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Recordar: FC Famalicão 5-0 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Famalicão, 23 de Junho de 1988
5ª Jornada do apuramento da II Divisão
Árbitro: Fernando Alberto (Porto)

Famalicão: Rogério (Lopes, 77); Carlos, José Luís, Chico Oliveira e Cabral; Williams, Paulo Jorge, Duarte (c) e Luís Miguel; Silva e Vicente (Landu, 56). Treinador: Rodolfo Reis.

Ac. Viseu: Sardinha (Nelito, 56); Oliveira, Carlos Manuel, Leal e Silvério (Hélder, 36); Rui Madeira, Rui Manuel, Cruz (c) e Amadeu; Quim e Gil. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Luís Miguel 4 (1-0), Luís Miguel 21 (2-0), Luís Miguel 36 (3-0), Silva 38 (4-0), Landu 80 (5-0)
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Recordar: UD Santarém 6-1 CAF - Ac. Viseu

Estádio do Fontelo, 5 de Junho de 1988
38ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Gil Rosa (Setúbal)

União de Santarém: Mário Rui; Nelo, Vital, Abel e Graça; Neto, Toni e Brito; Filipe (Peralta, 59), Marinho (Ruas, 75) e Tozé.

Ac. Viseu: Nelito (Tony, 80); Silvério, Sérgio (Morgado, int), Carlos Manuel e Ferreira; Baptista, Matos e Luís; Lage, Gil e Hélder. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Neto 9 (1-0), Tozé 13 (2-0) Tozé 15 (3-0), Tozé 21 (4-0), Vital 40 (5-0), Morgado 60 gp (5-1), Marinho 63 gp (6-1)

“A grande surpresa… Mesmo levando em conta que o Académico de Viseu não apresentou a sua formação habitual, o “onze” de Santarém fez, durante a primeira parte, uma exibição de bom nível que lhe rendeu 5 golos, tendo, no entanto, outros ficado ainda por marcar.
No tempo complementar, como se aguardava, o jogou subiu de rendimento, uma vez que os visitantes não conseguiram repetir a exibição feita pelos escalabitanos, apenas se tendo marcado dois tentos, um para cada lado e ambos de grande penalidade.
Quanto à arbitragem sitiou-se em plano aceitável, num jogo que primou pela correcção.”
Mário Jesus Prado, in A Bola 11 de Junho de 1988
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Recordar: CF União de Coimbra 1-2 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Coimbra, 29 de Maio de 1988
36ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Soares Dias (Porto)

U. Coimbra: Lascarin; Luís Vicente, Alcino, Paulo Duarte e Filipe (Emiliano, 87); Amado, Pinto, Freitas e Capelas; Nogueira e Vítor (Chico Graça, 84).

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal (Amadeu, 78), Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel, Delgado (Gil, 70), Abel e Alexandre Alhinho; Rui Madeira e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Expulsão: Capelas 83

Golos: Nogueira 37 (1-0), Delgado 49 (1-1), Abel 86 (1-2)

“Técnica superior: Curioso e emotivo este jogo. Na primeira parte, o Académico de Viseu, mais ofensivo, dispôs de três claras oportunidades para concretizar, mas não o fez, enquanto o União de Coimbra, calculista, apostou no contra ataque e na velocidade de incursão de Nogueira, conseguindo, através deste jogador, adiantar-se no marcador.
No segundo tempo, o jogo aumentou de velocidade e conheceu fases em que o futebol esclarecido alternou com despiques pouco controlados. Aos quatro minutos, o Académico de Viseu obteve o empate, passando a haver adaptações tácticas que prejudicaram o bom futebol praticado até então. De referir que, na segunda parte, o União de Coimbra construiu mais oportunidades de golo e não marcou, reverso do que acontecera nos primeiros 45 minutos. Aproveitou bem a equipa visitante. O empate seria o resultado mais justo, apesar dos viseenses denotarem técnica superior.
O árbitro esteve bem na primeira parte, mas, na segunda parte cometeu alguns erros, um dos quais ao não assinalar um penalty, por falta sobre Nogueira.”
Sansão Coelho, in A Bola 30 de Maio de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-0 UD Vilafranquense

Foto: Movimentos Desportivos (Facebook)

Estádio do Fontelo, 22 de Maio de 1988
35ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Isidro Santos (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 65), Rui Manuel e Cruz; Quim, Abel e Amadeu (Rui Madeira, 70). Treinador: Carlos Alhinho.

Vilafranquense: Caeiro; Banha, Paulo Lourenço, Cabaço e Teixeira (Tozé, int); João Faria, Teixeirinha e Lobo (Kali, 76); Paulo Sérgio, Janita e Ricardo.

Golo: Quim 86 (1-0)

“Suar… para subir: Utilizando um sistema altamente defensivo, os forasteiros quase conseguiram a proeza de ser a única equipa a pontuar no Fontelo, resistindo ao constante massacre dos academistas, que procuravam a vitória que lhe garantisse, a três jornadas do final, o regresso à I Divisão Nacional.
Arrancado a ferros, é a expressão mais adequada ao triunfo dos locais, pois o solitário golo, tantas vezes à vista, só apareceu a quatro minutos do final. Foi, então a explosão de regozijo dos adeptos viseenses, que enchiam o Fontelo.
Logo a seguir ao apito final do árbitro que, refira-se, realizou excelente trabalho, houve a habitual invasão de Zés Pereiras, e toda uma festa esperada de há muito.”

Carlos Costa in A Bola, 23 de Maio de 1988

Nota: faz hoje 30 anos. A última subida à I Divisão!
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Recordar: CD Estarreja 1-2 CAF - Ac. Viseu

Campo Dr. Tavares da Silva, 15 de Maio de 1988
34ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Joaquim Gonçalves (Porto)


Estarreja: Paulo; Augusto, José Manuel (Nené, 77), Amorim e Canena; Leandro, Tiago e Tato; Sá (Fua, 56), Duran e Magalão.


Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Alexandre Alhinho, Rui Manuel (Matos, 82) e Cruz; Gil (Delgado, 89), Abel e Amadeu. Treinador: Carlos Alhinho.
Expulsões: Alexandre Alhinho 69, Tato 72

Golos: Cruz 18 (0-1), Abel 43 (0-2), Magalão 45 gp (1-2)

“Locais mereciam mais: O Académico de Viseu deslocou-se a Estarreja, como guia isolado da Zona Centro. Apesar do mau tempo, foi muito o público que assistiu ao encontro. Foram os visitantes que inauguraram o marcador e o ampliaram, para os donos da casa reduzirem ao terminar a primeira parte. No segundo tempo, assistiu-se a forte reacção dos locais mas os visitantes, bem escalonados no terreno, não permitiram que as suas balizas voltassem a ser violadas. A vitória dos forasteiros acaba por aceitar-se mas o resultado certo seria o empate. A arbitragem regular”

Fernando Martins in A Bola, 16 de Maio de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 3-1 RD Águeda

Estádio do Fontelo, 8 de Maio de 1988
33ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: José Guímaro (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 75), Rui Manuel e Cruz (Rui Madeira, 81); Amadeu, Abel e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Águeda: Rodrigues; Arsénio (Dani 71), Vítor Manuel, Costa (Gomes, 67) e Mauro; Carlos Miguel, Peta e Edilsson; Araújo, Vítor Jesus e Reginaldo.

Golos: Quim 19 (1-0), Rui Manuel 59 (2-0), Quim 68 (3-0), Edilsson 74 (3-1)

“Diferença justificada: Pressionando, desde os primeiros minutos, os locais assumiram-se como “donos” da partida e o tangencial 1-0, verificado na primeira parte, não traduzia essa supremacia, pois foram desperdiçadas soberanas oportunidades de dilatar o marcador, sendo a mais flagrante a de Abel aos 24 minutos que falhou uma grande penalidade.
No período complementar e perante a fraca reacção dos forasteiros, os viseenses continuaram a dominar e a criar mais ocasiões, algumas até originadas por deslizes dos defesas contrários, acabando por vencer justamente.
Arbitragem excelente.”
Carlos Costa in A Bola, 09/05/1988
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Recordar: SC Estrela 1-0 CAF Ac. Viseu

Estádio Municipal de Portalegre, 1 de Maio de 1988
32ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Vítor Correia (Lisboa)

E. Portalegre: José Pedro; José Carlos, José António, Betinho e Paulo Tomás; Alberto, Álvaro e Toni; Nuno, Manaca e Inácio Brito (Eloi, 77).

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 75), Abel e Cruz; Rui Manuel, João Luís (Rui Madeira, 15) e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golo: Nuno 70 (1-0)

“Quem porfia mata caça: Após um bom período inicial, com ambos os conjuntos a desenvolverem bom futebol, sempre a tentar surpreender o antagonista, entrou a partida num tom monótono com os locais a responderem em contra ataque ao maior colectivismo dos viseenses. Daí que, ao intervalo, o nulo se justificava plenamente.
No segundo tempo, não só a melhor condição física dos beirões, como também, um maior pendor ofensivo, deixava antever mais dificuldades para os locais. Mas, quem porfia mata caça e, em contra ataque através de Inácio Brito e após uma primeira defesa de Sardinha Nuno não desperdiçou a oportunidade, para dar à sua equipa o justo triunfo com base no esforço e persistência perante o digno e forte adversário.
Arbitragem boa”
J. Grilo, in A Bola, 2 de Maio de 1988
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Recordar: AC Marinhense 2-1 CAF Ac. Viseu

Campo da Portela, 17 de Abril de 1988
30ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Ezequiel Feijão (Setúbal)

Marinhense: Nélson; Gato, Alfredo, Magalhães e Penetra (Teixeira, 23); Rui Manique, Landeck e Sérgio; Rui Casimiro (Luís José, 74), Cabumba e João Carvalho.

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 67), Carlos Manuel (João Luís, 35) e Cruz; Rui Madeira, Abel e Rui. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Cabumba 1 (1-0), Cabumba 48 (2-0), Rui Madeira 75 (2-1)

“Guia tropeçou: O Marinhense, que tem feito uma época um tanto ou quanto irregular, tem primado por jogar bem contra equipas mais bem apetrechadas da zona centro.
Hoje, voltamos a assistir a um bom encontro de futebol na qual a vitória dos locais, além de nunca ter estado em questão, foi valorizada por um adversário que demonstrou o porquê de ser um dos mais fortes candidatos à subida de divisão.
Com muito público ainda fora do recinto de jogo, já o Marinhense se encontrava em vantagem depois de um belo remate de Cabumba. Este golo a frio provocou nos locais um empertigamento com o qual os comandados de Alhinho não contavam e, assim, toda a primeira parte foi jogado mais no terreno dos forasteiros, os quais, só a espaços se acercavam da defesa visitada.
No segundo tempo, e quando se esperava uma enérgica reacção do guia, iam decorridos três minutos já o Marinhense aumentava a vantagem desmoralizando os viseenses que, assim, viam complicar-se a sua tarefa.
Nos derradeiros quinze minutos, e devido ao cansaço natural, os vidreiros abrandaram o andamento, o que poderia ter sido fatal, já que o Académico alcançou o seu ponto de honra, não atendo ido mais além porque os locais defenderam, com garra, o avanço alcançado.
Excelente arbitragem,
Cristino Chanoca in A Bola, 18 de Abril de 1988”
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Recordar: Gil

NOME COMPLETO
Jorge Humberto Gil da Silva
NOME
Gil
DATA DE NASCIMENTO
14/04/1966
NATURALIDADE
Guiné Bissau
Posição
Avançado
ESTREIA
Ac. Viseu 3-3 Alcobaça (03/11/1985)
PRIMEIRO GOLO
Ac. Viseu 3-3 Alcobaça (03/11/1985)
JOGOS
70
GOLOS
16
ÉPOCAS
85/88


Jogador com formação no Sporting Clube de Portugal veio, do Viriato e Benfica (84/85), para jogar no Académico que tinha acabado de chegar à II Divisão.

Só se estreou na 7ª jornada, lançado pelo treinador Idalino Almeida, em jogo que o Académico empatou com o Alcobaça (3-3) e Gil foi autor de um dos golos. Os outros golos academistas foram marcados por Cunha e Amadeu.

Fez pelo Académico de Viseu 70 jogos e marcou 16 golos. Conhecido como a "alegria do povo", Gil actuou durante três épocas com a camisola do CAF sendo a "arma secreta" de Carlos Alhinho na famosa equipa que subiu à I Divisão em 87/88. 

Outros clubes: Mealhada (88/89), Vitória de Setúbal (89/90), Leixões (90/92), Penafiel (92/93), Lamego (93/94), Águeda (94/95), Santa Clara (95/96),  União Micaelense (96/97), Operário (97/98), Portosantense (98/99), Miléu (99/00), Capelense (00/01), Vila Franca (01/02) e São Roque (02/04)
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Recordar: CAF Ac. Viseu 2-0 Caldas SC

Estádio do Fontelo, 10 de Abril de 1988
29ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Fernando Alberto (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista (Hélder, 74), Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui, Abel e Cruz; Quim, João Luís e Amadeu (Gil, 74). Treinador: Carlos Alhinho

Caldas: Rui; Marinho, Patana, Nilson (Amauri, 75) e Rui Carlos; Miranda, Luís Carlos, Chico, Eco (Pinto, 75), Cunha e Simões.

Golos: Quim 13 (1-0), João Luís 68 (2-0)

“Ritmo diabólico: Tarde de sol ameno. Boa assistência. Ao apito do 1º minuto, logo os locais imprimiram um ritmo diabólico, o que provocou que os visitantes se defendessem de qualquer forma e criassem situações a fim de quebrar o ímpeto dos viseenses. Só que o Académico de Viseu cedo se adiantou no marcador mantendo a acutilância até à meia hora, altura em que o Caldas equilibrou o encontro até ao final do primeiro tempo.
No reinício da partida as equipas baixaram de rendimento, acusando o esforço anterior, especialmente por parte do Académico de Viseu, toada que se manteve até que o 12º jogador, o público, ordeira e ruidosamente, se fez sentir querendo dizer que protestava contra o desenrolar do jogo, provocando o despertar da sua equipa que voltou a carregar, até conseguir o tento da confirmação.
O Académico insistiu no ataque enquanto o Caldas tentava minorar a desvantagem valorizando o espectáculo que acabou com o desfecho certo.
Arbitragem regular.”
Fonseca da Silva, in A Bola, 11 de Abril de 1988.
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Recordar: UFC Almeirim 2-0 CAF Ac. Viseu

Campo Dr. Manuel de Melo, 3 de Abril de 1988
28ª Jornada da II Divisão, Zona Centro

União de Almeirim: Carlos Dias; Nadai, Pita, José Luís (Agostinho, 65) e Fernando Costa; Mário João, Nico e Adérito; António Costa, Canhoto (Nogueira, 85) e César.

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui, Abel e Cruz (Gil, 65); Amadeu (Hélder, 80), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Nico 71 (1-0), Adérito 85 gp (2-0)

“Escorregadela do guia: o guia da zona centro não encontrou adversário fácil; pelo contrário; os locais foram equipa aguerrida que dominou quase sempre e dispôs das melhores ocasiões para marcar, o que só não aconteceu devido aos reates à barra. o segundo período foi equilibrado, até surgir o primeiro tento; depois os locais assenhoraram-se do jogo e foi com toda a naturalidade que confirmaram a vitória, através de um castigo máximo.
Boa partida de futebol com desfecho certo.
Arbitragem em bom plano.”
Manuel Caipira in A Bola 4 de Abril de 1988
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Recordar: CAF Ac. Viseu 3-0 UR Mirense

Estádio do Fontelo, 27 de Março de 1988
27ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Azevedo Duarte

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui Manuel, Quim e Cruz (Gil, 59); Amadeu, João Luís e Abel (Rui Madeira, 76). Treinador: Carlos Alhinho.

Mirense: Seiça; Alfredo, Conde, Artur e Hélio; Albertino, Varão e Quintas; Rodolfo (Cardozinho, 37), Fernando e Herbert (Rui Barbosa, 80).

Golos: Gil 70 (1-0), João Luís 73 gp (2-0), Gil 80 (3-0)

“ O primeiro período do encontro foi algo incipiente, com o Mirense a defender com uma certa disciplina táctica, enquanto os viseenses extraviaram espaços e, aqui e além, exorbitaram em individualismos. Somente aos 35 minutos, Leal, o melhor jogador sobre o terreno, deu uma sapatada naquele marasmo, subiu no terreno, foi passando adversários, atirou sesgado mas a rasar o poste.
Os academistas recomeçaram a partida com mais desenvoltura, mas sem atinarem com o caminho da baliza adversária. Porém, a entrada de Gil deu outra movimentação e agressividade à equipa. Jogou, fez jogar, marcou dois golos e esteve na origem da jogada que deu azo à grande penalidade e falhou um golo por um triz. Rendimento quase pleno. O Mirense defendeu enquanto pôde, mas foi impotente para aguentar a ponta final do líder da Zona Centro.
Arbitragem sem deslizes.”
Agostinho Torres in Record, 29 de Março de 1988
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 4-2 CD Feirense

Estádio do Fontelo, 13 de Março de 1988
25ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Miranda Dias (Coimbra)

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui, Abel e Crz (Gil, int); Rui Madeira (Amadeu, int), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Feirense: Cardoso; Licínio, Sílvio, Amadeu e Tó Martins (Santos, 68); Guedes (Vieira, 62), José Augusto e Augusto; Manuel António, Pinto e Pedro. Treinador: Henrique Nunes.

Expulsão: Sílvio 76

Golos: Pinto 37 (0-1), Quim 48 (1-1), Abel 53 gp (2-1), João Luís 82 (3-1), Pinto 85 (3-2), João Luís 89 (4-2).

“Justa vitória: Jogando sobre a defesa e contra-atacando sempre que possível, os forasteiros conseguiram, embora contra a corrente do jogo, surpreender os academistas, na primeira etapa deste prélio.
Mas, após o reatamento, Carlos Alhinho reforçou a sua frente de ataque e, em cinco minutos, alcançou o volte-face e assenhorou-se completamente do jogo, apesar dos esforços dos inconformados pupilos de Henrique Nunes. Várias oportindade flagrantes desperdiçadas impediram que fosse mais dilatada a justa vitória dos viseenses.
Boa arbitragem.
Carlos Costa in A Bola de 14 de Março de 1988”
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 3-1 UD Guarda

Estádio do Fontelo, 28 de Fevereiro de 1988
23ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Manuel Nogueira (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista (Gil, 74), Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui Manuel, Abel e Cruz; Rui Madeira, João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Guarda: Melo; Marito, Artur, Agostinho e Inácio; Palmeirão, Paulinho e Paulo Jorge; Peixoto (Ferreira, 31), Toninho (Else, 19) e Messias.

Golos: Toninho 14 (0-1), Rui Manuel 21 (1-1), João Luís 64 (2-1), Gil 75 (3-1)

“Supremacia evidente: Embora contra a corrente do jogo os forasteiros foram os primeiros a abrir o activo, mas esse golo espicaçou, ainda mais, as intenções ofensivas dos viseenses que, pouco depois, conseguiram restabelecer a igualdade. Uma meia dúzia de boas intervenções do guardião Melo fez retardar o desempate, mas a supremacia dos locais foi tão evidente, que impossibilitou os forasteiros de lhe resistir durante muito tempo apesar dos esforços desenvolvidos pelo sector defensivo.
No cômputo geral vitória certa do guia da zona centro, que assinale-se, no seu reduto não cedeu, ainda, qualquer ponto.
Boa arbitragem.”
Carlos Costa in A Bola, 29 de Fevereiro de 1988
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Recordar: CAF Ac. Viseu 1-0 UD Leiria

Estádio do Fontelo, 7 de Fevereiro de 1988
20ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Joaquim Gonçalves (Porto)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Delgado (Gil, 89), Abel e Cruz; Rui Madeira (Chico Nikita, 85), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

União de Leiria: Ferreira; Sérgio, Dias, Orlando e Faria; Pires, Hernâni e Mendes; Artur, Álvaro (Nuno Joaquim, 83) e Farid.

Golo: Leal 82 (1-0)

“Resultado escasso: O mau estado do relvado, por um lado, e as cautelas defensivas dos leirienses, por outro, impediram a habitual explanação de ataque viseense, que, apesar de ter sido uma constante do jogo, se estava a tornar impotente para consegui funcionar o marcador.
No segundo tempo acentuou-se a pressão atacante academista, o libero Leal – o melhor em campo – passou a reforçar, também, o seu ataque e acabou por fazer o único golo da partida, quando tudo parecia indicar que, pela primeira vez, nesta época, uma equipa forasteira iria conseguir pontuar em Viseu.
Embora sem influência no resultado, fraco trabalho de Joaquim Gonçalves, que acompanhou mal o jogo e mostrou grande descoordenação com os seus auxiliares.
Carlos Costa, In A Bola, 08/02/1988”
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-0 CF União de Coimbra

Estádio do Fontelo, 17 de Janeiro de 1988
17ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: João Simãozinho (Leiria)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui Manuel (Gil, 32), Abel e Cruz; Rui Madeira (Baptista, 82), João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

União de Coimbra: Rebelo; Filipe, Alcino, Paulo Duarte e Freitas; Luís Vicente, Paulo Moço e Nogueira; Amado (Chico Graça 64), Vítor e Edgar (Rodrigo, 64).

Golo: João Luís 57 (1-0)

“Superioridade dos viseenses: A tangencial vitória dos academistas não espelha, de modo algum, a sua nítida superioridade atacante, mas diz bem das dificuldades de penetração no bem escalonado sector defensivo contrário que teve no guardião Rebelo o seu melhor jogador, sempre muito atento e oportuno evitando, por várias vezes, o dilatar do marcador principalmente em três lances em que João Luís surgiu isolado. Depois do golo, os unionistas esboçaram ainda uma ténue reacção mas foi impotente para conseguir evitar a justa vitória dos viseenses.
Fraca arbitragem.
Carlos Costa, in A Bola 18/01/1988
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Recordar: RD Águeda 2-1 CAF - Ac. Viseu

Estádio Municipal de Águeda, 27 de Dezembro de 1987
14ª Jornada da II Divisão Zona Centro
Árbitro: José Garcia (Setúbal)

Águeda: Sará; Asdrúbal, Vitor Manuel, Costa e Mauro; Carlos Miguel, Du e Dani (Queta 80); Araújo, Zé da Pinta (Filipe 41) e Edilson.

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Rui, Luís (Amadeu, 59) e Cruz (Gil, 84); Rui Madeira, João Luís e Quim. Treinador: Carlos Alhinho.

Expulsões: Araújo (Águeda)

Golos: Luís 7 (0-1), Arújo 40 gp (1-1), Filipe 88 (2-1)

“Locais espicaçados: Jogo muito competitivo, atingindo-se por vezes alguma violência, que o árbitro nem sempre soube reprimir, sendo os locais os mais prejudicados, já que o seu índice atlético era manifestamente inferior ao seu adversário.


O Académico marcou o seu golo muito cedo e durante a primeira meia-hora, fez figura de grande senhor, à custa de jogadas de choque e de superior velocidade de alguns jogadores. Todavia à beira do intervalo, surgiu o golo do empate, através de uma grande penalidade escusada.


No reatamento, os locais viram-se privados de Araújo (expulso) mas, curiosamente, foi a partir de então que o seu rendimento subiu, a ponto de conseguirem de conseguirem chegar à vitória, em que antes poucos acreditavam,
Arbitragem deficiente


Celestino Viegas, in A Bola, 28/12/1987”
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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-0 SC Estrela

Estádio do Fontelo, 20 de Dezembro de 1987

13ª Jornada da II Divisão Zona Centro

Árbitro: João Gonçalves (Viana do Castelo)

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Carlos Manuel e Kappa; Quim (Amadeu 16), Abel e Cruz (c) (Gil 63); Rui Madeira, João Luís e Rui Manuel. Treinador: Carlos Alhinho.

Estrela de Portalegre: José Pedro; José Carlos (c), José António, Guilherme e Paulo Tomar; Betinho, Toni e Alberto; Nuno Manaca e Inácio; Brito (Umbelino 80).

Golo: João Luís 76 (1-0)

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Recordar: Torreense 0-1 Ac. Viseu

Campo Manuel Marques, 20 de Março de 1988
26ª Jornada da II Divisão, Zona Centro
Árbitro: Carlos Valente (Setúbal)

Torreense: Jorge; Margaça, Couceiro, Bighetti e Toni (Hélio, 80); Toinha (Baltasar, 33), Passos, Sardinheiro e Sanha; Filipe e Rosário.

Ac. Viseu: Sardinha; Baptista, Leal, Chico Nikita e Kappa; Rui, Cruz, Amadeu e Abel; João Luís (Matos, 87) e Quim (Gil, 65). Treinador: Carlos Alhinho.

Golo: Gil 76 (0-1)

“Estrelinha da sorte: Jogo importante que punha frente a frente o primeiro e terceiros classificados da zona centro, separados apenas por 3 pontos. Logo de início se verificou a disposição da equipa visitante em controlar o jogo a meio campo, para daí partir para o contra ataque. Perante esta situação os locais não encontraram antídoto e deixaram-se enlear na teia muito bem urdida por Carlos Alhinho vindo a pertencer aos forasteiros, neste primeiro período, as melhores oportunidades para desfeitear Jorge, que em grande forma, se saiu muito bem nos lances de apuro para a sua baliza.
No 2º tempo o cariz do jogo não se alterou com as duas equipas a revelarem-se contentar com o nulo, embora espreitando sempre qualquer desatenção da defensiva contrária. Assim aconteceu, num rápido contra-ataque apanhando a defensiva local em contrapé, os academistas marcaram o golo que veio a ditar o vencedor.
A partir daí os locais tentaram chegar à igualdade e no último minuto Sanhá poderia ter marcado com o guarda-redes Sardinha já batido. Enfim, ganhou a equipa que melhor soube controlar o jogo e que teve pelo seu lado a estrelinha da sorte.
Boa arbitragem.
Mário Lopes, in A Bola de 21 de Março de 1988”
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Académico de Viseu 86/87

Em Cima: Armindo, Matos, Carlos Manuel, Baptista, Djo Broko, Sardinha
Em baixo: João Lopes, Cruz, Ferreira, Quim e Gil
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