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Ainda falta uma vitória

Viseu e Benfica 0 ACADÉMICO DE VISEU 3
A foto é do site do Académico de Viseu (aguardando pelo final do GDOF 1 Lamego 1)


Guilherme, Zé Pedro (Nando 77), Márcio, Ângelo, Serafim, Nando, Abner (Coquinho 54), Pedro Rocha, Dani, Luís Paulo e Zé Alfredo (Toipa 68)


Manuel Fernandes, Simões, Negrete, Marcos, João Miguel, Calico, Álvaro (Xinoca 70), Carlos Santos (cap), Eduardo (Barra 85), Filipe Figueiredo (Zé Teixeira 90) e Tiago
Golos: Eduardo 46 (0-1), Tiago 54 (0-2), Filipe Figueiredo 87 (0-3)
Incidências: Xinoca expulso aos 89 minutos

Com esta vitória o Académico fica a um passo, leia-se vitória, de assegurar a subida aos nacionais de futebol. Se na semana passada aqui, neste blogue, enviávamos uma mensagem de apoio aos jogadores do Académico de Viseu desta vez apelamos a que todos, incluindo os adeptos, mantenham a serenidade. Falta um jogo mas é preciso vencê-lo. Por último uma palavra de apoio e solidariedade para com os adeptos do Viseu e Benfica, A MAGIA DO FUTEBOL deseja que a estadia na 1ª distrital seja curta.

Veja as crónicas do jogo:Diário Regional




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Um líder na pele de "coitadinho"



Este país que tanto amamos é mesmo assim do nada toda a gente vai descobrir problemas. O Sporting de Lamego na semana passada ascendeu de novo à liderança da Divisão de Honra da A.F. Viseu e quando seria de esperar que os protestos acalmassem – são líderes e só dependem deles - , lá vêm os lamecenses descobrir novos “escândalos”. Agora – pasme-se! – o problema é o facto de o Viseu e Benfica – Académico de Viseu se realizar nos Trambelos. Com isto o dirigente lamecense – Carlos Guedes de seu nome – assume o papel de “coitadinho” que não assenta bem a um clube que é líder, demonstra um receio inexplicável e parece querer transformar uma coisa – o futebol –, que é algo de belo e são, numa batalha campal. Quero aqui deixar uma palavra de apreço por Idalino de Almeida que reagiu a mais uma provocação do adversário como se deve reagir, ou seja, pedindo que haja apenas e só verdade desportiva.
Somos um clube que “mudamos de nome para andar no futebol” mas ao contrário do que muitos queriam e desejavam o Académico de Viseu continua a ser a grande referência desportiva da Beira Alta, um clube que consegue “obrigar” um outro a mudar de estádio porque precisa de mais lugares para conseguir albergar todas as pessoas que querem assistir a um jogo das distritais e isso custa muito a certas pessoas.
Por último quero salientar três aspectos:
  1. No meu entender o Viseu e Benfica deveria actuar sempre no Fontelo. Estarei enganado? Se sim expliquem-me porquê, pois eu não consigo perceber o facto de o AVFC utilizar aquele recinto e o SVB não, estando os dois na mesma divisão.
  2. A Rádio Lafões foi a rádio que “levantou” este problema. Tiro o meu chapéu a essa mesma rádio pois é uma referência na região. No entanto tenho que perguntar: um dia destes o Académico de Viseu, em juniores, deslocou-se à terra do clube “que não muda de nome para andar no futebol” e saiu de lá com os 3 pontos mas não só, também saiu de lá depois de alguns elementos terem sido agredidos. Tiveram o cuidado de perguntar ao Sr. Carlos Guedes sobre o que se passou naquele jogo?
  3. Por último uma palavra para os academistas: o único blogue que é feito de academistas para academistas é este (e o do Jorge nas camadas jovens, claro!). Enquanto que o nosso clube não cria no site um espaço para emitirmos a nossa opinião é na MAGIA DO FUTEBOL – desculpem-me a imodéstia –, que devemos debater tudo o que se passa com o nosso clube. Entrar em guerras noutros espaços é chover no molhado.

    Veja aqui o resumo do que se disse ontem na Rádio Lafões
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Vencer sem convencer

Académico de Viseu 1 Viseu e Benfica 0

A Magia do Futebol colocou um post, onde Vitor Santos do blog "Mo(vi)mentos" falava da importância da reedição do Derby da cidade de Viseu. Dizia o Vitor que este era o jogo ideal para chamar os viseenses ao seu estádio. E assim foi. Confesso que já não via o Fontelo tão bem composto de publico à muito tempo. Antigos jogadores e adeptos do futebol em Viseu, voltaram realmente ao seu estádio, mas a opinião era geral: Com uma tarde de sol em Viseu, não havia necessidade de marcar um jogo para aquela hora esquisita. Estava frio, e bastante nevoeiro, motivo pelo qual foi impossível fazer reportagem fotográfica do jogo.

Quanto ao jogo, foi fraco, muito fraco. Salvou-se a equipa do Viseu Benfica, que fez de tudo para contrariar o favoritismo da equipa da casa. O Académico está uma equipa partida, não há meio campo, e quando o meio campo não ajuda, a defesa e o ataque não produzem...
Na primeira parte o Académico ainda fez algumas jogadas vistosas, mas acabaria por chegar ao golo numa jogada de desentendimento entre um defesa e o guarda-redes do Viseu Benfica, com o defesa a fazer um auto-golo. A partir daqui a equipa do Viseu Benfica fez mais pela vida, chegando a estar muito perto do empate através de um remate do avançado Coquinho á barra. Este avançado conseguiu, sozinho, espalhar terror na defesa do Académico.
A primeira parte acabou sem nunca conseguir convencer os adeptos que se deslocaram ao Fontelo.
Na segunda parte, o jogo ainda foi pior para o lado academista. O Viseu Benfica teve o domínio por completo de toda a segunda parte. Idalino ainda fez entrar Barra, para animar, e puxar a equipa para o ataque, mas a tentativa não resultou. O jogador esteve em campo pouco mais de 20 minutos. O árbitro puxou para si o protagonismo, e em duas faltas que Barra fez no meio campo, o árbitro prendou-o com dois amarelos. Completamente desajustada esta decisão do árbitro, principalmente na amostragem do segundo cartão. Importa também referir, que o banco do Viseu Benfica devia ter urtigas nos assentos porque os jogadores e equipa técnica passaram toda a segunda parte aos saltos no banco. Talvez também por isso a expulsão de Barra.

O Viseu Benfica fez por merecer o empate, pelo jogo jogado, mas tambem não teve grandes oportunidades de golo. Realce para duas ou três jogadas de perigo mesmo no final do jogo, resultantes do contra ataque da equipa do Académico.

No Académico apenas destaco dois jogadores: Santos que dá um toque de MAGIA á equipa, e Filipe Figueiredo, pela técnica acima da média e pela entrega ao jogo.
No Viseu Benfica destaco o jogador Coquinho que, segundo ouvi ainda tem idade de junior, e o colectivo da equipa. Sem grandes jogadores fazem do colectivo e da entreajuda a sua grande arma.

A arbitragem foi fraquinha com realce para a expulsão do jogador do Académico que obrigou a equipa a jogar grande parte da segunda parte com 10 jogadores.

A equipa de A Magia do Futebol deseja ao Viseu Benfica, boa sorte para o resto da época, e que mantenha a mesma atitude, porque a jogar assim manter-se-á de certeza no escalão máximo da Associação de Futebol de Viseu.

Quanto ao Académico, tem de mudar de atitude. Talvez seja tempo de parar para pensar na estratégia e rumo para a equipa. O treinador e os dirigentes têm de achar uma solução, para pôr fim aos anseios dos sócios. Não vale a pena assobiar para o ar e dizer que ninguém(dirigentes) disse que este ano era para subir.
Recordo, até porque ouvi muita gente a falar do mesmo ontem, que se mantém a controvérsia da transição Farminhão/Académico. Na opinião dos sócios se não era para subir no menor tempo possÍvel, então tinha-se evitado a confusão, e tinha-se começado do zero( 3ª distrital ).

O fantasma ainda paira no Fontelo, e garanto que assusta e afasta muita gente.

Podem ver ao pormenor a crónica do jogo em
Viseu Futebol Magazine ou, em alternativa, no site do Académico.
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