Garra e atitude




SPORTING 2 Académica 1

Melhor nem por encomenda! Para uma equipa que se encontrava, e ainda se encontra, em crise, marcar logo ao minuto quatro e resolver o jogo aos dez, com o dois a zero, foi algo caído do céu. Caído do céu?! Só os folgados e os que não fazem nenhum poderão pensar assim, mas isso seria tirar mérito aos jogadores leoninos, principalmente Moutinho, que tiveram vinte minutos verdadeiramente diabólicos. Uma equipa só joga o que a outra deixa jogar e o Sporting sufocou uma aturdida Académica que não foi para intervalo em K.O. técnico porque Bueno não teve a classe suficiente para fazer golo e porque o Sporting, compreensivelmente, tirou o pé do acelerador.

O triunfo do Sporting tem que se considerar justo e a segunda parte da Académica veio valorizar ainda mais a vitória leonina. Os estudantes de Coimbra entraram na etapa complementar com uma outra disponibilidade para discutir o jogo, ou seja, uma atitude mais ajustada a um clube de grande história como é a Associação Académica de Coimbra. A expulsão de Vítor Vinha – uma expulsão justa numa atitude que compete aos árbitros banir dos campos sejam elas protagonizadas por jogadores da Académica ou doutro clube qualquer – fez com que o jogo ficasse mais aberto, com muito espaço no meio campo, espaço esse que o Sporting não soube aproveitar para acabar de vez com o jogo. Moutinho esteve mais uma vez em evidência pois era ele o único capaz de pensar o jogo leonino.

Uma palavra para o trabalho de Paulo Bento: apostou naquela que é a melhor defesa que o Sporting pode apresentar e só pode estar satisfeito com a atitude do quase proscrito Abel. A saída de Bueno e a entrada de Pereirinha é algo de incompreensível. Colocou o Sporting a jogar cada vez mais atrás e correu o risco de ver a Académica empatar o jogo, podia ter acontecido, e ser obrigado a ir para prolongamento só com um avançado. Recordo que Alecsandro estava no banco e que a Académica jogava com dez.

Palavra final para o pouco público presente em Alvalade: toda e qualquer acção, por mais disparatada que fosse, protagonizada por Bueno era aplaudida quase até ao delírio. Por sua vez Nani era assobiado quase sempre que tocava na bola mas, verdade seja dita, era assobiado por uma minoria como ficou provado na hora da sua substituição.

Foi um prazer estar em Alvalade e reparar que, afinal, os nossos jogadores têm garra e atitude!
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Avé Moutinho!


João Moutinho – 4 – é o sempre em pé! Vai ser difícil alguém ver Alvalade assobiar este jogador porque ele personaliza tudo o que um sportinguista gosta de ver num jogador: formado no clube, tem classe, entrega-se até à exaustão e é humilde. Cansa só de o ver jogar, é dele meio golo no lance do 1-0, recuperou bolas sem fim, acelerou o jogo quando era preciso e também o soube parar na hora exacta. Para ser uma exibição perfeita apenas faltou o golo que merecia. Os 12€ pagos pelo ingresso foram bem gastos só para ver jogar o melhor do Sporting.

Ricardo – 2 – teve uma boa intervenção defendendo com os pés um remate perigoso de Filipe Teixeira. Não lhe dou nota positiva porque ao repor a bola em campo, por duas vezes, com os pés, levou perigo para a sua própria baliza.

Abel – 4 – ninguém “fez farinha” pelo seu lado, ganhando a esmagadora maioria dos duelos travados. Faltou-lhe subir mais pelo seu flanco para a exibição ser perfeita.

Polga- 3 – mais uma exibição acima da média do central brasileiro. Limpou a sua área de acção com classe mas quando foi preciso chutar para a bancada também o fez.

Tonel – 3 - esteve uns bons furos abaixo do seu colega de sector denotando nervosismo incompreensível como ficou provado num lance em que podia sair a jogar e mandou a bola para canto. Esteve perto do golo mas Pedro Roma negou-o.

Caneira – 3 - de volta a lateral esquerdo. Não teve tão seguro como Abel demonstrando alguma apatia que nem uma ou outra subida no terreno consegue disfarçar.

Miguel Veloso – 3 – o apagado Nani não cumpriu as suas tarefas defensivas o que fez com que Veloso acorresse demasiadas vezes em seu auxílio descurando desta maneira o seu sector. Tentou, sem sucesso, o remate de longe. Esteve mais apagado do que o normal.

Nani – 1 – foi uma verdadeira nulidade. A bola quando vai para os seus pés parece que queima. Precisa de um “período de reflexão”.

Liedson – 4 – dois golos à ponta de lança e um terceiro que esteve muito perto de acontecer. De resto o Liedson do costume: garra, atitude e classe.

Bueno – 2 – teve a mesma garra e a mesma atitude de Liedson mas falta-lhe a classe do brasileiro. Faltou-lhe classe para picar a bola sobre Litos, quando se isolou, faltou-lhe classe quando era preciso definir os lances.

Yannick – 2 – passe para o segundo golo da noite e pouco mais.

Farnerud – 1 – não ajudou, com eficácia, Abel a fechar o flanco.

Romagnoli – 2 – criou vários desequilíbrios.

Pereirinha – 1 – pouco tempo em campo. Podia ter-se estreado a marcar mas não consegui controlar a bola e esta escapou-se pela linha de fundo.


Foto:Sporting.pt
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Visão das camadas jovens e perspectivas

Escolas perdem e cedem liderança

As escolas defrontavam a equipa do Mangualde, num jogo vivo onde a equipa forasteira revelou maior eficácia ofensiva e levou de vencida a equipa academista por 1-6.
Com esta derrota o Académico cede a liderança para o Repesenses, embora a passagem à fase seguinte esteja ainda bem viva num confronto onde todas as 4 equipas terão um papel importante a dizer!


Infantis com início de 2ª fase goleador.

A segunda fase do campeonato de Infantis começou da melhor forma com uma goleada para os jovens academistas frente à turma do Molelos por 7-2. Imprimindo um ritmo atacante os golos foram surgindo e que ditaram a goleada final. Foi um bom começo nesta segunda fase!

Vitória dos iniciados em Tondela

Os iniciados academistas deslocaram-se a Tondela para defrontar a equipa local e conseguiram uma importante vitória por 3-0 que os coloca no limiar do apuramento para a fase final. Este intento pode ser obtido já neste domingo caso se obtenha uma vitória. Força aí campeões.

Juvenis arrancam vitória importante

Os juvenis do Académico deslocaram-se ao terreno do Nelas e obtiveram uma vitória importante por 3-0 que os mantêm no caminho para o seu objectivo inicial: a fase final do campeonato.
Após um período delicado a equipa tem vindo a recuperar e nas duas próximas jornadas têm 2 jogos de nível de dificuldade máxima onde defronta as duas equipas que lideram a sua série: Molelos e Povoenses. Sabemos que pode ser dificil mas esta equipa já nos habituou a coisas bonitas. Desta forma vamos acreditar até ao último minuto.

Vitória a ferros dita fase final!

O Académico de Viseu ultrapassou com uma bola de vantagem a equipa de Carvalhais, que tudo fez para "roubar pontos ao Académico" ao demonstrar atitude e garra.
Com esta vitória está assegurado o primeiro objectivo do campeonato: o ser apurado para a fase final. A jogadores, técnicos e pessoas envolvidas PARABÉNS CAMPEÕES.
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Vem aí a Taça de Portugal


Convocados por Paulo Bento:

Guarda-redes: Ricardo e Tiago. - Defesas: Caneira, Anderson Polga, Tello, Miguel Veloso, Abel e Tonel. - Médios: Paredes, Romagnoli, João Moutinho, Nani, Custódio e Farnerud. - Avançados: Alecsandro, Yannick Djaló, Liedson e Carlos Bueno

O MEU ONZE:
Tiago; Caneira, Tello, Tonel e Polga; Miguel Veloso, Nani, João Moutinho e Romagnoli; Liedson e Yannick.

Carlos Martins fica mais uma vez de fora. Custa a entender tendo em conta que Paulo Bento convoca para este jogo três médios defensivos (Veloso, Paredes e Custódio) e tem como soluções, mais ofensivas os quase nunca utilizados Farnerud e Romagnoli. Paulo Bento lá saberá o que faz, só espero que compreenda de uma vez por todas que colocar Custódio como titular é o mesmo que estar a cavar um fosso entre a defesa e o ataque. São poucos os bilhetes vendidos até ao momento (quatro mil dizem), só espero que quem for a Alvalade, eu vou, esteja com a equipa do primeiro ao último. No caso de quererem assobiar, assobiem no fim. Não basta dizer que somos diferentes é preciso prová-lo.
Força Sporting!
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Equipa de Mauro Almeida em maus lençóis


A meio da semana passada, mais propriamente no dia 21, a equipa de Mauro Almeida deslocou-se ao terreno do Darlington e perdeu por 2-1. O jogador natural de Viseu actuou durante 90 minutos e viu um cartão amarelo como podemos ver aqui.
No passado Sábado a equipa que o viseense representa recebeu no seu estádio o Lincoln City e empatou a duas bolas. Mauro Almeida não foi utilizado, como se pode comprovar aqui, não saindo do banco de suplentes.
Com estes dois resultados o Accrington desce para o perigoso 21º lugar da League Two inglesa.

Nota: fica um desafio a quem nos visita: conhece outro jogador natural de Viseu, ou filho de viseenses, que jogue no estrangeiro? Se souber diga-nos.
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Sporting 0 Aves 0 nos jornais



Record: Traídos pelo sistema. Se Dias da Cunha ainda fosse presidente ontem teria falado do sistema. A finalizar a primeira parte, o árbitro anula um golo ao Sporting que deixa muitas dúvidas. Começava aí a falta de sorte que havia de acompanhar os leões na segunda metade. Mas os de Alvalade não se podem escudar no lance para justificar o péssimo empate caseiro frente ao último. É verdade que marcar aos 45 mudaria tudo, mas para ser campeão o Sporting tem de ser mais forte. Bernardo Ribeiro.

O Jogo: Com a corda na garganta. Por falta de estofo mental, que se repercutiu na forma tímida, nervosa e algo contemplativa como abordou o desafio de ontem à noite, o Sporting tropeçou na humildade do último classificado da Bwin Liga,e, pelo andar dos outros dois candidatos ao título nacional, só um tremendo golpe de sorte o recolocará, firme, na discussão efectiva do objectivo apetecido. Lenta a pensar e a procurar linhas de passe para circular a bola e progredir na construção ofensiva, a equipa do Sporting rendeu-se a um futebol moído, impróprio para quem ambiciona o máximo. João Sanches.

A Bola: Exemplo de coragem avense deixa o leão em agonia. Faltou quase tudo ao Sporting: determinação, ideias, perseverança, confiança e segurança na circulação de bola e também Killer instinct. Curiosamente, num jogo em que Paulo Bento arriscou tudo e sabia, de antemão, que a sua equipa teria de ser persistente e paciente durante os 90 minutos, como avisara na véspera, mas em que o leão nunca se consegui libertar da teia de marcações impostas pelo adversário e em que revelou inusitada impaciência que, desde cedo, se alastrou às bancadas. João Esteves.

Foto: Reuters
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Venceu quem quis vencer


ACADÉMICO DE VISEU 1 Tarouquense 0


Estádio Municipal do Fontelo
300 Espectadores
Árbitro: Pedro Saraiva
Auxiliares: Ricardo Lopes e Gonçalo Araújo

Académico de Viseu: Manuel Fernandes; Calico, Zé Teixeria (Amarildo), Marcos e Negrete; Zé Pedro, Álvaro (André Barra), João Miguel (Xinoca) e Carlos Santos; Eduardo e Filipe Figueiredo.

Tarouquense: Márcio; Jorge, Zé Manel, Abílio, João, Monteiro, Ferraz (Luís), Diogo (Carlitos), Julinho, Adriano e Gil.

Marcador: Negrete 75

Muita entrega, mas pouca clarividência. A primeira frase deste comentário resume tudo o que foi o jogo do Académico de Viseu.

Do outro lado da barricada estava a turma do Tarouquense que veio a Viseu com o único propósito de tão só, e apenas, pontuar e quase o conseguia, fazendo do anti jogo a sua principal arma. Caíam por tudo e por nada e quando era preciso recolocar a bola em jogo demoravam uma eternidade. Neste último aspecto evidenciou-se o guarda-redes forasteiro, Márcio de seu nome, que viu o cartão amarelo… aos 70 minutos! Quando se lembraram que era preciso correr perdiam por 1-0. Pois…

O Académico sem fazer uma boa exibição, bem longe disso, entrou em campo com o intuito de marcar cedo, falhando algumas oportunidades, sendo a mais “escandalosa” protagonizada por Negrete. No entanto o golo foi ficando adiado com o Académico a cair na teia, bem montada, Tarouquense e com muita cerimónia na hora de atirar à baliza. O intervalo chegou e o resultado era o teimoso 0-0.

Na segunda parte mais do mesmo. Académico á procura do golo e a equipa de Tarouca a fazer o seu jogo para o pontinho. No entanto a procura do golo por parte dos academistas era algo atabalhoada, a equipa parecia partida, sem ligação entre sectores com o meio campo (demasiado macio) a não conseguir servir o ataque. Calico fez, no meu entender, muita falta ao sector intermediário.

Foi, curiosamente, com a entrada de Amarildo que as coisas mudaram. Saiu Teixeira, Calico abandona a posição de defesa direito mudando de faixa, Zé Pedro recua para defesa direito e Carlos Santos ocupou a posição mais recuada no meio campo abrindo o ataque academista que agora era formado por três homens (Amarildo, Eduardo e Filipe Figueiredo). O AVFC tornou-se mais perigoso mas, ao mesmo tempo, expôs-se aos tímidos contra ataques visitantes. E o golo lá surgiu. Após mais um lance de bola parada, o esférico sobra para Negrete que atira a contar. Fora de jogo? Não! O lance foi à minha frente e a minha visão era tal e qual a do bandeirinha. Estava o guarda-redes, no seu lugar, e um defesa na linha da pequena área que “dormiu no pedaço” e esqueceu-se de sair, Negrete estava na marca de grande penalidade e não falhou. O árbitro resolveu, por iniciativa própria, apitar para o fora de jogo, só depois reparou que o seu colega mantinha em baixo a bandeira.

A partir do golo o AVFC acalmou, a entrada de Xinoca contribuiu para isso, mas mesmo assim teve as melhores oportunidades que foram sendo esbanjadas com Amarildo em plano de destaque. O Tarouquense resolveu também começar a jogar mas esteve sempre longe do golo que não merecia.

Vitória da única equipa que quis vencer, mas a exibição esteve longe de agradar.


"Outra visão":
Nota: A foto aqui mostrada foi tirada pela Magia do Futebol no jogo AVFC 4 Sampedrense 0


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Negrete resolve

ACADÉMICO DE VISEU 1 Tarouquense 0
Manuel Fernandes – foi um espectador ou quase pois teve que recolher algumas bolas.

Calico – é o tapa buracos! Começou como defesa direito acabou a defesa esquerdo sempre com a garra e a entrega ao jogo que lhe é habitual. Notou-se a sua ausência no meio campo.

Zé Teixeira – certinho a defender e pouco mais. Acabou substituído.

Negrete – não teve muitos problemas a defender e acabou por ser na área contrária que se destacou. Na primeira parte a perder uma boa oportunidade e na segunda a resolver o jogo. Foi, na minha opinião, o melhor em campo.

Marcos – o seu estilo algo molengão enerva as bancadas mas o certo é que fez o seu trabalho com brio.

Zé Pedro
– ao estilo de Custódio! Eu explico, quando é necessário defender fá-lo com brio e categoria, quando é preciso atacar, e ontem era preciso, tem mais dificuldades e com isso o meio campo perde agressividade. Acabou a defesa direito, lugar que desempenhou bem.

Carlos Santos – o capitão foi ontem menos mágico do que costuma ser mas mesmo assim, porque não sabe jogar mal, esteve acima da média. Se se derem ao trabalho de ver o que já se disse neste blogue sobre o capitão academista poderão ver que sempre se disse maravilhas dele. Ontem, porém, não gostei da sua atitude ao responder a um adepto que lhe pedia mais empenho. Foi triste ver o nosso capitão mandar um adepto “pró…”. Assim não Carlos!

Álvaro – passou, na minha opinião, ao lado do jogo. Deste jogador espero sempre mais até porque já o vi jogar bem melhor em campos com outro nível de exigência como é a II Divisão.

João Miguel – incapaz, também ele, de dar organização a um meio campo desorganizado. Subiu de rendimento com a entrada de Amarildo em campo ajudando a pôr em sentido a defesa contrária.

Filipe Figueiredo
– sempre ou quase sempre mal servido FF esteve ontem algo desaparecido de jogo. Após o golo academista teve mais espaço e aí desbaratou a defesa de Tarouca que só o parava “à marretada”. Será um jogador importante no jogo de Lamego.

Eduardo – teve apenas uma oportunidade de golo em todo o jogo e perdeu tanto tempo que acabou por perder tudo: ângulo de remate e linhas de passe, para desespero dos adeptos. No fundo este lance resumiu o que foi o jogo academista na hora de atirar á baliza… cerimonioso!

Amarildo – foi o primeiro a saltar do banco. Com grande estampa física teve uma arrancada fabulosa que acabou consigo isolado e de baliza completamente à sua mercê, nem o guarda-redes já lá estava, e … atirou ao poste! Inacreditável! Só visto, contado ninguém acredita! O que vale é que o Académico já vencia por 1-0. Teve ainda outra boa arrancada que por pouco não dava golo. A sua exibição ficou marcada por aquele lance caricato mas valha a verdade que o ataque foi outro com a sua entrada.

Xinoca – entrou para segurar o jogo e conseguiu-o.

André Barra – entrou para constar e para queimar segundos preciosos
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Resultados da 19ª Jornada da A.F. de Viseu

Academico Viseu
1
0
Tarouquense
Sampedrense
3
1
Mortágua
Vouzelenses
0
0
Oliveira Frades
Campia
1
0
Moimenta Beira
Lamelas
3
0
Paivense
Cinfaes
2
1
Viseu Benfica
Mangualde
3
0
Lusitano
Lamego
1
0
Carvalhais
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Momentos de Magia

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Antevisão da jornada 19

Lamelas vs Paivense: são duas equipa que se encontram em lugares muito diferentes na classificação. No entanto, curiosamente, é o Lamelas, que é o lanterna vermelha, que está melhor pois vai numa série de 4 jogos sem perder ao contrário dos seu oponente de Domingo que leva o mesmo número de jogos mas sem vencer (4 derrotas). Aposto no empate. Na primeira volta vitória dos homens de “Barrelas” por 4 a 2.

Cinfães vs Viseu e Benfica: Este é, na minha opinião, o jogo da jornada onde existe o maior desequilíbrio de forças com o Cinfães a ser o claro favorito. A equipa da casa não conhece o amargo sabor da derrota há 11 jogos e em casa vem de 4 vitórias consecutivas. O Viseu e Benfica fora de portas tem apenas 1 ponto. Na primeira volta os benfiquistas venceram por 2-1.

Campia vs Moimenta da Beira: Duas equipas em crise. O Campia não vence há 4 jogos, o Moimenta à 7. O Campia é o mais aflito pois está abaixo da linha de água mas o Moimenta também não pode perder sob risco de se aproximar perigosamente dos lugares mais indesejáveis da Divisão de Honra. Jogar fora de portas não é o ponto forte do Moimenta da Beira que só alcançou uma vitória nessa qualidade. Aposto na vitória dos homens da casa. 1-1 foi o resultado na 1ª volta.

Sampedrense vs Mortágua: O Sampedrense não vence há 3 jogos, o Mortágua não perde há 6. Nos 9 jogos disputados em São Pedro do Sul, a turma da casa tem uma coincidência engraçada – 3 vitórias, 3 empates e 3 derrotas – por sua vez o Mortágua fora de portas só venceu uma vez, curiosamente na sua última deslocação. Aposto no empate. Na primeira volta a equipa treinada por Chalana venceu em Mortágua por 3-0.

Mangualde vs Lusitano: O Mangualde é o favorito mas a equipa da terra de Carlos Lopes costuma ser “traiçoeira” fora de portas. Esta é uma jornada importantíssima para o Mangualde, tal como é para o AVFC, pois antecede 3 jornadas completamente loucas onde os 3 primeiros da classificação jogam entre si. Na primeira volta venceu o Mangualde por 3-2.

Vouzelenses vs Oliveira de Frades: Aí está mais um sempre apetecível dérbi lafonense. O Oliveira de Frades vai numa série incrível de 11 jogos sem ganhar e necessita começar a vencer ou então arrisca-se a ficar atolado na luta pela sobrevivência. Os Vouzelenses em casa apenas perderam com o AVFC. Por sua vez o Oliveira só venceu uma vez fora de portas, em Mortágua, na sua última vitória no campeonato. Na primeira volta venceu o GDOF por 2-1.

Lamego vs Carvalhais: O Lamego continua a poder desperdiçar um crédito mas não o quererá fazer neste jogo uma vez que se aproximam aqueles que podem ser os jogos que decidem o campeonato com Mangualde e Académico. O Lamego em casa apenas cedeu dois empates e é claramente o favorito até porque a turma de Eduardito não vence há 3 jogos. Na primeira volta os leões de Lamego venceram por 3-2.

ACADÉMICO DE VISEU vs Tarouquense: Ganhar, tem que ser esta a palavra de ordem do AVFC. Vai ser difícil? Seguramente que sim mas não resta outra alternativa aos homens de Idalino de Almeida até porque não podem se dar ao “luxo” de chegar ao jogo de Lamego com 7 ou 8 pontos de atraso. O Académico ainda não perdeu em 2007 (4 vitórias e 2 empates), em casa apenas perdeu por uma vez e cedeu 3 empates. O Tarouquense, por sua vez, apenas venceu uma vez fora de portas e foi, curiosamente em Viseu (Lusitano 0-1). Na primeira volta registou-se um empate 1-1.
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Bueno lutador






Carlos Bueno ( 3 ) - Foi o melhor, porque nunca virou a cara á luta. Esteve perto de marcar por duas vezes, aos 51m, Nuno defendeu, um bom cabeceamento de “El Loco”, e aos 74m, o avançado desperdiçou outra grande oportunidade de inaugurar o marcador.
Ricardo ( 3 ) - Uma noite se trabalho. Apenas uma grande defesa aos 7m a remate de Leandro.
Caneira ( 2 ) - Teve dois jogadores que lhe fizeram a cabeça em água ( Leandro e Futre ). Anda muito em "baixo" desde á três ou quatro jogos. Tem de recorrer por vezes á falta quando já se encontra batido. O lance com Cristiano em paços de ferreira ainda lhe deve estar na cabeça.
Polga ( 3 ) - Esteve bem no aspecto defensivo, e com bastante trabalho. Quando o meio campo não ajuda, Polga tem de dar o corpo ás balas. Mesmo assim ainda criou dois lances de perigo no ataque do Sporting.
Veloso ( 3 ) - Não é mau central, mas é como médio defensivo que explana todo o seu potencial. Trabalhou muito na defesa, porque o meio campo anda bastante preguiçoso a defender.
Ronny ( 2 ) . Tem um bom pontapé e pouco mais. Não tem cultura táctica, não ataca nem defende. Ou aprende ou é mais um que passou ao lado de uma grande carreira. Não me parece que algum dia possa vir a ser um sucessor de Roberto Carlos como alguém já o afirmou.
Custódio ( 2 ) - Começa a ter pouco espaço na equipa. Apenas fez um bom centro em todo o jogo, o resto foi para esquecer. A sua posição está entregue por natureza ao Miguel Veloso, porque só será titular na falta deste.
Moutinho ( 3 ) - Dois anos e meio, sem lesões nem interrupções. A sua garra e entrega permitem que o público aplauda as suas iniciativas, mesmo quando estas não têm qualquer resultado. O pequeno grande jogador, corre e luta que se farta. Pena estar cansado e em baixo de forma. O nosso clube não é o mesmo sem o nosso carregador de piano.
Nani ( 2 ) - Nani está a entrar por caminhos travessos. Afronta os adeptos em entrevistas sem qualquer sentido, e estes começam a não perdoar os deslizes ao mágico. Para se dar entrevistas tem de se ter alguma "inteligência", e parece que a "inteligência" de Nani anda em baixo de forma.
Djaló ( 2 ) - Faltou a garra que o caracteriza. Duas ou três corridas em todo o jogo. Teve uma boa oportunidade de marcar, mas o remate saiu fraco, para a defesa de Nuno.
Liedson ( 3 ) - A classe mantêm-se, mas não tem quem lhe ponha as bolinhas a jeito. O meio campo não a juda o levezinho a facturar. Ainda facturou duas vezes mas foram invalidadas pelo árbitro.
Farnerud ( 3 ) - Trouxe a mobilidade, que Ronny, Custódio, e Djaló nunca conseguiram ter. Entrou muito tarde no jogo. Teve a última oportunidade do Sporting para marcar (90m), com um remate na pequena área que Nuno Espírito Santo defendeu de forma sensacional.
Carlos Martins ( 2 ) - Á imagem de Farnerud trouxe mais mobilidade ao meio campo, mas não teve tempo para grandes momentos. Substituição tardia.
Alecsandro ( 1 ) - Nada a registar. Apenas teve de ouvir o publico a discordar com Paulo Bento, pela sua entrada em substituição de Bueno, o melhor até então.
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" Gripe das Aves "

Sporting 0 - 0 Desp. Aves
Paulo Bento apostou em três jogadores na defesa, Caneira, Polga e Veloso. O meio campo era constituido por Ronny (Farnerud, 60 m); Custódio (Carlos Martins, 75 m); João Moutinho, Yannick e Nani, na frente Liedson e Bueno.
A primeira parte do jogo foi má demais para um jogo da superliga. Não houve oportunidades de golo, e os lances mais vistosos acabaram por pertencer ao Aves, que não teve categoria para as converter em golo.
A segunda parte foi bem melhor, com o treinador leonino a tirar Ronny, para lançar Farnerud na esperança de puxar a equipa para a frente. O Sporting melhorou e dispôs de 3 ou 4 grandes oportunidades de golo, mas infelizmente Bueno gastou todas as "munições" contra o Nacional.
Carlos Martins ainda entrou no jogo, mas apenas faltavam 15 minutos para o fim, muito tardia esta substituição. O publico despediu-se da equipa com uma enorme assobiadela, quase adivinhando o adeus ao titulo. Não podemos esquecer que três das deslocações fora são a Braga, Dragão, e Luz.

Negativo: A primeira parte do Sporting: deu quarenta e cinco minutos de avanço ao desp. das Aves. Nani, esteve completamente ausente do jogo. Ainda deve estar a pensar na cara do juiz quando lhe disse que "apenas" ganhava 11mil euros por mês. Carlos Bueno, falhou três oportunidades flagrantes de golo. Ronny, nem defendeu nem atacou, foi apenas mais um. Paulo Bento, tirou Bueno, para colocar um "peso morto" - Alecsandro.
Positivo: Infelizmente nada a assinalar.


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Sporting - Aves; 20H30; Sportv


Convocados do Sporting


Guarda-redes: Ricardo e Tiago.
Defesas: Caneira, Anderson Polga, Ronny, Miguel Veloso, Abel e Miguel Garcia.
Médios: Carlos Martins, João Moutinho, Nani, Custódio, Farnerud, João Alves e Paredes.
Avançados: Alecsandro, Yannick Djaló, Liedson e Carlos Bueno.

Se eu fosse Paulo Bento


Ricardo; Abel, Miguel Veloso, Polga e Caneira; Paredes, Moutinho, Nani e Yannick; Liedson e Bueno
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Seis milhões, mas a martelo...

O Blog "A Magia do Futebol", nasceu sobretudo para falar de dois clubes: Académico de Viseu Futebol Clube, e do Sporting Clube de Portugal.
As pessoas que nos visitam sabem, porque assim estão habituados, que não gostamos de utilizar este meio de comunicação para fazer juizo de valores dos nossos principais clubes opositores.
Contudo condenamos veementemente, tudo o que seja rasteiras da pior espécie, vindo de pessoas que dizem querer mudar o futebol. Para se ser o "maior", não o basta ser em "quantidade", tem de se ser também em qualidade.
Existe um site na internet, que se dedica a dar voz aqueles que se sentem por algum motivo, revoltados e injustiçados. Mas existe entre muitos outros, um caso que me chamou á atenção.


Comentários ficam para depois...
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Fim de semana positivo

Foi um fim de semana com 3 jogos, onde os juniores e iniciados atingiram duas vitórias robustas e os juvenis no derby viseense empatou a zero.


Sentido único dita vitória dos iniciados

Os jovens iniciados academistas defrontaram a equipa do Mortágua que tentou suster ao máximo o momento do primeiro golo. Com o primeiro golo marcado por Pipa, o bloco defensivo desabou e culminando com um período de grande fulgor do ataque academista o resultado foi dilatando-se até ao intervalo por 3-0. A segunda parte foi mais equilibrada embora sem grandes oportunidades de golo mas onde no final da partida se assistiu ao melhor golo da partida, num remate bem colocado de Regueira sem qualquer hipótese para o guarda-redes forasteiro.


Empate gelado dos juvenis no derby

Num derby sempre apetecível o Académico defrontava o Viseu e Benfica num jogo em que ambas as equipas lutavam para vencer e desta forma ainda manter viva a luta pela fase final do campeonato.
Foi uma primeira parte bastante agradável onde as duas equipas se equivaleram tanto em oportuniddaes flagrantes como em dominio de bola por isso o empate era justo. Se a primeira parte foi viva e com algumas oportunidades a segunda foi bastante mais fraca e só teve duas oportunidades e desta forma o jogo valeu mesmo pela primeira parte mas que na síntese global desiludiu um pouco e onde o zero a zero final foi esse o fruto.

Chuva de golos juniores

Encontravam-se os lados opostos da tabela classificativa e mesmo parecendo um jogo fácil os jovens academistas encararam a partida com o Cabril de uma forma convicta e que os levou a inaugurar o marcador por Marcel logo aos 5 minutos. Com um período de 15 minutos diabólico, o marcador foi-se avolumando até ao intervalo por 4-0.
Sem qualquer reacção da equipa forasteira a magia academista foi-se intensificando e com isso a marcha dos golos não parava até chegar à cifra final de 11-0.
Um resultado que mostra bem as diferenças entre as duas equipas mas que acima de tudo realça o bom futebol que a equipa academista está a fabricar!

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Pesquisando a palavra Viseu


Estar constantemente longe da terra que eu mais amo no mundo, Viseu, faz com que quando me sento frente a um computador tente pesquisar na net tudo quanto é escrito sobre a cidade que me viu nascer há quase 32 anos.

E quando encontro as duas palavras mágicas, Viseu e Académico (seja CAF ou AVFC), melhor ainda! Foi o que aconteceu no Cantinho do Moranguinho. A Adélie (é assim o nome da autora do blog) fala da sua grande paixão de adolescência um tal de Rui Gama que foi, entre outros clubes, jogador do Académico de Viseu. Sinceramente não me recordo de nenhum jogador que tenha passado pelo CAF com esse nome, mas se algum de vós conhecer o dito cujo ajudem a Adélie pois ela gostava de saber por onde o Rui Gama!
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Natação e andebol do Académico de Viseu


Este é um Blog que fala sobre futebol. Porém não é só de futebol que vivem os clubes que aqui são defendidos. Perante o marasmo que vive o site do Académico de Viseu Futebol Clube, em termos de futebol, tem que se salientar a secção que fala da natação. Esta parte do site noticia que no passado fim de semana o AVFC brilhou na Piscina Municipal de Espinho. A MAGIA DO FUTEBOL dá os parabéns aos atletas e também a quem mantém esta parte do site actualizada. É pena que não se faça o mesmo no Futebol e recordo que A MAGIA já se ofereceu para ajudar.
Já o andebol do Académico foi eliminado da Taça de Portugal ao perder por 17-25 com a A. A. Amadora como se pode comprovar no site Sportugal.


Foto: AVFC
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A primeira derrota


Depois de se ter estreado com uma vitória na League Two de Inglaterra, Mauro Almeida, conheceu no passado Sábado o sabor amargo da derrota, em casa, com o Stockport por 1-0. A equipa de Mauro, o Accrington Stanley, baixa assim para a 20º lugar. O viseense a avaliar pelo que se diz aqui fez uma boa exibição pois recebeu nota 7 e foi mesmo dos mais pontuados da sua equipa. Sábado há mais e A MAGIA DO FUTEBOL contar-lhe-á o que se passar.

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O Paços de Ferreira 1 SPORTING 1 nos jornais


A Bola: Na Mata Real o leão teve tudo para ser rei e senhor. o Sporting bem pode estar a lamentar, a esta hora, a perda dois preciosos pontos. Porquê? Porque desde o primeiro minuto conseguiu impor o seu futebol, tomar conta do jogo, colocar-se em vantagem no marcador logo após o intervalo e, para além de tudo isto, esbanjar oportunidades magníficas de matar o jogo, como as que foram protagonizadas por Yannick e Bueno e, já depois de ter surgido o empate, por Liedson, que á boca da baliza atirou ao poste. Mas este Sporting foi demasiado perdulário e pagou caro por isso. Não é por acaso que uma equipa que levou todo o primeiro tempo a jogar quase no meio campo do adversário, que chegou ao golo bem cedo, sofre um golo no único remate digno desse nome, por sinal um remate extraordinário de Cristiano e, depois se vê obrigada a arriscar tudo, ao ponto de colocar em causa tudo aquilo que até ao momento construíra. Ou seja, e para sermos claros como a água: o Sporting perdeu a grande oportunidade de ser a primeira equipa a sair vencedora esta época da Mata Real, até porque desta feita a equipa de José Mota esteve algo distante de ser convincente, ainda que nunca deixasse de dizer que estava ali para disputar palmo a palmo os pontos em disputa, nunca abdicando de uma linha ofensiva onde pontificaram sempre três unidades. Carlos Dias.

Record: Risco com desperdício. Do mal, o menos, o Sporting lá acabou por dar seguimento ao seu período (também há mais de um ano) sem perder fora de casa, mas a equipa de Paulo Bento haveria de perder uma boa para não deixar o FC Porto fugir mais na liderança. O jogo do Sporting começou por ser equilibrado, coerente e, acima de tudo, competente, mas a imagem final é de um amargo de boca. Muito por culpa deste cinismo dos pacenses, que atacam a presa ao mínimo sinal de distracção. De facto, quando se pensava que o leão tinha os 3 pontos no papo, o Paços foi galgando terreno à espera do melhor momento para deferir o golpe fatal. Pelo meio, um grande Peçanha evitou os remates para golo de Moutinho e Bueno, tal como tinha feito com Nani no melhor momento da primeira parte. O guarda-redes brasileiro foi gato em jogo, que acrescente-se, teve momentos de banda desenhada, com castores e leões a passarem muito tempo preocupados com a posse de bola e a valorizarem as preocupações defensivas. António Mendes.

O Jogo: E o leão volta a marcar passo. Era sabido que o Sporting não perdia fora há mais de um ano, tal como o Paços de Ferreira não caía derrotado no seu reduto à igual período. Ontem, depois do embate, ficou tudo… na mesma, com um empate que acaba por saber bem melhor aos anfitriões. Isto porque os leões voltaram a ceder terreno precioso ao Porto na corrida pelo título e o Benfica está a dois pontos. Mais, o emblema verde e branco volta a depender de terceiros para alcançar o ceptro, que é, assumidamente, o principal objectivo dos seus responsáveis. Ainda por cima, foi o Sporting que esteve mais perto de vencer a partida, fruto das oportunidades criadas para definir a contenda quando se encontrava em vantagem, bem como das ocasiões desperdiçadas para desfazer o empate nos derradeiros instantes do encontro. Jean-Paul Lares.

Foto: Reuters

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Carvalhais FC 0-1 Ac. Viseu FC




Um golo a meio da primeira parte do desafio resultou no que viria a ser o resultado final. O confronto entre duas equipas que vinham de derrotas nos últimos jogos que disputaram antevia-se como interessante, pois qualquer uma delas precisava de pontuar para não deixar fugir o objectivo.
Os forasteiros entraram melhor no jogo, mais pressionantes no meio terreno mas foi o Carvalhais quem primeiro se abeirou da baliza. Márcio quase não tocou na bola no primeiro quarto de hora. Aos 14 minutos, o Carvalhais quase chegou ao golo. Alcino, em boa jogada pela ala esquerda, entrou na área e quis entregar o golo ao colega, tendo cruzado mas Dinis desviou por cima do travessão.Cinco minutos volvidos, o Carvalhais voltou a ameaçar as redes de Manuel Fernandes. Dinis Cruzou e Alcino rematou ao lado da baliza academista. O Carvalhais, apesar de pressionado, era quem conseguia criar melhores oportunidades mas seriam os forasteiros a chegar ao golo. Decorria o minuto 24, quando, na marcação de um livre, Zé Pedro colocou a bola ao segundo poste da baliza de André onde surgiu Marcos, mais alto, a cabecear a contar. O Carvalhais foi rápido a reagir ao golo sofrido. Ao minuto 28, André Luís, um jovem cheio de talento, recebeu o esférico junto á meia-lua da grande área, a passe de Dinis, driblou dois adversários, entrou na área, livrou-se do guardião Manuel Fernandes e rematou para golo, só que Fábio Santiago chegou a tempo de cortar e evitar o empate. Os academistas continuavam a discutir muito o meio campo, mas o Carvalhais era quem queria marcar golo. Aos 38 minutos, Manuel Fernandes falhou a intercepção do esférico, que sobrou para Louro que, surpreendido, não conseguiu rematar direito á baliza. Durante a primeira parte o público presente protestou por diversas vezes contra decisões do árbitro da partida, nomeadamente em dois lances de lançamento de linha lateral que terão sido assinalados ao contrário, e um suposto corte com o braço de um atleta academista dentro da sua grande área. Nos lançamentos não nos podemos pronunciar, pois foram muito distantes da zona onde nos encontrámos. Em relação ao lance da suposta grande penalidade, não vislumbrámos qualquer irregularidade. No regresso ao terreno de jogo, as duas formações mostraram um estilo de jogo idêntico ao inicio da partida. O Académico mantinha o maior domínio no miolo do terreno, mas era o Carvalhais quem mais tentava chegar á baliza. Após os primeiros minutos, a partida mudou de figurino, com ambas as formações a destruir mais do que contruir. Daí o facto de, na segunda parte, as oportunidades de golo foram quase nulas. Apesar de todo o empenho e entrega dos atletas de Eduardito, o resultado de 0-1 manteve-se até final. Um lance de bola parada resolveu o jogo e deu os três pontos ao conjunto de Idalino de Almeida. Apesar de muito contestado, o trio de arbitragem não teve qualquer influência no resultado.

Carvalhais: André, Louro, Carvalho, Polaco, Gil, Rui Pereira, Alcino, Serafim, Arêde, André Luís e Dinis
Substituições: Dinis por Isaías (66m), Rui Pereira por Diogo (75m), Alcino por Simão (81m)

Suplentes não utilizados: Márcio, Ruef, Filipe e Luis Miguel

Treinador: Eduardito

Ac. Viseu: Manuel Fernandes, Fábio Santiago, Marcos, Zé Pedro, Zé Teixeira, Álvaro, João Miguel, Bruno, Eduardo, Filipe Figueiredo e Calico
Substituições: Zé Teixeira por Xinoca (59m), Bruno por Barra (70m) e Álvaro por Negrete (93m)

Suplentes não utilizados: André Maló, Simões, Amarildo e Micael

Treinador: Idalino de Almeida

Jogo no Estádio Marques Veloso, em Carvalhais

Assistência: Cerca de 110 espectadores

Árbitro: Luis Pais

Auxiliares: José Adriano e João Frias

Marcador: Marcos (24m)

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Marcos (12m), Calico (38m), Zé Teixeira (52m), Dinis (64m), Rui Pereira (64m), Serafim (65m) e Xinoca (69m)


JRA (Diário Regional de Viseu)





Foto: Magia do Futebol (referente ao jogo GDOF 1 AVFC 1)
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Lamego escorrega. AVFC e Mangualde aproveitam!

Tarouquense 1 Sampedrense 0 (0-0). Golo apontado quase no fim da partida num lance algo duvidoso (hipotético fora de jogo). Confirmou-se o favoritismo que atribui à equipa casa.

Mortágua 2 Vouzelenses 2 (1-2). Jogo emocionante em Mortágua. Começou na frente o Mortágua mas os Vouzelenses ainda conseguiram virar o resultado na primeira parte. O Mortágua empatou na segunda parte. Criticas à arbitragem por parte dos homens da casa. O Mortágua continua sem perder em 2007.

Oliveira de Frades 0 Campia 0 (0-0). Anularam-se! Criticas severas por parte do treinador do Campia a tudo: Oliveira de Frades, campo, bola, arbitragem. Chamem a Polícia! O Oliveira de Frades não ganha há 11 jogos.

Moimenta da Beira 1 Lamelas 1 (1-1). Ponto importante para o Lamelas na deslocação a Moimenta embora mantenha a sempre incómoda lanterna vermelha. Esteve a ganhar mas deixou-se empatar ainda na primeira parte.

Paivense 1 Cinfães 3
(1-2). Perdeu o gás a equipa de Vila Nova de Paiva? Com este resultado caem para 5º lugar, ultrapassados pelo Cinfães que estão invictos à 11 jornadas.

Viseu e Benfica 0 Mangualde 2 (0-2). Passo atrás por parte dos benfiquistas na luta pela manutenção. O Mangualde está a apenas 4 pontos da liderança, quando ainda têm que receber o líder em casa.

Lusitano 2 Lamego 0 (1-0). Afinal os homens de Vildemoinhos são nossos amigos! Vitória da melhor equipa em campo que apontou o primeiro golo através de uma grande penalidade apontada por Miguel Cruz. Na segunda parte Semedo (Lamego) foi expulso, mas o Lusitano não aproveitou. Curiosamente chega ao segundo golo, por Nuno Pais, quando também estava reduzido a dez jogadores. O Lamego não se dá bem com os ares viseenses pois já havia perdido no Fontelo. O Lusitano alcança a 2ª vitória em casa.

Carvalhais 0 ACADÉMICO DE VISEU 1 (0-1). Golo de Marcos aos 24 minutos. Foi difícil tal como o esperado mas o AVFC, desfalcado do Grande Carlos Santos, arranca uma vitória importantíssima que devolve o sonho a todos quantos gostam do clube. Tal como o disse no comentário ao jogo do Sporting, a 5 pontos da liderança quando ainda se tem pela frente o jogo com o líder tudo é possível. Para a semana o jogo é no Fontelo com o Tarouquense e A MAGIA DO FUTEBOL vai lá estar. O técnico do Carvalhais, à Rádio Lafões, queixa-se de uma grande penalidade não assinalada. Por sua vez Idalino de Almeida considera que a sua equipa está em crescendo e pede, mais uma vez, calma aos adeptos.
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Maldito amarelo!


Paços de Ferreira 1 SPORTING 1


Este era um teste muito importante que o Sporting tinha pela frente para podermos avaliar se a equipa tinha ou não estofo de campeão e deste ponto de vista, na minha opinião, chumbou. Chumbou porque não soube aproveitar as hipóteses de golo que foi acumulando ao longo do encontro. Chumbou porque na primeira vez que o Paços foi à nossa baliza marcou. Chumbou porque Caneira não matou a jogada como o devia ter feito, no lance do golo, e chumbou porque Paulo Bento errou. O Sporting estava em cima do adversário, estava mais próximo do 2 a 0 do que o Paços de Ferreira do empate e ao tirar Bueno e Yannick, que não estavam a fazer um bom jogo mas que pelo menos lutavam coisa que os seus substitutos não o fizeram, o Sporting decresceu de produção e o Paços encheu o peito de ar e veio para cima à procura do golo o que acabou por acontecer. Talvez a intenção de Paulo Bento tenha sido a de adormecer o jogo e segurar uma vitória que seria fabulosa tendo em conta os objectivos mas, como não o consegui, quando precisou de ir ao banco para procurar lá a chave da vitória só lá estava Romagnoli e o máximo que ele conseguiu foi colocar a bola em Liedson que por sua vez a meteu… no poste!
Não há que desanimar. Antes da jornada se iniciar o Sporting apenas dependia de si. Assim ficou mais difícil, mas 5 pontos são sempre recuperáveis quando se tem pela frente ainda um jogo com o líder. Não me sinto menos optimista com esta derrota.
O Sporting saiu assim da Mata Real com o consolo, fraco consolo, de continuar invicto fora de portas. Cinco pontos perdidos com este Paços de Ferreira (maldito amarelo) são algo de muito triste, mesmo que na primeira volta uma mãozinha nos tenha empurrado para trás. Hoje também houve uma mão na área pacense que na minha opinião seria grande penalidade. Mas, como eu só vi isso na repetição e Pedro Proença não teve esse privilégio…
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Nani o melhor leão na Mata Real




Nani – 3 – Teve duas ou três aberturas de grande classe. Obrigou Peçanha a fazer a defesa da noite. Excelente na ajuda defensiva. O melhor do Sporting.

Ricardo – 3 – Fez o humanamente possível e quano assim é…

Ronny – 3 – Não entrou muito bem mas foi melhorando com o tempo. Meteu o irrequieto Edson no bolso.

Caneira – 2 – Edson começou por lhe dar muito trabalho mas o 12 lá se ia desenrascando pois o angolano até teve que mudar de flanco. O pior estava para vir, deixou fugir Cristiano para o golo. Se o agarrasse seria expulso? Talvez, mas por vezes um jogador tem que se sacrificar em prol da equipa o que não foi o caso.

Polga – 3 – Não foi muito chamado a intervir.

Tonel – 2 – Ridículo o cartão amarelo que viu. Sim, eu sei que foi de propósito para limpar na próxima jornada. Mas com 90 e tal minutos para isso acontecer, teve que atrasar uma reposição de bola quando o resultado era já de 1 a 1. Assim não…

Miguel Veloso – 3 – Teve uma primeira parte à Custódio com passes para o lado e para trás. Na segunda parte teve aquela excelente abertura para o golo de Liedson e tentou ainda outras. Bom jogo.

Moutinho – 2 – Certinho e pouco mais, não conseguindo inventar jogadas que fizessem a diferença.

Yannick – 1 – Passou completamente ao lado do jogo e para piorar tudo teve, na sua última jogada no encontro, um tiro ao boneco quando tinha tudo para fazer o 2-0 e quiçá matar o jogo.

Bueno – 1 – Teve algumas boas movimentações e pouco mais. E o que se disse em cima sobre Yannick se aplica a si pois falhou na mesma jogada do 20 aquele que podia ser o golo tranquilizador.

Liedson – 3 – A entrega do costume. Excelente a recepção no lance em que fuzila Peçanha para o primeiro de noite. Se aquela bola que mandou ao poste entrasse seria seguramente o melhor do Sporting em campo.

Alecsandro – 0 – Entrou a tempo de falhar escandalosamente aquele que seria o 2-1.

Carlos Martins – 1- Nada de muito útil trouxe á equipa.

Romagnoli – 2 – Duas boas arrancadas pelo flanco esquerdo sendo que numa delas deu de bandeja a bola a Liedson que atirou à barra.
Foto: Sporting.pt
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«Nunca vou cuspir no prato onde comi»


VIOLENTO NA RESPOSTA A JOSÉ PESEIRO

«Nunca vou cuspir no prato onde comi»

As múltiplas entrevistas de José Peseiro nos últimos tempos, nas quais se referiu ao estado actual da nação leonina, incomodaram Paulo Bento. O treinador ainda fez um esforço para se conter quando a pergunta surgiu mas acabou mesmo por ser violenta a resposta ao antigo treinador.

— Como é que vê que José Peseiro tenha dito que a sua equipa era mais espectacular que esta?

— Essa foi uma questão que já começou há muito tempo. Em Janeiro de 2006 começou a falar-se de espectáculo e de outras situações. A minha função é treinar o Sporting. E a minha profissão é treinador, não é comentador. No dia em que deixar esta cadeira a primeira coisa em que me vou preocupar é de não cuspir no prato onde comi. Isso não vou fazer. E, por muito respeito que tenha por vocês [jornalistas], não faz parte dos meus planos ser comentador. Não tenho necessidade disso nem é essa a minha forma de estar. Quando não estiver aqui não quero passar todos os dias na imprensa, nas televisões. Aliás, a única coisa que faltou foi estar no Tempo Extra e fazer o programa com o Rui Santos. De resto, foi a semana toda. Incomoda-me pouco. Sei quais são as intenções mas, sinceramente, incomoda-me pouco.

— Concorda com Peseiro quando ele diz que não teve o ambiente de que Paulo Bento dispõe?

— Depende. Um dia explico essas coisas do ambiente mas mais tarde, agora não. Ainda é cedo.

— Não vai comentar e diz que vai explicar mais tarde...

— Depois explico. Não vou comentar agora.

— Mas tem muito para contar?

— Se calhar tenho algumas... E ele também.

— Porque não quer contar agora?

Não quero. Ainda é cedo.

— As suas palavras poderiam mexer com o grupo de trabalho?

— Com o grupo não. E comigo também não.

— Então está a proteger quem?

— O Sporting. Estou aqui para proteger o Sporting, não estou aqui para pôr o Sporting em evidência. Quando digo não comento digo que não comento neste momento. Mais tarde irei fazê-lo. Seguramente.

— Nem sequer comenta a hipotética intenção dessa declarações?

— Para já não.

In Jornal ABola

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Antevisão da jornada 18

Moimenta da Beira vs Lamelas: O Lamelas está em grande desde que mudou de treinador mas continua teimosamente com a lanterna vermelha o que equivale a dizer que precisa novamente de pontuar. O Moimenta tem vindo a perder gás mas é favorito para este jogo. Na primeira volta empataram 1 a 1.

Viseu e Benfica vs Mangualde: Este é um jogo bom para os benfiquistas demonstrarem o quão empenhados estão em fugir à descida de divisão. O Mangualde tem que ganhar para não deixar fugir ainda mais o Lamego e tem ali bem perto o AVFC a morder-lhe os calcanhares na luta pelo 2º lugar. O Viseu e Benfica não perde em casa há quatro jogos e o Mangualde tem sido irregular fora de portas. Na primeira volta o Mangualde venceu por 3 a 1.

Oliveira de Frades vs Campia:
Mais um dérbi lafonense. O Campia está em maus lençóis e não vence há 3 jogos. O Oliveira de Frades que não vence há 10 (!) jogos corre o risco, se perder, de se ver na luta pela não descida de divisão. Dará empate? Na primeira volta empataram 1 a 1.

Lusitano vs Lamego: Uma boa oportunidade para os jogadores do Lusitano demonstrarem que as “bocas” de que só se “matam “a jogar contra o Académico é pura imaginação. O Lusitano em casa raramente pontua e o Lamego é o líder incontestável. Na primeira volta o Lamego venceu por 3 a 1.

Mortágua vs Vouzelenses: Duas equipais que na jornada passada empataram. O jogo é bem mais importante para os donos da casa pois precisam de conquistar pontos que lhe permitam continuar a fugir dos últimos lugares. Por sua vez o Vouzelenses está num tranquilo 6º lugar. Na minha opinião é favorito o Mortágua que ainda não perdeu em 2007. Na primeira volta vitória da equipa de Vouzela por 1- 0.

Tarouquense vs Sampedrense: São duas equipas relativamente tranquilas na tabela classificativa e por isso mesmo têm tudo para proporcionar um bom jogo. O Tarouquense tem sido mandão em casa mas o Sampedrense já venceu 3 vezes fora de portas. Ligeiro favoritismo para a equipa da casa. Na primeira volta o Sampedrense venceu por 2-1.

Carvalhais vs ACADÉMICO DE VISEU: Jogo difícil, como todos o são, para o AVFC que não pode contar com a MAGIA de Carlos Santos. O Carvalhais em casa não perde há 5 jogos mas o Académico ainda não perdeu com nenhuma equipa da região de Lafões. Peço encarecidamente ao treinador do AVFC que não invente e que jogue com os melhores! Na primeira volta vitória do Académico de Viseu por 3 a 1.

Paivense vs Cinfães: Este é, no meu entender, o jogo grande da 18ª jornada visto que frente a frente estarão o 4º e o 5º classificado. O Paivense, grande sensação da prova, não vence há 3 jogos, por seu lado o Cinfães mantém-se imbatível há 10 jogos e vem de uma vitória sobre o Académico para a Taça Sócios de Mérito. A equipa de Vila Nova de Paiva venceu na primeira volta por 2 a 1.
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A estreia


A MAGIA DO FUTEBOL continua a seguir as pisadas do viseense Mauro Almeida (foto) na League Two de Inglaterra. O Accrington Stanley venceu este Sábado fora de portas o Barnet por 2-1 e Mauro estreou-se como titular envergando a camisola 38 como podemos comprovar aqui. Com este resultado o Accrington sobe para 19º lugar. Parabéns Mauro!
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Cinfães 2 ACADÉMICO DE VISEU 1


Segundo o Vis Fut Magazine, o Académico de Viseu Futebol Clube perdeu ontem em Cinfães por 2-1 e desta vez saiu mesmo da Taça Sócios de Mérito. Recordo que o AVFC já havia perdido em Moimenta da Beira mas foi repescado. Após ter sido eliminado pelo Moimenta o Académico venceu lá para o campeonato, pode ser que a história se repita! O site do clube nada diz o que é de lamentar. Precisam de ajuda para pôr em dia o site? A equipa de A MAGIA DO FUTEBOL coloca-se à disposição para o que for possível fazer, contactem-nos! Não deixem o site assim.. vazio!




P.S. Uma pergunta para o técnico do Académico: Álvaro, Filipe Figueiredo e Eduardo no banco? Substituições apenas depois de sofrer o segundo golo? Não interessa esta competição? A continuar assim vai continuar a ouvir das boas dos adeptos...
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O Pinhalnovense 0 Sporting 6 nos jornais


O JOGO: GOLEAR COM... TRANQUILIDADE. Durou cerca de 30 segundos a resistência do Pinhalnovense ao superior poderio do Sporting. A hipótese de surpresa gorou-se no primeiro lance do encontro, superiormente finalizado por Liedson, e logo se percebeu que os leões teriam lugar assegurado nos quartos de final da Taça de Portugal. Foi, contudo, uma tarde interessante para os mais de 20 mil espectadores que se deslocaram ao Barreiro, pois puderam assistir a um festival de golos, bem como a algumas experiência tácticas por parte dos homens de Alvalade. Paulo Bento abandonou o 4-4-2 em losango para apostar num 3-4-1-2: três centrais, dois homens responsáveis pelos corredores – Bruno Pereirinha à direita e Ronny à esquerda -, dois médios de transição – Custódio e Moutinho – e Yannick no apoio aos pontas de lança. Jean-Paul Lares.
RECORD : TAÇA DUROU 30 SEGUNDOS. Num estádio a rebentar pelas costuras – o futebol à tarde tem outro encanto -, o Sporting cumpriu a obrigação de golear o modesto Pinhalnovense. Os leões tiveram uma atitude séria, recusaram entregar o destino em mão alheias e entraram em campo com a intenção clara de resolver o jogo depressa. Foram tão exagerados que a Taça, como geradora de surpresas, durou apenas 30 segundos, o tempo que os jogadores verdes e brancos demoraram a levar a bola do pontapé de saída ao tiro indefensável de Liedson. Rui Dias.
A BOLA: LEÃO NÃO GOSTA DE FESTAS. O Sporting não permitiu ontem quaisquer tipo de veleidades ao Pinhalnovense e abriu caminho para os quartos de final da Taça de Portugal com uma goleada robusta e sem sobressaltos de maior. O jogo foi bonito, bem jogado, numa autêntica festa do futebol com as bancadas preenchidas de entusiasmo e alegria – para os cépticos do modelo da Taça de Portugal, fica o exemplo que por vezes é mesmo necessário abrir mão de alguns aspectos modernos da indústria do futebol para se ter o privilégio de sentir o futebol à antiga , da festa do povo que contra tudo e contra todos, continua a gostar de futebol e, mais, gosta de ir ao estádio. O Sporting, esse, mostrou que este leão não gosta de festas e nunca deixou perigar um triunfo que cedo começou a ser desenhado. Paulo Menezes.

Imagem: Sportugal
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Bueno continua a facturar!


Bueno – 4 – Considerado por O Jogo e pelo Record como o melhor do Sporting e por isso mesmo também o é para A MAGIA DO FUTEBOL. Algo trapalhão na hora de atirar á baliza mesmo assim marcou 2, fez a assistência para outro e deixou a pele em campo.

Tiago – 3 – Quando chamado a intervir fê-lo com eficácia.

Caneira – 3 – Concentrado e seguro. Não subiu, como devia, pelo seu corredor.

Polga – 3 – Está em grande momento de forma. Criou vários desequilíbrios com as suas subidas no terreno.

Miguel Veloso – 3 – Seguro e atento. O primeiro golo de Bueno nasce de uma assistência de Veloso.

Ronny – 3 – o esquema de três centrais assenta-lhe que nem uma luva pois é um lateral que gosta de atacar. Teve participação directa em dois golos.

Custódio – 3 – Não se lhe viu um único erro e desta vez até marcou um belo golo.

Moutinho – 4 – Uma exibição à Moutinho no 89º jogo consecutivo a titular. Só lhe faltou um golo para coroar um jogo onde correu, lutou e pensou todo o jogo ofensivo.

Pereirinha – 3 – Enquanto durou foi cumpridor mas faltou-lhe jogar mais tempo.

Yannick – 3 – Muito útil. Prático nas combinações. Marcou um golo.

Liedson – 4 – 45 minutos em grande! Resolveu o jogo aos 30 segundos e fez um magnífico golo com um acrobático pontapé de bicicleta.

Romagnoli – 3 – Activo no apoio ao ataque. É dele o passe para o segundo golo de Bueno.

Carlos Martins – 2 – Tentou ajudar mas não esteve nos seus dias.

Miguel Garcia – 2 – Deu segurança defensiva

Foto: Sporting
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Imagens com história


O Blog, excelente por sinal, Cromos de Futebol, dá-nos a conhecer mais um jogador que passou pelo Clube Académico de Futebol na década de 70. Aqui fica a imagem sacada, com a devida vénia, de um Blog que aconselho a visitar!
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Convocados para a Taça de Portugal


Paulo Bento anunciou hoje os convocados para a partida de amanhã frente ao Pinhalnovense para a Taça de Portugal. O jogo disputa-se às 14H30. Será mais uma oportunidade para matar saudades do dia da Rádio! Abel, sem eu perceber bem porquê, está fora da convocatória tal como Tello mas este por se encontrar lesionado. Eis a lista:

Guarda-redes - Ricardo e Tiago;

Defesas - Polga, Ronny, Caneira, Tonel e Miguel Garcia;

Médios - Carlos Martins, Nani, Miguel Veloso, Pereirinha, Custódio, João Moutinho e Romagnoli;

Avançados - Alecsandro, Yannick, Liedson e Bueno.

A minha aposta para o onze:
Tiago; Caneira, Ronny, Polga e Tonel; Miguel Veloso, Nani, Carlos Martins e João Moutinho; Liedson e Yannick
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Soares Franco ameaça abandonar...

A continuidade do presidente do Sporting à frente do clube a partir de Junho está actualmente nas mãos dos responsáveis da Câmara de Lisboa e da empresa que gere o Metro da capital.

Pelo menos é o que se depreende das palavras de Filipe Soares Franco, que, em declarações ao PÚBLICO, reafirmou a intenção de baixar, até ao próximo mês de Junho, o passivo do clube para 200 milhões de euros.

"Esse objectivo depende exclusivamente de decisões políticas de autoridades e empresas ligadas ao Estado, e de organismos locais. Do nosso lado está tudo feito", afirmou. E o que acontece, caso os prazos não sejam cumpridos? "Posso ir embora. Posso perfeitamente dizer que não consigo governar o Sporting, não tenho problema nenhum em fazê-lo..."

Para o cumprimento do prazo que estabeleceu, o Sporting precisa de baixar cerca de 70 milhões de euros à sua dívida. Depois de já ter aprovado e vendido uma boa parte do seu património imobiliário não desportivo - que inclui o edifício-sede, o ginásio Holmes Place, a clínica CUF e o centro comercial Alvaláxia, o que permitiu ao clube encaixar mais de 40 milhões de euros - falta ainda obter autorização da Câmara de Lisboa para construir uma área de 130 metros quadrados em alguns dos terrenos junto ao novo estádio, bem como concretizar um protocolo com o Metro de Lisboa para se poder edificar sobre o interface que há ao lado do Alvaláxia.

Segundo explicou Soares Franco, mais do que promessa, estes acordos já foram definidos em protocolo, mas estão presos em processos administrativos. "E enquanto as coisas não se resolvem, o Sporting paga pela dívida que tem dez mil euros por dia", contabiliza o presidente do clube, referindo que a resolução desses problemas têm de estar próximos. "A paciência e a responsabilidade social do Sporting de aguentar estes projectos tem um limite e uma fasquia", afirmou Soares Franco, admitindo que o clube está "à beira desse limite", e que poderá ter de "responsabilizar as entidades oficiais e governamentais, empresas e autoridades políticas que estão envolvidas neste processo". "Não se pode escrever coisas num papel, escrever protocolos, deixar que o Sporting faça um conjunto de investimento, assumir compromissos...", argumentou.

Cultura do clube precisa de mudar

As questões financeiras estão, assim, no centro das atenções do presidente dos "leões", apesar de reconhecer que os resultados desportivos continuam a ser "essenciais". "Só criando um clube saudável [financeiramente] é que se consegue elaborar uma política de desenvolvimento", insiste Soares Franco; e lembra que o clube está a ter "imensos sucessos desportivos" numa altura em que se continua a tentar fazer o seu saneamento financeiro.

Uma outra medida que está em cima da mesa para ser tomada - mas só depois de resolvidas todas as questões da alienação do património - está a possibilidade de fazer um aumento de capital com a entrada de novos investidores na Sociedade Anónima Desportiva (SAD). Nestas matérias, Soares Franco admite a necessidade de "haver uma mudança cultural no clube", de forma a que seja aceite que o Sporting não tem de ter a maioria do capital da sua SAD. "O Sporting, como maior accionista, tem de ter a gestão, mas não tem de ter a maioria na SAD", argumenta Soares Franco, antecipando as dificuldades que terá em fazer vingar junto dos accionistas esta tese. "Há um conjunto de pessoas no Sporting que não o aceitam. Eu admito que possam ter uma opinião divergente. O que não está certo é terem uma opinião divergente e não apresentem um plano. É muito fácil dizer mal sem apresentar uma alternativa", criticou.

In jornal O Publico


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Sporting 5 Nacional 1, nos jornais

Record: A esperança resgatada. Um quarto de hora esmagador permitiu ao Sporting mão só vencer o Nacional como golear numa partida em que todo lhe saiu mal até ao minuto 75. Comecemos por aí, mais que não seja para enquadrar o que se passou em Alvalade: o 5-1 final constitui mentira difícil de explicar para quem assistiu ao encontro, porque em boa verdade, ninguém jogou o suficiente para justificar tão grande desnível. Mesmo considerando que o Nacional já reduzira a sua intenção ofensiva, o Sporting não parecia apto a romper a muralha defensiva do adversário – nem de penalti (numa decisão anedótica de Duarte Gomes), Liedson conseguiu o empate, aos 62 minutos. A partir do momento em que fez o primeiro golo (em falta), a equipa transfigurou-se e sentiu que tinha a vitória ao virar da esquina – empurrada pelas bancadas, inspirou-se na revolta da dupla Liedson/Bueno e resgatou a esperança de discutir o título que, durante duas semanas, pareceu irremediavelmente perdida. Rui Dias.

A Bola: um quarto de hora à Sporting e aí está o candidato! Mas que noite mais desconcertante, a que se viveu no Sábado em Alvalade. Antes do apito inicial do árbitro, eufóricos, com a derrota do Porto a que se juntou a escorregadela do Benfica, os adeptos do Sporting transformaram o Estádio José de Alvalade num vulcão de esperança. Porém, o que o jogo começou por trazer levou a que assobios, especialmente para Carlos Martins – um novo Pedro Barbosa capaz de dividir as opiniões dos adeptos – e Nani não tardassem. E quando o Nacional chegou à vantagem, o fantasma do que acontecera no Dragão começou a pairara, aterrorizador. Foi já na segunda parte que tudo mudou e a euforia acabou por tomar o lugar do desespero. Três protagonistas no volte face que colocou o Porto ao alcance do Sporting, de novo alcandorado à posição de vice líder: Duarte Gomes (com o erro), Paulo Bento (brilhante nas substituições) e Carlos Bueno (pelos motivos óbvios). José Manuel Delgado.

O Jogo: Leão relança candidatura.
Numa jornada em que o Porto e Benfica perderam pontos – a derrota dos dragões foi festejada na bancada durante o aquecimento – o Sporting redimiu-se de dois empates consecutivos com uma vitória que devolve a esperança ao grupo e aos adeptos mas, sobretudo, permite que os leões – agora de volta ao segundo lugar, a apenas 3 pontos dos azuis e brancos – dependam apenas de si próprios para chegar ao título. A partida de Sábado foi, contudo, um fenomenal exemplo de quão imprevisível é o futebol: depois de 75 minutos de enorme sofrimento e quando a derrota parecia inevitável, um quarto de hora de sonho proporcionou cinco golos e uma noite de glória. Jean – Paul Laures
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