas a revelarem-se contentar com o nulo, embora espreitando sempre qualquer desatenção da defensiva contrária. Assim aconteceu, num rápido contra-ataque apanhando a defensiva local em contrapé, os academistas marcaram o golo que veio a ditar o vencedor.
A partir daí os locais tentaram chegar à igualdade e no último minuto Sanhá poderia ter marcado com o guarda-redes Sardinha já batido. Enfim, ganhou a equipa que melhor soube controlar o jogo e que teve pelo seu lado a estrelinha da sorte.
Boa arbitragem.
Mário Lopes, in A Bola de 21 de Março de 1988
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Recordar: CAF Ac. Viseu 3-1 SCU Torreense

Estádio do Fontelo, 8 de Janeiro de 1978
Taça de Portugal
Árbitro: Carlos Paranhos (Coimbra)

Ac. Viseu: Alexandre; Pelezinho, Braga, Gomes e Penteado; Chico Santos e Pedro Paulo; Keita, Toyobe (Renato), Rodrigo e Albasini (Basto). Treinador: José Moniz.

Torreense: Massas; Quim, Aníbal, Carlos Manuel e Jorge; Orlando (Gil) e Serafim; Ventura, Toinha, Honório e Fernando.

Expulso: Serafim 90

Golos: Pedro Paulo 43 (1-0), Toinha 52 (1-1), Toyobe 77 (2-1), Keita 85 (3-1)

Depois de três jogos sem vencer a pausa natalícia fez bem ao Académico de Viseu que despachou o Torreense em jogo a contar para a Taça de Portugal. Mas não se julgue que foi fácil, foi preciso um “festival Keita” (Record) – deu a marcar, marcou e ainda expulsou Serafim.
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Recordar: Académico 2-1 Torreense

Estádio do Fontelo, 11 de Março de 2001

Golos: Hélder Lemos 16 (0-1), Bispo 26 (1-1), Carlos Santos (2-1)


"O Académico de Viseu deixou para trás a malapata do Fontelo, onde tinha perdido as duas últimas partidas. Domingo, perante o Torreense, um dos candidatos, embora não assumido, teve de lutar muito para conseguir os três pontos, num bom jogo de futebol.

Desde cedo se percebeu a intenção da formação de Torres Vedras. Ao povoar o seu meio campo e praticando um futebol ao primeiro toque, os comandados de Toinha entraram dispostos a aproveitar o síndroma do adversário.

A turma da casa começou receosa a partida, permitindo ao adversário algum ascendente, aproveitado aos 16 minutos, com Hélder Lemos a entrar em velocidade pela meia esquerda e, já na área, a rematar cruzado, para o fundo da baliza de Augusto.

Pairou no Fontelo o fantasma das duas partidas anteriores ali realizadas. Todavia, os academistas recompuseram-se e começaram a equilibrar a partida. Aos 26 minutos, Santos teve o seu primeiro grande momento.

À entrada da área, tirou dois adversários do caminho, puxou para a direita, cruzando com conta, peso e medida para Bispo encostar de cabeça, empatando o jogo. Até perto do intervalo, e com um futebol aberto, as duas equipas dispuseram de oportunidades para desfazer a igualdade.

No segundo período, o cariz da partida manteve-se, embora o Torreense tenha voltado a entrar melhor no jogo. Ainda no primeiro quarto de hora do segundo tempo, Luís Almeida procede a duas alterações que mudaram o rumo do jogo. As entradas de Pedros e Rui Santos para os lugares de Listra e Bruno permitiram maior apoio a Lemos e alguma liberdade a Santos.

Este decidiu o jogo, no seu segundo momento da tarde. Recebeu a bola de Rui Santos e, descaído na esquerda, entrou na área e fuzilou Humberto. Até final, ambos os conjuntos dispuseram de oportunidades flagrantes, por Lemos e Rogério para os viseenses e Seul para os visitantes, sem que o resultado tenha sofrido qualquer alteração.

Excelente arbitragem do trio de Aveiro, liderado por Jorge Saramago.

Técnicos

Luís Almeida (treinador do Académico de Viseu): "Foi uma vitória justa da minha equipa, perante um adversário muito difícil, num bom jogo de futebol."

Toinha (treinador do Torreense): "O resultado é muito severo para a minha equipa, que não merecia a derrota. A maior parte das oportunidades foram nossas."



In Record.pt
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 2-1 SCU Torreense

16 de Janeiro de 2005
Estádio do Fontelo, em Viseu
Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Árbitros auxiliares: F. Pereira e Roberto Oliveira

AC. VISEU: José Carlos; Jorginho, Gama, Hélder e Nélson; Álvaro, Vítor Lima, Artur Alexandre (Carlos Lima, 22) e Paulo Gomes (Bruno Madeira, 72); Caju (Filipe Cândido, 78) e Chicabala. Treinador: Rui Bento

TORREENSE: Christopher; Janício, Pina, Nuno Correia e José Carlos; Beto, Rogério (Luís Pinto, 57), Canoa (Fábio, 74) e Paulinho; Anselmo e David; Treinador: José Rachão

Golos: Chicabala 8 (1-0), David 30 (1-1), Chicabala 50 (2-1)


Disciplina: Cartão amarelo a Vítor Lima (15), Beto (23), Rogério (42), José Carlos (43), Jorginho (59), Hélder (62 e 81), Gama (67), Caju, no banco, (78), José Carlos (83) e Pina (85). Cartão vermelho, por acumulação, a Hélder (81)
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-3 SCU Torreense

Estádio do Fontelo, 31 de Agosto de 2003

3ª Jornada da II B, Zona Centro

Golos: Bernardo Vasconcelos 49 (0-1), Igor 59 (0-2), Igor 62 (0-3), Antero 71 (1-3)

"O Académico de Viseu continua a contar por derrotas os jogos realizados no Municipal do Fontelo.

Depois da derrota frente ao Alcains, desta vez foi o Torreense a vencer, sem qualquer contestação, os viseenses no seu próprio reduto. Num encontro que colocava frente a frente dois dos candidatos ao primeiro lugar, a formação orientada por José Rachão mostrou por que razão assumiu o objectivo da Liga de Honra.

O Torreense apresentou-se compacto, concentrado e afoito no ataque, com Bernardo Vasconcelos e Igor em grande plano.
Depois de uma primeira parte jogada a bom ritmo, equilibrada e com ocasiões repartidas, a turma de Torres Vedras entrou na segunda metade a aproveitar alguma desconcentração dos academistas e, sem surpresa, Bernardo Vasconcelos, logo aos 49 minutos, apontou o primeiro tento para a sua equipa, concluindo da melhor maneira uma arrancada pela esquerda de Pateiro.

O golo voltou a estar à vista dois minutos mais tarde, mas Augusto, por duas vezes, executou excelentes defesas. A turma de José Rachão aumentou a vantagem ao 59 minutos, desta vez com Igor a concluir uma jogada de Janício pela direita.

Culminando o desacerto colectivo dos visitados, o terceiro golo apareceu três minutos depois, com Igor a aproveitar as facilidades oferecidas pela turma academista para bater o desamparado Augusto.

Com três golos de vantagem, a turma de José Rachão relaxou e um grande golo de Antero, aos 71 minutos, fez acreditar as hostes locais. Mas revelou-se insuficiente."


In Record.pt
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