Jogador do mês: Marcelo Henrique


Nome: Marcelo Henrique Dias Silva
Data de nascimento: 12/09/1977
Naturalidade: São Paulo – Brasil
Posição: defesa esquerdo
Números da época:
Jogos: 17
Titular: 17
Titular substituído: 2
Minutos: 1488
Golos: 3
Palmarés mágico:
1 Vez nomeado melhor em campo
1 Vez eleito jogador do mês (Março 10)

Chegou com a época já adiantada para suprir a ausência de um defesa esquerdo no plantel academista que persistia desde a saída de Cordeiro. Aos poucos foi vencendo as dúvidas que sobre si recaiam ao ponto de já ser um dos melhores marcadores do Académico de Viseu. No mês que há pouco terminou foi, no entender de A MAGIA DO FUTEBOL, o melhor jogador academista. Foi nomeado o melhor jogador academista no jogo frente ao Arouca e marcou dois golos. Foram de grande penalidade, é certo, mas em ambos demonstrou classe já que foram apontados sob uma grande pressão, frente ao Arouca quando a equipa jogava com um a menos e empatava a zero e frente ao Mafra quando a equipa perdia por 0-1, ou seja, dois golos contra equipas que lutavam, lutam, pela subida de divisão. Marcelo Henrique terminou o mês com 17 pontos deixando no segundo lugar Tomé com 15,5 e a fechar o pódio Tiago Gonçalves com 13,5. Marcelo Henrique é assim Jogador do Mês Março 2010.
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Geminação futebolística

O Académico de Viseu poderá, já na próxima época, passar a ser o clube satélite de uma formação inglesa. A MAGIA DO FUTEBOL sabe que as negociações estão já em fase adiantada. Tudo indica que o clube em questão é um tal que é treinado por um conhecido viseense. Os contornos do negócio ainda não estão bem delineados mas tudo indica que esse conhecido viseense chamou a si as negociações e que é sua intenção que o próximo treinador academista seja o seu antigo “companheiro de fuga” do Verão de 1993.
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Recordar: Louletano 1-2 Académico


Estádio Municipal de Loulé

10ª Jornada da Liga de Honra 90/91

Árbitro: Alexandre Morgado (Porto); Ferreira Aleixo e José Arnaldo


Louletano: Carlos Pereira; Nilton, Dias, Luís Carlos e Serrinho; Gomes (Carlos Ferreira, 37), Paulo Ribeiro, Henrique e Marcelo (Pinto, 65), João Cláudio e Tó Manel. Treinador: Luís Flávio.

Académico de Viseu: Paulo Renato; Carlos Manuel, José Duarte, Perduv e Albuquerque; Falica (João, 72), João Manuel, Zé Nando e Resende; José da Rocha e Alain (Herbert, 89). Treinador: José Rachão

Golos: Resende 13 (0-1), Henrique 65 g.p. (1-1), Carlos Ferreira 75 p.b. (1-2)
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F.F. - o melhor academista!

F. Ferreira – 4 – O melhor do Académico. Esteve muito bem, muito regular ao longo de todo o jogo. Fez assistência do segundo golo. Executou de forma quase perfeita as bolas paradas, sendo que num dos cantos a bola foi mesmo ao poste da baliza de M. Santos. Na segunda metade, foi ele que pegou na equipa, mesmo quando as forças já estavam a desaparecer.

Rui Marcos – 3 – Esteve tranquilo ao longo de todo o jogo. Sem culpas nos dois golos.

Ruben – 2,5 – Foi o primeiro sacrificado, não comprometeu, exceptuando numa ocasião, em que falhou o tempo de salto, e colocou o adversário em boa posição.

Tiago – 3,5 – Esteve francamente bem, perante opositores de peso.

Jonas – 3,5 – Podia ter dado a vitória ao Académico no ultimo segundo, que pena. Defensivamente esteve a grande nível, tendo sido apenas ultrapassado no lance do primeiro golo do Mafra. Fez um corte excepcional, quando um adversário podia ficar isolado.

Marcelo – 3,5 – Muito lutador, e muito capaz na sua posição. Fez o primeiro golo do Académico e por pouco não marcou no último segundo de livre directo, fazendo a bola embater no travessão.

Calico – 3 – Cumpriu bem o papel de trinco, com a sua garra e determinação habitual, perante opositores bastante altos e tecnicistas. Acabou o jogo esgotado fisicamente.

M. Almeida – 2,5 – Algo discreto do jogo. Batalhador e aguerrido, essas características ninguém lhas tira. Teve algumas dificuldades na posição de defesa direito, dado que o opositor só era o melhor do Mafra, Zhang.

Tomé – 3 – Saiu esgotado, fruto do muito que correu, do muito que trabalhou para a equipa. Mais uma boa exibição do nosso mágico nº7.

Èverson – 3 – Uma primeira parte bastante agradável do nosso 25. Ganhou o penalty que permitiu ao Académico fazer o 1-1. Está mais confiante e prova disso é quando ele pega na bola, e passa por alguns adversários. No segundo tempo desceu de rendimento, fazendo alguns passes errados na zona do meio-campo.

Zé Bastos – 3 – Jogo de sacrifício de Bastos. Correu que se fartou. Não teve oportunidades de golo, é um facto, mas deu trabalho que se fartou aos defensores do Mafra. Exibição francamente positiva do nosso Bastogol.

Hugo Seco – 3 – Entrou e agitou o jogo. A sua velocidade e técnica são mais-valias que o podem levar a um lugar a titular nesta equipa. Fez um golo, e de cabeça, ele que é tão baixo. Contudo, na tal jogada no final do encontro, levou vermelho directo, por pontapear a bola para o ar. É verdade que o jogador não o devia ter feito, mas vermelho directo por este acto? Não me parece nada justo.

P. Gomes – 1 – Entrou para segurar o jogo. Mas, infelizmente, não foi possível.

Álvaro – 1 – Regresso do grande Álvaro aos relvados, depois de resolvido o problema cardíaco que o afectava. Bom reforço para as 5 finais que faltam disputar.
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Ac.Viseu FC 2 x 2 CD Mafra

O Académico de Viseu empatou, esta tarde, a duas bolas frente ao Mafra. O resultado poderia ter sido outro, mas a sorte não esteve com os academistas, que diga-se, tudo fizeram para levar de vencida esta equilibrada formação do Mafra.

Académico de Viseu: Rui Marcos, Rúben (Hugo Seco, 55), Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico, Fernando Ferreira, Tomé (Paulo Gomes, 75), Marco Almeida, Zé Bastos e Éverson (Álvaro, 85). Treinador: António Borges.

Mafra: Márcio Santos, Joãozinho, Éder, Ricardo Correia, Catchana (Alisson, 87), João Afonso, Kifuta (Bonifácio, 73), Marco Paulo (Tiago Almeida, 64), Inácio, Emiliano e Zhang. Treinador: Filipe Moreira.

Expulsões: Hugo Seco e Márcio Santos (90)

Golos: Catchana 9 (0-1), Marcelo Henrique g.p. 12 (1-1), Hugo Seco 62 (2-1), Bonifácio 76 (2-2)

Destaques para a ausência do imprescindível Guima, por lesão, e o regresso do nº8, Álvaro.


O jogo começou praticamente com o primeiro golo forasteiro. À passagem do minuto 5, uma jogada vistosa do nº9, Catchana, abriu o activo para o Mafra. Imediatamente a seguir os viseenses conseguem empatar. Grande penalidade apontada com categoria por Marcelo, na sequência duma falta alcançada por Éverson. O jogador academista ganha posição dentro de área da equipa do Mafra, e é carregado por um adversário. Estava feita a igualdade. Depois disso, só deu Académico até ao intervalo, com duas ocasiões flagrantes. Primeiro, F. Ferreira num canto directo faz a bola embater no poste, não aparecendo depois ninguém para a recarga. Depois, foi a vez de Éverson falhar uma oportunidade de ouro, cabeceando sem oposição, mas a bola não entrou por muito muito pouco.

A segunda metade continuou com um Académico mandão, continuando a carregar. M. Almeida desperdiçou nova oportunidade, ao cabecear à figura de M.Santos. O 2º golo academista chegou já com Hugo Seco em campo, que entrara para o lugar de Rúben. Cruzamento de F. Ferreira, e Hugo Seco oportuno fazia o 2-1 para os viseenses. O técnico academista pretendia segurar o desafio, e faz entrar P. Gomes para o lugar do mágico Tomé. Contudo, o balde de água fria chegaria a 15 min dos 90. O rapidíssimo Zhang ganha pelo lado esquerdo a M. Almeida, faz cruzamento/remate que apanha o nº10, Bonifácio, estabelecendo o resultado final, 2-2. Até final, o Mafra não descurou do ataque, e as substituições operadas pelo técnico Filipe Moreira, traduziam isso mesmo. Contudo, já nos descontos, e com o saudoso regresso de Álvaro, o Académico teve a vitória mesmo muito perto. A bola é lançada por um academista para o rápido Hugo Seco, esteve ganha a bola ao guardião do Mafra, que entretanto saíra da baliza, e é carregado pelo mesmo. O árbitro resolve interromper o jogo para dar ordem de expulsão ao guardião (após segundo amarelo), esquecendo-se que Hugo Seco ia para a baliza, apenas com um defesa como opositor. O jogador academista não se conformou e chutou a bola para o ar, o que lhe valeu, imaginem, vermelho directo. Incrível. Num último minuto de jogo, um livre frontal de Marcelo fez a bola embater no ferro da baliza, e depois Jonas na recarga não conseguiu fazer o golo, que pena. Muito azar neste lance para o Académico.

Um resultado, que sabe a pouco, tanto mais pela excelente qualidade que esta equipa do Mafra demonstrou ter. E que jeito dariam mais dois pontos. Os academistas estão ainda no “ingrato” 12º posto, com 29 pontos. Mas o lema é continuar a lutar, a batalha vai, certamente, continuar a ser jogo a jogo. No próximo sábado a deslocação é complicada, até à Sertã, e pontos precisam-se. Força Académico!
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Força Jorjão...

Há momentos na vida em que a saúde nos prega partidas e tudo o resto passa para segundo plano!

O Jorge Sá(Jorjão), não vai poder estar este fim de semana com os seus meninos(leia-se atletas das camadas jovens do Académico) ou como ele chama com os seus campeões, por motivos de saúde.

Neste momento o seu estado de saúde já se encontra estável.

A Magia do Futebol, deseja rápidas melhoras ao seu colega e amigo Jorjão.

Não podemos deixar de citar algumas palavras que o seu irmão escreveu, e que descrevem bem a personalidade do nosso colega:
"...mais uma vez superou a prova, cada vez mais forte, cada vez maior no coração, desistir não foi uma opção, chorar também não, sorrir como ele fez com a mascara a falar com as pessoas e mesmo tendo tido de novo algo grave não deixou de estar bem disposto. "
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Antevisão 25ª jornada: Ac.Viseu FC x CD Mafra

Nova jornada, novo encontro decisivo para os academistas.
A 25ª jornada dita a visita do “candidato” Mafra ao Fontelo. E “candidato” porque esta formação da AF Lisboa, está a apenas 6 pontos da liderança (o que não é de todo impossível de alcançar), totalizando 37 pontos até ao momento, fruto de 10 vitórias, 7 empates e 7 derrotas. O Mafra atravessa um bom momento de forma, isto porque nos últimos 10 desafios, perdeu apenas um, em Esmoriz (na 21ª jornada, 1-0). Do outro lado, está o nosso Académico, que pontua há 4 jogos consecutivos, e uma vitória frente ao Mafra, colocará a equipa de António Borges mais próxima do objectivo da manutenção. A luta está muito renhida, dado que nesta altura da prova todos têm conseguido, aqui ou ali, pontuar. Espera-se um Académico aguerrido e lutador, à imagem do que tem feito nos últimos desafios, pois só assim ultrapassará esta difícil formação do Mafra.

F. Ferreira, já cumpriu o jogo de castigo, e pode dar o seu contributo no domingo. Rui Santos e Álvaro continuam indisponíveis, sendo que Augusto continua em dúvida. Força Académico!

Árbitro: Sr. António Ferreira, AF Braga (jogo sem observador)

Horário: Domingo, dia 28/03, às 16 horas
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"Passatempo"


Imagem: Baú dos Cromos

A que época pertence este onze? Que jogadores reconhece? Em que Estádio "estamos"?
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Onzes do passado

Época: 89/90

Estádio: Santos Pinto na Covilhã

Em Cima: Paulino, Herbert, João Manuel, João Medeiros, Faria e Falica

Em baixo: Paulo Viana, Jorge Leça, Abel, Moniz e Fanfali

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Recordar: Sardinha


"Manuel Jacinto Madeira Sardinha, nasceu a 11 de Março de 1966 em Évora, mas viveu até aos 17 anos na localidade de S.Manços (Évora). Este experiente atleta é uma das referências no nosso futsal distrital, destacando-se pela simplicidade e eficácia de processos dentro de campo. Técnico de informática na ULSNA-Hospital Dr. José Maria Grande, evidência-se pelos melhores atributos que um guarda-redes pode ter entre os postes."

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Cabido - 22

Vítor Miguel Costa Cabido, o Cabido do Académico de Viseu, nasceu a 23 de Março de 1988 e comemora hoje 22 anos. Parabéns!
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O que falta jogar

A seguir vem a lista de jogos que faltam jogar para quem ainda está envolvido na luta pela permanência. Destes jogos excluímos as equipas que estão a mais de seis pontos do 12º lugar – neste caso o Vitória do Pico que está a 9 pontos – e os que têm mais de 6 pontos sobre o 13º lugar – ou seja a partir do 8º lugar para cima, que é pertença do Praiense, e que tem 7 pontos de avanço sobre o 13º. Todas as semanas faremos a actualização.

Académico de Viseu:


Mafra (casa)
Sertanense (fora)
Tondela (casa)
Vitória do Pico (fora)
Eléctrico (casa)
Esmoriz (fora)

Oliveira do Bairro:

Praiense (casa)
Esmoriz (fora)
Arouca (casa)
União da Serra (fora)
Operário (fora)
Tourizense (casa)

Monsanto:

Arouca (casa)
Operário (fora)
Mafra (casa)
Sertanense (fora)
Tondela (casa)
Vitória do Pico (fora)

Eléctrico:

Esmoriz (fora)
União da Serra (casa)
Tourizense (fora)
Marinhense (casa)
Académico de Viseu (fora)
Pampilhosa (casa)

Marinhense:


Sertanense (casa)
Tondela (fora)
Vitória do Pico (casa)
Eléctrico (fora)
Esmoriz (casa)
União da Serra (fora)

União da Serra:

Vitória do Pico (casa)
Eléctrico (fora)
Esmoriz (casa)
Oliveira do Bairro (casa)
Tourizense (fora)
Marinhense (casa)

Operário:


Pampilhosa (fora)
Monsanto (casa)
Praiense (fora)
Arouca (casa)
Oliveira do Bairro (casa)
Mafra (fora)
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COD Operário 1 - 1 Ac. Viseu FC

Operário: Nuno Ricardo, Luís Soares, (c), Hugo Grilo, Tiago Pires, Jorginho (Ruizinho, 69), Bruno Melo, Rodrigo, Lucas (Leonel, 24), Hugo Santos, José Manuel (Amaral, 50) e Marco Aurélio. Treinador: Francisco Agatão.

Académico de Viseu: Rui Marcos, Ruben, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico (c), Paulo Gomes, Tomé (Cabido 90+2), Marco Almeida (Renato, 85), Éverson e Guima (Zé Bastos, 67). Treinador: António Borges.

Golos: Tomé 66 (0-1), Ruizinho 83 (1-1)







A 1ª parte foi um jogo lento e sem oportunidades de golo, com as equipas a dividirem o protagonismo e a posse de bola.
Na 2ª parte o Operário jogou mais ao ataque muito por acção Bruno Melo, que jogou muito bem no meio campo do Operário.
Contudo as jogadas do Operário eram inconsequentes e sem grande perigo para a baliza Academista.
O Académico conseguiu equilibrar o desafio a partir dos 60m, mas continuava também sem criar oportunidades de golo.
Numa das jogadas de contra-ataque o Académico ganha um lançamento lateral, a bola é endossada para Tomé, que num excelente remate faz o golo Academista aos 61m.
O Operário continuava a mandar no jogo e António Borges decide refrescar o ataque Academista aos 67m, lançando em campo Zé Bastos, para o lugar de Guima que sai esgotadissimo, em virtude de ter jogado muito só na frente de ataque Academista.
Aos 77m Zé Bastos ainda faz um chapéu a Nuno Ricardo, mas a bola sai por cima da baliza, e seria este um dos últimos lances de ataque da equipa do Académico.
O Operário continuava a chegar-se á baliza adversária, mas sem perigo para os defesas do Académico, que estavam a mostrar boa segurança defensiva.
Aos 83m surge o golo Operário por Ruizinho. Cruzamento da direita, e a defesa Academista, não conseguiu evitar o golo.
O Operário conseguiu chegar ao empate, fruto da sua insistência ofensiva.
António Borges lança em jogo Renato para a saida de Marco Almeida aos 85m. Tentava o treinador Academista surpreender o adversário, jogando pelas alas mas sem grandes efeitos.
Quase no final do Jogo entra Cabido aos 91m para substituir Tomé, também ele desgastado fisicamente.
Quase a acabar o jogo os jogadores academistas comentem uma falta perigosa para o Operário, frente á baliza Academista.
Rui Marcos fez a defesa da tarde e segurou o empate com uma excelente defesa.

Acabou por ser um resultado justo por aquilo que as equipas fizeram em campo, teria sido fantástica uma vitória Academista, mas se nos lembrar-mos que o jogo foi nos Açores,
e num relvado sintéctico, temos de nos dar por contentes.
Continuam complicadas as contas Academistas, mas os ultimos resultados, mostram que temos valor mais que suficiente para atingir a permanência.
Melhor em campo: Tomé (3) – Pelo golo que apontou cheio de oportunidade, e a colocar o Académico em vantagem.
Outras notas: Rui Marcos (3), Ruben,(3) Jonas(3), Tiago(3) e Marcelo(3), Calico(3), Paulo Gomes(3), Marco Almeida(2), Everson(2) e Guima(3), Zé Bastos (2), Renato (1), Cabido (1).

Força Académico!
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Antevisão 24ª jornada: C. Operário x Ac. Viseu FC

Depois da fantástica vitória frente ao Arouca, na qual os adeptos vibraram com a entrega dos seus jogadores, a 7 jogos do final, o Académico de Viseu desloca-se de novo até aos Açores, desta vez para defrontar o Operário (equipa que na primeira volta veio vencer ao Fontelo, 0-1). Mais um duro teste para os pupilos de António Borges. Uma equipa que ocupa o meio da tabela, 9ª posição, com 31 pontos, fruto de 9 vitórias (4 no seu terreno e 5 fora de casa); 4 empates (2 em casa e 2 fora) e 10 derrotas (5 em casa e 5 fora). Uma formação açoriana algo intermitente, pois tanto é capaz de ir vencer ao terreno mais complicado, como no jogo seguinte comprometer com uma equipa mais acessível. Daí que este jogo seja de tripla. O Ac. Viseu poderá aproveitar esse facto, e estamos convictos que os viseenses tudo farão para trazer os três pontos na bagagem.

Em relação aos jogadores que não poderão dar o seu contributo, subsistem as dúvidas em relação a Augusto e M. Almeida (que se ressentiram de lesões no último desafio); F. Ferreira castigado também não poderá dar o seu contributo (1 jogo de suspensão); Álvaro e Rui Santos, pelas razões já conhecidas finalizam o leque de indisponíveis. No que respeita ao nº 10, começa a ser “esquisito” o silêncio da federação perante o caso do nosso mágico, já lá vão quase dois meses. Só em Portugal, claro está.

Força Académico! Os adeptos estão convosco!


Árbitro: José Godinho, A.F. Évora

Estádio: João Gualberto Borges Arruda - Lagoa (S.Miguel - Açores)

Horário do jogo: 15h nos Açores, 16h em Portugal continental
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Melhor do Académico: Marcelo Henrique, nº32

Marcelo – 4 – Grande jogo. Assumiu a responsabilidade na grande penalidade. E deu os três pontos ao Académico. Foi um senhor cheio de raça a defender. Que me perdoem os restantes jogadores, mas o voto de “man of the macth” vai para este lateral experiente, que em boa hora veio para o nosso Académico.

Augusto – 2,5 - Tarde tranquila, mas azarada. Saiu devido a lesão.

Ruben – 3,5 – Está de regresso à boa forma. Tal como toda a defesa, não comprometeu e esteve muito bem.

Jonas – 4 – Irrepreensível. Grande poder de sacrifício. Grande poder aéreo. Grande jogo.

Tiago – 4 – Exactamente as mesmas palavras utilizadas para Jonas.

Calico – 3,5 – É o capitão. Está sempre a incentivar a equipa, é fantástico. Além de cumprir sempre com rigor o seu papel de “trinco”.

M. Almeida – 1 – Jogou apenas 20 min. Saiu por lesão.

Tomé – 4 – Um dos melhores do Académico, senão o melhor. Grande jogo de Tomé. Fantástico. Fez uma segunda parte fenomenal. Ajudou a defender, transportou os contra-ataques do Académico. Várias jogadas individuais vistosas, sempre com a bola controlada. Na esquerda, na direita, esteve sempre em destaque.

F. Ferreira – 2,5 – Foi expulso injustamente. O primeiro amarelo, não entendi. O segundo é anedota do árbitro, só pode. Estava a jogar bem, no meu entender.

Hugo Seco – 3 – Boa exibição de Hugo Seco. Está-se assumir como titular. Teve boas iniciativas pelo lado direito do ataque academista.

Guima – 3 – Não foi dos jogos mais conseguidos de Guima. Contudo, foi muito importante na segunda metade, nomeadamente em inferioridade numérica. Foi o jogador “sacrificado” lá na frente, contra toda a defesa do Arouca.

Everson – 3 – Entrou muito bem no jogo. Fundamental após a expulsão de Fernando, no que concerne a guardar a bola. “Sacou” o penalty que deu a vitória. Pena foi ter falhado dois golos “quase feitos”. Mas foi um jogador importante, sem dúvida.

Rui Marcos – 3 – 45 minutos de muita qualidade do guardião. Mostrou muita segurança. Fez uma defesa importante já nos descontos.

P. Gomes – 2,5 – Importantíssima a sua entrada em campo. A sua experiência foi muito oportuna e bem vista pelo treinador ao colocá-lo em campo.
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Ac. Viseu FC 1 - 0 FC Arouca



O Académico de Viseu venceu esta tarde a equipa do Arouca por 1-0. Uma exibição fantástica da formação academista, que não deu quaisquer hipóteses à equipa vice-líder da prova.

Académico de Viseu: Augusto (Rui Marcos, 45), Ruben, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico (c), Fernando Ferreira, Marco Almeida (Everson, 18), Tomé, Hugo Seco (Paulo Gomes, 64) e Guima. Treinador: António Borges.

Arouca: Pedro Soares, Filipe Babo, Fernando, Hélder Silva (c), Pedro Santos (Emerson, 66), Bruninho, André Soares, Jorge Leitão, Beré (Zongo, 61), Diogo Santos e Paulinho (Mário Loja, 64). Treinador: Henrique Nunes

Expulsões: Fernando Ferreira 47, Zongo 75

Golo: Marcelo Henrique 54 g.p. (1-0)


Foto: Diário Viseu

A verdade é só uma: o Académico fez tudo para merecer esta vitória, e conseguiu para satisfação de todos. Desde cedo se percebeu que os jogadores academistas iam dar tudo neste jogo, e foi o que aconteceu. Só para se ter uma ideia, na primeira metade, o Arouca não chegou com perigo à baliza de Augusto. Já os viseenses, desperdiçaram algumas ocasiões para fazer o golo nos primeiros 45 minutos. Primeiro M. Almeida, após cruzamento de F. Ferreira, por muito pouco não fez o golo; depois Guima, num remate já dentro de área; a ocasião mais flagrante foi mesmo a de Everson, que já tinha entrado para o lugar do lesionado M. Almeida. O jogador do Académico tira dois adversários do caminho e remata, mas o guardião arouquense não lhe permite o golo. Faltava o golo à aguerrida equipa do Académico.

No segundo tempo, logo no 3º minuto, um dos “casos do jogo”. O Sr. árbitro quis ser protagonista e F. Ferreira é expulso. O jogador academista ganha posição e é carregado na área de rigor. O árbitro além de nada assinalar, transforma a grande penalidade em simulação de F.F., mostrando-lhe o segundo amarelo e consequente expulsão. A partir daqui, o árbitro comete erros atrás de erros. Aos 56 minutos, num lance que oferece muitas dúvidas, para não dizer que foi uma espécie de compensação, o árbitro marca penalty a favor do Académico. Marcelo com frieza fez o 1-0, e pôs em êxtase o estádio do Fontelo. Pouco depois, Hugo Seco consegue isolar-se e é carregado por um defesa do Arouca, mas o árbitro decide-se, apenas, por mostrar amarelo ao jogador forasteiro. A jogar com 10, o técnico António Borges colocou o experiente P. Gomes, para o lugar de Hugo Seco. E mais uma vez o treinador academista acertou. É verdade que o Académico recuou no terreno, tentado explorar o contra-ataque por Tomé, Everson ou Guima. A equipa uniu-se, e Rui Marcos mais uma vez mostrou ser um guardião seguro, o que tranquilizou a equipa e adeptos. O mesmo jogador teve tempo para brilhar já no tempo de compensação com uma defesa apertada. O Académico foi a equipa mais forte, mais unida, mais coesa, e saiu do Fontelo debaixo duma forte ovação, diga-se, mais que merecida.

Esta vitória faz com que o Académico mantenha a mesma posição, a 12ª posição, agora com 27 pontos. A luta continua! Parabéns Académico pela fantástica vitória!
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Antevisão 23ª jornada: Ac.Viseu FC x FC Arouca

Depois de dois resultados positivos, o nosso Académico recebe este domingo o vice-líder da competição, o Arouca. Uma equipa que melhorou, claramente, desde a chegada do treinador Henrique Nunes (treinador que Guima deve conhecer, dado que treinou o Feirense em épocas anteriores). A equipa da AF Aveiro não perde há nove desafios, e vai ser um forte opositor para o nosso clube. Contudo, o Académico tudo fará, certamente, para levar de vencida esta equipa. O Arouca dispensa apresentação, dado ser um plantel “rico” de jogadores experientes e conhecidos do futebol nacional (casos de Sousa, Mário Loja, Pedro Santos, Jorge Leitão, Beré, entre outros).
Recorde-se que, na primeira volta, o FC Arouca venceu 1-0 no seu estádio, num penalty que não existiu já perto do final do encontro assinalado, na altura, pelo Sr. Hélder Pardal.


O Académico moralizado pelos 4 pontos alcançados nos últimos dois jogos, não poderá contar com Álvaro e Rui Santos. De regresso, após cumprir jogo de castigo, está Rui Marcos. Força Académico!
Vamos academistas, todos ao Fontelo apoiar o clube do nosso coração!


Árbitro: Sr. Ricardo Lourenço, AF Portalegre (jogo que vai ter observador)

Horário do jogo: Domingo, dia 14/03, às 15h
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Guima - 24

Bruno Guimarães Pinho Azevedo, o Guima do Académico de Viseu, nasceu a 11 de Março de 1986 e comemora hoje 24 anos. Parabéns!
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Praiense 0-0 Académico


Praiense: André, Estalagem, João Pinto, António, Samuel, Ibraime, Aires, Hugo (Boubacar, 45), Queirós, Mauro e Ricky (Amonike, int). Treinador: José Carlos Santos.
Académico de Viseu: Augusto, Ruben, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico, Tomé (Éverson, 80), Marco Almeida, Fernando Ferreira, Hugo Seco (Zé Bastos, int), Guima. Treinador: António Borges.
Expulsão: João Pinto 77
Na primeira das 3 visitas às ilhas açorianas o Académico de Viseu empatou a zero com o Praiense. Na primeira parte, com o Académico a jogar contra o vento, o Praiense foi melhor mas memo assim numa bela jogada de entendimento entre Guima e Fernando Ferreira, Hugo Seco esteve perto de poder marcar para os academistas. Apesar do maior domínio na primeira parte os açorianos criaram perigo relativo junto da baliza de Augusto.
Ao intervalo António Borges deixou nos balneários Hugo Seco e fez entrar Zé Bastos. Segundo o relato da Estação Diária Hugo Seco estava a fazer um bom jogo mas, com o vento a favor, talvez a intenção fosse fazer um jogo mais directo para os avançados Guima e Zé Bastos. A verdade é que a segunda parte o domínio do Académico foi claro e evidente mas sem almejar o golo. Recorde-se que pela frente o Académico tinha a defesa menos batida da prova. O momento do jogo aconteceu aos 75 minutos, Guima num excelente trabalho isola-se e foi derrubado, o árbitro marca grande penalidade e expulsa o defesa do Praiense mas volta sensacionalmente com a palavra atrás - após conferência com o fiscal de linha – e dá apenas livre directo que não deu em nada. Tendo em conta que os jogos nos Açores normalmente são televisionados aguardemos serenamente pelas imagens. Com o Académico em vantagem numérica o sufoco junto da baliza visitada foi evidente mas a pontaria academista não estava afinada.

Melhor em campo: Guima (3) – fez aquilo que nos habituou, bem a criar espaços para os colegas e a tabelar com eles e ainda foi o grande culpado que o nosso adversário terminasse o jogo com 10. Faltou o golo.

Outras notas: Augusto (3), Ruben (3), Marcelo Henrique (2,5), Tiago Jonas (3), Tiago Gonçalves (3), Calico (3), Marco Almeida (2,5), Fernando Ferreira (2,5), Tomé (2,5), Hugo seco (2,5), Zé Bastos (2), Éverson (1)
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Neste dia

Em 1993, no Fontelo, o Académico perdeu com o Fátima. 0-1.

Em 1999, na Lourinhã, o Académico perdeu com o Lourinhanense. 1-0.
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Antevisão 22ª jornada: SC Praiense x Ac. Viseu FC

Depois da vitória meritória do nosso Académico no passado domingo frente ao Monsanto, o próximo jogo dita a primeira deslocação aos Açores na presente temporada. O adversário, SC Praiense, ocupa uma posição tranquila na classificação, estando na 8ª posição com 31 pontos, resultado de 8 vitórias (todas em casa); 7 empates (2 em casa) e 6 derrotas (apenas uma em casa, frente ao Arouca por 1-2). O que permite concluir que vai ser um jogo de grau dificuldade elevada para os academistas. Na primeira volta, na estreia de António Borges no Fontelo, o Académico de Viseu venceu por 1-0 esta formação da A.F. Angra do Heroísmo, com um golo apontado pelo central valioso, Tiago Jonas. Outra curiosidade está relacionada com o facto de a equipa açoriana ser a menos batida na prova, tendo sofrido apenas 17 golos. Por outro lado, é das menos concretizadoras da competição (19 golos marcados). Um dado extra, prende-se com o facto desta equipa do Praiense marcar muitos dos seus golos no final dos desafios (últimos 10/15 minutos).

Nós continuamos acreditar, e estamos convictos, que os jogadores estão mais unidos que nunca, e tentarão fazer de tudo para trazer pontos do Estádio Municipal da Praia da Vitória. Força Académico!

Árbitro: Eugénio Arez, AF Algarve

Estádio: Municipal da Praia da Vitória

Horário do jogo: 15h nos Açores, 16h em Portugal continental
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Silêncio que se vai jogar nos Açores!

"Blackout no Académico de Viseu.Técnicos e jogadores tomaram a decisão de não falar a nenhum órgão de comunicação social. Decisão que terá sido tomada após o jogo do passado domingo com o Monsanto. Jogadores e equipa técnica não gostaram do que ouviram e leram a propósito das últimas exibições da equipa. As críticas ao mau futebol da equipa não convencem técnicos e jogadores que decidiram agora deixar de falar aos órgãos de comunicação social."

In Viseu Flash
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Jogador do mês: Tiago Jonas

O central academista é o único jogador do Académico de Viseu que fez todos os minutos de todos os jogos na época 09/10 contribuindo, ainda por cima, com golos que são decisivos para que a equipa continue a alimentar o sonho. No mês de Fevereiro foi mais uma vez distinguido, no entender dos editores de A MAGIA DO FUTEBOL, como o melhor academista. Tiago Jonas terminou o mês com 16,5 pontos, deixando no segundo lugar Rui Marcos com 12,5 e a fechar o pódio Tiago Gonçalves com 10. Fevereiro começou com a derrota caseira frente ao Marinhense jogo em que Jonas foi considerado o melhor em campo (5 pontos), seguiu-se nova derrota desta vez em Oliveira do Bairro com Jonas a ter 2 pontos na derrota em Pampilhosa teve direito a 2,5 pontos, terminou o mês ao ser determinante na vitória caseira frente ao Monsanto sendo melhor em campo (7 pontos) e apontou um golo muito importante. Tiago Jonas é assim o jogador do mês Fevereiro 2010
Foto: Viseu Flash

Nome: Tiago Jonas Ferraz Rodrigues
Data de nascimento: 01/12/1983
Posição defesa central

Números da época:

Jogos: 22
Titular: 22
Minutos: 1970
Golos: 4

Palmarés mágico:

4 Vezes eleito melhor jogador em campo
2 Vezes eleito jogador do mês (Novembro 09, Fevereiro 10)
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Paulo Gomes - 35

Paulo Jorge de Sousa Gomes, o Paulo Gomes do Académico de Viseu, nasceu a 4 de Março de 1975 e comemora hoje 35 anos. Parabéns!
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Jonas "revitalizou" a equipa!

Jonas – 3,5 – O melhor do Académico. Está ligado ao tal momento chave do jogo, num excelente golpe de cabeça, após canto de F. Ferreira. Defensivamente esteve ao nível que já nos habituou. Teve o dom de "embalar" a equipa para a vitória final.

Rui Marcos – 2 – Não esteve muito bem no lance do primeiro golo do Monsanto. No segundo defendeu a grande penalidade, mas foi impotente na recarga. Não se lembrou que já tinha amarelo quando pontapeou a bola naquele lance. Podia ter comprometido o resultado.

Ruben – 2,5 – De regresso à titularidade, esteve bem nas suas funções defensivas. Subiu mais no terreno na 2ª parte e subiu igualmente de produção.

Tiago – 3 – Esteve bem, tal como os restantes membros da defesa academista. Ao seu nível.

Marcelo – 2,5 – Assumiu a responsabilidade no primeiro penalty. Defensivamente esteve seguro, com excepção do lance que deu origem ao 2º golo do Monsanto, onde não conseguiu cortar a bola.

Calico – 2,5 – Assumiu a braçadeira de capitão, e esteve competente nas suas funções.

M. Almeida – 2,5 – Saíu “tocado”. Mas enquanto esteve em campo mostrou combativo, tentando fazer o papel de Álvaro.

F. Ferreira – 3 – Excelente 2ª parte de F. Ferreira. Se na primeira esteve algo apático, tal como a restante equipa, na segunda pegou no jogo do Académico. Ganhou inúmeras bolas aéreas na zona de meio-campo, e assumiu ele mesmo as iniciativas de ataque do Académico. O golo de Jonas foi após um pontapé de canto batido por si.

Tomé – 3 – Começou o jogo intermitente, mas depois assumiu a responsabilidade de “pegar” na equipa. Mudou de flanco e esteve muito mais em jogo. Fez uma segunda metade segura.

Everson – 1,5 – Muito discreto o nosso 25. Ainda à procura da melhor forma.

Guima – 3 – Foi alvo de marcação individual por parte de um senhor que impunha respeito pela sua estatura. Mas Guima lutou, ajudou a defender. Não marcou, é um facto, mas combateu bastante. O nosso mágico Guima está de volta para as restantes finais, o que por si só é uma boa noticia!

Bastos – 3 – Entrou ao intervalo. Abriu a frente de ataque, e teve raça para fazer tremer a defensiva contrária. Fez o golo decisivo. Foi ele que assumiu a responsabilidade do penalty, e não perdoou.

Hugo Seco – 2,5 – Outra cartada de António Borges. Entrou no jogo “solto” e foi ele que conseguiu “arrancar” a grande penalidade que deu a vitória ao Académico.

P. Freitas – 0,5 – Entrou nos descontos, face à expulsão do colega Rui Marcos
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Ac. Viseu 3 - 2 GDR Monsanto

Académico de Viseu: Rui Marcos, Ruben, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico, Tomé, Marco Almeida (Hugo Seco, 56), Fernando Ferreira (Paulo Freitas, 90) (Zé Bastos, int), Éverson e Guima. Treinador: António Borges.

Monsanto: René, Dani, Ito, André Santos, Moleiro (Figa, 81), Bruno Cruz (Ragner, 81), Ruas, Bruno Ferreira, Bá, João Martins e Jamerson. Treinador: Vítor Alves.

Expulsões: Rui Marcos 90

Golos: Ito 7 (0-1), Marcelo Henrique 27 gp (1-1), Jamerson 47 (1-2), Tiago Jonas 73 (2-2), Zé Bastos 77 g.p. (3-2)


O Académico de Viseu recebeu e venceu esta tarde a equipa do Monsanto, adversário directo na luta pela manutenção. Uma vitória suada mas bastante saborosa para as hostes viseenses, dado que por duas ocasiões os academistas estiveram na situação de desvantagem no marcador. Os jogadores foram capazes, e as armas lançadas no 2º tempo pelo treinador António Borges foram, a meu ver, preponderantes no desfecho final.

O Académico alinhou com: Rui Marcos; Ruben, Jonas, Tiago e Marcelo; Calico, M. Almeida (Hugo Seco), F. Ferreira (P. Freitas) e Tomé; Everson (Bastos) e Guima.

O jogou começou mal para os academistas. À passagem do minuto 5, a equipa do Monsanto chegaria à vantagem, num livre onde Rui Marcos não fica muito bem na fotografia, dado que “socou” a bola, após um livre, para um adversário, que fez, sem dificuldade, o 0-1. O jogo adivinhava-se complicado para os Homens do Fontelo, e foi. Contudo, o empate surgiria dez minutos depois, um defesa forasteiro complica, e comete falta sobre M. Almeida. Na conversão da grande penalidade, Marcelo Henrique estabelecia a igualdade, 1-1. Resultado que se registava ao intervalo.

A segunda metade, à imagem da primeira, começou com um golo para o Monsanto, logo no minuto 46. Marcelo Henrique não consegue cortar a bola, e o avançado do Monsanto isola-se e é carregado por Rui Marcos. O mesmo ainda defende o penalty, mas foi impotente para a recarga fatal. O técnico do Académico, colocara ao intervalo, Zé Bastos para o lugar do “apagado” Everson, e já com a segunda metade a decorrer, fez entrar na partida Hugo Seco para o lugar de M. Almeida. Substituições, diga-se, felizes e eficazes de António Borges. Contudo, o momento do jogo é o segundo golo do Académico. Pontapé de canto batido na perfeição por F. Ferreira e Tiago Jonas de cabeça a fazer um golo de belo efeito. E digo o momento do jogo, porque foi a partir daqui que o Académico acreditou que poderia vencer, e lutou ainda com mais brilhantismo. O rapidíssimo Hugo Seco a 15 minutos do final, consegue escapar à defesa contrária, e é carregado na área. Penalty que, a meu ver, não sofre contestação, tal como não sofreram os outros dois. Zé Bastos, confiante, converteu este lance decisivo, com dedicatória especial para o nosso nº8, Álvaro. Restavam 15 minutos para o final, e aí os jogadores foram heróis. Não deixaram de maneira nenhuma que os adversários chegassem perto da baliza defendida por Rui Marcos. Um último contratempo, foi a expulsão deste jogador. Ele que já tinha levado amarelo no lance penalty, pontapeou a bola noutro lance quando o jogo já estava interrompido, e viu o segundo amarelo e consequente expulsão. P. Freitas entrou para o lugar de F. Ferreira, fez os últimos 5 minutos de jogo, mas quase que nem na bola tocou, e ainda bem.

Um resultado justo, que coloca o Académico na 12ª posição. É importante que esta vitória moralize toda a família academista, e vai moralizar de certeza, pois são nestes momentos que “a união faz a força”. Força Académico! Nós continuamos acreditar!

João Monteiro,
Sócio nº 805
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António Borges o Cromo 1119

O blogue Cromo dos Cromos tem em destaque o Cromo do treinador do Académico de Viseu. Veja aqui.
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Pelo Académico e pelo Álvaro!

Um jogador do Académico de Viseu disse-me “ apoiem a equipa porque nós precisamos do apoio de todos nesta fase difícil”. Voltemos a 2009. 6 De Junho de 2009. O Académico de Viseu venceu o Anadia por 2-0 e conseguiu a tão almejada subida de divisão. Nas bancadas havia mais gente do que certos jogos das ligas profissionais. Domingo o objectivo não é tão nobre é “apenas” um jogo importante para fugirmos à descida. Se dizemos presente nas horas boas porque não dizer presente quando o clube tanto precisa de nós? Vamos ao Fontelo pelo nosso Académico?! Aos jogadores pedimos dedicação e se precisam de um incentivo adicional porque não pensar em vencer pelo Álvaro? Juntos vamos conseguir!
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Antevisão 21ª jornada: Ac.Viseu FC x GDR Monsanto

A 21ª jornada dita a visita da formação do Monsanto até Viseu, para defrontar o nosso Académico. A equipa da AF Santarém, ocupa a 13ª posição, com 21 pontos, um a mais que o nosso clube. Um jogo que se adivinha fulcral para toda a família academista, que em caso de vitória, relança-se na luta acesa pela manutenção. De recordar que na primeira volta, na estreia do técnico António Borges, o Académico perdeu em Alcanena por 1-0. De referir que esta equipa do Monsanto, é a que mais empata nesta série centro, conseguindo-o em nove ocasiões. Venceu apenas por quatro vezes, e perdeu sete desafios.

Estamos todos convictos que o Académico se vai apresentar forte, com carácter, e que vai levar de vencido este adversário directo.
Força Académico! Nós acreditamos! Força Álvaro!


Horário do Jogo: Domingo, dia 28/02, pelas 15h

Árbitro: Nuno Borba (AF Setúbal) – Jogo que conta com observador

Nota: O massagista do Académico José Alves foi suspenso 15 dias, acrescentado por uma multa de 150 euros. (por protestar uma decisão do árbitro? Que abuso, digo eu…)
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Notícias dos adversários

O vitória do Pico venceu ontem o Operário, no terreno deste, por 1-0 em jogo que estava em atraso. Assim sendo o Vitória do Pico continua último mas agora tem 16 pontos – menos 4 que o Académico de Viseu. O Operário é 9º com 27, ou seja, mais 7 que o Académico de Viseu.
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Recordar: Manoel

Ontem o ex academista Manoel foi homenegeado em Alvalade. Veja aqui como decorreu a homenagem.
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Neste dia

Em 1981, no Bessa, o Académico perdeu com o Boavista. 1-0.

Em 1998, no Funchal, o Académico empatou com o Nacional. 0-0.
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FC Pampilhosa 1 - 0 Ac. Viseu FC

Pampilhosa: Eduardo, Litos (Hernâni, 49), Fernando, Rui Daniel, Chico, Bruno Resende, Bebé (Fachada, 78), Abdoulaye Name (Roberto, 67), João Paulo, Hélder Ferreira e Marcelo. Treinador: Fernando Niza.

Académico de Viseu: Rui Marcos, Marco Almeida (Ruben, 59), Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico, Álvaro, Éverson, Tomé, Zé Bastos (Filipe, 70) e Guima. Treinador: António Borges.

Expulsão: Fernando 90+5 (Pamplihosa)

Golo: Bruno Resende 90+2 (1-0)



O Académico de Viseu perdeu esta tarde no terreno do líder Pampilhosa por 1-0. Uma vitória feliz para a equipa da casa, que chegou ao golo já no tempo de compensação. Os jogadores do Académico foram uns dignos vencidos, lutaram muito e não mereciam de maneira nenhuma esta derrota mesmo ao cair do pano.

O técnico António Borges que já contou com o influente Guima, fez alinhar: Rui Marcos; M. Almeida (Ruben), Tiago, Jonas e Marcelo; Calico, Álvaro, Tomé; Éverson, Zé Bastos (Filipe) e Guima.

Num jogo onde o Académico aguentou até ao minuto 90, o natural fluxo ofensivo da equipa líder da competição, os academistas não mereciam de todo esta derrota. Mas o futebol já se sabe como é, tudo pode acontecer até ao árbitro dar por finalizado o desafio.

Com o regressado Guima no ataque, o Académico apesar de ter sido a equipa menos atacante em campo, conseguiu em várias ocasiões chegar à baliza de Eduardo. É verdade que nem sempre com perigo e muitas vezes o último passe teimava em falhar, mas nunca deixou de procurar o golo e tentar ultrapassar o excelente e organizado bloco defensivo do Pampilhosa. O Académico foi aguentando a carga ofensiva da equipa da casa, que atacou muito, mas onde encontrou uma defesa do Académico bem fechada e coesa, e um Rui Marcos bastante seguro. Preferia não falar do árbitro nem do seu papel, mas mais uma vez teve influência no resultado. Depois de já ter expulsado o massagista do Académico, justo ou não (não faço ideia), já sobre o minuto 90, fez vista grossa, ao não ver Guima a ser carregado na área do Pampilhosa. Claramente o caso do jogo, e que teve influencia no desenrolar final do mesmo, dado que praticamente na jogada seguinte, na sequencia dum pontapé de canto, a equipa da casa chegaria ao golo da vitória. É triste ver que o Académico é sistematicamente penalizado neste tipo de situações. Uma pena, sinceramente. Mas pronto, fica o resultado final, derrota pela margem mínima frente a esta equipa do Pampilhosa. Os jogadores, repito, foram dignos, lutaram, a defesa esteve toda ela muito coesa, mas infelizmente não foram argumentos suficientes, para, pelo menos trazer um ponto para Viseu.

Melhor em campo: Rui Marcos (3,5), muito seguro ao longo de todo o desafio.

Outras notas: M. Almeida, Marcelo, Jonas e Tiago (2,5); Calico, Álvaro e Tomé (2,5); Bastos; Éverson (2); Guima (2,5); Filipe (1,5); Ruben (1,5)

As coisas não estão fáceis, é um facto, mas uma vitória recoloca o Académico na luta pela manutenção. Todo o apoio é importante no próximo domingo, frente ao Monsanto, adversário directo. Força Académico!
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Neste dia

Em 1994, no Fontelo, o Académico de Viseu venceu o Portimonense. 2-0.
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Antevisão 20ª jornada: FC Pampilhosa x Ac. Viseu FC

Depois da derrota na pretérita jornada frente a um adversário directo, o Académico defronta no próximo domingo o líder, FC Pampilhosa. Um adversário que ainda não perdeu no seu reduto, o que desde logo faz prever as dificuldades que os pupilos de António Borges irão enfrentar.
E face a tantos indisponíveis, - Augusto, Guima e Marco Almeida (lesão); Fernando Ferreira e Rui Santos (castigo), - terá de ser um Académico unido, muito unido aliás, cheio de raça que se tem de apresentar no domingo, de modo a ambicionar um resultado positivo. Os viseenses não podem de maneira nenhuma entrar no jogo como fizeram frente ao O. Bairro, onde deram claramente, 45 minutos de avanço ao adversário.

Mas a esperança contínua, e nós continuamos acreditar que é possível.
Força Académico!


Árbitro: Pedro Maia, A.F. Porto (jogo sem observador)

Horário: Domingo, dia 21/02, às 15h

Estádio Germano Godinho
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Rui Marcos: "Tem da haver mais atitude"

Rui Marcos Traqueia Videira Nunes, 34 anos, natural de Estarreja, distrito de Aveiro, é o guarda-redes titular do Académico na actualidade. Entrou em Janeiro, depois da lesão de Augusto, e superou o colega Paulo Freitas na luta pela titularidade nas duas últimas partidas.
O guardião começou por sublinhar a vontade com que está no Fontelo.
"Estou no clube que quis e que escolhi. Rescindi com o Beira-Mar para vir para o Académico de Viseu apesar de ali ser a minha casa. Tinha mais propostas de clubes da 2.ª Nacional, como o Esmoriz ou o Vizela mas o convite do Académico apareceu na altura certa".
Rui Marcos fala do balneário que encontrou no Académico e como foi 'praxado' pelos colegas.
"Encontrei um balneário alegre, até me fizeram uma praxe logo no 1.º dia, coisa que para mim foi nova porque também nunca entrei a meio de uma época num clube novo, com um grupo já feito. Há aqui gente muito jovem, com talento, e outros já com experiência no futebol. Os jogadores, mais do que ninguém, sentem os resultados e é óbvio que estamos tristes".
Sobre o facto de se ter estreado logo a titular, o guarda-redes não se mostrou surpreendido e elogiou a 'concorrência'.

"É uma boa pergunta mas não posso dizer que me tenha surpreendido. Eu vim para trabalhar e se sou opção do mister tenho que dar o meu melhor. É para isso que qualquer jogador trabalha. O Augusto e o Paulo Freitas são dois grandes guarda-redes, muito experientes. O Augusto infelizmente teve uma lesão complicada e isso acabou por me trazer para o Académico porque nenhum clube tem 3 guarda-redes com esta experiência. O Paulo Freitas tem sido um grande companheiro nestas duas semanas, é um bom colega e amigo".
Com contrato só até final desta temporada, Rui Marcos não revela se pretende manter-se no Académico porque não quer fazer 'futurologia'.
"Não quero fazer futurologia. Ninguém sabe o dia de amanhã. O que posso dizer é que terei sempre o maior empenho nos treinos e nos jogos para ser opção do treinador. Se não o for só tenho de apoiar os meus colegas e aguardar a minha vez".
Acabar a carreira no Fontelo também está fora de hipótese para o guardião porque este 'ainda não pensa em arrumar as luvas'.
"Tenho 34 anos mas não me sinto com essa idade.".
Sobre o comportamento da equipa, o guardião aveirense aponta para a necessidade de maior agressividade e de mais oportunidades para concretizar.
"Vejo uma equipa com bons princípios de jogo mas que lhe falta alguma capacidade para criar mais oportunidades para finalizar. Foi o caso do jogo contra o Oliveira do Bairro. Acho que precisamos de ser mais agressivos. Tem de haver mais atitude. Fizemos 45 minutos muito maus naquele jogo. Viu-se, na 2.ª parte, que se tivéssemos outra atitude eles tremiam. Demos 2 golos de avanço".
Rui Marcos revela-se como um guarda-redes 'frio, tranquilo e experiente' e destacou ainda a boa ligação que já tem com os defesas da equipa, sobretudo com os centrais Jonas e Tiago Gonçalves.

Vitor Ramos in Diário de Viseu
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Neste dia

Em 1979, no Fontelo, o Académico de Viseu venceu o Varzim. 1-0.
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Palavras dos outros XLVI

"...Mas, explicada ou não, necessitando ou não de explicação, a verdade é que tive um diário. Obviamente que, naquele tempo, aquilo que eu desejava escrever para deixar um registo para o futuro não era propriamente desabafos de como a vida era difícil ou de como me sentia ora ignorado ora esperançado pela rapariga dos olhos azuis. Mas vá, também não andava muito longe disso. O que eu fazia questão de registar era as minhas temporadas no Championship Manager, jogo a jogo. Lembro-me perfeitamente de épocas de glória a treinar o Falkirk da Escócia e, claro, o Académico de Viseu que, nesses tempos, ainda militava naquela que se chamava na altura a II Divisão de Honra.
Confessava ao diário os meus sentimentos. Sentia que o Zé Duarte não estava a dar tudo no campo e que, apesar de ser o capitão, devia dar lugar a outro central. Segredava que tinha escolhido uma má táctica naquele jogo em Alverca. Partilhava, carimbando o texto com uma lágrima, o desespero por vitórias e melhores exibições. Só o diário me compreendia, quando todo o mundo me dizia que “é só um jogo”..."


In O Pantomineiro
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Álvaro - 25

Álvaro Loureiro Faria Dias, o Álvaro do Académico de Viseu, nasceu a 15 de Fevereiro de 1985 e comemora hoje 25 anos. Parabéns!
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Neste dia

Em 1993, na Lousã, o Académico venceu o Lousanense. 0-2.

Em 1999, no Fontelo, o Académico empatou com o Torreense. 2-2.
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Oliveira do Bairro 2-1 Académico de Viseu

Oliveira do Bairro: Ivo, Hugo Justiça, Xavier, Rui Castro, Leandro, Éder, Hugo Paulo, Miguel Tomás (Allan, 86), Alexis, Joel (Jean, 78) e Rato (Paulo Costa, 81). Treinador: Amorim Nunes.

Académico de Viseu: Rui Marcos, Rúben (Hugo Seco, int), Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique (Filipe, 58), Calico, Marco Almeida, Álvaro, Tomé, Éverson e Zé Bastos. Treinador: António Borges.

Golos: Rato 31 (1-0), Xavier 45 (2-0), Marco Almeida 76 (2-1)



Foi um Académico de Viseu na expectativa que surgiu estar tarde em campo perante um Oliveira do Bairro mais pressionante e que chegou ao golo por intermédio de Nélson Rato. O Académico reagiu após o golo dos “bairradinos” mas não conseguiu chegar ao golo. Xavier, numa insistência após um pontapé de canto, fez o 2-0. Um Académico sem meio campo perdia por dois golos ao intervalo. Não era escandalosa a derrota mas sim a qualidade de jogo do Académico de Viseu que, se não era zero, andava lá muito perto. Mau demais para ser verdade.
O Académico da segunda parte foi muito mais operante – era difícil fazer pior - carregou à procura do golo que o devolveria à partida mas, nas suas costas, ia abrindo espaços que o Oliveira do Bairro podia aproveitar para sentenciar a partida. É, felizmente, o Académico que chega ao golo por intermédio de Marco Almeida na conversão de um livre directo (77). O Académico tinha pela frente mais 15 minutos para procurar o golo mas foi incapaz de o alcançar. O Académico com esta derrota desce até ao antepenúltimo lugar com 20 pontos, está a apenas um ponto do 12º lugar – que poderá ou não dar a manutenção – e a 3 pontos do Marinhense que é o 11º classificado e que tem vantagem sobre o Académico em caso de desempate.

Melhor em campo: Marco Almeida -2,5- foi melhor na segunda parte quando desceu para a posição de defesa direito. O melhor do Académico sobretudo pelo golo que marcou e que não permitiu que o Oliveira do Bairro tivesse vantagem sobre o Académico no confronto directo.

Outras notas: Rui Marcos (2), Rúben (1,5), Tiago Jonas (2), Tiago Gonçalves (2), Marcelo Henrique (1,5), Calico (1,5), Álvaro (2), Tomé (2), Éverson (1,5), Zé Bastos (1,5), Hugo Seco (1,5), Filipe (1,5)


Nota: Texto elaborado tendo por base o relato da Estação Diária.
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Antevisão 19ª jornada: O. Bairro SC x Ac. Viseu FC

Depois do resultado negativo no passado domingo, o próximo jogo do Ac. Viseu será frente ao O. Bairro. Um jogo aguardado com alguma esperança pelos adeptos viseenses, dado ser um adversário directo na luta pela manutenção. O Académico ainda com bastantes baixas, acrescentando ainda o impedimento de F. Ferreira (2 jogos de suspensão), mas já podendo contar com Álvaro, irá tentar lutar, certamente, pelos três pontos. Não vai ser fácil, até porque dos 17 pontos que a equipa do O. Bairro tem, quase a totalidade dos mesmos, foram alcançados na sua casa, no estádio municipal de Oliveira do Bairro.
Vamos acreditar que é possível. Força Académico!

Árbitro do encontro: Ricardo Oliveira, A.F. Lisboa

Horário do jogo: Domingo, dia 14/02, pelas 15h
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"O Académico vai conseguir a manutenção"

O treinador-adjunto do clube viseense, Carlos Ferreira, concorda que "o próximo jogo é importante e o Académico vai a Oliveira do Bairro para ganhar os três pontos".
Dada a elevada quantidade de jogadores indisponíveis por estarem lesionados e/ou castigados e questionado como irá ultrapassar os obstáculos que vão ser colocados pelo adversário, o técnico, afirma que "dentro do plantel que está disponível terão de ser encontradas as soluções para que a equipa possa chegar à vitória".
Acrescenta que "só fazem falta os jogadores que estão disponíveis e tendo em conta o seu valor e o seu empenhamento. As esperanças de regressar com pontos da viagem a Oliveira do Bairro, são fundadas"


Questionado sobre os últimos resultados obtidos pelo Académico, Carlos Ferreira, não concorda que tenha havido retrocesso, considerando "que apesar das ausências de alguns dos titulares, a prestação exibicional não retrocedeu, apenas têm acontecido factores que não podemos controlar, como é evidente".
Quanto ao futuro, o adjunto de António Borges não tem dúvidas de que "o Académico vai conseguir a manutenção, já que os jogadores estão a trabalhar bem e melhores dias e resultados irão chegar em breve". Em seu entender, "os viseenses devem acreditar e incentivar a equipa para chegar ao objectivo que é de todos nós, ou seja, conseguir a permanência".


Sobre a 'crise' que abala o plantel necessitado de se 'reforçar' para colmatar as faltas, Carlos Ferreira, admite que "isso é complicado, pois nesta altura não há no mercado jogadores disponíveis e acessíveis ao orçamento do clube". Garante que o actual plantel "vai ser suficiente para atingir os objectivos".
Lembrou, ainda, que para o próximo jogo "o Académico de Viseu já vai contar com Álvaro para ajudar a equipa a vencer em Oliveira do Bairro a equipa da casa que também não está tranquila na tabela classificativa e, entretanto, reaparecerão os restantes lesionados, bem como os castigados, voltando a normalidade ao grupo de trabalho".
Silvino Cardoso in Diário de Viseu
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Rui Santos arrisca suspensão longa

Como se esperava, o polémico encontro entre Tourizense e Académico de Viseu, que terminou com uma igualdade a um golo, um penálti inexistente para os da casa e agressões na bancada, continua e continuará a dar que falar.
O capitão dos academistas, Rui Santos, que acabou expulso no meio da discussão após o penálti que deu a igualdade ao Tourizense, foi suspenso preventivamente pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e será alvo de processo disciplinar com base no artigo nº109 do regulamento de disciplina da FPF, relativo a agressão ou tentativa de agressão ao árbitro ou outro elemento da equipa de arbitragem do jogo.
Rui Santos, em declarações ao Diário de Viseu, refere sentir-se 'injustiçado'.
"É uma grande injustiça que me estão a fazer. Não sei porque me estão a fazer isto. Simplesmente me dirigi ao árbitro auxiliar que assinalou a grande penalidade, como capitão, tentando explicar-lhe que o lance ocorreu fora da grande área. Naquela situação, com o aproximar dos meus colegas, ter-me-ei encostado a ele apenas. Depois o árbitro dá-me o cartão vermelho sem qualquer tipo de justificação. Estou de consciência tranquila, não sei qual o motivo deste processo nem o que o árbitro alega para me ter mostrado vermelho".

"Já pensei abandonar"
Confrontado com a possibilidade de ficar, no mínimo, seis meses suspenso, o capitão não coloca de parte o cenário de abandonar o futebol. "Já me passou isso pela cabeça mas para já vamos esperar pela comunicação da Federação para que o clube possa agir em conformidade. Não quero acreditar que me façam isso pois ainda acredito na justiça".
O jogador do Académico de Viseu incorre numa pena entre seis meses e quatro anos se, de alguma forma, for deliberado que Rui Santos agrediu o auxiliar. No caso do processo deliberar que houve apenas tentativa, o mínimo aplicável é de três meses e o máximo de dois anos. Se o jogador tivesse contrato profissional incorreria ainda numa multa entre os mil e os 2 mil euros.
Também António Borges saiu multado do jogo com o Tourizense. Segundo o comunicado do CD da FPF, o técnico terá de pagar 150 euros por "protestar uma decisão da equipa de arbitragem".
António Borges confirma que foi advertido durante o encontro mas apenas por "sair da área técnica para perceber o estado de saúde do Everson, uma vez que não havia médicos nas duas equipas".


Vitor Ramos in Diário de Viseu
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Augusto - 36

Augusto Miguel Cardoso Rodrigues, o Augusto do Académico de Viseu, nasceu a 11 de Fevereiro de 1974 e comemora hoje o seu 36º aniversário. Parabéns Augusto!
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Neste dia

Em 1979, em Coimbra, o Académico perdeu com a Académica. 4-0.

Em 1996, no Fontelo, o Académico empatou com o Setúbal. 0-0.
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Tiago Jonas...

Jonas – 2,5 – Tarde tranquila para o defesa academista, mesmo assim jogou com a raça que o caracteriza, sem facilitar. Acabou a ponta-de-lança. Não teve influência no resultado, é verdade, mas não havendo mais ninguém para elogiar, opto pelo central academista como o jogador "mais" no desafio de ontem.

Rui Marcos – 2,5 – Estreia tranquila do novo guardião academista. Quase quase defendeu o penalty, que pena. Pareceu um guarda-redes seguro e confiante.

Ruben – 2 – Os seus índices de confiança não estão no seu melhor, o que é normal visto que não tem jogado nos últimos jogos.

Tiago – 2,5 – Tarde sem grande trabalho.

Marcelo – 2,5 – Foi dos mais esclarecidos. Foi pena os livres e cantos não lhe terem saído de feição.

P. Gomes – 2,5 – Na ausência do mágico Rui Santos e do guardião Augusto, foi P. Gomes que assumiu a braçadeira de capitão. Foi o “trinco” da equipa, desempenhando o papel de organizador de jogo.

Calico – 2 – A jogar numa posição mais avançada do meio-campo, Calico não foi o jogador eficaz que costuma ser.

F.Ferreira – 1 – Não estava a ter uma tarde das melhores, mas uma atitude menos própria (se bem que um pouco teatral por parte do adversário), levou a que a nota fosse mínima.

Tomé – 2 – Tentou pegar no jogo, embora sempre desapoiado. Tentou ser o “Rui Santos” da equipa, mas não era fácil. Os adversários eram mais que muitos, o que dificultava a sua magia de pés.

Hugo Seco – 2,5 – Acusou alguma falta de ritmo competitivo, mas teve dois ou três pormenores muito interessantes e que merecem ser trabalhados.

Everson – 2 – Ainda está um pouco preso de movimentos. Tentou vir atrás buscar jogo atrás, mas as coisas ainda não lhe saíram bem.

Renato – 2 – Bons pormenores técnicos e de velocidade, contudo falta-lhe alguma cultura táctica, normal para a sua idade. Um jogador a rever e a ser trabalhado.

Cabido – 1 – Entrou para o lugar de Hugo Seco.
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Ac. Viseu FC 0-1 AC Marinhense

Académico de Viseu: Rui Marcos, Ruben, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Paulo Gomes, Calico (Renato, 60), Tomé, Fernando Ferreira, Hugo Seco (Cabido, 72) e Éverson. Treinador: António Borges.

Marinhense: Pedro Duarte, Pedro Santos (Antero, 86), Fábio Reis, Baresi, Moita, Falé, Pipo, Bruno Filipe, Dárcio, Dady (Ricardo Fernandes, 67) e Índio. Treinador: José Petana.

Expulsão: Fernando Ferreira 90

Golo: Dárcio 88 g.p. (0-1)


Foto: Diário de Viseu



O Ac. Viseu não foi hoje capaz de superar as inúmeras adversidades que tinha. Num jogo onde ninguém merecia vencer, o Marinhense contou com a preciosa “ajuda” do Sr. Luís Ferreira, que vislumbrou um penalty já em cima do minuto 90 (outro???).

Face a tantas ausências, António Borges colocou o seguinte onze: Rui Marcos, Ruben, Jonas, Tiago e Marcelo; P. Gomes, Calico (Renato), F.Ferreira; Tomé, Hugo Seco (Cabido) e Everson.

O jogo foi todo ele de sentido único. O Académico tentou controlar o jogo, mas a falta de rotina, natural, de alguns jogadores não permitia chegar à baliza oposta com sucesso. Só para se ter uma ideia do fraco jogo que foi, o Marinhense não fez nenhum remate à baliza do estreante Rui Marcos. O Académico não fazia melhor, e apenas de bola parada chegava com algum perigo, relativo, à baliza do Marinhense. A história do jogo, poderia ficar já finalizada, com o empate justo a zero golos, mas não foi o que aconteceu, dado que em cima do minuto 90, um jogador do Marinhense, rodeado por três academistas, caiu na área (fica a dúvida - estou muito longe), e o árbitro vem a correr da zona do meio-campo, imagine-se, apontando a sinalética para a marca do penalty. E pronto, o Marinhense não desperdiçou e venceu um jogo que não merecia. Por tudo o que fez e não fez. Por ter defendido durante os 90 minutos, pelo enorme anti-jogo que cometeu, (a maca entrou em campo para “assistir” os jogadores do Marinhense em cinco ocasiões, fora as outras), e pelo papel do árbitro, sempre em desfavor do Académico, - chega a ser um pouco impressionante esta “perseguição”, - temos de dizer chega. É verdade que o Académico hoje não teve arte nem engenho, sem dúvidas, nem está em questão, mas estes penaltys muito duvidosos em cima do minuto 90, dão no mínimo para pensar e reflectir. É a minha opinião.
De referir ainda, a expulsão de F.Ferreira, vermelho directo. Exagero ou não, o Fernando não pode reagir daquela maneira, está claro.


Um resultado que retira ao Académico a possibilidade de estar numa posição mais tranquila, e que o coloca num lugar intranquilo e muito muito delicado, a 13º posição com 20 pontos. Nada está perdido. Força Académico! Até ao fim!

João Monteiro
Sócio nº 805
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Neste dia

Em 1988, em Peniche, o Académico empatou. 1-1.

Em 1993, no Fontelo, o Académico venceu o Guarda. 2-1.

Em 1999, em Oliveira de Azeméis, o Académico empatou com a Oliveirense. 1-1.
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Antevisão 18ª jornada: Ac.Viseu FC x AC Marinhense

Por incrível que pareça, depois do escandaloso roubo que se verificou em Touriz no passado domingo, os academistas ainda saíram lesados, muito lesados aliás: António Borges com uma multa de 150 euros; e muito mais grave, o nosso mágico Rui Santos, foi alvo de “processo disciplinar”, e ainda de “suspensão preventiva”. Dá para acreditar nesta decisão? Viseu tem de se revoltar, porque não merece este tipo de injustiças. Como se nada fosse com o árbitro Carlos Espadinha (AF Portalegre), o mesmo vai arbitrar um jogo da 2ª divisão, zona sul. Inacreditável.

É este o triste futebol que temos.

À margem destas decisões, o Académico jogará domingo, frente ao Marinhense uma importante cartada na luta por um lugar “tranquilo” na classificação. O adversário, da AF Leiria, ocupa a 13ª posição com 19 pontos, um a menos que os viseenses. Curiosamente fora de casa, somou apenas resultados positivos em campos muito complicados: derrotou o Esmoriz (0-1) e empatou em Touriz (1-1) e no terreno do Pampilhosa (0-0).

Quanto a indisponíveis, é um Académico desfalcado de alguns jogares importantes, que se apresentará no domingo: Rui Santos e Álvaro (Castigados), Guima, Zé Bastos, Marco Almeida e Augusto (Lesionados).

Horário do jogo: dia 07/02, às 15h

Árbitro: Luís Ferreira, AF Braga

A MAGIA DO FUTEBOL aproveita para deixar uma mensagem de apoio ao sempre “capitão” Sérgio pelo falecimento do seu Pai. Muita força a toda a família nesta fase difícil.
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FC Porto 5-2 Sporting

Imediatamente abaixo do cabeçalho de A MAGIA DO FUTEBOL, em rodapé, estão os títulos alcançados pelo Sporting desde o início do blogue – 1 de Junho de 2006. São duas taças de Portugal e duas supertaças. Pouco? Seguramente que sim mas muito comparado com 35 anos que levo de vida sportinguista. Dos títulos referidos uma certa falange leonina conseguiu com que fossem arredados do Sporting três pessoas, em primeiro lugar Carlos Freitas – está no líder Sporting de Braga - e depois mais tarde Paulo Bento e Pedro Barbosa. Que eram eles os culpados. Culpados de quê?

Já que Paulo Bento, Barbosa e Paulo Freitas eram os culpados “vai daí” trazem-se Carlos Carvalhal e Sá Pinto – o salvador da pátria para a mesma falange de apoio. Para começar um treinador a prazo. Um treinador a prazo que nem as seis vitórias consecutivas ajudaram a que renovasse. Defendi a sua renovação depois da derrota em Braga, era preciso mostrar que o clube estava com o treinador mas não foi assim e foi um treinador a prazo que esteve hoje no Dragão. Entretanto Sá Pinto e Liedson esmurram-se. Sá Pinto demite-se, Liedson resolve na Trofa. Disse na altura, e repito-o, o Sporting deve ser o único clube no mundo em que um jogador agride um dirigente e no jogo seguinte é convocado, o Sporting precisa de Liedson mas o Sporting não é do Liedson. Bruno Alves, que é o Bruno Alves, bateu em Tomás Costa e não foi convocado. Tomás Costa nega, Sá Pinto e Liedson esgrimem argumentos.

Hoje o Sporting perdeu 5-2 no Estádio do Dragão. O FC Porto devolveu a goleada sofrida na época passada, 6 de Fevereiro de 2009, a derrota por 4-1. Jogou com a “equipa B”? Não mais B que a de hoje sem Bruno Alves, Raul Meireles, Rodriguez e Hulk.

Posto isto vamos à conclusão. Nos dois primeiros parágrafos estão as razões do meu desencanto com o actual Sporting. Uns dizem que não vão mais a Alvalade, outros dizem que não vêem mais o Sporting até ao final da época, outros dizem que deixam de pagar as quotas, outros dizem até que se sentem envergonhados. Nada disso se passa comigo. Vergonha do Sporting teria, se o meu clube estivesse envolvido em túneis e quejandos ou que o youtube mostra-se a podridão do presidente do Sporting. Não deixo de ver o meu Sporting, não deixarei de apoiar, não deixarei de fazer a minha parte. Sinto, no entanto, que devo mostrar o meu desagrado e como protesto por tudo o que se tem passado a partir de hoje A MAGIA DO FUTEBOL passa a defender um único clube – o Académico de Viseu Futebol Clube.

“Por cada leão que cair outro se levantará”



Nota: não resisto, Jesualdo diz que foi assim que ganharam 3 campeonatos. É mentira o de 06/07 foi ganho pela mão de Ronny.

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Campanha de angariação de novos sócios

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Académico indignado com 'roubo'

Académico indignado com 'roubo'. É assim o titulo da noticia que vem no Diário de Viseu, a qual passamos a transcrever na totalidade para que toda a gente saiba a vergonha que foi o jogo de domingo passado perante o Tourizense.

"O jogo entre Tourizense e Académico promete dar ainda muito que falar, sobretudo entre os viseenses que, pela boca do presidente António Albino, se sentem 'roubados' e 'injustiçados'
.

O empate em casa do líder Tourizense deixou os academistas à beira de um ataque de nervos, não tanto pelo resultado mas sim com a prestação do árbitro e, ainda, com o comportamento dos adeptos locais.
Naquele que é descrito como sendo uma espécie de 'dérbi', o embate entre as duas equipas teve, de facto, condimentos suficientes para tal, sobretudo do lado de fora do campo.
O presidente António Albino, em declarações ao Diário de Viseu, mostrou-se indignado com aquilo que viveu em Touriz e o que considera ser um 'roubo' dentro de campo.
O dirigente explica as razões da indignação academista e revela que a revolta foi de tal ordem que os jogadores choraram após o encontro.
"Foi incrível, logo no início, na falta sobre o Everson que acaba por dar o golo, ele vai isolado, só com o guarda-redes pela frente, e sofre falta por trás. O árbitro só deu amarelo. Esteve constantemente a empurrar o Académico para trás mas o pior veio com o penálti que marcou. O Filipe corta a bola ao avançado fora da grande área e o árbitro não só assinala falta como ainda inventa o penálti. Para cúmulo, o Rui Santos, como capitão, foi-lhe apenas explicar que o lance tinha ocorrido fora da área e o árbitro mostrou-lhe logo o cartão vermelho. Assim é muito difícil estar no futebol, com estes cenários só me apetece abandonar.".
Mas para António Albino, do lado de fora do relvado também aconteceram coisas graves.
O presidente academista refere-se ao Campo Visconde do Vinhal como um 'barril de pólvora' e revela agressões entre adeptos.
"Aquele estádio é um barril de pólvora, nunca vi. No final do jogo tive de saltar para dentro do campo, para me proteger e não ser agredido porque aqueles adeptos pareciam índios.
Os clubes quando vão a Viseu pedem-nos sempre um camarote que nós cedemos mas quando nós vamos fora somos atirados para o meio da escumalha. Houve lá um grande sururu e troca de agressões. Sei que a claque do Académico até apedrejada foi. Àquele campo não volto mais".
Albino conta ainda que o presidente do Tourizense, Jorge Alexandre, 'se dirigiu ao balneário academista para pedir desculpa pelos incidentes'.
O treinador António Borges, também ele advertido pelo árbitro, não quis falar muito sobre o jogo, adiantando apenas que "pensava que a verdade desportiva ainda fosse o factor mais importante".
Já o delegado ao jogo dos academistas, José Monteiro, garante que a marca do lance que originou o penálti "estava no relvado 1 metro fora da grande área" e que o capitão do Tourizense, Pedro Fontes, lhe pediu desculpa por terem empatado assim o jogo.

António Borges tem a 'cabeça em água' na preparação do próximo jogo (em casa com o Marinhense).
A polémica deslocação a Touriz custou aos academistas Marco Almeida (saiu lesionado) e Rui Santos (não deverá ter castigo inferior a 2 jogos).
Álvaro (castigado), Guima, Zé Bastos e Augusto, lesionados, também estão de fora.
"


in Diário de Viseu
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Neste dia

Em 1997, em Moreira de Cónegos, o Académico perdeu com o Moreirense. 1-0.
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Jogador do mês: Tomé

Nome: Tomé Rodrigues Mendes
Data de nascimento: 10/06/ 1986
Posição: médio

Números da época:
Jogos: 17
Titular: 14
Titular substituído: 5
Suplente utilizado: 3
Minutos: 1247
Golos: 2

Palmarés mágico

2 vezes eleito jogador do mês (Outubro 09 e Janeiro 10)
2 vezes eleito como melhor academista em campo
Tomé é para os editores de A MAGIA DO FUTEBOL o jogador do mês, aquele que mais se destacou no mês que terminou ontem. O centro campista academista terminou o mês com 14,5 pontos deixando na segunda e terceira posição, respectivamente, Álvaro e Fernando Ferreira ambos com 12,5 pontos.
O mês começou com a deslocação a Ponte de Sor onde o Académico de Viseu venceu (1-3), nesse jogo Tomé fez parte dos marcadores e foi creditado com a nota 3. Seguiu-se a recepção ao Esmoriz (0-0) e a nota 2,5. Na recepção à União da Serra (2-2) fez o passe mágico para o golo inaugural de Guima, teve nota 3 e duplicou essa mesma nota por ter sido considerado o melhor academista em campo. Finalmente no jogo frente ao Esmoriz nova nota 3 valeu-lhe e distinção como melhor jogador do mês.
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Jogador do mês: Daniel Carriço

Daniel Carriço é para A MAGIA DO FUTEBOL o jogador do mês. O central leonino acumulou 21,5 pontos, deixando na segunda posição Tonel com 20,5, terminando João Moutinho na terceira posição com 19,5. Foi um mês em que Daniel Carriço fez todos os minutos de todos os jogos, marcou um golo ao Mafra para a Taça de Portugal e foi eleito o melhor jogador em campo no confronto com o Sporting de Braga.


Nome: Daniel Filipe Martins Carriço
Data de nascimento: 04/08/1988
Posição: defesa central

Números da época:

Jogos: 32
Titular: 32
Titular substituído: 1
Minutos: 2728
Golos: 2

Palmarés mágico:

1 vez eleito jogador do mês (Janeiro 10)
8 vezes eleito como melhor sportinguista em campo

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