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Manual de sobrevivência

Imagem revistamanutencao.pt

No passado domingo Sporting da Covilhã (2-1 em casa ao Oliveirense), Guimarães B (vitória no terreno do Sporting B por 2-4) e Santa Clara (vitória caseira frente ao Braga B por 1-0) deixaram de fazer parte do lote de "aflitos" no que à manutenção na Segunda Liga diz respeito.

Agora a luta é entre Académico de Viseu (53 pontos), Mafra (53), Leixões (52), Benfica B (52), Farense (51) e Atlético (51). Os jogos em que estes clubes são intervenientes são os seguintes: 

Ac. Viseu vs Sp. Covilhã
Gil Vicente vs Farense
Oliveirense vs Leixões
Atlético vs Oriental
Aves vs Mafra
Benfica B vs Freamunde

Da análise dos jogos em cima referidos resulta que apenas o Benfica B, frente ao Freamunde, joga com uma equipa ainda com objetivos, neste caso a subida (tem que ganhar e esperar que Feirense e Portimonense percam). Todos os outros clubes jogam com equipas com a vida resolvida, sendo que os adversários de Atlético e Leixões já desceram de divisão.

Como ficam as contas do Académico em relação à manutenção? 

Vitória - neste caso o nosso clube mantém-se na Segunda Liga, sem outras contas, sendo 17º classificado e fazendo 56 pontos.

Empate - também pode ser suficiente, chegando assim aos 54 pontos, mas aqui é preciso fazer contas. 
1) Mantém-se desde que no mínimo três das equipas atrás de si não ganhem.
2) Mantém-se se Mafra empatar mesmo que Farense e Atlético vençam (desempate a 54 pontos) desde que Leixões ou Benfica B não ganhem.
3) Mantém-se se Mafra empatar e Farense ganhar desde que o Atlético não ganhe e independentemente dos resultados de Leixões e Benfica B.

Derrota - ficaríamos com os mesmos 53 pontos e também com contas por fazer mas com a manutenção possível.
1) Mantém-se se três dos outros envolvidos também perderem.
2) Mantém-se se Mafra perder e os restantes não ganharem 
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Tarefa difícil

A nove jornadas do fim, e com a luta pela “não descida” ao rubro, analisamos o que resta de campeonato e chegamos à conclusão que o Académico é de todos os clubes envolvidos na luta, o segundo que tem o calendário mais difícil, apenas superado pelo Farense. Siga o nosso raciocínio e depois diga se concorda connosco.
Deste exercício excluímos os clubes que tenham um avanço, ou um atraso, de seis ou mais pontos para a linha de água, daí que não incluímos nas contas Penafiel (+7), Oriental (-9) e Oliveirense (-17).
Até ao final da época o Académico irá defrontar fora de casa o Porto B (1º), Chaves (2º), Gil Vicente (7º) e Mafra (18º). No Fontelo receberá Oliveirense (24º), Sporting B (12º), Aves (9º), Feirense (5º) e Sporting da Covilhã (14º). Para sabermos o grau de dificuldade somamos as classificações dos adversários, ou seja, quanto mais baixa for a soma, maior a dificuldade. Assim temos:


CLUBE
DIFICULDADE
CLASSIFICAÇÃO
Farense
89
Ac. Viseu
92
Santa Clara
103
Vitória B
105
Mafra
108
Benfica B
118
Atlético
121
Leixões
127
Sp. Covilhã
132

Tendo em conta apenas os jogos fora de casa aí é o Académico que tem a missão mais espinhosa. Vejamos:

CLUBE
DIFICULDADE
CLASSIFICAÇÃO
Ac. Viseu
28
Atlético/Farense
41
Vitória B
44
Benfica B
47
Covilhã
68
Mafra
76
Santa Clara
77
Leixões
82

O cenário mais favorável parece ser nos jogos caseiros onde só Benfica B e Atlético parecem ter um caminho mais limpo, mas para isso temos que tornar o Fontelo numa fortaleza:

CLUBE
DIFICULDADE
CLASSIFICAÇÃO
Santa Clara
26
Mafra
32
Leixões
45
Farense
48
Vitória B
61
Covilhã/Ac. Viseu
64
Benfica B
71
Atlético
80

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Atlético CP 1-1 Ac. Viseu FC

Estádio da Tapadinha, 27 de fevereiro de 2016
32ª Jornada da Ledman LigaPro
Árbitro: Hélder Lamas (Braga)      

Atlético: Danilo Lerda, Pedro Almeida, Perozo, Gerevini, Djikiné, Jorge Ribeiro, Manuel Curto (Celestino, 80), Hélio Cruz, Pedro Regula, Nadson (Steph, 67) e Malele (Vouho, 80). Treinador: Carlos Pereira.

Ac. Viseu: Ricardo Janota; Tomé, Tiago Gonçalves, Lameirão e Tiago Costa; Romeu Ribeiro e Capela; Clayton (Tiago Borges, 63)), Yuri (Bruno Loureiro, 90+1)) e Carlos Eduardo; Zé Pedro (Steve Ekedi, 77)). Treinador: Bruno Ribeiro.

Golos: Malele 32 (1-0), Tiago Borges 83 (1-1)

"Atlético e Académico de Viseu empataram este sábado, 1-1, na Tapadinha, em partida da 32.ª jornada da 2ª Liga que terminou com uma igualdade justa. O suíço Malele (32 minutos) e o jovem português Tiago Borges (83) marcaram os golos de ambas as equipas, num duelo que exigiu muito do físico dos jogadores e que, em termos técnicos, deixou algo a desejar.
Foi uma partida algo inconsequente, prejudicada por um relvado em mísero estado, demasiado empapado e sem deixar o esférico rolar de forma normal devido à chuva que caiu abundantemente nos últimos dias.

O Atlético abriu o marcador aos 32 minutos, num típico lance de contra-ataque conduzido do lado esquerdo pelo brasileiro Nadson. Este aproveitou um ressalto de bola no corpo de Paulo Regula e serviu o veloz avançado suíço Malele, que se isolou e bateu o guarda-redes viseense Janota.

Um golo marcado contra a corrente do jogo, numa primeira parte em que o Académico de Viseu foi mais ofensivo, mas nunca logrou criar uma ocasião de golo realmente soberana.

Na segunda metade a equipa viseense continuou a ter mais posse de bola, a apostar mais no ataque, mas sem resultados práticos. A equipa de Alcântara manteve sempre uma grande coesão defensiva, assente em três centrais - Perozo, Djikiné e Gerevini - e dois laterais bastante sólidos e acutilantes como foram os casos de Pedro Almeida e Jorge Ribeiro.

A dez minutos do fim, o técnico interino Carlos Pereira refrescou o meio-campo e o ataque com as entradas de Vouho e Celestino para os lugares de Malele e Manuel Curto, respetivamente, conseguindo o objetivo de estancar a maior propensão ofensiva do Académico. 

Mas, após muita insistência, a equipa de Viseu conseguiu o empate através de um grande golo de Tiago Borges, aos 83 minutos. O reentrado avançado bateu com categoria Danilo Lerda, o guarda-redes italiano do Atlético que viu a bola passar-lhe por cima.

O empate final (1-1) acabou por dar uma expressão justa ao resultado final. O Académico foi mais ofensivo, enquanto o Atlético apostou sobretudo no contra-ataque e no erro dos viseenses."

In Record


Notas aos jogadores (dadas pelo jornal Record e aceites por nós para a eleição de jogador do mês/jogador do ano): 4 - Tomé, Lameirão, Yuri e Tiago Borges: 3 - Ricardo Janota, Tiago Costa, Tiago Gonçalves, Romeu Ribeiro, Capela, Clayton, Carlos Eduardo; 2 - Zé Pedro, Steve Ekedi; 1 - Bruno Loureiro.
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Antevisão: Atlético CP vs Ac. Viseu FC

328º Jogo do Académico na Segunda Liga - 106 vitórias, 89 empates, 132 derrotas, 317 golos marcados, 367 sofridos. Fora de casa este será o jogo 165 - 23 vitórias, 49 empates, 92 derrotas, 122 golos marcados, 255 sofridos.

9º jogo entre os dois clubes com o saldo a ser ligeiramente desfavorável ao Académico - 3 vitórias, 1 empate, 4 derrotas, 9 golos marcados, oito sofridos. Na Tapadinha o Académico venceu um jogo e perdeu 2, marcou 3 golos e sofreu 4.

Nos últimos 4 jogos entre os dois clubes o resultado foi sempre de 1-0, com 3 vitórias do Atlético e uma do Académico.

O Académico neste momento é o 13º classificado com 39 pontos, tem mais um que o Atlético que é 15º. O nosso clube tem menos um golo marcado (30/31) e menos um sofrido (35/36).

Na antevisão ao jogo anterior referíamos o facto de o Académico estar há 5 jogos sem perder, essa era a maneira de ver o copo "meio cheio". O panorama não é muito animador, o nosso clube não vence há 4 jogos e tem apenas uma vitória nos últimos 9 jogos. A última vitória foi quase há um mês e a última vitória fora de casa foi quase há 3 meses.

O Atlético, que é a equipa da Segunda Liga que mais cartões amarelos vê, também está há 4 jogos sem vencer (2E,2D), tem também apenas uma vitória nos últimos 9 jogos.

O árbitro da partida será o Senhor Hélder Lamas e sobre a sua nomeação já tudo foi dito aqui
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Análise Individual Ac.Viseu FC x Atlético CP: Carlos Eduardo11 o escolhido


Carlos Eduardo – 3 – O jogador que mais desequilibrou no jogo de ontem. Face a algumas ausências, o nº11 academista foi quem mais brilhou face à escassez de opções de ataque. O escolhido pela magia do futebol para melhor academista em campo.


Fotografia retirada do site oficial do Ac.Viseu FC


Ricardo Janota – 3 – Jogo ingrato. Tarde descansada, mas um golo sofrido. Ainda subiu à área do Atlético nos últimos lances da partida par atentar alguma coisa.

Tiago Costa – 3 – Muita determinação e entrega à partida. Não merecia a derrota. Dos melhores.

Bura – 3 – Acabou a ponta-de-lança. Esteve perto do golo por duas ocasiões.

Lameirão – 2.5 – Um dos sacrificados ao intervalo.

Kiko – 3 – A subir de forma. Foram dos seus pés muitos dos cruzamentos no jogo de ontem para a área da equipa forasteira.

Romeu Ribeiro – 3 – Por pouco não deu o empate na última jogada da partida, cabeceamento ao lado.

João Ricardo – 3 – Recuou para central quando necessário, após a saída de Lameirão. Foram dele, muitos dos passes compridos teleguiados.

Clayton – 3 – Teve nos pés a oportunidade mais flagrante. Ainda à procura da melhor forma.

Alex Porto – 2.5 – Um dos sacrificados ao intervalo.

Fábio Martins – 1 – Oportunidade de ouro desperdiçada pelo avançado academista. Apesar da sua mobilidade (talvez a sua melhor característica), mostrou estar desinspirado, e sem sentido de baliza (um remate ao lado é muito pouco, em 90 min).

Forbes – 1 – Muitas esperanças estão depositadas no PL academista, último reforço do defeso. Mas ontem foi um jogo para esquecer.

Tiago Borges – 2 – Tentou, mas não foi possível chegar ao golo. Algumas incursões, nomeadamente pelo flanco direto do ataque, mas sem o desfecho desejado.

Yuri – 1- Não foi possível acrescentar a sua velocidade e técnica à partida.
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Ac.Viseu FC 0-1 Atlético CP - a crónica do "massacre ...sem golos"


Ac.Viseu FC 0-1 Atlético CP
“Massacre…sem golos”
Tal como aconteceu na época anterior, o académico foi derrotado na receção ao Atlético, por 0-1, com golo de Djikiné.

O mister Ricardo Chéu escalou o seguinte onze:
Janota, Tiago Costa, Bura, Lameirão (Tiago Borges, 46) e Kiko; Romeu, João Ricardo, Clayton (Yuri, 79), Alex Porto (Forbes, 46), Carlos Eduardo e Fábio Martins.

O golo que ditou a derrota academista surgiu bem cedo, logo aos 10min. Livre superiormente bem marcado por Celestino e Djikiné de cabeça bateu o guardião Janota. Antes disso, o académico poderia ter aberto o ativo, com o cabeceamento de Bura a passar a centímetros do poste de Meira. A partir daqui só deu Académico, com os comandados de Jorge Andrade a sentirem a expulsão de Malele ainda antes do intervalo. Clayton falhou a oportunidade mais flagrante, com a bola a embater no poste, quando pareceria que era so encostar.
Para a 2ª parte, o técnico academista colocou T.Borges e Forbes, e mais tarde Yuri. A verdade é que as ocasiões foram mais que muitas, demasiadas, mas a bola teimou em não entrar na baliza do guardião forasteiro. A equipa fez tudo para não começar a jogar em desespero, mas os avançados academistas não estavam em dia sim, e mostraram desinspiração na hora de fazer o golo.
Assistiu-se a um autentico massacre sem golos.


Mesmo assim, temos de destacar a entrega de vários atletas, que não baixaram os braços e acreditaram até ao fim que poderiam, pelo menos, empatar. Não foi possível.
Hoje é novo dia, e sábado há mais uma batalha para vencer, em Penafiel.

João Monteiro
A Magia do Futebol

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Ac. Viseu FC 0-1 Atlético CP

Mais de 50  minutos a jogar em superioridade numérica não foram suficientes para o Académico conseguir um golo, um ponto, fosse o que fosse, deste jogo com o Atlético. Assim sendo o Académico, que tem dos piores ataques da Segunda Liga, baixou para a 10ª posição da tabela com 14 pontos. E se é verdade que a zona de subida, ocupada por Atlético e Chaves, está a apenas um ponto, também não é menos verdade que estamos "apenas" com 6 pontos sobre a linha de descida.
Amanhã teremos o sorteio da Taça de Portugal, domingo visitamos o Penafiel que tem os mesmos pontos que o nosso clube.
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Antevisão: Ac. Viseu FC vs Atlético CP

305º jogo do Académico na Liga 2, tendo até ao momento 101 vitórias, 79 empates e 124 derrotas, marcou 293 golos e sofreu 338.

153º jogo na Liga 2, na qualidade de visitado, tendo alcançado 80 vitórias, 36 empates e 36 derrotas, marcou 182 golos e sofreu 98.

8º jogo entre as duas equipas. Até agora o Académico venceu 3 jogos, empatou 1 e perdeu 3, marcou 9 golos e sofreu 7.

5º jogo entre as duas equipas no Fontelo. Na época passada o Atlético venceu, a sua única vitória, tendo o Académico ganho 2 jogos e empatou outro. O Académico marcou 6 golos e sofreu 3.

O Académico tem neste momento mais um ponto que o Atlético (14-13). Fora de casa a equipa de Alcântara venceu o Leixões, empatou com o Guimarães B e perdeu com o FC Porto B. Foi eliminado da Taça de Portugal no sábado ao perder nas grandes penalidades frente ao Trofense.

Rui Silva, da Associação de Futebol de Vila Real, será o árbitro do jogo. Na presente época foi o árbitro do jogo da Taça da Liga frente ao Gil Vicente. Outros jogos em que arbitrou o Académico: Académico 1-0 Eléctrico (09/10); Beira Mar 1-0 Académico (13/14); Ac. Viseu 0-2 Moreirense (13/14) e Ac. Viseu 0-1 Santa Clara (13/14).
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Apresentação dos adversários: Atlético CP

Nome: Atlético Clube de Portugal
Ano de Fundação: 1940
Localidade: Lisboa
Associação: Lisboa
Estádio: Tapadinha
Equipamento: Camisola amarela e azul listada verticalmente, calções azuis, meias azuis.


Passado na segunda liga: Quinta presença

Passado em comum: 7 jogos, 3 vitórias, 1 empate e 3 derrotas. O Académico marcou 9 golos e sofreu 7.
87/88 (Taça de Portugal): Ac. Viseu 2-2 Atlético (Hélder e Rui Madeira); Atlético 3-2 Ac. Viseu (João Luís 2);
13/14 (Taça da Liga): Ac. Viseu 1-0 Atlético (Capela);
13/14 (H): Ac. Viseu 3-0 Atlético (Cafú, Paulo Monteiro, Zé Rui); Atlético 1-0 Ac. Viseu;
14/15 (H): Atlético 0-1 Ac. Viseu (Clayton); Ac. Viseu 0-1 Atlético.

 Foto retirada daqui

Plantel:

Guarda Redes:

Mickael Meira - 21 anos, 19 jogos na segunda liga ao serviço de Sporting B e Atlético;
Bernardo- 19 anos, 1 jogo (Atlético).
Danilo Lerda - 28 anos, ex Talleres Córdoba (Argentina), estreia;

Defesas:

Maurício (DE) – 30 anos, ex Cova da Piedade, estreia;
Pierre Mbemba (DC) – 26 anos, 18 jogos (Atlético);
Duarte Machado (DD/DE) – 32 anos, ex Olhanense, 176 jogos, 1 golo (Olivais e Moscavide, Fátima, Belenenses e Olhanense);
Pedro Almeida (DD) – 22 anos, 37 jogos (Atlético);
Jorge Ribeiro (DE/MC) – 33 anos, ex Aves, 104 jogos, 7 golos (Santa Clara, Varzim e Aves);
Roberto (DC) – 25 anos, 33 jogos, 3 golos (Atlético);
Javier Cohene (DC) - 28 anos, ex Borac Cacak (Sérvia), 37 jogos, 2 golos (Olhanense);
Lucas Rocha (DC) - 24 anos, ex Boavista, estreia;

Médios:

Djikiné (MDC) – 28 anos, ex Covilhã, 45 jogos, 3 golos (Covilhã);
Diogo Pires (MD/MC) – 22 anos, ex Ribeirão, 21 jogos (Aves);
Hélio Cruz (MC) – 21 anos, ex Ribeirão, estreia;
Vladmir Forbs (MC) – 23 anos, ex Tirsense, estreia;
Au Yeung (MC) – 26 anos, 1 jogo (Atlético);
Júlio César (MD) - 27 anos, ex Capivariano (Brasil), estreia;
Anderson (MC) - 18 anos, ex junior, estreia;

Avançados:

Palacios (ED/EE) – 22 anos, 34 jogos, 6 golos (Atlético);
Quinaz (EE) – 30 anos, 117 jogos, 17 golos (Aves, Atlético e Portimonense);
Nélson (PL) – 23 anos, ex Real Massamá, estreia;
Stehb (ED) – 24 anos, ex Operário, estreia;
Vouho (EE/PL) – 28 anos, ex Santa Clara, 52 jogos, 11 golos (Portimonense, Santa Clara e Covilhã).
Chris Gadi (ED) - 23 anos, ex Beroe (Bulgária), estreia;
Minor López (PL) - 28 anos, 25 jogos, 6 golos (Atlético);
Malele (PL) - 21 anos, ex Trapani (Itália), estreia;


Jogadores que atuaram nos dois clubes: Amaral, Bruno Carvalho, Carlos Ferreira, Chiquinho Carlos, Cobra, David Nunez, Eridson, Gerúsio, João Martins, João Medeiros, José Mário, Mauro Antunes, Murraças, Nuno Ricardo, Ouattara, Pisco, Raúl Martins, Ricardo Janota, Sérgio Rocha, Spencer, Tiago Rosa, Vicente e Zé Maria.
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MVP: João Ricardo

João Ricardo – 2,5 – Dos jogos mais difíceis de escolher o melhor academista em campo. Optei pelo João Ricardo pela seriedade com que jogou, tanto a médio defensivo como a central.

Ivo Gonçalves – 2,5 – Foi o espetador mais atento do jogo de ontem.

João Amorim – 2 – O pior jogo desde que é jogador do Académico. “Hoje nem o 2!” ouvia-se da bancada.

Tiago Gonçalves – 2 – No lance da grande penalidade, podia, e devia, ter jogado de forma simples. Expôs-se ao risco de forma desnecessária e isso manchou-lhe a exibição, mesmo que as imagens mostrem que não havia grande penalidade.

Eridson – 2,5 – Não se lhe podem assacar culpas pela derrota.

Dalbert – 2 – Tentou, mas nem sempre teve as melhores opções.

Alex Porto – 2 – Tivesse marcado logo aos 3 minutos… na minha opinião havia outros que mereciam mais a substituição.

Clayton – 2 – Começou bem, com o passe para Alex Porto, mas depois eclipsou-se. Dos jogos menos conseguidos que lhe vi fazer.

Luisinho – 2 – Também tem direito a ter jogos como o de ontem, completamente desinspirado.

Tiago Almeida – 2 – Que saudades do Tiago Almeida do início de época…

Fábio Martins – 2 – Fez brilhar Igors num livre directo. Foi a sua melhor acção em todo o jogo. Das bancadas também não vem grande apoio. Faz lembrar o Sandro Lima de início de época.

Tiago Borges – 1,5 – Pode fazer mais, muito mais, talvez seja por isso que tem estado cada vez mais no banco.


Gabi – 1,5 – Dele esperava-se que desse critério ao jogo academista. Não conseguiu.
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Ac. Viseu FC 0 - 1 Atlético CP

Estádio do Fontelo, 22 de fevereiro de 2015
29ª Jornada da Segunda Liga
Árbitro: Sérgio Piscarreta (Algarve)

Ac. Viseu: Ivo Gonçalves; João Amorim, Tiago Gonçalves (c), Eridson (Tiago Borges, 57) e Dalbert; João Ricardo, Alex Porto (Gabi, 67) e Clayton; Tiago Almeida, Luisinho e Fábio Martins. Treinador: Ricardo Chéu.

Atlético: Igors; Kiki (Leandro Albano, 72), Roberto, Gregory e Pedro Almeida; Thomas, Silas (c) (Vítor Almeida, 82) e Ibrahim; Jota, Palacios e Bata (Lopez, 68). Treinador: Lázaro Oliveira.

Golo: Silas 42 gp (0-1)

Para começo de crónica refiram-se as alterações no onze em relação ao jogo com o Tondela – Alex Porto jogou no lugar do castigado de André Sousa (a falta que este jogador fez) e também devido a castigo surgiu no lugar de Sandro Lima o também brasileiro Fábio Martins.

O jogo começou bem para o Académico que logo no minuto 3 atirou à barra – Clayton ajeitou para Alex Porto que embalado atirou à barra; na sequência da jogada a bola sobra para Fábio Martins que se deixa desarmar; do desarme a bola sobra novamente para Alex Porto que atira para defesa segura de Igors.

Esperava-se a partir daí um Académico dominador e acutilante. Lá dominador foi mas faltou sempre intensidade ao jogo academista. Destaque apenas para dois remates sem perigo da nossa parte e outro para o Atlético.

O Académico era, foi sempre, a melhor equipa sobre o terreno, mas deixou-se entear no jogo lisboeta. E nem o bom remate, de livre, que fez brilhar a boa altura o guarda redes visitante, fez anestesiar a dor que foi ver o Académico arrastar-se pelo campo.

E ante do intervalo o Atlético chega ao golo, sem saber ler nem escrever. Asneira de Tiago Gonçalves, que pareceu querer sair a o jogar, que não soltou a bola quando devia e quando se deixa antecipar vai em esforço tentar o corte. O árbitro achou que era grande penalidade e Silas, com classe, não falhou.

Esperava-se uma boa reação na segunda parte mas o que aconteceu foi, no mínimo, enfadonho. Aos 50 João Amorim tirou um bom cruzamento, uma raridade no dia de hoje, que Fábio Martins não conseguiu emendar de forma clara. A partir daí… acabou o jogo.

O Atlético fez do anti jogo uma arma, fechando-se na sua defensiva, tirando a bola de qualquer forma. Lázaro Oliveira é um treinador que espero nunca ver a treinar o Académico de Viseu, um verdadeiro assassino do futebol – no sentido de que arruína e destrói - daqueles que não traz nada de novo ao jogo de que tanto gostamos, jogou para o pontinho, ganhou a sorte grande. E não faltará gente a vangloriá-lo em certas crónicas para quem vencer vale tudo. Não devia valer.

De uma coisa o Atlético não tem culpa, nem o seu treinador. De que do Académico não se tenha visto uma única jogada de encher o olho. Foi sempre de uma previsibilidade confrangedora. Houve jogadores que desde os primeiro minutos não se viram em campo – e estou a falar de Clayton – mas que ficaram até ao fim, mesmo com substituições para fazer. Seguramente Ricardo Chéu viu outra coisa e é por isso que ele é o treinador e eu sou apenas um adepto.


José Carlos Ferreira, sócio 325 do Académico de Viseu Futebol Clube.
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