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Recordar: Pais

NOME COMPLETO
Manuel Pais da Silva
NOME
Pais
DATA DE NASCIMENTO
02/01/1936
NATURALIDADE
Porto
DATA FALECIMENTO
23/02/2017
POSIÇÃO
Guarda Redes
ESTREIA
Salgueiros 2-0 Ac. Viseu (02/10/1966)
JOGOS
182
ÉPOCAS
67/74

Pais fez oito épocas no Académico de Viseu. Protagonizou com Adelino um grande duelo pela baliza academista, duelo que ganhou "aos pontos" pois fez mais jogos que o seu rival de lugar. 

Este guardião fez pelo Académico mais de 180 jogos ao longo das temporadas que esteve no nosso clube, numa altura em que o Académico andava pela II e III Divisão. Só Augusto fez mais jogos do que ele na defesa da baliza academista.

Foi um dos homenageados na gala do centenário do Académico de Viseu.

O seu filho, também conhecido como Pais, também foi jogador do nosso clube
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Recordar: Ac. Viseu 1-2 Famalicão

45 Anos, 11 meses e 22 dias depois, no próximo dia 28 de setembro de 2014, Académico de Viseu e Famalicão voltam-se a encontrar para a Taça de Portugal, espera-se que agora com um desfecho diferente para o nosso clube.
Na altura, em 68/69, o Académico de Viseu perdeu no Fontelo – com o jornal A Bola a dizer que "a sorte nada quis com os visienses" – algo que nunca tinha acontecido nos 5 jogos anteriores entre as duas formações, no Fontelo, uma vez que o Académico havia ganho todos esses jogos.
Neste jogo destaque para as estreias de Norberto (o seu único jogo pelo Académico, sendo certo que nada sabemos sobre ele) e também para o autor do golo, o ex junior Armando (de quem também sabemos muito pouco). Aí fica a ficha do jogo. De referir que 15 dias antes o Académico havia recebido o Famalicão, em jogo para o campeonato, e aí venceu por 2-0.

Estádio do Fontelo, 20 de Outubro de 1968
Taça de Portugal
Árbitro: Armando Paraty (Porto)

Ac. Viseu: Pais; Norberto (Beto, int), Aleixo, Piscas e Vítor; Rodrigo e Abraão; Pedro Jacques (Armando, int), Osvaldo Silva, Basto e Paixim. Treinador: Osvaldo Silva.

Famalicão: Arnaldo; Vítor, Filipe, Inácio e Iria; Ventura e Ferreirinha; Vasco, Franquelim, Osvaldo e Leonardo.


Golos: Osvaldo 4 (0-1), Leonardo 44 (0-2), Armando 81 (1-2)
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Recordar: 71/72

Em cima: Pais, Afonso, Ernesto, António Alfredo, Saraiva, Jorge Gomes, Vítor e Adelino
Em baixo: Eduardo, Pepe, Emídio, Toipa, Zacarias, Aranha e Bernardo

Foto referente à época 71/72 retirada do Facebook, da página Movimentos Desportivos
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CAF 67/68

Em cima: Pais, Aleixo, Afonso, Vítor, Beto e Jorge Gomes
Em baixo: Basto, Óscar, Paxim, António Alfredo e Cabrinha
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Recordar: União de Tomar 2-1 Ac. Viseu

Estádio Municipal de Tomar, 11 de Fevereiro de 1968
15ª Jornada da II Divisão 67/68
Árbitro: Maximino Afonso (Lisboa)

União de Tomar: Conhé; Cabrita, Alexandre, Faustino e Santos I; Cláudio e Bilreiro; Araújo; Lecas, Alberto e Totói

Académico de Viseu: Pais; Vítor, António Alfredo, Afonso e Beto; Jorge Gomes e Carolino; Basto, Óscar, Inácio e Rodrigo

Golos: Lecas 5 (1-0), Basto 36 (1-1), Lecas 63 (2-1)

«A chuva não impediu que o Estádio Municipal de Tomar se enchesse de adeptos de ambas as equipas, para um jogo de enorme expectativa.
O encontro teve no visitado, como lhe competia, a equipa lançada constantemente ao ataque, mas encontrando na visitante uma excelente organização colectiva, que só baqueou perante a melhor condição física do anfitrião.
Os melhores – Araújo, Santos I e Lecas no União; Óscar, Jorge Gomes e Carolino, no Académico.
A arbitragem – Razoável.»
(“Record”, 13.02.1968 – Crónica de F. Palmeiro)


In uniaotomar.wordpress.com
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Recordar: Académico 2-1 União de Tomar

Estádio Municipal do Fontelo, 17 de Setembro de 1967

2ª Jornada da II Divisão 67/68

Árbitro: David Rocha (Porto)

Académico de Viseu: Pais; Vítor, Vasconcelos, Afonso e Beto; Jorge Gomes e Carolino; Basto, Inácio, Paxim e Rodrigo

União de Tomar: Santos II; Cabrita, Faustino, Mário e Morado; Santos I e Cláudio; Araújo, Bilreiro, Alberto e Totoi

Golos: Inácio 26 (1-0), Inácio 30 (2-0), Morado 47 (2-1)

«O primeiro a aproveitar um desentendimento da defesa tomarense e o segundo na sequência de um livre apontado por Jorge Gomes. Aos 47 minutos, Morado, a passe de Bilreiro, e de cabeça, fez o golo da sua equipa.
O facto de o Académico se ter apresentado sem três dos seus titulares, lesionados, e sua nova aquisição, Carinha (ex-Feirense), ainda não poder actuar, não tirou brilho ao encontro, nem tão-pouco se verificou menos entusiasmo e apego à luta, pois os reservistas deram boa conta de si.
Assistiu-se a uma boa partida e, muito embora os primores técnicos não tivessem sido em demasia, a vivacidade e generosidade dos jogadores anularam aquela falta.
Logo no começo do jogo, as duas equipas procuraram fazer funcionar o marcador, repetindo-se os lances pelos dois campos. Passados que foram os primeiros vinte minutos, os visienses tomaram melhor conta das operações e assediaram as redes adversárias com bastante insistência e perigo.
Desse melhor jogo nasceram, no espaço de cinco minutos, os dois golos da primeira parte.
Os forasteiros espevitaram e, aos 35 minutos, Morado perdeu uma oportunidade para reduzir a diferença, depois de batida toda a defesa, incluindo o próprio guarda-redes. O Académico mantinha superioridade nos sectores atrasados, mas os seus avançados não tiveram calma e talento para finalizar os lances.
Na segunda parte, o jogo mudou de feição. Os tomarenses apresentaram-se com o seu xadrez modificado, passando a actuar em grande velocidade e o que os levou a marcar o seu golo, mercê de um belo golpe de cabeça de Morado.
Os visienses aperceberam-se do perigo e voltaram ao comando do jogo obrigando o guarda-redes adversário a várias intervenções. Mas os visitantes responderam no mesmo tom e o andamento endiabrado, criando lances espectaculares. Ambas as equipas perderam soberanas ocasiões de golo.
No declinar do encontro, o andamento abrandou, porque os jogadores acusavam o esforço dispendido. O resultado estava feito. E a vitória dos visienses não merece contestação, dado o melhor entendimento que mantiveram na defesa e as ocasiões que criaram.
Salientaram-se no Académico: Pais e Afonso (dois baluartes da vitória), Jorge, Gomes, Vasconcelos, Inácio e Paxim; e nos tomarenses: Santos II, Faustino, Morado, Santos I, Bilreiro e Cláudio.
Suficiente de nota para a arbitragem.»

(“A Bola”, 18.09.1967 – Crónica de Manuel Pereira)


Texto retirado do blogue União de Tomar
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