Mostrar mensagens com a etiqueta GDR Gafetense. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta GDR Gafetense. Mostrar todas as mensagens

MVP: Zé Pedro

Zé Pedro - 5 - A um ponta de lança pedem-se golos e quando ele faz 3 num só jogo... só poder ter nota máxima! O melhor academista em campo!
Diogo Freire - 2,5 - Fez a estreia pelo Académico. Por certo quereria agarrar a oportunidade para poder destronar Rodolfo, mas o golo sofrido - culpa sua e provavelmente também do relvado - não o ajudou. Mostrou-se seguro a sair aos cruzamentos.

Tomé - 3,5 - Muito bem a subir no terreno pelo seu flanco, combinando melhor com Luisinho do que com Yuri, autor do passe para o primeiro golo de Zé Pedro. A defender cometeu apenas um lapso, mas nada que lhe retirasse o brilho.

Bruno Miguel e Park - 3 - Estiveram bem os centrais do Académico, se o passado de Bruno Miguel fala por si, já a exibição de Park - tido como o quarto central do plantel - surpreendeu-me pela forma afirmativa como se entregou ao jogo.

Ricardo Ferreira - 2,5 - Exibição positiva embora tivesse sido o elemento em menor rendimento na defesa academista.

Capela - 3,5 - A arrancada "à Capela" que levou ao segundo golo do Académico foi algo digno de ter sido visto por todos os academistas. Essa ação marcou, e de que maneira, a sua exibição!.

Saná - 2,5 - Começou por perder uma bola que por pouco não dava golo ao adversário. Foi dos jogadores que pareceu ter mais dificuldades em adaptar-se ao relvado. No entanto a meio da primeira parte pegou na batuta, tendo feito uma abertura espetacular para Bruno Loureiro, pelo que a sua substituição, ao intervalo, me tenha surpreendido.

Bruno Loureiro - 2,5 - Foi o marcador das bolas paradas academistas mas essas ações não lhe saíram muito bem. A primeira oportunidade academista foi dele mas não foi objetivo na hora de rematar. Não jogou mal, é certo, mas parece estar a jogar longe do seu "habitat" natural, demasiado perto do ponta de lança.

Yuri - 3 - Deu imenso trabalho ao defesa esquerdo adversário, ganhando a maioria das disputas, embora não se tenha mostrado muito assertivo nas suas investidas.

Moses - 3,5 - Uma exibição de menos a mais, apagado no início da partida, mas soltando-se ao longo do jogo, com o passe para o segundo golo academista a ser o ponto alto da sua exibição.

Pana - 2,5 - Entrou e a equipa melhorou embora não tenha dado muito nas vistas.

Luisinho - 2 - Boas combinações com Tomé, mas 5 minutos depois de ter entrado o Académico - leia-se Zé Pedro - acabou com o jogo e depois foi uma "seca" o jogo academista.

Zé Paulo - 1,5 - Sem tempo para ter uma nota maior, embora tenha tido um ou outro pormenor de craque.
Ler Texto Completo

GDR Gafetense 1-3 Ac.Viseu FC

Estádio Municipal do Crato, 25 de setembro de 2016
2ª Eliminatória da Taça de Portugal Placard
Árbitro: António Nobre (Leiria)

Gafetense: Fernando Junior; Rodrigo Falé, Igor Cartaxo (c), Yuran Lopes e Elton Tavares; Diogo Fernandes, Mark Huskiew (David Lourenço, int) e Duarte Borralho (Igor Taborda, 57); Ivo Braz (Vítor Rodrigues, 67), Fred e Cláudio. Treinador: João Vitorino.

Ac. Viseu: Diogo Freire; Tomé, Bruno Miguel, Park e Ricardo Ferreira; Capela (Pedro Paulo, 73), Saná (Pana, int) e Bruno Loureiro; Yuri (Luisinho, 64), Moses e Zé Pedro. Treinador: André David.

Expulsão: Fernando Junior 67


Golos: Zé Pedro 27 (0-1), Ivo Braz 30 (1-1), Zé Pedro 57 (1-2), Zé Pedro 69 gp (1-3)


Não foi fácil, longe disso, a vitória do Académico desta tarde no Crato. A provar isso mesmo o facto de nos 5 primeiros minutos o Gafetense ter tido a seu favor dois pontapés de canto, sendo que o primeiro remate perigoso, às malhas laterais, também foi deles. O Académico nos minutos iniciais mostrou evidentes sinais de falta de adaptação ao sintético do Estádio Municipal do Crato.

Foi já no início do segundo quarto de hora da primeira parte que o Académico mostrou alguma classe, com Saná a isolar Bruno Loureiro que não foi objetivo na hora do remate e só ganhou um pontapé de canto.

O primeiro golo do Académico surgiu aos 27 minutos, Tomé cruzou da direita e Zé Pedro desviou de cabeça para a baliza do Gafetense, com o guarda-redes local a ficar mal na fotografia. A “culpa” do golo sofrido foi do guardião caseiro, mas valha a verdade que minutos antes (aos 24) também um seu colega, na cara de Diogo Freire não conseguiu mais do que rematar fraco paras as mãos do academista.

Aos 29 minutos, Tomé e Zé Pedro voltaram a estar em evidência. O capitão academista cruzou novamente para a cabeça do ponta de lança, que só não deu golo porque um defesa da casa tirou a bola em cima da linha de baliza.

No minuto seguinte o Gafetense chegou ao empate. Pontapé para a frente, para a esquerda da defesa do Académico, Ricardo Ferreira (acossado por um avançado contrário) não conseguiu colocar a bola em Freire, este fica a meio caminho e quando opta por atacar a bola quem chegou primeiro foi um jogador da turma alentejana que atirou a contar.

Até ao intervalo destaque para um remate de Moses à baliza do Gafetense e para uma grande oportunidade para os alentejanos. A bola foi bombeada para a área academista, a nossa defesa fica à espera do fora de jogo, valeu que o adversário também pensou estar em posição irregular e não conseguiu o desvio.

Ao intervalo ficou no balneário Saná e para o seu lugar entrou Pana.

Logo no segundo minuto da segunda parte o Académico podia ter chegado novamente à liderança do marcador. Livre lateral de Bruno Loureiro, o guardião da casa sai mal da baliza, Bruno Miguel serve Moses que volta a colocar a bola na área e Capela, num penalty de cabeça, não conseguiu marcar.

Dez minutos depois o segundo golo do Académico. Capela teve uma arrancada “à Capela”, levou tudo na frente, chamou todas as atenções sobre si e nem uma entrada faltosa sobre a sua pessoa impediu que soltasse a bola em Moses. Com a defesa da casa completamente destroçada o zambiano cruzou e Zé Pedro, quem mais, à entrada da pequena área de cabeça faturou.

A resistência alentejana terminou aos 67 minutos e bem podem culpar o seu guardião. Com a bola nas suas mãos resolveu agredir Zé Pedro, que dificultava a reposição de bola, e ao árbitro da partida não restou outra opção que não marcar grande penalidade. Zé Pedro, na transformação, não perdoou.


Com menos um a ambição do Gafetense caiu por terra, e o Académico também não quis, ou não pode, fazer muito mais e o jogo arrastou-se de forma triste até ao fim.
Ler Texto Completo

Apresentação do adversário: GDR Gafetense

Nome: Grupo Desportivo e Recreativo Gafetense
Data de fundação: 18 de janeiro de 1979
Localidade: Gáfete
Associação: Portalegre
Estádio: Estádio Dr. Armando Pequito (o jogo será no Estádio Municipal do Crato dado que o estádio de Gáfete se encontra em obras de beneficiação)
Equipamento: camisola azul, calções azuis e meias brancas


Resumo Histórico

Gáfete é uma freguesia do concelho do Crato, distrito de Portalegre, e o seu clube é um “jovem” de apenas 37 anos. Está neste momento no Campeonato de Portugal, sendo esta a primeira vez que se encontra nos nacionais do nosso futebol. Conquistou esse direito depois de ter terminado na 2ª posição o campeonato distrital da época passada, após o Mosteirense (campeão) ter abdicado da subida.

Apesar de ser estreante nos campeonato nacionais, esta não é a sua primeira presença na prova rainha do nosso futebol. Depois de ter vencido a taça distrital na época 2012/2013, participou na Taça de Portugal da época seguinte.
Chegou à 3ª eliminatória! Venceu, em casa o Vianense por 1-0 e depois o Sourense, nas grandes penalidades, depois de um empate a um golo. Caiu apenas aos pés do Sporting de Braga – em casa emprestada (Portalegre) – perdendo por zero-a-dois.
Foto retirada do zerozero.pt referente à conquista da Taça de Portalegre

Passado em comum

Nunca de defrontaram

Plantel

Guarda Redes

Vítor Rodrigues – 21 anos, ex 1º Dezembro. Tem formação no Benfica (foi colega de Filipe Nascimento), mas terminou essa formação no Oeiras onde se estreou nos seniores mesmo sendo junior. Fez poucos jogos no Alcanenense (CNS) e na época passada, no Campeonato de Portugal, foi o suplente de Marco Pinto, atualmente no Aves.

Fernando Junior – 22 anos, natural de Cabo Verde, ex Santa Iria, da AF de Lisboa. É a sua estreia nos campeonatos nacionais.

Tiago Mendonça – 18 anos, ainda junior. Iniciou-se no Gafetense e andou pelo Crato e Estrela de Portalegre, regressando agora a “casa”.


Defesas:

Caxias – 26 anos, sexta época consecutiva no Gafetense, oito no total. Além do Gafetense jogou no Crato e teve também uma breve passagem pelo futsal. Como jogador do Crato foi suplente não utilizado quando essa equipa alentejana foi eliminada por nós na época 10/11. Tem no currículo uma taça de Portalegre ao serviço da sua equipa atual.

Rodrigo Falé – Defesa direito, 19 anos. Ex júnior do Loures, depois de também ter sido júnior do Beira Mar de Almada, sendo que a restante formação foi feita no Fabril do Barreiro.

Miguel Silva – Defesa esquerdo, 20 anos, ex Oeiras. Formado no Belenenses e Casa Pia, fez na época passada 23 jogos ao serviço do Oeiras, contribuindo para o 11º lugar final.

Elton Tavares – Defesa esquerdo, 20 anos. É ex júnior do Oeiras, mas já jogou nos seniores do Povoense quando ali era júnior. Os restantes clubes da sua formação foram Catujalense, Barreirense e Real.

Igor Cartaxo – Defesa central/médio defensivo, brasileiro, 25 anos, ex Crato. Veio para Portugal em 2014/2015 para jogar nos distritais, mais propriamente no Estrela de Portalegre. Na época passada, ao serviço do Crato no Campeonato de Portugal, fez 30 jogos tendo apontado um golo.

Yuran – Defesa central/médio defensivo, 21 anos, natural de Cabo Verde, ex Minas de Argozelo. Veio para Portugal para atuar nos distritais ao serviço do Africanos de Bragança, a que se seguiu o Minas de Argozelo (campeão distrital). No Minas de Argozelo, na época passada, fez no Campeonato de Portugal 23 jogos tendo apontado um golo, onde foi adversário de André David


Médios:

Mark Hluszkiw – 19 anos, natural da Polónia, ex júnior do 1º Dezembro. Jogou também nos juniores do Casa Pia.

David Lourenço – 20 anos, médio defensivo, ex Povoense. Alverca, Sacavenense, Belenenses e Torreense foram os clubes da sua formação. Ao chegar a sénior jogou nos distritais de Lisboa

Diogo Fernandes – 20 anos, médio defensivo, ex Sanjoanense (distrital de Lisboa). Mais um atleta com formação em clubes da área de Lisboa (Olivais e Moscavide, Povoense, Belenenses, Casa Pia, CAC e Alverca). Esta é a terceira época de sénior, a primeira nos nacionais.

Carlos Augusto – Médio centro/médio defensivo, brasileiro de 26 anos, ex Independente de Limeira (Brasil). Regressou agora a Portugal, depois de já ter atuado nos distritais de Portalegre ao serviço do Estrela. Já jogou no Uruguai e na sua formação passou por grandes clubes como Corinthians e Grêmio.

Macky – 24 anos, médio centro, natural de Cabo Verde, ex 1º Dezembro. Andou quase sempre pelas distritais (Alferrarede, Vieira, Bucelenses, Águias da Musgueira) e na última época, no CP, só fez um jogo.

Bruno Lima – brasileiro de 23 anos, médio ofensivo/extremo. Vem do Brasil e pouco se sabe sobre si.


Avançados:

Duarte Borralho – avançado alentejano de 20 anos. O nome mais sonante na sua formação é o Boavista. Na época passada não esteve inscrito em nenhum clube.

Bruno Gonçalves – 20 anos, extremo, ex Coutada (distrital de Lisboa). É sobrinho de Jorge Andrade, antigo internacional português. Tem formação no Vialonga, Alverca, Sacavenense e Torreense.

Fred – 21 anos, natural da Guiné Bissau, extremo, ex Sabugal. Era júnior do Povoense tendo jogado na sua equipa sénior, chamando a atenção do Braga onde terminou a formação. Como sénior jogou no Tourizense, Atlético de Reguengos e Sabugal, sempre no terceiro escalão do futebol português.

Cláudio Carvalho – 21 anos, extremo, ex Quarteirense. Na formação passou por muitos clubes – Benfica, Belenenses, Povoense, E. Amadora, Feirense e Rio Ave. Como sénior passou por Torreense, Naval e Quarteirense mas sem grande sucesso. É cunhado de Rafa, jogador do Benfica.

João Henriques – 22 anos, ponta de lança, ex Águias do Moradal. Um dos poucos atletas sem formação em clubes de Lisboa (formação no Desportivo de Castelo Branco e Benfica da cidade albicastrense). Ao chegar a sénior esteve duas épocas no Benfica de Castelo Branco (12/14), mas não chegou a jogar contra o Académico em 12/13. Depois foi campeão distrital pelo Águias do Moradal (14/15) e na época passada no CP marcou 3 golos em 34 jogos.

Igor Taborda – 20 anos, ponta de lança, ex Sintrense. Portimonense, no escalão de junior, é o único clube de formação conhecido. Na época passada, no CNS, fez 19 jogos e um golo pelo Sintrense.
Foto do Estádio de Gáfete, embora o jogo se dispute no Crato. O motivo vê-se na foto, ou seja, obras.

Treinador

João Vitorino – 58 anos, treinou Nisa e Benfica, Mação e Crato. Era treinador do Crato quando defrontou o Académico na temporada de 09/10, para a Taça de Portugal, tendo perdido.



Jogadores que passaram por ambos os clubes 


Não há registos de atletas que tenham representado os dois clubes
Ler Texto Completo

TAÇA DE PORTUGAL (2ª eliminatória): Gafetense x Ac.Viseu FC


Sorteio da 2ª eliminatória da Prova-Rainha:

Gafetense x Ac.Viseu FC

Teremos tempo para fazer a apresentação do clube mas ficam alguns pontos:

1 - Com um dos membros a morar a cerca de 80 km de Gáfete, tudo faremos para lá estar, sendo certo que o membro em causa terá que fazer alguma "ginástica" de agenda para não ter trabalho à hora de jogo.
2 - O Gafetense está no CPP porque o Gavionenses (campeão de Portalegre) abdicou da subida.
3 - O relvado é artificial e tem pouco mais de um mês!
4 - A equipa é extremamente jovem de depois de ter perdido nos Açores (3-0), venceu em casa o Mafra (1-0) e depois venceu no terreno do Sintrense (0-1).

Veja aqui o restante sorteio.
Ler Texto Completo