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Recordar: CAF - Ac. Viseu 0-0 CF União de Coimbra

Estádio do Fontelo, 4 de Junho de 1978
29ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Vitorino Gonçalves (Aveiro)

Ac. Viseu: Maia; Pelezinho, Braga, Chico Santos e Baptista (Adelino); Penteado, Albasini e Pedro Paulo; Tayob (Basto), Keita e Renato. Treinador: Rodrigo e Basto.

U. Coimbra: Sousa; Carlos Ferreira, Gestosa, Valido e Feliz; Nogueira, Toninho (Videira) e Niza; Trindade (Taborda), Damião e Machado.

Avançados inoperantes. Foi essa a justificação encontrada por A Bola para o nulo final. Este foi um jogo a que José Moniz já não assistiu uma vez que estava suspenso pela direção academista. A orientação da equipa ficou a cargo da dupla Rodrigo/Basto. Record considerou o resultado justo uma vez que o União defendeu “forte e feio” e o Académico não teve argumentos para contrariar isso mesmo.
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Recordar: CF União de Coimbra 1-2 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Coimbra, 29 de Maio de 1988
36ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Soares Dias (Porto)

U. Coimbra: Lascarin; Luís Vicente, Alcino, Paulo Duarte e Filipe (Emiliano, 87); Amado, Pinto, Freitas e Capelas; Nogueira e Vítor (Chico Graça, 84).

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal (Amadeu, 78), Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel, Delgado (Gil, 70), Abel e Alexandre Alhinho; Rui Madeira e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Expulsão: Capelas 83

Golos: Nogueira 37 (1-0), Delgado 49 (1-1), Abel 86 (1-2)

Técnica superior: Curioso e emotivo este jogo. Na primeira parte, o Académico de Viseu, mais ofensivo, dispôs de três claras oportunidades para concretizar, mas não o fez, enquanto o União de Coimbra, calculista, apostou no contra ataque e na velocidade de incursão de Nogueira, conseguindo, através deste jogador, adiantar-se no marcador.
No segundo tempo, o jogo aumentou de velocidade e conheceu fases em que o futebol esclarecido alternou com despiques pouco controlados. Aos quatro minutos, o Académico de Viseu obteve o empate, passando a haver adaptações tácticas que prejudicaram o bom futebol praticado até então. De referir que, na segunda parte, o União de Coimbra construiu mais oportunidades de golo e não marcou, reverso do que acontecera nos primeiros 45 minutos. Aproveitou bem a equipa visitante. O empate seria o resultado mais justo, apesar dos viseenses denotarem técnica superior.
O árbitro esteve bem na primeira parte, mas, na segunda parte cometeu alguns erros, um dos quais ao não assinalar um penalty, por falta sobre Nogueira.”
Sansão Coelho, in A Bola 30 de Maio de 1988
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Recordar: CF União de Coimbra 1-1 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Coimbra, 22 de Janeiro de 1978
14ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Graça Oliva (Lisboa)

U. Coimbra: Sousa; Ferreira, Machado, Luís e Seabra; Niza, Silvestre (Nogueira) e Taborda (Cândido); Toninha, Damião e Trindade. Treinador: Djunga.

Ac. Viseu: Alexandre; Pelezinho, Chico Santos, Gomes e Braga; Eduardo (Penteado), Pedro Paulo e Rodrigo; Renato, Keita e Baptista (Albasini). Treinador: José Moniz.

Golos: Damião 23 (1-0), Renato 43 (1-1)

Anulando as peças criativas do Académico de Viseu o União de Coimbra foi para os academistas um adversário de muito respeito. Na primeira parte a equipa de Coimbra foi superior mas, uma jogada mágica de Pedro Paulo concluída por Renato, permitiu que o CAF fosse para o intervalo com um empate. Na segunda parte o domínio viseense foi evidente mas não suficiente para dar os dois pontos aos comandados de José Moniz.
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-0 CF União de Coimbra

Estádio do Fontelo, 17 de Janeiro de 1988
17ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: João Simãozinho (Leiria)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui Manuel (Gil, 32), Abel e Cruz; Rui Madeira (Baptista, 82), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

União de Coimbra: Rebelo; Filipe, Alcino, Paulo Duarte e Freitas; Luís Vicente, Paulo Moço e Nogueira; Amado (Chico Graça 64), Vítor e Edgar (Rodrigo, 64).

Golo: João Luís 57 (1-0)

Superioridade dos viseenses: A tangencial vitória dos academistas não espelha, de modo algum, a sua nítida superioridade atacante, mas diz bem das dificuldades de penetração no bem escalonado sector defensivo contrário que teve no guardião Rebelo o seu melhor jogador, sempre muito atento e oportuno evitando, por várias vezes, o dilatar do marcador principalmente em três lances em que João Luís surgiu isolado. Depois do golo, os unionistas esboçaram ainda uma ténue reacção mas foi impotente para conseguir evitar a justa vitória dos viseenses.
Fraca arbitragem.
Carlos Costa, in A Bola 18/01/1988
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