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Notícia de interesse academista

"A Comissão de Instrutores da Liga propôs que o Santa Clara fosse apenas multado por não ter na ficha de jogo dois jogadores sub-23 em três jogos da 2ª Liga. Os açorianos têm a subida de divisão em risco e a decisão final será do Conselho de Disciplina da FPF.
À espera está o Ac. Viseu. "A justiça tem de ser feita e de forma célere. Há indícios que o Santa Clara não cumpriu os regulamentos. Os sócios do Ac. Viseu podem estar sossegados, porque as coisas vão resolver-se a nosso favor. A Comissão de Inquéritos da Liga vai ouvir, no dia 5 de junho, o presidente do U. Madeira e, provavelmente, os da Académica e do Santa Clara. A decisão final será sempre do presidente do CD da FPF, o José Manuel Meirim", esclareceu, a Record, o presidente António Albino.
Os viseenses prometem ir até às últimas instâncias para que a verdade desportiva seja reposta: "Os nossos advogados já estão a trabalhar junto da FPF, eu próprio tenho falado com o Pedro Proença. O processo vai durar entre duas semanas e um mês. Os regulamentos são bem claros! Avisei o Pedro Proença do risco que seria abrir-se um precedente neste caso, porque, se abrirem, eu na próxima época também vou utilizar um jogador de 27 anos em vez de um de 20. Seria uma fraude à lei. Ele remete sempre a decisão para o Meirim..."
O planeamento de 2018/19 há muito que foi afetado: "Temos a espinha dorsal da época passada, mas, no fundo, está tudo parado. O contrato com a Sport TV terminou e para o renovar é fundamental saber se vamos competir na 1ª ou na 2ª Liga."

In Record
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Notícia de interesse academista

O Diário de Notícias, ver notícia aqui local de onde também retiramos a foto, dá hoje na edição online destaque ao momento academista. Foram ouvidos nesta reportagem o presidente António Albino e Jorge Manuel Mendes (empresário que esteve ligado ao CAF em 04/05).
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A entrevista do Presidente ao Jornal do Centro

Na última edição do Jornal do Centro vem uma entrevista do Senhor Presidente do Académico, António Albino, é sobre ela que vamos falar.

Em post publicado no dia 7 de junho (ver aqui) questionávamos onde parava a SAD academista, já que tinha sido aprovada há mais de seis meses e ainda nada se sabia. Na referida entrevista refere o Presidente «A SAD, como os sócios do Académico sabem, esta constituída. Já foi registada no notário. Estamos na fase da burocracia e dos papéis.» Eu, sócio do Académico, não sabia. Sabiam os nossos leitores que são sócios do Académico?

Sobre este tema acrescenta o Presidente que «em princípio» dentro de 15 dias a SAD vai mesmo ser formalizada já que «os documentos que seguem para a Liga já têm que ser como Académico Futebol SAD».

Quanto aos investidores diz o Presidente «Os maiores investidores da SAD do Académico sou eu e o André Castro, diretor desportivo. Toda a gente sabe disso. É um consórcio, para gerir a SAD Académico liderado por mim, António da Silva Albino.»

Ainda sobre este assunto, permanece a dúvida que levantei aqui: o «consórcio» tem 51% da SAD, o clube tem 49%. Dado que o Presidente é o representante do «consórcio» e do clube, não há aqui um conflito de interesses? Uma dúvida que poderia tirar amanhã na AG, não fosse o caso de estar marcada para um dia de semana, ainda que antes de um feriado, e eu estar a mais de 300 km de distância.

No resto da entrevista ressalve-se o facto de o Presidente garantir que o clube não tem dívidas.

Sobre a próxima época não foi acrescentado muito. Há interesse em manter o treinador «nós queremos que ele continue e com objetivos bem definidos que ele já sabe quais são. Vamos ver se a resposta dele vem de encontro às possibilidades financeiras do clube. Isto não é só contratar. Agora o meu maior desejo é que ele continue, vamos ver».


José Carlos Ferreira, sócio nº 217 do Académico de Viseu Futebol Clube
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Notícia de interesse academista

Foto: record.pt

Hoje o jornal A Bola, na sua edição impressa, fala que "André David vai se apresentado amanhã". Na mesma notícia estão algumas palavras do nosso Presidente, António Albino: "só posso dizer que é meu treinador quando assinar" e "vamos apostar em promover os jovens atletas do clube e consolidar as nossas finaças para mais tarde pensarmos noutros voos."
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Notícia de interesse academista

Foto: Jornal do Centro
“Estamos a ser perseguidos! Basta destas situações!”. Foi assim que o presidente do Académico de Viseu, António Albino, voltou hoje, em conferência de imprensa realizada no Estádio do Fontelo, a lamentar o que chama de autêntica “perseguição” nos jogos mais recentes do clube viseense.
Continue a ler aqui (Jornal do Centro)
Basta. Estamos a ser perseguidos”. Foi esta a frase forte que marcou a conferência de imprensa que o Académico de Viseu convocou para dar a conhecer o seu descontentamento para com os constantes erros de arbitragem que têm prejudicado o emblema viseense na Segunda Liga."
Continue a ler aqui (DSPORT)
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Notícia de interesse academista

Em Viseu o sonho é pragmático e a receita para o sucesso passa, primeiro, pela estabilidade. Um passo de cada vez é como o presidente António Albino e o técnico Ricardo Chéu antecipam o desenrolar da próxima época. Um discurso comedido com paragem obrigatória num patamar de conforto que permita acalentar outros voos.

"Falta acordar o dinossauro", assume o responsável máximo, assumindo apenas a vontade de "lutar sempre pelos primeiros lugares".

Um horizonte que também está relacionado com as limitações logísticas. Concretamente a falta de condições do Estádio do Fontelo e a necessidade de fazer uma profunda reestruturação no recinto antes de ponderar um ataque ao principal escalão.

Obrigação

O treinador Ricardo Chéu também partilha da opinião do presidente e defende que a missão passa por "procurar fazer melhor do que nas últimas duas temporadas".

Desempenho que o técnico diz estar de acordo com a dinâmica competitiva da 2.ª Liga e que o levou a afirmar perentoriamente que a subida não é um objetivo escondido.

"Vamos jogar sempre para ganhar e com a perspetiva de lutar pelo melhor desempenho possível", referiu Ricardo Chéu, defendendo-se com o desgaste que todas as equipas vão acumular ao longo de mais uma temporada extensa e sujeita a muitos reajustamentos nos objetivos: "Vamos participar num campeonato profissional com mais 23 equipas e onde há sempre uma dúzia de clubes que, no arranque, alimentam o sonho de subir."

In Record
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Notícia de interesse academista

"O Presidente do Académico de Viseu exige mais apoios para continuar na liderança. Em junho haverá uma assembleia geral eleitoral para escolher nova direção e António Albino diz que só se recandidata perante melhores condições. O homem que tem liderado o clube nos últimos anos reclama, além das condições financeiras obras nos balneários e nas bancadas do Fontelo assim como a colocação de torniquetes para acabar com as borlas. António Albino tem um pré acordo para a continuação de Ricardo Chéu".

In A Bola
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Notícia de interesse academista

O Record a mostrar que o nosso blogue elegeu Tiago Gonçalves como jogador do mês e algumas explicações sobre a cris€ (A Bola).

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Notícia de interesse academista

A edição em papel do Jornal de Notícias, numa notícia assinada por Arnaldo Martins, afirma que a saída de Alex Costa do comando técnico do Académico de Viseu não será pacífica, uma vez que técnico e direcção ainda não chegaram a acordo para a rescisão do contrato. Afirma ainda que o ainda técnico academista irá apresentar-se ao trabalho, mesmo que o presidente António Albino já tenha decidido trocar de treinador.
Na linha de sucessão, ainda segundo o mesmo jornal, parece estar em primeiro lugar.... Ricardo Chéu! 
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Notícia de interesse academista

"O Académico vive momentos complicados e não venceu qualquer dos cinco últimos compromissos, quatro para a Liga 2 e um relativo à Taça da Liga. Neste período, a equipa de Viseu conseguiu apenas um empate, frente ao Covilhã, e caiu para o 19º lugar.
Mo último domingo, o conjunto beirão, agudizou e crise ao perder em casa diante do Feirense, outra das formações posicionadas na tabela classificativa, o que terá originado uma importante intervenção do presidente. António Albino esteve no balneário após o encontro com os fogaceiros e reforçou a posição do treinador Alex Costa, naquele que foi entendido como um voto de confiança no trabalho do técnico que este ano vive a sua primeira experiência nas competições profissionais."


In A Bola, página 25, assinado por António Figueiredo
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Notícia de interesse academista

“A classificação em que estamos não honra o presidente, clube, adeptos e sócios” são com estas palavras que o Jornal do Centro ilustra a entrevista que o presidente do Académico de Viseu Futebol Clube deu àquele jornal na edição de 12 a 18 de dezembro.

O presidente academista diz que faz um balanço negativo destes seis meses de segunda liga porque queria que o Académico somasse 1,5 pontos por jornada o que de momento não está a acontecer. Ou seja, pelas contas presidenciais o nosso clube deveria terminar a época com 63 pontos. Ora, comparando com a época passada, a única da segunda liga com 22 equipas, com esses pontos o Académico terminaria na 7ª posição – o Arouca subiu com 73 pontos.

Apesar de descontente com a classificação, António Albino reconhece que dá para perceber que a equipa está a subir de rendimento e que isso é bom.

Confirma que a derrota na Trofa fez com que desse uma “abanão” em Filipe Moreira, no entanto realça que neste momento as coisas estão calmas e serenas, mas que é preciso somar pontos. Nega que não tenha despedido o técnico academista por falta de dinheiro.

O Senhor António Albino diz que exige do treinador, e dos jogadores, que mostrem ambição, entrega e vontade.

Garante ainda que está a trabalhar e a “fazer de tudo” para que num futuro próximo o clube possa estar na I Divisão.

Sobre as obras que estão a decorrer no Fontelo diz que gostava que fosse possível colocar uma pala em frente à bancada superior para dar mais condições aos adeptos.

Sobre a saída de Daniel Renato refere que a saída se deu porque o antigo diretor desportivo está a tirar um mestrado e que isso acabou por ser incompatível com o lugar que ocupava. Questionado sobre se Idalino de Almeida poderia ocupar o lugar o presidente academista diz que, no clube, há pessoas capazes de desempenharem esse papel.

Agradece aos sócios, à claque e a todos aqueles que estão ao “nosso lado”.


Para ler a entrevista clique aqui.
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Notícia de interesse academista

"O Académico de Viseu dispensou o diretor desportivo Daniel Renato, que chegou ao cargo de responsável pelo futebol do clube indicado pelo treinador Filipe Moreira. A saída do dirigente numa altura em que o presidente do Académico retirou a confiança no treinador, é apontada como mais uma forma de pressão para que Filipe Moreira deixe o comando técnico da equipa. De acordo com Daniel Renato a saída foi de comum acordo, depois de uma conversa breve com o presidente António Albino, mas não se revê na situação que está ser criada à volta da equipa técnica do Académico."

In A Bola, página 33, edição de 8 de dezembro de 2013
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Notícia de interesse academista

Viseu, 18 setembro (Lusa) -- O presidente do Académico de Viseu, António Albino, anunciou hoje que retirou o pedido de demissão do cargo, anunciada na semana passada.
O anúncio foi feito através da leitura de um curto comunicado, sem direito a perguntas no final, no qual o presidente do clube viseense, que esta época subiu à II Liga de futebol, reafirmou a sua vontade de continuar na liderança do clube, o que acontece desde 2003.
"Recebi muitas chamadas e muitas mensagens", disse António Albino, referindo que não ficou indiferente às manifestações de apoio e solidariedade.


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"Estádio do Fontelo lava a cara"

Foto retirada do Facebook do clube

Na página 22 do jornal A Bola de hoje surge uma notícia, elaborada por Jorge Santos Carvalho, com o título em epígrafe.

Nessa notícia dá-se voz ao Senhor Presidente do Académico de Viseu Futebol Clube com este a recordar que o Estádio é propriedade da Câmara Municipal de Viseu e que “tanto quando sabe” a CMV está disponível a efetuar as obras que a Liga ache necessário. Fala-se em obras nos balneários e na sala de imprensa.
Ainda na mesma notícia refere-se que Chaves, Académico de Viseu e Farense querem propor um modelo diferente do que está calendarizado para apuramento do campeão da II Divisão. Fala-se de uma liguilha (jogos de 45 minutos em apenas um dia). Os clubes, que parecem estar em sintonia, aguardam a decisão da FPF.
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Polémica sem fim à vista


Na página 3 do Diário de Viseu continua a polémica sobre a saída de Carlos Agostinho. Desta vez fala o presidente do Académico com críticas severas ao treinador, tendo este reagido na sua página do facebook:

António Albino:

1 - “só aceitei o pedido de demissão de Carlos Agostinho ao quarto pedido que este me fez”.

2 – “Depois do pedido verbal e insistente, acreditei plenamente na sua palavra, mas cheguei à conclusão de que a palavra dos homens, neste caso, a do treinador Carlos Agostinho, não vale nada. O acordo verbal tinha aceite por ele. Como não queríamos perder o trabalho já feito no clube, entramos em contacto com Filipe Moreira para vir treinar o Académico, convencidos de que a rescisão entre o ex treinador e a Direção iria acontecer nas melhores das amizades e num ambiente de entendimento. Afinal, enganamo-nos, porque as ideias do treinador eram bem outras que nada têm a ver com a dignidade das pessoas”.

3 – “Acreditei na sua palavra e no seu carácter, que afinal não existem. Fomos levados porque somos homens de palavra e ele aproveitou-se disso”.

4 – “Com certas pessoas, nada pode ser feito, apenas porque houve palavras, porque elas podem ser falsas."

5 – “Na última reunião com Carlos Agostinho, ele deu o dito por não dito e exigiu 19 mil euros ameaçando com o tribunal. Foi quando lhe respondi que não pagava a quem não trabalhasse, porque foi ele que forçou a saída do clube e que se queria continuar a receber, teria que regressar ao trabalho, o que ele negou de imediato, deixando claro o pouco ou nenhum respeito que tem pela palavra e, afinal, pelo clube que diz ser adepto”.

6 – “Compreendo as críticas. São academistas preocupados com o clube e que querem o seu melhor. Mas quem as faz não tem a mínima noção do que se passou e temos deixado que a poeira assente, para depois explicar."

Ainda na notícia António Albino garante que a maioria dos jogadores estava contra o treinador, mas não diz nomes.

A reação de Carlos Agostinho no Facebook:

O Líder do Académico diz que o ex-técnico “não tem carácter”. Na edição de hoje do Diário Regional de Viseu o Presidente do Académico de Viseu acusa-me de um conjunto de coisas que não têm qualquer fundamento. A resposta será dada no momento e local adequado. Não vou, neste momento comentar seja o que for, porque sou uma pessoa do futebol, e sei que neste momento a equipa precisa de tranquilidade porque vai ter um conjunto de jogos muito importantes e nada desta polémicas vão contribuir para a sua estabilidade. Só quero dizer que as regras de um jogo não devem ser mudadas depois deste ter começado e elas foram.
Nunca em momento algum, Sr. Presidente, falhei com a minha palavra e se neste momento o acordo ainda não está assinado não fui eu que alterei o que estava combinado. Se ter falta de carácter é ser realista, sério, não permitir interferências suas no meu trabalho, alertá-lo para os perigos de algumas ofertas de jogadores que foram sendo feitas, etc., etc., de facto eu não tenho carácter.
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Antonio Albino reconduzido como presidente.

António Albino foi esta noite reconduzido como presidente do Académico. 
Num universo de 43 votantes, 41 votaram na lista A ( única a sufrágio ), e 2 abstenções.

O Presidente da Assembleia Geral, empossou a nova direcção, e deu lugar ao seu sucessor nas novas funções.

As primeiras palavras do Presidente do Académico foram para agradecer aos sócios os votos de confiança depositados na nova direcção, deu as boas vindas aos novos elementos da direcção, e prometeu tudo fazer para levar a cabo um bom trabalho no clube, ciente das dificuldades que vai encontrar.

Teve ainda tempo para agradecer o apoio das empresas que ajudam o clube, e lamentou que não aparecem mais sócios, e empresas a dar o seu contributo ao clube.
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O Presidente volta a falar

"Quando contratei este treinador, contratei-o com o pensamento de que fosse, de facto, o ideal para que o clube conseguisse a manutenção. Na altura, falei-lhe nos primeiros lugares [4.º ou 5.º] e ele mostrou-se até ofendido dizendo que não lutava por esses lugares, que iria lutar pelo primeiro, juntando a exigência dos prémios".

"A determinada altura pensei em demiti-lo, é verdade. Não o fiz porque, primeiro, ele tem um contrato profissional e haveria lugar a uma indemnização se isso acontecesse e, depois, porque não sabia se desceria na mesma, não querendo ser por isso responsabilizado por criar instabilidade com a troca de treinadores. Hoje, perante os factos, arrependo-me de não o ter demitido".

"Ele [António Borges], sempre marcou os treinos com a preocupação de que eu ou qualquer elemento da Direcção não assistisse ao mesmo. Passou a ter dois treinos por dia, dispensou jogadores porque não podia treinar nesse sistema até que tive de intervir e passar os treinos para mais tarde [18h00] de modo a que também a Direcção acompanhasse a evolução da equipa. Depois, os treinos eram uma autêntica brincadeira. Para além da equipa só treinar, praticamente, a meio-campo, num treino o treinador chega ao desplante de obrigar três jogadores a cantarem o hino nacional para a equipa".

"Tudo o que o treinador me pediu para salvar o Académico eu consegui dar-lhe, sempre com a ideia de ficar nos primeiros lugares. Não se fez um esforço maior no orçamento porque também não se podia, mas ele alterou a equipa conforme quis, alterou os treinos e a única coisa que conseguiu foi enterrar o Académico".

"Senti que os jogadores deram quase sempre o máximo excepto no jogo com o Esmoriz em que, realmente, estranho a forma como jogaram. O que me parece, também, é que o treinador deu tanta confiança aos jogadores que quando quis controlá-los não conseguiu".

"Não estou vocacionado para perder. Não estou, nem quero estar, habituado a isso e quem me conhece sabe bem disso. Custou-me muito ver o que construímos cair assim porque tenho sofrido por dentro, silenciosamente, nos últimos tempos. Não estranho a 3.ª Nacional porque já lá estive dois anos e sei como preparar a equipa para isso. Agora, é ponto assente que o nosso objectivo é subir já no próximo ano. Viseu merece melhor e quero acreditar que mais vale dar um passo atrás para depois dar dois para a frente".

"Gostaria de ver todos estes jogadores no plantel da próxima época para provarem, a mim e aos sócios, que isto não passou de um acidente de percurso e que todos têm muito valor".

"O blackout partiu do treinador porque a mim ninguém me cala. A Direcção não teve qualquer intervenção no mesmo e tomámos conhecimento pela comunicação social. Não tenho dúvidas de que foi ele que obrigou os jogadores a estarem calados".

"O próximo treinador tem de ter muita ambição para poder projectar este Académico à dignidade que merece, de forma a que os viseenses se orgulhem dele".


Declarações do Presidente do Académico de Viseu ao Diário de Viseu.
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Declarações do Sr. António Albino

O Senhor Presidente do nosso clube falou à Rádio no Ar. Ouça aqui.
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Para não esquecer, nem repetir!


Foi a 5 de Janeiro de 2006 que o Tribunal Judicial de Viseu decretou o fim da actividade do Clube Académico de Futebol (CAF). Tal medida não afectava a equipa de futebol sénior, que entretanto já se havia ligado, em parceria, ao GD Farminhão, da então 1.ª Distrital, mas punha fim aos sonhos de centenas de jogadores


"Foi um dia muito triste". É assim que José Pipo recorda, em curtas palavras, aquilo que, também para si, foi o fim de um 'sonho' no futebol. O técnico, agora a treinar a equipa de juvenis do Ac.Viseu FC, era então o treinador dos juniores do CAF, que militavam na 1.ª Divisão Nacional do escalão, junto à 'elite' do futebol nacional. Viveu como poucos o pesadelo da extinção do clube, ao nível das camadas jovens, apesar de saber que mais cedo ou mais tarde tal aconteceria, visto os seniores já terem 'terminado'.
"Foi um dia muito complicado. Acabou ali o sonho de muitos miúdos. Foi um dia muito triste. A Direcção informou- -nos que não podíamos continuar a jogar e foi um choque muito grande para todos. Já temíamos que isso acontecesse, só não contávamos era que fosse a meio da época. Esperávamos terminar aquela temporada e depois haver uma mudança, como tinha sucedido com os seniores. Por isso considero essa decisão injusta por ser tomada a meio da época".
José Pipo recorda os momentos difíceis aquando da comunicação aos jogadores de que o clube havia terminado.
"Foram todos reunidos no balneário e muitos choraram ao saber do fecho do Académico".
O técnico, que lembra que a sua equipa estava 'a recuperar pontos na classificação e com boas perspectivas de conseguir a manutenção', está confiante que tal não volte a acontecer.
"Agora as coisas estão mais estáveis. O presidente tem feito um grande esforço para manter o clube financeiramente saudável".


"Não se voltarão a cometer loucuras"


O actual presidente do clube (que de certa forma 'herdou' o CAF), António Albino, acompanhou de perto o processo de insolvência que, primeiro, afectou o plantel sénior de futebol e, depois, as camadas jovens e outras modalidades.
O dirigente lembra que foi uma batalha "muito difícil", e explica a dificuldade de evitar o desfecho.
"Sabíamos que aquilo poderia suceder às camadas jovens mas não tínhamos força para recorrer e tentar evitá-lo. As dívidas eram superiores a 1 milhão e isso afectou tudo que pertencia ao CAF, incluindo os escalões de formação. Foi muito difícil para mim, até porque fui eu que ajudei a inscrever as camadas jovens nessa época. Depois acabou tudo".
Albino garante que 'o Académico está preparado para que não se voltem a cometer loucuras', evocando a alteração recente nos estatutos que obriga as diferentes direcções a 'assumirem dívidas deixadas no clube'.

Fábio Santiago e Calico e o dia em que já não treinaram . Juniores recordam angústia


O fim do CAF foi sentido com enorme tristeza por todos quantos faziam parte do clube mas para os jogadores, que viveram o drama na primeira pessoa, o pesadelo teve outra dimensão. Fábio Santiago e Calico, capitão e sub-capitão, respectivamente, da equipa de juniores que alinhava na 1.ª Divisão Nacional da época 2005/2006, recordaram o penoso dia em que souberam do fim do clube.
Santiago, actualmente sem clube depois de sair do GD Parada, lembra 'um dia complicado'.
"Foi um dia muito complicado. Cheguei ao Fontelo e vi as pessoas com cara de caso. Depois transmitiram-nos a notícia e lembro-me bem de ligar à minha mãe, a chorar, e dizer-lhe que o Académico tinha acabado. Fomos um bocado esquecidos nessa altura porque só queríamos jogar e evoluir".
Também Calico, agora nos seniores do Académico de Viseu, recorda com tristeza o acontecimento.
"Na altura era um jovem que só queria jogar, e fazia-o por amor à camisola. Ver aquele sonho terminar a meio duma época, como se nos cortassem as pernas, foi muito difícil, foi um choque. Lembro-me que chegámos, numa terça-feira, para treinar e o treinador disse-nos para não nos equiparmos e explicaram-nos tudo. Sentíamos que não tínhamos culpa e foi muito doloroso. Muitos perderam-se e deixaram de jogar, felizmente eu tive a possibilidade de integrar os seniores e continuar a carreira, mas não esqueço aquele dia".

Foto e texto do Diário Regional
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Palavra de Presidente

O treinador Luís Almeida quando chegou ao Académico disse que encontrou um plantel desequilibrado. Este ano, considera que isso já não acontece?
Entendemos que sim, mas só o futuro o dirá. Temos 22 jogadores no plantel e com dois jogadores para cada posição.

O plantel está fechado?
Em princípio está fechado.

Um plantel feito a pensar em que objectivos?
Penso que são conhecidos. Queremos andar pelos primeiros lugar, sempre à espreita dos lugares de subida.

Alguma justificação para as dispensas?
O Sérgio foi-lhe feita uma proposta mas não quis assinar.

E as outras? Rui Lage, Casal, e todos os outros?
Foram meras opções técnicas. Dos jogadores, do treinador e da direcção.

No caso do Everson, considerado um dos melhores jogadores da última época. A sua não continuidade foi também uma opção técnica?
Everson quando foi de férias para o Brasil foi com tudo pago e com uma proposta para continuar. O que se passou foi que ele "esticou muito a corda". Valores que não tínhamos condição de lhe pagar. Se ele reconsiderar e apresentar uma proposta com valores dentro daquilo que o clube tem condições de pagar, logo se verá.

Qual o orçamento para esta temporada?
Posso dizer que aumentou 40% em relação ao ano anterior.

Como é que o Académico cobre este orçamento? Só com subsídios da autarquia e publicidades?
Grande parte sim.

E quotizações? Quantos sócios, pagantes, tem o Académico de Viseu?
Cerca de 700, mas queremos angariar muitos mais.

Com alguma campanha específica?
Na sequência de outras que temos feito. Temos aumentado, pouco, mas temos aumentado. O objectivo é chegar aos 1500 sócios. Em breve, em pontos estratégicos da cidade, será visível essa campanha de angariação de sócios para o Académico de Viseu. Este clube não pode viver sem sócios. Tem sido a nossa maior luta agora, não me peçam para os arrastar à força para que sejam sócios e paguem cinco euros por mês. Queremos que as pessoas venham para sócios porque o queiram ser e por acreditarem neste clube, e gostarem deste clube.

Uma equipa de futebol forte não pode motivar os adeptos?
Temos consciência disso, e por isso acreditamos nesta equipa e neste plantel para motivar os adeptos a apoiar o clube e a fazerem-se sócios do Académico de Viseu. Acreditamos que esta equipa vai mobilizar os adeptos em torno deste projecto que é ambicioso. Já o disse, e reafirmo, que gostaria que os ex sócios do Clube Académico de Futebol voltassem e se fizessem sócios deste Académico de Viseu, porque, queiramos ou não, é este Académico que temos, não é o outro. Sem, pelo menos, 1500 sócios, o clube não pode ir para a frente. As pessoas que não pensem que está aqui um mecenas que vai resolver todos os problemas do Académico, porque eu não os vou resolver todos.

Um discurso de subida não poderia mobilizar mais adeptos?
No primeiro ano, assumimos a subida à terceira, e subimos. Na última época também subimos, Agora é tempo de pensar e ter os pés bem assentes na terra para saber que clube os viseenses querem e em que patamar competitivo. Se numa divisão maior ou numa segunda B.

Quer com isso dizer que, nesta altura, o Académico não tem condições de ir para as competições profissionais?
Neste momento, e com os sócios que temos, analisem e vejam. Acho que não é preciso dizer mais nada. O que é preciso é trabalhar, e muito, para no final do mês termos dinheiro para pagar aos jogadores, e é isso que temos feito. Mas não é fácil, por isso queremos, cada vez mais, que apareçam mais sócios e mais gente a acreditar neste projecto e a investir neste clube.

Gil Peres In Jornal do Centro
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