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Recordar: FC Famalicão 5-0 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Famalicão, 23 de Junho de 1988
5ª Jornada do apuramento da II Divisão
Árbitro: Fernando Alberto (Porto)

Famalicão: Rogério (Lopes, 77); Carlos, José Luís, Chico Oliveira e Cabral; Williams, Paulo Jorge, Duarte (c) e Luís Miguel; Silva e Vicente (Landu, 56). Treinador: Rodolfo Reis.

Ac. Viseu: Sardinha (Nelito, 56); Oliveira, Carlos Manuel, Leal e Silvério (Hélder, 36); Rui Madeira, Rui Manuel, Cruz (c) e Amadeu; Quim e Gil. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Luís Miguel 4 (1-0), Luís Miguel 21 (2-0), Luís Miguel 36 (3-0), Silva 38 (4-0), Landu 80 (5-0)
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Recordar: CF Estrela da Amadora 2-2 CAF - Ac. Viseu

Campo do Estrela, 19 de Junho de 1988
4ª Jornada de apuramento de campeão da II Divisão
Árbitro: José Garcia (Setúbal)

E. Amadora: Valter; Luís Carlos (Nito, 6); Marlon, Mota e Palhares (c); Rebelo, Nélson Borges (Gadenha, 73), Palecas e Paulo Jorge; Joel e Mozart. Treinador: Augusto Matine.

Ac. Viseu: Sardinha; Leal; Morgado, Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel; Delgado (Carlos Manuel, 88), Abel e Cruz (Amadeu, 88); Rui Madeira e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Delgado 49 (0-1), Mozart 51 (1-1), Quim 69 (1-2), Joel 71 (2-2)
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Recordar: CAF Ac. Viseu 2-1 FC Famalicão

Estádio do Fontelo, 12 de Junho de 1988
2ª Jornada do apuramento de campeão da II Divisão
Árbitro: Xavier de Oliveira (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel, Cruz (c) (Carlos, Manuel, 73) e Delgado (Amadeu, 83); Rui Madeira, Abel e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Famalicão: Rogério; Kanu, José Luís, Chico Oliveira (c) e Cabral; Paulo Jorge, Henrique e Vicente; Williams (Silva, 61), Luís Miguel e João Paulo (Landu, 24). Treinador: Rodolfo Reis.


Golos: Abel 58 (1-0), Rui Madeira 68 (2-0), Vicente 81 (2-1)
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-0 CF Estrela da Amadora

Estádio do Fontelo, 8 de Junho de 1988
1ª Jornada de apuramento de campeão da II Divisão
Árbitro: Joaquim Gonçalves (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel, Cruz (c) e Delgado (Amadeu, 89); Abel, Rui Madeira (Carlos Manuel, 82) e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Estrela da Amadora: Melo (c) (Valter, 58); Marlon, Mota, Rebelo e Pacheco; Chumbo (Palecas, 54); Joel, Nito e Nélson Borges; Rosário e Paulo Jorge. Treinador: Augusto Matine.

Suplentes não utilizados: Nelito, Baptista e Gil (Ac. Viseu), Fernando Marques, Gadelhas e Ilo (E. Amadora)

Golo: Rui Madeira 48 (1-0)
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Recordar: UD Santarém 6-1 CAF - Ac. Viseu

Estádio do Fontelo, 5 de Junho de 1988
38ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Gil Rosa (Setúbal)

União de Santarém: Mário Rui; Nelo, Vital, Abel e Graça; Neto, Toni e Brito; Filipe (Peralta, 59), Marinho (Ruas, 75) e Tozé.

Ac. Viseu: Nelito (Tony, 80); Silvério, Sérgio (Morgado, int), Carlos Manuel e Ferreira; Baptista, Matos e Luís; Lage, Gil e Hélder. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Neto 9 (1-0), Tozé 13 (2-0) Tozé 15 (3-0), Tozé 21 (4-0), Vital 40 (5-0), Morgado 60 gp (5-1), Marinho 63 gp (6-1)

A grande surpresa… Mesmo levando em conta que o Académico de Viseu não apresentou a sua formação habitual, o “onze” de Santarém fez, durante a primeira parte, uma exibição de bom nível que lhe rendeu 5 golos, tendo, no entanto, outros ficado ainda por marcar.
No tempo complementar, como se aguardava, o jogou subiu de rendimento, uma vez que os visitantes não conseguiram repetir a exibição feita pelos escalabitanos, apenas se tendo marcado dois tentos, um para cada lado e ambos de grande penalidade.
Quanto à arbitragem sitiou-se em plano aceitável, num jogo que primou pela correcção.”
Mário Jesus Prado, in A Bola 11 de Junho de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 6-1 CF «Os Marialvas»

Estádio do Fontelo, 3 de Junho de 1988
37ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: José Guedes (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Rui Manuel, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado, Alexandre Alhinho (Amadeu, 20) e Cruz (Batista, 63); Rui Madeira, Abel e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Marialvas: Cordas; Bravo (Amadeu, 24), Jorge Catarino, Ben Hur e Canhoto; Alexandre, Escurinho e Neto (Dobrões, 63); Bala, Carvalho e Dario.

Golos: Rui Madeira 1 (1-0), Rui Manuel 16 (2-0), Abel 19 gp (3-0), Abel 23 (4-0), Abel 28 (5-0), Carvalho 53 (5-1), Amadeu 55 (6-1)
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Recordar: Carlos Alhinho

NOME COMPLETO
Carlos Alexandre Fortes Alhinho
NOME
Carlos Alhinho
DATA DE NASCIMENTO
10/01/1949
NATURALIDADE
Cabo Verde
DATA DE FALECIMENTO
31/05/2008
POSIÇÃO
Treinador
ESTREIA
Mangualde 1-2 Ac. Viseu (04/01/1987)
ÚLTIMO JOGO
Ac. Viseu 2-1 Académica (31/05/1992)
MAIOR VITÓRIA
Ac. Viseu 7-2 Estarreja (03/01/1988)
MAIOR DERROTA
U. Santarém 6-1 Ac. Viseu (05/06/1988)
JOGOS
97
VITÓRIAS
42
EMPATES
20
DERROTAS
35
GOLOS MARCADOS
126
GOLOS SOFRIDOS
125
ÉPOCAS
86/89, 91/92



Carlos Alhinho foi uma figura marcante da história academista. Na retina fica a caminhada vitoriosa da época 87/88, que levou o nosso clube à subida à I Divisão do nosso futebol.

Estreou-se na 14ª jornada da temporada 86/87, substituindo no cargo Basto, num clássico em que o Académico venceu por 1-2. Para a história fica a ficha do jogo em questão:

Campo Conde de Anadia, 4 de Janeiro de 1987
14ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Miranda Sousa (Porto)

Mangualde: Nery; Vinagre, Jorge Costa, Pais (Vitó, 36) e Paulo Tomás; Almendra, Águas, Peres e Guilherme; João Luís e Denilson. Treinador: Rodrigo Moura.

Ac. Viseu: Sardinha; Ferreira, Armindo, Baptista e Silvério; João Lopes (Zé-Tó, 89), Rui, Cruz e Quim, Hélio e Pisco (Matos, 65). Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Pisco 7 (0-1), Pais 15 pb (0-2), Guilherme 40 (1-2)

Foi chegar, ver, e vencer. O Académico teve 4 vitórias consecutivas, não perdeu nos primeiros 5 jogos, e nos nove primeiros jogos apenas consentiu uma derrota. Deste modo, o Académico que antes da chegada de Alhinho estava em risco de descer, era penúltimo (15º lugar), à 22ª jornada era já oitavo. O resto da época foi mais modesto tendo o Académico terminado na 12ª posição.


Para a época seguinte, a de 87/88, do plantel anterior transitaram Sardinha, Ferreira, João Lage, Rui, Carlos Manuel, Leal, Baptista, Silvério, Cruz, Matos, Luís, Quim e Gil. Ingressaram no Académico Morgado (Farense), Hélder (Estoril), os caboverdeanos Kappa, Chico Nikita, Abel, Delgado, John Bubu e ainda Amadeu (Elvas), Rui Madeira (U. Leiria) e João Luís (Mangualde).


O resto é história - o Académico apresentou um futebol demolidor, sobretudo no Fontelo onde ganhou todos os jogos e acabou por alcançar a subida à I Divisão, só não conseguindo o título de campeão. A subida foi alcançada no jogo caseiro frente ao Vilafranquense (veja a ficha aqui).

 Em cima falamos que o Académico venceu todos os jogos (campeonato) que efetuou no Fontelo. Ora enquanto treinador do Académico Carlos Alhinho conseguiu algo que, provavelmente, mais nenhum treinador conseguiu. O Académico esteve um ano, cinco meses e 26 dias sem perder no Fontelo, isto entre 26 de abril de 1987 e 23 de outubro de 1988.

Na época 88/89, com o Académico na I Divisão, o nosso clube manteve grande parte do plantel anterior (Sardinha, Nelito, Morgado, Rui, Carlos Manuel, Leal, Kappa, Chico Nikita, Alexandre Alhinho, Abel, Cruz, Delgado e Quim), foi buscar dois ex juniores, um ao Sporting (Amaral) e outro ao Benfica (Melo), e outros jogadores sem grande experiência como Paulo Renato (Peniche), João Manuel (Viseu e Benfica), Nunes (Silves) e Diallo (Sporting). Apenas José Alhinho (Portimonense) tinha alguma experiênca de I Divisão.

E as coisas não correram bem. À 15º jornada, derrota no terreno do Boavista por 2-0, com uma série de seis jogos sem vencer (apenas um empate), e com o nosso clube no último lugar, Carlos Alhinho foi despedido. Não resultou, até porque o Académico acabaria por descer como estamos recordados.

Em 91/92 Carlos Alhinho regressou ao Académico. O nosso clube, na Segunda Liga, ocupava a 13ª posição com 10 pontos,  um ponto sobre a linha de água, e Alhinho substituiu Carlos Simões. No clube o técnico encontraria apenas os conhecidos Paulo Renato, João Manuel, Matos e Quim.
E as coisas voltara a não resultar  - não venceu nenhum dos 11 primeiros jogos (apenas 3 empates), o que fez com que o Académico caísse para a última posição, que nem uma boa reta final (2 vitórias e 2 empates) evitou que o Académico descesse de divisão.

Equipa tipo: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui, Cruz e Abel; Quim, João Luís e Rui Madeira.
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Recordar: CF União de Coimbra 1-2 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Coimbra, 29 de Maio de 1988
36ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Soares Dias (Porto)

U. Coimbra: Lascarin; Luís Vicente, Alcino, Paulo Duarte e Filipe (Emiliano, 87); Amado, Pinto, Freitas e Capelas; Nogueira e Vítor (Chico Graça, 84).

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal (Amadeu, 78), Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel, Delgado (Gil, 70), Abel e Alexandre Alhinho; Rui Madeira e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Expulsão: Capelas 83

Golos: Nogueira 37 (1-0), Delgado 49 (1-1), Abel 86 (1-2)

Técnica superior: Curioso e emotivo este jogo. Na primeira parte, o Académico de Viseu, mais ofensivo, dispôs de três claras oportunidades para concretizar, mas não o fez, enquanto o União de Coimbra, calculista, apostou no contra ataque e na velocidade de incursão de Nogueira, conseguindo, através deste jogador, adiantar-se no marcador.
No segundo tempo, o jogo aumentou de velocidade e conheceu fases em que o futebol esclarecido alternou com despiques pouco controlados. Aos quatro minutos, o Académico de Viseu obteve o empate, passando a haver adaptações tácticas que prejudicaram o bom futebol praticado até então. De referir que, na segunda parte, o União de Coimbra construiu mais oportunidades de golo e não marcou, reverso do que acontecera nos primeiros 45 minutos. Aproveitou bem a equipa visitante. O empate seria o resultado mais justo, apesar dos viseenses denotarem técnica superior.
O árbitro esteve bem na primeira parte, mas, na segunda parte cometeu alguns erros, um dos quais ao não assinalar um penalty, por falta sobre Nogueira.”
Sansão Coelho, in A Bola 30 de Maio de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-0 UD Vilafranquense

Foto: Movimentos Desportivos (Facebook)

Estádio do Fontelo, 22 de Maio de 1988
35ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Isidro Santos (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 65), Rui Manuel e Cruz; Quim, Abel e Amadeu (Rui Madeira, 70). Treinador: Carlos Alhinho.

Vilafranquense: Caeiro; Banha, Paulo Lourenço, Cabaço e Teixeira (Tozé, int); João Faria, Teixeirinha e Lobo (Kali, 76); Paulo Sérgio, Janita e Ricardo.

Golo: Quim 86 (1-0)

Suar… para subir: Utilizando um sistema altamente defensivo, os forasteiros quase conseguiram a proeza de ser a única equipa a pontuar no Fontelo, resistindo ao constante massacre dos academistas, que procuravam a vitória que lhe garantisse, a três jornadas do final, o regresso à I Divisão Nacional.
Arrancado a ferros, é a expressão mais adequada ao triunfo dos locais, pois o solitário golo, tantas vezes à vista, só apareceu a quatro minutos do final. Foi, então a explosão de regozijo dos adeptos viseenses, que enchiam o Fontelo.
Logo a seguir ao apito final do árbitro que, refira-se, realizou excelente trabalho, houve a habitual invasão de Zés Pereiras, e toda uma festa esperada de há muito.”

Carlos Costa in A Bola, 23 de Maio de 1988

Nota: faz hoje 30 anos. A última subida à I Divisão!
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Recordar: CD Estarreja 1-2 CAF - Ac. Viseu

Campo Dr. Tavares da Silva, 15 de Maio de 1988
34ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Joaquim Gonçalves (Porto)


Estarreja: Paulo; Augusto, José Manuel (Nené, 77), Amorim e Canena; Leandro, Tiago e Tato; Sá (Fua, 56), Duran e Magalão.


Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Alexandre Alhinho, Rui Manuel (Matos, 82) e Cruz; Gil (Delgado, 89), Abel e Amadeu. Treinador: Carlos Alhinho.
Expulsões: Alexandre Alhinho 69, Tato 72

Golos: Cruz 18 (0-1), Abel 43 (0-2), Magalão 45 gp (1-2)

Locais mereciam mais: O Académico de Viseu deslocou-se a Estarreja, como guia isolado da Zona Centro. Apesar do mau tempo, foi muito o público que assistiu ao encontro. Foram os visitantes que inauguraram o marcador e o ampliaram, para os donos da casa reduzirem ao terminar a primeira parte. No segundo tempo, assistiu-se a forte reacção dos locais mas os visitantes, bem escalonados no terreno, não permitiram que as suas balizas voltassem a ser violadas. A vitória dos forasteiros acaba por aceitar-se mas o resultado certo seria o empate. A arbitragem regular”

Fernando Martins in A Bola, 16 de Maio de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 3-1 RD Águeda

Estádio do Fontelo, 8 de Maio de 1988
33ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: José Guímaro (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 75), Rui Manuel e Cruz (Rui Madeira, 81); Amadeu, Abel e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Águeda: Rodrigues; Arsénio (Dani 71), Vítor Manuel, Costa (Gomes, 67) e Mauro; Carlos Miguel, Peta e Edilsson; Araújo, Vítor Jesus e Reginaldo.

Golos: Quim 19 (1-0), Rui Manuel 59 (2-0), Quim 68 (3-0), Edilsson 74 (3-1)

Diferença justificada: Pressionando, desde os primeiros minutos, os locais assumiram-se como “donos” da partida e o tangencial 1-0, verificado na primeira parte, não traduzia essa supremacia, pois foram desperdiçadas soberanas oportunidades de dilatar o marcador, sendo a mais flagrante a de Abel aos 24 minutos que falhou uma grande penalidade.
No período complementar e perante a fraca reacção dos forasteiros, os viseenses continuaram a dominar e a criar mais ocasiões, algumas até originadas por deslizes dos defesas contrários, acabando por vencer justamente.
Arbitragem excelente.”
Carlos Costa in A Bola, 09/05/1988
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Recordar: SC Estrela 1-0 CAF Ac. Viseu

Estádio Municipal de Portalegre, 1 de Maio de 1988
32ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Vítor Correia (Lisboa)

E. Portalegre: José Pedro; José Carlos, José António, Betinho e Paulo Tomás; Alberto, Álvaro e Toni; Nuno, Manaca e Inácio Brito (Eloi, 77).

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 75), Abel e Cruz; Rui Manuel, João Luís (Rui Madeira, 15) e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golo: Nuno 70 (1-0)

Quem porfia mata caça: Após um bom período inicial, com ambos os conjuntos a desenvolverem bom futebol, sempre a tentar surpreender o antagonista, entrou a partida num tom monótono com os locais a responderem em contra ataque ao maior colectivismo dos viseenses. Daí que, ao intervalo, o nulo se justificava plenamente.
No segundo tempo, não só a melhor condição física dos beirões, como também, um maior pendor ofensivo, deixava antever mais dificuldades para os locais. Mas, quem porfia mata caça e, em contra ataque através de Inácio Brito e após uma primeira defesa de Sardinha Nuno não desperdiçou a oportunidade, para dar à sua equipa o justo triunfo com base no esforço e persistência perante o digno e forte adversário.
Arbitragem boa”
J. Grilo, in A Bola, 2 de Maio de 1988
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Recordar: UFC Almeirim 2-0 CAF Ac. Viseu

Campo Dr. Manuel de Melo, 3 de Abril de 1988
28ª Jornada da II Divisão, Zona Centro

União de Almeirim: Carlos Dias; Nadai, Pita, José Luís (Agostinho, 65) e Fernando Costa; Mário João, Nico e Adérito; António Costa, Canhoto (Nogueira, 85) e César.

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui, Abel e Cruz (Gil, 65); Amadeu (Hélder, 80), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Nico 71 (1-0), Adérito 85 gp (2-0)

Escorregadela do guia: o guia da zona centro não encontrou adversário fácil; pelo contrário; os locais foram equipa aguerrida que dominou quase sempre e dispôs das melhores ocasiões para marcar, o que só não aconteceu devido aos reates à barra. o segundo período foi equilibrado, até surgir o primeiro tento; depois os locais assenhoraram-se do jogo e foi com toda a naturalidade que confirmaram a vitória, através de um castigo máximo.
Boa partida de futebol com desfecho certo.
Arbitragem em bom plano.”
Manuel Caipira in A Bola 4 de Abril de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 4-2 CD Feirense

Estádio do Fontelo, 13 de Março de 1988
25ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Miranda Dias (Coimbra)

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui, Abel e Crz (Gil, int); Rui Madeira (Amadeu, int), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Feirense: Cardoso; Licínio, Sílvio, Amadeu e Tó Martins (Santos, 68); Guedes (Vieira, 62), José Augusto e Augusto; Manuel António, Pinto e Pedro. Treinador: Henrique Nunes.

Expulsão: Sílvio 76

Golos: Pinto 37 (0-1), Quim 48 (1-1), Abel 53 gp (2-1), João Luís 82 (3-1), Pinto 85 (3-2), João Luís 89 (4-2).

Justa vitória: Jogando sobre a defesa e contra-atacando sempre que possível, os forasteiros conseguiram, embora contra a corrente do jogo, surpreender os academistas, na primeira etapa deste prélio.
Mas, após o reatamento, Carlos Alhinho reforçou a sua frente de ataque e, em cinco minutos, alcançou o volte-face e assenhorou-se completamente do jogo, apesar dos esforços dos inconformados pupilos de Henrique Nunes. Várias oportindade flagrantes desperdiçadas impediram que fosse mais dilatada a justa vitória dos viseenses.
Boa arbitragem.
Carlos Costa in A Bola de 14 de Março de 1988
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Recordar: Beira-Mar 1-0 Ac. Viseu

Estádio Mário Duarte, 6 de Março de 1988
24ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Alder Dante (Santarém)

Beira-Mar: Miguel; Redondo, João Paulo, Paulo Campos (Moniz, 77) e Covelo; Freitas, Dreyffus e Allain; Bugre, Coimbra (Jarbas, 61) e Simões.

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui, Abel e Cruz; Rui Madeira (Amadeu, 85), João Luís (Chico Nikita, 71) e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golo: Allain 86 (1-0)

Muito competitivo: Este encontro, disputado por dois dos mais sérios candidatos à subida da Zona Centro, foi dos melhores a que assistimos neste campeonato. Não terá sido muito brilhante do ponto de vista técnico, mas valeu pela forma como ambas as equipas se bateram.
Foi um jogo muito competitivo, exigindo grande dispêndio de energias. Se por um lado o triunfo do Beira-Mar é indiscutível, por outro, não seria de todo injusto se a equipa viseense tivesse regressado com uma igualdade.
A sorte do jogo ficou traçada no minuto 86, quando Allain, com um remate aparentemente defensável, traiu o guardião Sardinha, no único deslize cometido pela defensiva forasteira.
No derradeiro minuto o Beira-Mar podia ter ampliado a vantagem com Jarbas a falhar quando se encontrava isolado.
O resultado acaba por ser um prémio justo para a equipa aveirense, pois durante grande parte do encontro foi o conjunto que mais atacou e mais oportunidades desfrutou.
Os visitantes, por seu turno, apresentaram-se muito coesos, possuindo valores de bom índice técnico.
Excelente arbitragem.
Fernando Vinagre, in A Bola de 7 de Março de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 3-1 UD Guarda

Estádio do Fontelo, 28 de Fevereiro de 1988
23ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Manuel Nogueira (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista (Gil, 74), Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui Manuel, Abel e Cruz; Rui Madeira, João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Guarda: Melo; Marito, Artur, Agostinho e Inácio; Palmeirão, Paulinho e Paulo Jorge; Peixoto (Ferreira, 31), Toninho (Else, 19) e Messias.

Golos: Toninho 14 (0-1), Rui Manuel 21 (1-1), João Luís 64 (2-1), Gil 75 (3-1)

Supremacia evidente: Embora contra a corrente do jogo os forasteiros foram os primeiros a abrir o activo, mas esse golo espicaçou, ainda mais, as intenções ofensivas dos viseenses que, pouco depois, conseguiram restabelecer a igualdade. Uma meia dúzia de boas intervenções do guardião Melo fez retardar o desempate, mas a supremacia dos locais foi tão evidente, que impossibilitou os forasteiros de lhe resistir durante muito tempo apesar dos esforços desenvolvidos pelo sector defensivo.
No cômputo geral vitória certa do guia da zona centro, que assinale-se, no seu reduto não cedeu, ainda, qualquer ponto.
Boa arbitragem.”
Carlos Costa in A Bola, 29 de Fevereiro de 1988
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Recordar: GD Peniche 1-1 CAF - Ac. Viseu

Campo do Baluarte, 14 de Fevereiro de 1988
21ª Jornada da II Divisão Zona Centro
Árbitro: Fortunato Azevedo (Braga)

Peniche: Paulo Renato; Pedroso, Rui Rodrigues, Tuna e Ricardo; Bé (Paulino, 88), Noronha e Ilídio; Larsen (Viola, 89), Lupeta e António Jorge.

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Delgado, Abel, Cruz e Rui Madeira; João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Lupeta 75 (1-0), Matos 90 (1-1)

No último minuto: Partida disputada entre equipas com objectivos diferentes. Se por um lado, o Peniche tenta a melhor classificação, os viseenses tentam a subida de divisão, como comandantes desta zona. No entanto, o encontro gorou as expectativas. A forte ventania que se fez sentir, principalmente no primeiro tempo, em que o Académico tentou ultrapassar a difícil barreira do Baluarte, sem o conseguir, apesar de pressionar bastante, prejudicou o espectáculo e as oportunidades acabaram por pertencer aos locais.
No segundo tempo o cariz do jogo modificou-se, com ascendente territorial do Peniche, que viria a marcar e, quando tudo fazia acreditar na vitória daa equipa da casa, surgiu o golo do empate, mercê de uma certa apatia da defesa local, que acabou por traduzir o resultado certo.
Arbitragem regular.
Domingos Ângelo, in A Bola, 15 de Fevereiro de 1988
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Recordar: CAF Ac. Viseu 1-0 UD Leiria

Estádio do Fontelo, 7 de Fevereiro de 1988
20ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Joaquim Gonçalves (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Delgado (Gil, 89), Abel e Cruz; Rui Madeira (Chico Nikita, 85), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

União de Leiria: Ferreira; Sérgio, Dias, Orlando e Faria; Pires, Hernâni e Mendes; Artur, Álvaro (Nuno Joaquim, 83) e Farid.

Golo: Leal 82 (1-0)

Resultado escasso: O mau estado do relvado, por um lado, e as cautelas defensivas dos leirienses, por outro, impediram a habitual explanação de ataque viseense, que, apesar de ter sido uma constante do jogo, se estava a tornar impotente para consegui funcionar o marcador.
No segundo tempo acentuou-se a pressão atacante academista, o libero Leal – o melhor em campo – passou a reforçar, também, o seu ataque e acabou por fazer o único golo da partida, quando tudo parecia indicar que, pela primeira vez, nesta época, uma equipa forasteira iria conseguir pontuar em Viseu.
Embora sem influência no resultado, fraco trabalho de Joaquim Gonçalves, que acompanhou mal o jogo e mostrou grande descoordenação com os seus auxiliares.
Carlos Costa, In A Bola, 08/02/1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 6-1 UD Santarém

Estádio do Fontelo, 31 de Janeiro de 1988
19ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Carlos Carvalhas (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado (Chico Nikita, 74), Leal, Carlos Manuel e Kappa; Delgado (Hélder, 74), Abel e Cruz; Rui Madeira, João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

União de Santarém: Mário Rui; Peralta, Eusébio, Leonel e Neto; Beto, Toni e João José; Brito (Óscar, 62), Filipe e Amaral (Marinho, 62)

Golos: João Luís 4 (1-0), Abel 35 gp (2-0), Rui Madeira 44 (3-0), Delgado 49 (4-0), João Luís 63 (5-0), Filipe 78 (5-1), João Luís 85 (6-1).

Hat-trick de João Luís: A voluntariosa, mas frágil, turma escalabitana, não teve quaisquer hipóteses de contrariar a força atacantes dos campeões incontestados da primeira volta e, apesar do mau estado do relvado, os golos foram surgindo, com toda a naturalidade, como corolário desse intenso domínio sendo de realçar o hat-trick do promissor João Luís.
Fraca arbitragem.
Carlos Costa in A Bola 01/02/1988
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Recordar: CF Marialvas 1-2 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Cantanhede, 24/01/1988
18ª Jornada da II Divisão Zona Centro
Árbitro: Manuel Nogueira (Porto)

Marialvas: Cordas; Amadeu, Bravo, Bem-Hur e Sérgio; Alexandre (Dario, 58), Dobrões (Carvalho, 59) e Lázaro; Brasília, Escurinho e Bala.

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Baptista, Abel (Matos, 59) e Cruz; Rui Madeira, João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Cruz 20 (0-1), Lázaro 30 (1-1), Rui Madeira 64 (1-2)

Estrela de líder: A equipa viseense, que se fez acompanhar de forte falange de apoio, foi feliz nos dois tentos com a “estrela” de líder a protegê-la. os locais, jogando com determinação e impondo-se com ardor, mereciam a igualdade, uma vez que nunca se mostraram em plano inferior ao antagonista.
Os donos do campo tiveram algumas perdidas incríveis, mas mais uma vez foram batidos pela infelicidade que os vem perseguindo no seu campo. A sua boa actuação não merecia tão severa punição.
Arbitragem em plano regular.
Licínio Alves, in A Bola 25/01/1988
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