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Recordar: Vitória FC 1-0 CAF - Ac. Viseu

Amanhã, no Fontelo, teremos no banco a orientar a equipa o ex adjunto de Ricardo Chéu, Tony. Isto numa altura em que parece já estar encontrado o sucessor de Chéu - João Eusébio.
Assim sendo, tudo leva a crer que Tony fará apenas um jogo no comando técnico do nosso clube. Fomos ao nosso "arquivo" pesquisar se alguma vez isso já tinha acontecido na história academista, no que à Segunda Liga diz respeito.
Aconteceu na temporada de 91/92. Na altura Carlos Simões havia sido despedido e João Basto, provavelmente o maior nome da história academista, fez a ponte entre Carlos Simões e Carlos Alhinho.
E as coisas não correram bem. Na visita a Setúbal o Académico acabaria por perder por 1-0, embora tenha feito uma exibição agradável dificultando, e muito, a vitória sadina.
Aqui fica a ficha de jogo:



Estádio do Bonfim, 29 de Dezembro de 1991
14ª Jornada da Divisão de Honra
Árbitro: Veiga Trigo (Beja)

V. Setúbal: Paulo Sérgio; Jorge Ferreira; Figueiredo e Quim; Nunes; Branko, Hélio e Nando (Gil, int); Paulo Gomes; Yekini e Bajovic. Treinador: Raúl Águas.

Ac. Viseu: Paulo Renato; José Duarte, Rogério, Cartaxo (Herbert, 63) e Tiago; Bio, João Manuel, Sotil (Luís Saura, 53) e Carlos Ferreira; Quim e Alain. Treinador: João Basto.



Golo: Bajovic 46 (1-0)
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Ac. Viseu FC 0-0 Vitória FC

Ontem o Académico, frente ao Vitória de Setúbal, fez aquele que é o resultado clássico deste início de época - 0-0.
É complicado escrever-se algo sobre estes jogos de pré época, por isso mesmo deixamos essa tarefa para especialistas (vejam a crónica aqui). Em abono no Académico diga-se que se ontem chegasse alguém ao Fontelo, que não soubesse quem era a equipa da primeira liga, pelo o que as equipas produziram no relvado, sairia do Estádio sem saber quem era quem afinal.
No Académico - que contou na equipa inicial com Capela - saliente-se um remate de cabeça, de Diogo Fonseca, à barra do gigante Raeder, e nos sadinos uma excelente ocasião de Suk que Rafa defendeu com mestria.
Deixa-mo-vos os destaques no Académico na nossa opinião - Belly esteve muito bem a combinar com o extremo que aparecia pelo seu flanco; Mathaus sempre muito voluntarioso e seguro nem parecendo ser um miúdo de 20 anos; Gradíssimo a mostrar aquilo que já desconfiávamos, tem bons pés; Carlos Eduardo dois ou três bons pormenores nos primeiros minutos com a camisola do Académico e Diogo Fonseca a mostrar que em terra de cegos (leia-se falta de avançados) quem tem olho é rei ao atirar de cabeça à barra.
Dos que por cá já andavam: Tiago "capitão" Gonçalves sempre em grande mostrando-se à concorrência e Tiago Costa muito bem do lado direito a mostrar a Landinho (já há muito tempo à experiência) como se faz.
Quarta-feria há mais no Fontelo, desta feita frente ao Futebol Clube Paços de Ferreira.

O onze inicial do Académico: Ruca; Landinho, Tiago Gonçalves, Mathaus e Belly; Capela, Alex Porto e Gradíssimo; Bruno Carvalho, Yuri e Fábio Martins.
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Notícia de interesse academista

NOME COMPLETO
Bruno Filipe Santos Loureiro
NOME
Bruno Loureiro
DATA DE NASCIMENTO
23/09/1989
NATURALIDADE
Viseu
POSIÇÃO
Médio
ESTREIA
Ac. Viseu 6-0 Prainha (25/08/2012)
PRIMEIRO GOLO
Ac. Viseu 6-0 Prainha (25/08/2012)
JOGOS
70
GOLOS
6
ÉPOCAS
12/14

Recorte de A Bola de 15 de maio de 2014
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Recordar: Setúbal 6 - 0 Ac. Viseu

Estádio do Bonfim, 10 de Fevereiro de 1981
19ª Jornada da I Divisão
Árbitro: Rosa Santos (Beja)

V. Setúbal: Amaral; Vieira, Francisco Silva, Teixeirinha e Sobrinho; Garcês (Cabumba, 80), Marco Aurélio e Vítor Madeira; Fernando Cruz, Chico Gordo e Dario (Gregório, 68). Treinador: Rodrigues Dias.

Ac. Viseu: Hélder; José Manuel (Simões, 41), Emanuel, Fernando e Sobreiro; Chico Santos, Águas, Rodrigo e Moreira (Inaldo 60); Gerúsio e Moisés. Treinador: Idalino Almeida.

Golos: Marco Aurélio 8 (1-0), Marco Aurélio 30 (2-0), Chico Gordo 43 (3-0), Vítor Madeira 60 (4-0), Gregório 72 (5-0), Chico Gordo 82 (6-0)

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Recordar: CAF - Ac. Viseu 1-3 Vitória FC

(11 de Janeiro de 2005)


Jogo no Estádio do Fontelo, Viseu (Taça de Portugal)
Árbitro – Artur Soares Dias, Porto

Académico Viseu – Augusto; Jorginho, Hélder, Gama, Rogério; Vítor Lima, Carlos Lima (Chicabala 81’), Paulo Gomes e Artur Alexandre; Filipe Cândido (Jaírson 63’) e Caju. Treinador: Rui Bento

Vitória Setúbal – Paulo Ribeiro; Manuel José, Dion, Auri e Nandinho; Ricardo Chaves e Puma; João Paulo Brito (Hélio 72’) Pedro Oliveira e José Rui (Jorginho 60’); e Bruno Moraes (Igor 76’).

Golos: Bruno Moraes aos 12 (0-1), Manuel José 69 (0-2), Jorginho 87 (0-3), Cajú 90 g.p. (1-3)

Acção disciplinar – Cartões amarelos a Rogério (2), Hélder e Caju (Académico Viseu); Bruno Moraes, Ricardo Chaves e Auri (Vitória Setúbal). Cartões vermelhos a Rogério (Académico Viseu) e Ricardo Chaves (Vitória Setúbal).


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Recordar: Ac. Viseu 0-1 Setúbal

Estádio Municipal do Fontelo, 06/11/1988, 5000 espectadores

Árbitro: Sepa Santos (Carlos Pires, Ildefonso Gomes)

Académico de Viseu: Paulo Renato, Rui Manuel, José Alhinho, Leal, Kappa, Nogueira, Amaral, Abel, Diallo, Quim (Amadeu, 73) e Melo. Treinador: Fernando Cabrita.

Vitória de Setúbal: Meszaros, Crisanto, Edmundo, Eurico Gomes, Quim, Jorge Ferreira, Roçadas, Flávio, Wando (Paulo Roberto, 67), Cadete (Mendes, 83) e Jordão. Treinador: Manuel Fernandes.

Suplentes não utilizados: Nelito, Morgado, João Manuel, Cruz (Académico de Viseu), Rui Correia, Carlos Manuel e Zezinho (Vitória de Setúbal)

Golo: Jordão 29 (0-1)

Fonte: Fora de Jogo
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Recordar: Setúbal 0-0 Académico

Estádio do Bonfim, 24 de Setembro de 1995

5ª jornada da Liga de Honra 95/96

Árbitro: José Pratas (Évora)

Setúbal: Cândido: Quim, Aziz, Nogueira (Toni, int) e Rui Carlos; Tó Sá, Eric, Marco Mineiro e Carlos Manuel (Tico, 57); Paulo Sérgio e Paulo Ribeiro. Treinador: Quinito.

Académico: João; Mirko; Marco Abreu, Gerson, Rui Trigo e Sérgio; Chiqunho Carlos (Marcelo Sofia, 87), João Luís, Rui Lage e Chalana (Erasmo, 69); Zé D´Angola. Treinador: João Cavaleiro.

Nota: com este empate o Académico até teve direito a capa no Record como pode ver aqui.
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Tudo previsível



Ricardo; Abel, Tello, Caneira e Polga (Tonel 67); Miguel Vlesoso, João Moutinho, Nani (Farnerud 71) e Romagnoli; Yannick e Liedson (Alecsandro 61)


Milojevic; Janício, Madior (Ayew 32), Veríssimo, Hugo e Auri; Sandro, Labarthe (Rui Dolores 45) e Bruno Ribeiro; Varela e Amuneke



Marcha do marcador: Madior 2 a.g. (1-0), Liedson 27 (2-0), Liedson 53 (3-0), Amuneke 79 (3-1)

Remates:
Sporting 19 (10+9)

Vitória 11 (3+8)

Cantos:
Sporting 17 (6+11)
Vitória 5 (2+3)

Faltas:
Sporting 11 (5+6)
Vitória 13 (5+8)

Foras de jogo:
Sporting 4 (2+2)

Vitória 0

Fonte: Record



Foto: Reuters



SPORTING 3 Setúbal 1

Este Sporting começa a ser previsível. Se nas últimas partidas o Sporting marcou bem cedo era previsível que neste não fosse diferente e lá chega então o golo madrugador, não há melhor tónico do que isto tanto para os adeptos como para os jogadores, os adeptos porque começam o jogo descansados e os jogadores porque não precisam entrar em stress na busca do objectivo. Foi uma primeira parte de sentido único, posse de bola esmagadora, um futebol alegre e, como tal, era previsível que o Sporting chegasse ao 2-0 e quem mais o podia fazer se não o previsível Liedson?! Enfim, com tantas previsibilidades o Sporting chegou ao fim da primeira parte a vencer por esclarecedores 2-0 e ficou a dever a si próprio o facto de não ir para intervalo a golear um desolado Vitória de Setúbal. Ainda na primeira parte entrou em campo Ayew e, lá está, como era previsível o público de Alvalade não se esqueceu que ele foi campeão com a camisola do Sporting vestida.
Na segunda parte mais do mesmo: muito Sporting para pouco Setúbal. É sem qualquer tipo de surpresa que o Sporting chega ao 3-0 e acaba também por não ser grande surpresa o facto de o Sporting ir desperdiçando hipóteses de golo, umas atrás das outras. E lá voltam as previsibilidades, Liedson e Polga saíram por causa da velha preocupação sobre os cartões amarelos embora, na minha modesta opinião, me pareça que Liedson não devia ter saído, o Sporting vencia por 3-0, não era previsível que Liedson visse nestas circunstâncias um cartão amarelo e como as coisas corriam o 31 podia acabar com a concorrência a melhor marcador, já nesta jornada.
Amanhã é previsível ver-mos os jornais desportivos dizerem que o Vitória de Setúbal foi muito fraquinho neste jogo frente ao Sporting. Embora essa teoria não seja descabida convém referir que os últimos 15/20 minutos o Sporting desacelerou e o Vitória deu um ar da sua graça, reduziu o placard e podia mesmo ter perdido pela margem mínima o que equivale a dizer, que o Vitória foi fraquinho neste jogo com o Sporting porque a “turminha” de Paulo Bento soube mostrar quem é que manda em Alvalade.
O Vitória de Setúbal previsivelmente irá para a Liga de Honra e pode mergulhar numa crise de onde dificilmente sairá. Será o fim de mais um histórico do futebol português? Setúbal merece um Vitória saudável.
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Com, demasiada, tranquilidade!


Setúbal 0 SPORTING 3
Foi um jogo sem história. Utilizo a palavra “demasia” no título porque este Vitória de Setúbal é uma equipa fraquinha. Uma equipa que durante 90 minutos de futebol (?) não consegue ligar uma jogada que anda a fazer na Liga maior do nosso futebol? Este grande clube merecia uma equipa bem mais aguerrida. O que mais me “chateia” neste tipo de equipas é o grande número de estrangeiros que apresentam. Para fazer estas figuras não há portugueses? Mas isso é um problema para os adeptos vitorianos
O Sporting não teve culpa de ter uma equipa demasiado macia pela sua frente até porque o líder do campeonato já jogou neste estádio e aconteceu o mesmo que hoje, ou seja, um passeio. Paulo Bento manteve-se fiel às suas ideias e apresentou em Setúbal um onze que eu apelido de lógico. Ronny continuou na lateral esquerda numa decisão que considero acertada pois seria demasiado cruel para o brasileiro ser retirado da equipa depois da má exibição frente ao Spartak, embora se tenha notado que ele não ficou imune às muitas críticas à sua actuação frente aos russos e por isso mesmo não se aventurou muito a subir no terreno mesmo com o adversário a pedir que ele subisse e que ele desequilibrasse. Paulo Bento voltou a apostar em Nani e Liedson quando muita gente, incluindo eu no caso de Nani, andasse já a pedir cabeça deles e foram eles que decidiram o jogo. Acertada também a inclusão de Tello no meio campo, pois o chileno está a jogar como nunca se viu e é neste momento o melhor jogador do Sporting em termos de último passe o tal, o último, que tantas vezes tem faltado ao jogo do Sporting. A grande incógnita nesta equipa continua a ser Carlos Martins que é um jogador que muito admiro. Frente ao Spartak ficou na bancada e hoje aconteceu o mesmo. Não merecerá Martins o mesmo tratamento que Nani? Temo que o nº 10 se perca de vez, o que seria muito triste tendo em atenção todo o seu potencial.
A vitória do Sporting é incontestável e arrisco mesmo dizer que ficaram a dever-nos uma goleada. O adversário tornou-se assim no ideal para o Leão lamber as feridas e preparar com tranquilidade o assalto aos dois jogos que faltam para terminar o ano. Agora é assistir bem confortável no sofá ao desenrolar da jornada e esperar que quem vai à frente escorregue e que devolva a alegria ao Covil do Leão.
Foto: Mais Futebol.
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