Jogador do mês: Paulo Freitas

Nome: Paulo Sérgio de FreitasData de nascimento: 23/05/1972
Posição: guarda-redes

Números da época

Jogos: 14
Suplente utilizado: 1

Com o fim do mês de Maio chegou a altura de eleger o melhor jogador do mês. Com 13,5 pontos eram três os candidatos: Paulo Freitas, Luís Vouzela e Ricardo Ferreira. Por unanimidade os editores de A MAGIA DO FUTEBOL decidiram-se por Paulo Freitas.
O gurda-redes academista foi o grande responsável, nesta fase final, por os adeptos do Académico terem acreditado até ao último segundo que a subida era possível. Primeiro no Fontelo numa exibição que garantiu o zero a zero com o Monsanto. E na última jornada foi ele de novo o destaque tendo, inclusive, defendido uma grande penalidade.
Paulo Freitas é assim: jogador do mês – Maio 2011
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Recordar: Marítimo 5-3 Académico


Estádio do Barreiros, 31 de Maio de 1981
30ª Jornada da I Divisão
Árbitro: Augusto Bailão (Lisboa)

Marítimo: Quim; Humberto, Eduardo Luís, Quim Manuel e Carvalho; Mário Ventura (Hilário, 60), Pedroto e Eduardinho; José Pedro, Xavier e Fernando Martins. Treinador: Ângelo Gomes.

Ac. Viseu: Hélder; José Manuel, Emanuel, Fernando e Sobreiro; Chico Santos, Águas e Simões; Flávio (Inaldo, 58), Rodrigo e Dinho. Treinador: Idalino de Almeida.

Suplentes não utilizados: Maravalhas, Rui Lopes e João (Marítimo), Nery, Vinagre, Ramalho e Gentil (Ac. Viseu)

Golos: Xavier 16 (1-0), Quim Manuel 31 (2-0), Dinho 41 (2-1), Xavier 61 (3-1), Xavier 67 (4-1), Inaldo 70 (4-2), Inaldo 86 (4-3), Xavier 90 (5-3)

Um empate bastava é verdade. Mas o Académico saiu copiosamente derrotado. Para mal dos seus pecados o Amora venceu o Belenenses no Restelo. Valeu que o Varzim apenas empatou em Penafiel (0-0). O Académico terminava assim na 13ª posição com os mesmos pontos que o Amora, mas perdia no confronto directo. Assim o Amora manteve-se e o Académico teria que disputar uma liguilha para se manter na I Divisão. Leixões (2º classificado da 2ª Divisão - Norte), Nazarenos (2ª classificado da 2ª Divisão - Centro) e Lusitano de Évora (2º classificado da 2ª Divisão - Sul) seriam os adversários. Apesar de nos terem derrotado os maritimistas desceriam de divisão tal como Varzim e Académico de Coimbra.
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Zito - 19

João Pedro Silva Moreira, o Zito do Académico de Viseu, nasceu a 31/05/1992 e comemora hoje o seu 19º aniversário. Parabéns!
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Paulo Freitas manteve o sonho até ao fim...

Paulo Freitas - 4 - O melhor elogio que lhe podemos fazer é que foi ele a manter a chama da esperança acesa até ao ultimo segundo, uma defesa a evitar o golo adversário, e defendeu um penalty que o árbitro inventou.

Casal - 3 - Não comprometeu, certo a defender, subiu muito pouco ao ataque.

Jonas - 1 - Pouco tempo em campo. Saiu lesionado logo no inicio do encontro.

Tiago - 3 - Esteve á altura dos acontecimentos, os adversários incomodaram pouco.

Marcelo - 3 - À imagem de Casal esteve certinho na defesa, faltou ajudar no ataque. Ainda teve um livre á sua medida, mas chutou contra a barreira.

Calico - 3 - Entrou bem no jogo, e não se notou a falta de rotina.

Alvaro - 3 - Não foi tão interventivo quanto nos vinha habituando nos últimos jogos. Tentou, mas sem efeitos práticos.

Vouzela - 3 - Talvez dos jogos mais apagados que lhe vi fazer. O meio campo também foi a zona do campo mais povoada, não deixando grandes espaços para se jogar.

Ricardo - 3 - Não teve espaço para poder fazer os seus lançamentos em profundidade. esteve muito encostado ao lado esquerdo. Acabou o jogo a defesa esquerdo.

Everson - 2.5 - Sem espaço para jogar. Com terreno pesado e com tanta perna á volta, não conseguiu colocar a sua técnica em campo.

Luisinho - 2.5 - Um ou dois lances inconsequentes. Os defesas de Oliveira do Bairro sabiam bem da sua importância no jogo Academista.

Zé Bastos - 2.5 - Não me lembro da bola nos pés do Zé. Apenas me lembro de um lance em rematou já em desequilibrio, na melhor oportunidade de golo Academista.

Rui santos - 2 - Entrou a 15 minutos do fim do jogo, e não acrescentou nada ao mesmo.
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Ol. Bairro 0-0 Ac. Viseu


Foto: Diário de Viseu

O Académico empatou a zero bolas esta tarde no Estádio Municipal de Oliveira do Bairro, e disse adeus à tão desejada subida de divisão.



O técnico Manuel Matias, que estava suspenso, fez alinhar os seguintes jogadores: P.Freitas, Casal, Tiago, Jonas (Calico) e Marcelo (Rui Santos); Álvaro, Vouzela e Ricardo; Everson, Luisinho e Zé Bastos.



O jogo começou com “mau presságio” para as hostes viseenses com a lesão de Jonas, logo nos primeiros minutos, entrando Calico para o seu lugar, ele que, diga-se, esteve irrepreensível no centro da defesa academista. O Oliveira do Bairro entrou mais forte nos primeiros minutos, tentando de alguma forma assumir o domínio do jogo, e foi Paulo Freitas, com uma grande defesa, que evitou que a equipa da casa se colocasse em vantagem no marcador. Porém os academistas equilibraram o encontro, e foram os viseenses que tiveram a grande oportunidade do primeiro tempo, com Zé Bastos à boca da baliza a não conseguir desfeitear o guardião da equipa da casa (talvez tenha sido a oportunidade do jogo para o Académico de Viseu). Chegava-se ao intervalo com um nulo que se aceitava.



O segundo tempo, esperava-se um Académico mais atrevido, mais acutilante no ataque, mas assim não aconteceu. Notava-se a falta de Manuel Matias no banco academista. O Académico raramente incomodava o guardião adversário. O Oliveira do Bairro ia fazendo o seu jogo (o empate chegava), e até teve um “bónus”, permitam-me, tal foi o escândalo de penalty que foi assinalado na área de rigor academista. Um penalty que, não existiu, posso garantir, invenção pura e habilidosa do sr. árbitro Raul Valega. Porém Paulo Freitas foi herói e defendeu a grande penalidade, fazendo os inúmeros adeptos de Viseu presentes no estádio, sonhar que ainda era possível a vitória. O treinador academista colocou ainda Rui Santos, para o lugar de Marcelo, na esperança que o mágico tirasse da cartola um golo nos últimos instantes, tal como aconteceu há dois anos. O Académico teve no último canto da partida a oportunidade que cheirou a golo, mas o cabeceamento de Everson(?) saiu à malha lateral. Que pena! No outro jogo o Monsanto fazia o seu papel e vencia por 3-1, faltando, por isso, apenas um golo para o Académico de Viseu subir de divisão! Não aconteceu e os viseenses foram tristes para casa. Um empate amargo, que em nada serviu as aspirações do nosso clube.



Notas finais para os inúmeros adeptos de Viseu que se deslocaram até Oliveira do Bairro, somos um clube enorme! À claque academista, que mais uma vez, esteve em grande número, sempre apoiar, mesmo com a constante provocação por parte dos “adversários” que existiam nas bancadas!
Por fim, não posso deixar de frisar que, na minha opinião, faltou o agradecimento final dos jogadores e direcção, a todos nós que estivemos sempre apoiar debaixo duma chuva que teimava em não parar – nós também perdemos esta final (ninguém se esqueça nem tenha duvidas, que o clube, hoje mais que nunca, são estas pessoas, são estes adeptos).
Académico Sempre!



João Monteiro, sócio nº805
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Excursão GRÁTIS a Oliveira do Bairro

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JUNIORES



Este jogo marca a decisão da fase final do Campeonato Distrital de Juniores. Só a vitória interessa aos nossos juniores. É o único resultado possível para os academistas brilharem e ficarem a um passo de serem CAMPEÕES!
Ajuda os JUNIORES a VENCER! O teu apoio é MÁGICO!
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Recordar: Ac. Viseu 2-0 Penafiel


Estádio Municipal do Fontelo, 24 de Maio de 1981

29ª Jornada da I Divisão 80/81

Equipa de arbitragem: Mário Luís; Eduardo Agostinho, José Graça

Académico de Viseu: Hélder, José Manuel, Fernando, Emanuel, Sobreiro, Chico Santos, Águas, Simões, Flávio, Dinho e Ramalho (Inaldo, 70). Treinador: Idalino Almeida.

Penafiel: Luz, Leonel, Santos, Kikas, Artur, Walter, Branco, Carlos Garcia, Joaquim Teixeira (Pinto, 56), Abel (Coimbra, 74) e Babá. Treinador: António Oliveira

Suplentes não utilizados: Rui Nery, Vinagre e Rodrigo (Académico de Viseu), Cerqueira, Ferro e Fernando Barbosa (Penafiel)

Golos: Inaldo 90+1 (1-0), Dinho 90+3 (2-0)
Vitória muito sofrida e suada. Com os dois pontos o Académico subiu ao 12º lugar com mais dois pontos que o Varzim (13º) e Amora (14º). Um ponto na última jornada dava a manutenção direta ao Académico de Viseu.
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Paulo Freitas - 39

Paulo Sérgio de Freitas, o Paulo Freitas do Académico de Viseu, nasceu a 23/05/1972 e comemora hoje o seu 39º aniversário. Parabéns Paulo!
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Paulo Freitas garante empate

Paulo Freitas -4,5- Se o Académico de Viseu não perdeu o jogo com o Monsanto ao seu guarda-redes deve agradecer. Três grandes intervenções sendo quem em duas delas foi um verdadeiro herói ao sair com êxito aos pés dos seus adversários. O melhor do Académico de Viseu.

Casal -3,5- Foi dele o grande momento do jogo ao atirar à barra. Esteve bem a apoiar o ataque.

Jonas – 3,5- Exibição imaculada acabando o jogo a ponta de lança.

Tiago Gonçalves -3,5- Dos melhores jogos que lhe vi fazer esta época.

Marcelo Henrique -3- Desde que Manuel Matias assumiu o comando que se vê Marcelo a defender muito melhor. Pena que não dê depois para chegar lá à frente.

Luís Vouzela -4- Mais uma vez em grande. Ficam na retina as suas jogadas “maradonianas” que apenas são travas em falta. Sempre em grande!

Ricardo -4- Várias aberturas de grande nível e cortes absolutamente preciosos quando o Académico buscava o golo da vitória. Como cresceu com a vinda de Manuel Matias!

Álvaro -3- Bem na entrega ao jogo e no espírito de sacrifício.

Éverson -2- o Éverson de ontem foi de novo aquele que complica o que parece fácil. Esteve perto do golo.

Zé Bastos -2- quase sempre muito só. Falhou um “golo cantado”.

Luisinho -2- Longe das tardes de glória.

Pedro Costa -0,5- muita correria. Vinte e três minutos em campo que, bem espremidos, dão nada…

Rui Santos -0,5- Sem ritmo e sem confiança. A falta que RS10 faz…
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Ac. Viseu 0-0 Monsanto

Estádio do Fontelo, 21 de Maio de 2011

9ª Jornada da Fase de Subida, Série D

Árbitro: Rui Figueiredo (Leiria)

Ac. Viseu: Paulo Freitas; Casal, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves e Marcelo Henrique (Pedro Costa, 67); Luís Vouzela (c), Álvaro, Ricardo Ferreira e Éverson; Luisinho (Rui Santos, 84) e Zé Bastos. Treinador: Manuel Matias.

Monsanto: Cléber, Daniel, Filipe, Pedro Mendes (Neio, 68), Bruno, Pedro Emanuel, Ragner, Elton (Gutty, 36), Catita, Wellington e Ito (Bá, 59). Treinador: Rui Gorriz.


O Académico empatou esta tarde, no Fontelo, com o Monsanto. Com a conjugação de resultados - o Oliveira do Bairro venceu em Soure (3-5) e o Nogueirense bateu o Riachense (3-2) - a equipa de Manuel Matias baixou para a 4ª posição. Com estes resultados o Académico tem que vencer em Oliveira do Bairro e esperar que o Monsanto não perca, em casa com o Nogueirense.


O Académico, que apresentou o onze habitual desde que Manuel Matias assumiu o comando, viu o Monsanto criar a primeira boa oportunidade para marcar, mas Paulo Freitas logo aos 5 minutos fez uma boa defesa mantendo as redes academistas invioladas. Reagiu bem a turma academista e daí até ao minuto 21 levou muito perigo à baliza forasteira por Luisinho, duas vezes, Ricardo Ferreira e Zé Bastos. Mas o grande momento do jogo viveu-se no minuto 28 quando Casal, após um excelente trabalho individual, atirou à barra da baliza forasteira. Gritou-se golo no Fontelo e bem que era merecido! Daí até ao intervalo as coisas ficaram mais equilibradas, ganhando emoção quando ao minuto 37 Paulo Freitas teve um intervenção salvadora a evitar com o pé que um jogador do Monsanto marcasse quando surgiu isolado perante si.


A segunda parte começou com Luisinho a tirar da cartola uma daquelas jogadas magistrais, mas a bola parou nas mãos do guarda-redes contrário. Foi uma segunda parte em que o Académico jogou quase sempre com mais coração que cabeça, com os jogadores, por vezes a complicarem o que aparentemente era fácil. A grande oportunidade surgiu ao minuto 68 quando Zé Bastos a um metro da baliza - embora acossado por um adversário - não consegue introduzir a bola na baliza. E foi Paulo Freitas, mais uma vez, a garantir que o Académico não perdia este jogo. Os últimos minutos, com Jonas a ponta de lança, foi de grande e intenso domínio academista, mas a verdade é que o Monsanto sempre teve as coisas bem controladas.

Sobre o árbitro, que por vezes pactuou com algum anti jogo forasteiro, diria que teve um trabalho bem aceitável.


Agora resta-nos vencer em Oliveira do Bairro e esperar que os deuses do futebol estejam connosco. Acreditar até ao fim, é essa a nossa sina!


Melhor em campo: Paulo Freitas
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Ac.Viseu FC x GD Monsanto (SÁBADO, 17h)

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Recordar: Ac. Viseu 0-1 Portimonense

Estádio do Fontelo, 21 de Maio de 1989, 5000 espectadores

38ª Jornada da I Divisão 88/89

Equipa de arbitragem: Vítor Correia; Carlos Matos e Tavares da Silva

Académico de Viseu: Nelito (Sardinha, 11), Rui Manuel, Leal, Chico Nikita, Kappa, Delgado, Quim, José Alhinho (Amaral, 57), Melo, Abel e Amadeu. Treinador: Álvaro Carolino

Portimonense: Sérgio, José Carlos, Flóris, Major (Nivaldo, 87), Justiniano, Vado (Augusto, 80), Pires, Getov, Skoda, José Pedro e César Brito. Treinador: José Torres.

Suplentes não utilizados: Alexandre Alhinho, Morgado e Cartaxo (Académico de Viseu), Figueiredo, Chico Zé e Luciano (Portimonense)

Golo: Getov 47 (0-1)

Fonte: Fora de Jogo
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Recordar: Ac. Viseu 1-2 FC Porto


Estádio Municipal do Fontelo, 17 de Maio de 1981, 30000 espectadores

28ª Jornada da I Divisão 80/81

Equipa de arbitragem: Azevedo Duarte; Pinheiro Gonçalves e Manuel Antunes

Académico de Viseu: Hélder, José Manuel, Simões, Fernando, Sobreiro, Águas, Chico Santos, Vinagre (Emanuel, 53), Rodrigo (Ramalho, 53), Flávio e Dinho. Treinador: Idalino Almeida.

FC Porto: Tibi, Gabriel, Simões, Freitas, Lima Pereira, Adelino Teixeira, Jaime Magalhães, Jaime Pacheco, Coelho (Niromar, 83), Costa e Sousa. Treinador: Hermann Stessl

Suplentes não utilizados: Rui Nery e Gerúsio (Académico de Viseu), Fonseca, José Luís, Quinito e Albertino (FC Porto)

Golos: Gabriel 11 (0-1), Jaime Magalhães 43 (0-2), Emanuel 73 (1-2)

Fonte: Fora de Jogo


Não se afigurava nada fácil a tarefa academista tal como o resultado final espelha. Com a derrota o Académico descia à 13ª posição embora em igualdade pontual com Varzim e Espinho que empataram (0-0) entre si.
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Recordar: Ac. Viseu 3-1 Alverca

Estádio Municipal do Fontelo, 17 de Maio de 199834ª Jornada da II de Honra 97/98
Árbitro: Carlos Basílio (Lisboa)

Académico de Viseu: Augusto (Tó Oliveira, 90), Xinoca (Lukiau, 82), Edson, Zé Duarte, Marco Abreu, Rui Lage, Rogério, Chalana, Carlos Santos, Luisinho e Paulo Listra (Migueli, 73). Treinador: Rodrigo Moura.

Alverca: Faquinha, Marinho, José Soares, Diogo, Nélson Morias, Casquinha (Lima, 58), Cosme (Anderson, 58), Deco, Ramirez, Hugo Santos (Branquinho, 70) e Caju. Treinador: Mário Wilson.

Golos: Luisnho 17 (1-0), Paulo Listra 36 (2-0), Carlos Santos 64 (3-0), Caju 84 (3-1)



Nota: último jogo do Académico de Viseu na Liga de Honra.
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Riachense 2-2 Ac. Viseu

Campo Coronel Mário Cunha, 15 de Maio de 2011

8ª Jornada da Fase de Subida, Série D
Árbitro: Hugo Pires (Leiria)
Riachense: Rui Galrinho, Gonçalo Fernandes, Nuno Paulo (Paulito, 65), Saul, Murcela, Bruno (Rafa, 72), Pedro Galrinho, Moita (Miguel Luís, int), Carioca, Emerson e Santana. Treinador: Fernando Costa.
Ac. Viseu: Paulo Freitas, Casal, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro, Ricardo, Éverson (Calico 90+1), Luisinho (Rui Santos, 83) e Zé Bastos (Pedro Costa, 66). Treinador: Manuel Matias.
Expulsões: Saul 85 (Riachense)
Golos: Luisinho 10 (0-1), Saul 52 (1-1), Éverson 56 gp (1-2), Rafa 90+3 (2-2)


O Académico de Viseu empatou esta tarde em Riachos, com a equipa local, e manteve a segunda posição na tabela, com os mesmos pontos que o Oliveira do Bairro e a apenas 3 pontos do comandante, Monsanto, que visita o Fontelo na próxima jornada.
Antes do quarto de hora, na primeira jogada de verdadeiro perigo, o Académico inaugurou o marcador através de Luisinho. Se era expectável que o Riachense reagisse, foi o Académico que continuou na mó de cima e sempre a desperdiçar oportunidades atrás de oportunidades: Éverson, bola na barra (Luisinho?), Ricardo, enfim, um fartote de ocasiões. Mas o resultado ao intervalo era o magro um a zero para o Académico de Viseu.
Quem não marca sofre. E o Académico sofreu o empate na segunda parte, num lance que, ao que tudo indica, ficou um fora de jogo por marcar. Mas o Académico esteve pouco tempo na situação de desvantagem, já que pouco depois Éverson, na transformação de uma grande penalidade, colocou de novo o Académico em vantagem. E o desperdício continuou. Isso e alguma falta de sorte, tal como uma bola no poste e na barra na sequência de um livre a favor dos academistas. Foi já com o Académico em vantagem numérica, nos descontos, e após uma substituição de “marcha atrás” (Éverson por Calico) que o Riachense empatou a partida.
Um balde de água muito gelada!

Notas:

4 – Éverson, Luisinho

3 – Zé Bastos
2,5 – Paulo Freitas, Casal, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro, Ricardo
1 – Rui Santos, Pedro Costa
0,5 - Calico
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Recordar: Guimarães 5-0 Ac. Viseu

Estádio D. Afonso Henriques, 14 de Maio de 1989, 5000 espectadores37ª Jornada da I Divisão 88/89
Equipa de arbitragem: Xavier de Oliveira; Teixeira da Silva e Adriano Rodrigues

Vitória de Guimarães: Neno, Nando, Germano, Soeiro, Jorge, René, N´Dinga, Chiquinho Carlos (Caio Júnior, 65), Roldão, Silvinho (Bené, 84) e Décio António. Treinador: João Fonseca.

Académico de Viseu: Nelito, Rui Manuel, Chico Nikita, Alexandre Alhinho (Delgado, int), Kappa, José Alhinho, Quim, Amadeu, Nogueira (Abel, 32), Amaral e Melo. Treinador: Álvaro Carolino.

Suplentes não utilizados: João Leite, Nenê e Vítor Santos (Guimarães), Sardinha, Leal e Morgado (Académico de Viseu)

Golos: Décio António 7 (1-0), Chico Nikita p.b. 18 (2-0), Décio António 35 (3-0), René 68 (4-0), N´Dinga 81 (5-0)
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The "man of the match" is:

Ricardo - 4 - Escolhi o Ricardo como o homem do jogo como poderia ter escolhido outro colega, porque ontem toda a equipa se exibiu a grande nível e sem grandes falhas. Escolhi o Ricardo porque já fui criticado neste espaço por não ter dado o devido destaque a este jogador. O Ricardo é daqueles jogadores que mal se notam em campo, mas que é muito importante numa equipa! Ontem abriu o marcador do jogo num excelente remate de fora da área.

Augusto - 4 - Foi talvez dos jogadores que menos interveio no jogo, mas esteve sempre muito atento e a dar instruções aos colegas. Alguns dos contra-ataques academistas começam nos seus pés. As ordens de Matias são sempre para colocar a bola rapidamente nos pés de Bastos ou Luisinho. Infelizmente lesionou-se quase no fim do jogo, logo agora que estava em grande forma. Rápidas melhoras "Mãos".

Casal - 3,5 - Não foi tão interventivo como já o vimos ser nos últimos jogos, mas esteve sempre a bom nível quando foi chamado a intervir. Felizmente o jogo de castigo não lhe baixou nem a forma nem a moral.

Jonas - 4 - Virilidade quanto baste custou mais uma vez um cartão amarelo, felizmente não lhe retirou discernimento para o resto do jogo. Sempre autoritário e acertivo na abordagem aos lances, o que não deixa de ser perigoso com os "amigos do alheio" que têm apitado os jogos do nosso clube. Jonas precisamos de ti!

Tiago - 3,5 - Esteve mais discreto que o seu colega, mas também esteve em plano positivo quando chamado a actuar.

Marcelo - 3,5 - Não comprometeu, mas também não deslumbrou, digamos que cumpriu.

Vouzela - 4 - O Lance do penalty foi desenhado pelo génio do nosso Vouzela, armado em Maradona. Aquele lance só podia acabar com a bola a balançar as redes. Grande Vouzela, sem adjectivos para personificar as suas exibições.

Álvaro - 4 - Grande, enorme, Álvaro. Esteve em todo o lado, não virou a cara a nenhum lance e parece ter acabado o jogo fresquinho! Uma lufada de ar fresco não foi Álvaro! E lembra-te que o teu lugar é no Académico! És da casa, pertences á nossa formação.

Everson - 4 - Que se passou com este homem, como nos pode enganar durante tanto tempo, e esconder todo este talento? Este "novo" "turbo" que comprou encaixa bem na sua técnica. Marcou o 5º golo num excelente cabeceamento. Temos jogador!

Luisinho - 4 - Dois golos e a disponibilidade e velocidade do costume. Luisinho precisamos de ti nestas 3 ultimas finais. Espalha a tua magia nesta reta final do campeonato, são os nossos desejos.

Zé Bastos - 4 - Pareceu-me que voltou finalmente ao pico da forma, e bem precisamos. Faz juntamente com Luisinho o terror das defesas adversárias. Mais dois golos no jogo de ontem.

P. Freitas - 2,5 - Entrou para o lugar do lesionado Augusto. Ainda entrou a tempo de fazer duas ou três defesa seguras, e de sofrer o golo forasteiro, sem que pudesse fazer muito para o evitar.

Luís Miguel - 2,5 - Entrou para o lugar do Jonas numa altura em que o jogo estava mais que resolvido e com o intuito de evitar males maiores a Jonas que já tinha cartão amarelo.

Cabido - 2,5 - Entrou para o lugar de Luisinho, que se queixava de um "toque", e para evitar males maiores!
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Ac. Viseu FC 6 - 1 GD Sourense


O Académico recebeu e venceu hoje no Fontelo, categoricamente, a equipa do Sourense por 6 a 1.


Estádio do Fontelo, 8 de Maio de 2011
7ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série D
Ac. Viseu: Augusto (c) (Paulo Freitas, 57); Casal, Jonas (Luís Miguel, 82), Tiago Gonçalves e Marcelo Henrique; Luís Vouzela, Álvaro e Ricardo; Éverson, Luisinho (Cabido, 75) e Zé Bastos. Treinador: Manuel Matias.
Sourense: Ivo, Makukula, Jorgito (Pazito, 59), Sandro, Mini, Sanches (Ricardo, 69), Pedro Gonçalves, Alex, Marito, Ricardo Tavares e Gonçalo Estanqueiro (Vítor Silva, 56). Treinador: Nuno Raquete.
Golos: Ricardo 7 (1-0), Zé Bastos 23 (2-0), Luisinho 47 gp (3-0), Luisinho 54 (4-0), Éverson 61 (5-0), Zé Bastos 80 (6-0), Ricardo 86 (6-1)


Num jogo com resultado atípico para a altura da época, o Académico de Viseu demonstrou uma atitude fantástica dentro das quatro linhas, como tem sido habitual nos últimos desafios. Desde cedo, os viseenses quiseram matar o jogo, controlando, não deixando o adversário ter a bola, e finalizando com sucesso grande parte das ocasiões de golo. Ricardo foi o primeiro abrir o activo, com um remate colocado à entrada da área, ele que tem sido, claramente, uma das peças-chave nesta equipa do Académico. Zé Bastos marcou o segundo, isolou-se do lado esquerdo do ataque academista e finalizou com êxito. 2-0 ao intervalo que se justificava, dada a tendência ofensiva da equipa da casa.

A segunda metade, teve ainda mais golos. O Sourense mostrava-se uma equipa acessível, demasiado macia para esta aguerrida formação academista. Não foi com surpresa que o 3º golo chegou. Vouzela faz uma arrancada impressionante, driblando vários adversários, sendo travado na altura do remate. (Que época está a fazer este nosso Luís Vouzela). Luisinho foi quem converteu o castigo máximo. O mesmo jogador iria fazer ainda o 4-0 para o Ac. Viseu. O golo número cinco, saiu da cabeça de Éverson, após canto de Ricardo. Everson, diga-se, tem sido um dos goleadores de serviço nesta 2ª e decisiva fase do campeonato. E para finalizar os golos caseiros, Zé Bastos fez o seu 2º tento da tarde, elevando o seu score pessoal para 21 golos esta época no campeonato, fantástico Zé! O Sourense iria ainda reduzir já perto do final do encontro, num remate colocado sem hipóteses para P. Freitas, que entretanto tinha substituído o nosso nº1 Augusto, lesionado. Esperemos que não seja uma lesão impeditiva de dar o seu importante contributo nos próximos jogos.

Em suma, num jogo onde só a vitória interessava, o Académico foi muito competente, e demonstrou que estará na luta até ao fim da prova. Face aos restantes resultados, a nossa equipa regressa à segunda posição, que dá acesso à 2ª Nacional. A próxima final é em Riachos, frente ao Riachense, que hoje surpreendeu o líder Monsanto, vencendo por 0-2.
Destaque ainda para a claque do Ac. Viseu, que esteve extraordinária no apoio à equipa!

Resultados:
Ol. Bairro 1 - 2 Nogueirense
Monsanto 0 - 2 Riachense

Classificação:
Monsanto 35
Ac. Viseu 31
Nogueirense 31
Ol. Bairro 29
Riachense 27
Sourense 25


João Monteiro, sócio 805
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Vem apoiar o Ac.Viseu, Domingo 16h


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Recordar: Ac. Viseu 0-2 Sp. Espinho

Estádio Municipal do Fontelo, 7 de Maio de 1989, 3000 espectadores36ª Jornada da I Divisão 88/89
Equipa de arbitragem: Fernando Alberto; Pedro Alves e Luís Aguiar.

Académico de Viseu: Sardinha, Carlos Manuel (Delgado, 73), José Alhinho, Leal, Kappa, Nogueira, Nunes (Amadeu, 33), Amaral, Quim, Melo e Abel. Treinador: Álvaro Carolino

Sporting de Espinho: Silvino, Eliseu, Vieira, Nené, Nito, Rui Filipe, Luís Manuel, Aziz (Alemão, 71), Zézé Gomes (Nelo, 54), Marcos António e Ivan. Treinador: Carlos Garcia.

Suplentes não utilizados: Nelito, Rui Manuel e Chico Nikita (Académico de Viseu), Vítor Couto, Vitorino e Rui Alegre (Sp. Espinho)

Golos: Aziz 28 (0-1), Ivan 87 (0-2)
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Recordar: Académico 3-1 Fátima

Académico de Viseu 3 Fátima 1

Estádio do Fontelo – 05 de Maio de 2002 – 35ª jornada da II B (Zona Centro)
Arbitro: Manuel Peixoto (Braga)

Académico de Viseu: Augusto, Rogério, Rui Carlos, Sérgio, Bruno, Rui Lage, Amorim, Pedro´s, Rui Miguel (Zé Duarte, 62), Lemos, Sebastien (Ascenso, 82). Treinador: Rui Manuel

Fátima: Rui Vale, Zé Artur, Rui Manhoso, Paulão, Nélson, Bani (Mamadi, 45), David, Bruno Ferreira, Nini (Peixoto, 45), Pedro Silva (R. Queirós, 58), Morgado. Treinador: Paulo Leitão

Cartões amarelos: Bani (32) e Rui Vale (80); Amorim (42), Zé Duarte (62).

Golos: Lemos 24 (1-0), Nini 43 (1-1), Sérgio 73 (2-1), Pedro´s 79 (3-1)
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Recordar: Académico de Coimbra 0-2 Ac. Viseu

Estádio Municipal de Coimbra, 3 de Maio de 1981

27ª Jornada da I Divisão

Árbitro: Alfredo Basílio (Lisboa)

Académico de Coimbra: Mendes; Pedroso, Dani, Redondo e Tomás; Parente, Mário Wilson (c) e Rosado; Toninho, Freitas (Aquiles, 59) e Henrique (Rosário, 75).

Ac. Viseu: Hélder; José Manuel, Simões, Fernando e Sobreiro; Águas, Chico Santos e Rodrigo (c); Vinagre (Emanuel, 21) e Dinho (Ramalho, 87). Treinador: Idalino de Almeida.

Suplentes não utilizados: Viços, José Manuel e Martinho (Académico), Nery, Gentil e Inaldo (Ac. Viseu)

Golos: Dinho 15 (0-1), Simões 47 (0-2)



O Académico foi a Coimbra na 13ª posição e a equipa da casa, nesse tempo apelidada de Académico também, arrastava-se na última posição a longínquos 7 pontos do CAF e pelo aspecto desolador das bancadas os seus apaniguados já não acreditavam no milgare. Vitória importante dos homens comandados por Idalino de Almeida que fez com que o Académico subisse à 11ª posição valendo-se dos empates de Varzim e Espinho.
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Confira a classificação e o que faltam jogar!

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Jogador do mês: Éverson

Nome: Éverson Sales Pacheco
Data de nascimento: 21/06/1982
Posição: Médio/Avançado
Números da época:
Jogos: 22
Suplente utilizado: 5
Golos: 7
Abril de 2011 foi o melhor mês de Éverson em 3 épocas de Académico de Viseu. Marcou 4 golos, foi por nós eleito como melhor em campo no jogo com o Riachense, e terminou o mês com 16 pontos, deixando a concorrência (Luís Vouzela e Ricardo Ferreira) a 2,5 pontos.
Éverson foi para A MAGIA DO FUTEBOL o jogador do mês!
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Nogueirense 3 - 2 ACADÉMICO

Campo de Santo António, 30 de Abril de 2011

6ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série D

Árbitro: Gonçalo Martins (Guarda)

Nogueirense: Rui Vale, Luís Paiva, Carlos Santos, Marco, Carlo, Diogo, Marco Paiva, Daniel Gonçalves (Alex, 76), Toni (Nuno Pedro, 80), Edir e Pinheiro (Valdo, 90+3). Treinador: Pedro Ilharco.

Ac. Viseu: Augusto, Jonas, Calico (Pedro Costa, 16), Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro (Filipe, 85), Éverson, Ricardo, Luizinho (Cabido, 75) e Zé Bastos. Treinador: Manuel Matias.

Golos: Calico 12 pb (1-0), Éverson 34 (1-1), Toni 60 (2-1), Éverson 70 (2-2), Nuno Pedro 83 (3-2)





Como não assistimos ao jogo, decidimos colocar a análise de quem já nos habituou a fazê-la de uma forma simples e esclarecedora. Obrigado pelo comentário Sr. Carlos Silva.


" Triste, muito triste pelo resultado, e apenas por esse facto.

Contente, por quase tudo o resto, a atitude da equipa, a postura da massa adepta, da CLAQUE que apoiou incansavelemte a Equipa. Excelente atitude da Claque. Pena, algumas picardias com os adeptos adversários, sempre dispensáveis, em resposta a provocações. Quando forem provocados, igonrem, não respondam que eles acabam por se calar e a solução é abafá-los com Académioc, Académico, Académico.

O Jogo:
O Académico jogou mais, começou melhpr, tive 2 oportunidades claras de golo, nos primeiros quinze minutos. Sobfre um golo, numa altura em que a equipa adversária tinha sido zero em termos atacantes. O Académico sente o golo, mas ainda assim reage e chega ao empate.
Na segunda parte, o Académico, entra bem, muito bem, excelentes jogadas. Tem um oportunidade daquelas que ~se pode dizer que é 90% golo, e falaha. Azar, Azar, Azar. MAis boas jogadas, bons cruzamentos, mas eles voltam a marcar num lance em que a nossa defesa não esteve bem. Acontece!

MArcámos de novo e quando o empate parecia, no mínimo seguro, pois era o Académico, calaramente a querer ganhar o jogo, o árbito inventa um falta em posiçção frontal, tal como inventou o penalti, pois se esse 2 lances são para assinalar, emtão tem que assinalar um penalti a nosso favor, derrube de Zé Bastos e assinalar uma falta igualmente, mais do que muito evidente, ainda na 1ª parte, junto á área do lado direito, empurrão a um jogador nosso.
Dualidade de critérios, sem dúvida.

Nesta 2ª fase, quanto penalties tivémos a favor? e contra? Quantos expulsões de jogadores adversários? e da nossa equipa?

No único jogo, dos 6 até agora realizados, no único em que a arbitragem foi sem qualquer caso, o Académico ganhou 3-0. Nos outros 5 jogos, e e em especial em 3 deles, fomos claramente empurrados para não ganhar.

Neste jogo, o Académico esgotou tido o seu stock de azar e daqui em diante, com a Força dos Sócios e Adeptos, excelente no apoio à equipa, mesmo no fim do jogo, após derrota díficil de aceitar, o Académico vai ganhar todos os jogos e vai subir de Divisão!
É a nossa sina, acreditar até ao fim e subir mesmo no último jogo, pois é isso que vai acontecer!

Manuel Matias, terá, se é que já o não fez, de falr com todos os jogadores, explicar-lhes que só é golo e só conta as bolas que entram na baliza e que nós Académico somos a melhor equipa, mas temos que marcar os golos. Em todos os jogos o Académico foi superior, mas faltou em alguns deles, qualquer coisa. É preciso essa qualquer coisa em todos os jogos que faltam, e em lances, como os que aconteceram, hoje, nos 1º quinze minutos, aquelas bolas tÊm que entrar, é preciso rematar com mais força e com mais determinação para garantir que a bola entra e que o defesa não tem possibilidade de a tirar em cima da linha, como aconteceu.

Resumo do jogo:
Nogueirense - 3 oportunidades, 3 golos, o 1º lance, é auto-golo, não o conto e têm uma bola na barra.

Académico: 6 oportunidades de golo, 2 golos.

Arbitragem: demasiado habilidosa, não gostei. Na dúvida, o árbitro não teve dúvidas!

Vamos Acreditar!
Vamos ao Fontelo!
Vamos Ganhar!
Vamos SUBIR!

Nós somos o Académico, ninguém tem a nossa FORÇA!

Carlos Silva
"

Notas:

4 – Éverson
2 – Augusto, Tiago Jonas, Pedro Costa, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro, Ricardo Ferreira, Luisinho, Zé Bastos
1,5 – Calico, Filipe
1 - Cabido
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Força EQUIPA!

Estamos convosco! Sabemos reconhecer o vosso esforço! Força EQUIPA!
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Excursão de apoio a Nogueira do Cravo!

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Recordar: Ac. Viseu 5-1 Fátima

Estádio do Fontelo, 28 de Abril de 2001


Golos: Nélson (0-1), Rogério 40 (1-1), Adilson 42 (2-1), Carlos Santos 50 (3-1), Paulo Listra (4-1), Lemos 83 gp (5-1)


"Um autêntico vendaval "varreu" por completo a Desportiva de Fátima no Estádio Municipal do Fontelo, em especial na segunda metade da partida. O Académico de Viseu fez uma excelente exibição, só materializada no segundo tempo, aproveitando o total desnorte da formação orientada por Nuno Presume. Frente a frente estiveram duas equipas para quem este campeonato já "terminou", uma vez que, alcançados os objectivos traçados, a manutenção, resta-lhes procurar o melhor lugar na tabela classificativa. Os primeiros 30 minutos foram de algum equilíbrio, com as duas formações a praticarem um futebol algo mastigado e em que as situações de golo rarearam. Apenas aos 4 minutos, Bispo, num pontapé cruzado da esquerda, obrigou Albuquerque a defesa apertada, desviando a bola pela linha de canto. E quando já havia alguma apreensão nas bancadas quanto ao futebol apresentado pelas duas equipas, eis que Zé Duarte tem um corte deficiente, com a bola a sobrar para Morgado, que ganha a linha de fundo e cruza para o segundo poste, onde aparece Nélson a empurrar para o golo. Os viseenses tremeram, desconcentraram-se, facto que o adversário não aproveitou. À entrada para os últimos cinco minutos do primeiro tempo já a turma de Luís Almeida se tinha recomposto e uma boa jogada de entendimento entre Pedro´s e Rogério permitiu a este último aparecer na cara de Albuquerque e repor a igualdade, desfeita dois minutos depois por Adilson, após excelente trabalho de Lemos na área. A vantagem dos viseenses ao intervalo era injusta para o Fátima, que só se pode queixar de si próprio. No segundo tempo foi o descalabro total para os comandados de Nuno Presume. Aos 50 minutos, Paulão fez falta sobre Lemos, junto à meia lua, aproveitada por Santos para fazer o terceiro golo da sua equipa, com um remate que deixou Albuquerque sem capacidade de resposta. O Académico de Viseu era agora dono e senhor do jogo, perante um adversário incapaz de reagir ao maior caudal ofensivo dos viseenses. Listra, dois minutos depois de ter entrado, recebeu um passe de Pedro's e arrancou uma “bomba” que só parou no fundo da baliza, para Lemos, aos 83 minutos, de grande penalidade, fazer o quinto golo, a castigar uma falta sobre si próprio que nos pareceu inexistente. Nos instantes finais, a Desportiva de Fátima ainda reagiu e, por duas vezes, aos 87 e 89 minutos, a bola "beijou" o poste e o travessão da baliza de Augusto. Técnicos Paulo Guerra (treinador adjunto do Ac. Viseu): "Sofremos um golo quando estávamos balanceados no ataque, facto que o nosso adversário soube aproveitar. Foi isso que nos espevitou. Apesar de alguma desconcentração após o golo do adversário, virámos o jogo antes do intervalo e fizemos uma grande exibição no segundo tempo." Nuno Presume (treinador do Fátima): "Fizemos 40 minutos muito bons, período em que praticámos um futebol muito agradável e marcámos um golo. Depois desconcentrámo-nos e sofremos dois golos, quando tínhamos o jogo controlado. No segundo tempo, o terceiro golo, resultado de uma falta inexistente, condicionou em muito a nossa atitude em campo."


José Luís Araújo in Record.pt
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E viva o "velho"!

Luís Vouzela (4) – num jogo de grande combate, e de grande entrega, por parte de TODOS os jogadores academistas foi o “velhinho” que se evidenciou. Cansa só de o ver a correr e lutar por cada bola como se fosse a primeira bola da carreira dele. Como o diz o Carlos Silva, “merece uma estátua no Fontelo”! O melhor em campo!
Augusto (3,5) – Fez uma enorme defesa no primeiro minuto da segunda parte. No restante tempo deu à sua defesa a tranquilidade de se saber que, atrás deles estava um grande número 1!
Casal (2,5) – Fez uma falta e acabou expulso! Estava a dinamizar o flanco direito.
Tiago Jonas (3) – Mostrou muita segurança e muita classe. Faltou-lhe alguma tranquilidade.
Tiago Gonçalves (3) – Ao Tiago não lhe faltou tranquilidade e soube jogar mais serenamente que o seu colega de sector. Precipitou-se na abordagem a alguns lances. Teve um grande remate à barra.
Marcelo Henrique (3) - Viu um amarelo escusadamente, ele que já tem o traquejo suficiente para evitar este tipo de lance. Não teve bolas paradas à sua medida. Bem a defender.
Álvaro (3) – Um verdadeiro batalhador no meio campo academista. Com a expulsão de Casal foi defesa direito e se é verdade que não tem cultura de lugar, colmatou tal falha com uma entrega fantástica. A meio da semana vi-o a trabalhar no Sátão e no sábado vi-o a dar tudo pelo nosso Académico!
Ricardo (4) – Se foi o Vouzela a evidenciar-se na segunda parte, foi o Ricardo Ferreira que se evidenciou na primeira. Aos seis minutos rematou para uma grande defesa do guarda-redes adversário e aos 28 minutos com um passe magistral colocou Luisinho na cara do golo. Muita classe naquele pé esquerdo.
Éverson (2,5) – Em termos de entrega ao jogo nada a apontar. Nem a ele nem a ninguém. Agarrou-se em demasia à bola, não a soltando no tempo oportuno.
Luisinho (2,5) – Falhou uma grande oportunidade na primeira parte. Excelente na ajuda a Marcelo Henrique. Não brilhou como habitualmente.
Zé Bastos (3) – Ouvia-se na bancada que era pena ver a equipa a subir de forma e o Zé a baixar. Aos seis minutos da segunda parte o Zé até deu razão a quem disse tal coisa, ao falhar uma boa oportunidade. Mas, 3 minutos volvidos, marcou mesmo. Um pontapé cheio de raiva!
Luís Miguel (1,5) – Entrou com vontade. Bem a defender.
Rui Santos (0,5) – Foi lhe tirado um fora de jogo de uma maneira verdadeiramente disparatada. Mostrou estar longe da boa forma. O que é normal.
Calico (0,5) - Entrou
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Ac. Viseu 1 - 0 Oliv. Bairro

Estádio do Fontelo, 24 de Abril de 2011-04-24
5ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série D
Árbitro: Luís Dionísio

Ac. Viseu: Augusto; Casal, Jonas, Tiago Gonçalves e Marcelo Henrique; Vouzela, Álvaro (Calico, 90), Ricardo e Éverson; Luisinho (Luís Miguel, 67) e Zé Bastos (Rui Santos, 76). Treinador: Manuel Matias.

Oliveira do Bairro: Pedro Monteiro, Alexis, Luís Barreto, Paulo Costa, Rui Castro, Rúben, Pedro Almeida (Rui Beato, 76), Leandro, Mário (Miguel Tomás, 64), Hugo Paulo e Dany (Rato, 64). Treinador: Carlos Miguel.

Expulsão: Casal 45

Golo: Zé Bastos 54 (1-0)

Nos primeiros minutos deste encontro as equipas quiseram mostrar aos adeptos o porquê de estarem a disputar esta fase de subida. Boas trocas de bola, bons executantes, bola muito dividida no meio campo.



O Académico a partir dos 20 minutos de jogo, começou a dominar a partida, e "obrigou" a equipa forasteira, a jogar em contra-ataque.



Nesta altura do jogo já dava para perceber que o árbitro deste jogo, não tinha categoria para o que viria a seguir.



Os jogadores decidiram complicar o jogo e por momentos assistiu-se de parte a parte, a distribuição de "fruta", diga-se lance muitos viris, completamente escusados. O árbitro da partida, só conseguiu acalmar o jogo através de sancionamento disciplinar, e neste "jogo disciplinar", como já é costume o Académico saiu a perder.



O Académico entretanto volta a jogar futebol, e começa a criar os primeiros problemas á equipa forasteira. Luisinho tem a primeira grande oportunidade, quando entra na área pelo lado direito do ataque, e apenas com o guarda-redes pela frente remata ao poste.


Minutos depois é a vez de Tiago Gonçalves num excelente remate de fora da área enviar a bola á barra, com o guarda-redes completamente batido.



Antes do final da 1ª parte, o momento do jogo. Num contra-ataque forasteiro, Casal puxa um adversário junto á linha de meio campo, e o árbitro, num lance sem perigo eminente decide mostrar o segundo cartão amarelo a Casal... - RIDICULO, ENCOMENDADO! Ainda para mais quando me garantiram que o primeiro amarelo era para um colega de equipa e não para Casal.


E assim seguia o jogo para intervalo, com um mau prenuncio para a segunda parte.



No reatar do jogo, recomeça o "show do árbitro", chama o responsável pela equipa de policiamento de serviço, e manda reforçar a segurança junto á zona onde se encontravam alguns adeptos a elogiar a familia do Sr. árbitro. Ainda nos primeiros minutos da 2ª parte volta a entregar uma garrafa de água ao agente de autoridade( seria mais grave se fossem bolas de golfe ).



Na segunda parte veio ao cimo a grande conquista desta equipa nesta fase de apuramento, a garra e disponibilidade! Matias encosta Álvaro á direita no lugar de Casal, Ricardo e Vouzela, ficam com as despesas do meio campo, Luisinho, Everson e Bastos, com a missão complicada de tentar marcar.



Foi num lance de contra-ataque que Bastos recebe a bola, consegue passar dois defesas do Ol. do Bairro, e já no interior da área desfere um potente remate, fazendo o golo da vitória. A partir daí foi o espírito de sacrifício que imperou.


Sai Luisinho para entrar Luis Miguel, mais tarde Bastos dá lugar ao regressado Rui Santos.



O Académico a partir do golo, "deu" a iniciativa de jogo ao adversário, que apenas conseguiu uma oportunidade de golo numa desconcentração da defesa academista. Aliás foi o único lance digno de registo da equipa adversária.



Grande Vitória do Académico, grande espírito de sacrifício, e vimos uma equipa que joga á imagem do seu treinador que não pára um segundo, no incentivo aos seus jogadores.



Força Académico!
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Recordar: Ac. Viseu 0-0 Feirense

Estádio do Fontelo, 23 de Abril de 2003

33ª Jornada da II B Zona Centro

"O jogo mais aguardado da jornada acabou empatado. Frente a um Feirense que se apresentou no Fontelo com a clara intenção de não perder, o Académico não encontrou o antídoto para abrir as portas da baliza do veterano Rui Correia.

Foi um jogo iminentemente táctico e com poucas ocasiões de golo. Henrique Nunes apresentou um esquema claramente defensivo, com uma linha recuada de quatro jogadores, apoiada por um quarteto à sua frente, deixando o ataque entregue a David e Vitinha, um desenho táctico que não se desfez, apesar das alterações introduzidas.

Este esquema teve efeitos práticos. É que com o povoamento do meio campo, Henrique Nunes impediu que o Académico de Viseu dispusesse de espaços para poder criar situações de perigo junto à baliza de Rui Correia.

O nulo final acaba por se justificar. Se, por um lado, o Académico deteve algum domínio territorial, a equipa de Terras da Feira jogou muito certinha, tapando todos os caminhos para a sua baliza e tentando esporádicos contra--ataques. À turma de António Caetano faltou um pouco mais de lucidez para abrir espaços na zona defensiva adversária, de modo a atirar ao golo, ou quando tal aconteceu faltou cabeça fria. "

José Luís Araújo in Record.pt
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Ac.Viseu FC x SC O.Bairro (SÁBADO, 16h)

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Recordar: Marinhense 2-1 Ac. Viseu

Campo da Portela, 17 de Abril de 1988

30ª Jornada da II Divisão, Zona Centro

Árbitro: Ezequiel Feijão (Setúbal)

Marinhense: Nélson; Gato, Alfredo, Magalhães e Penetra (Teixeira, 23); Rui Manique, Landeck e Sérgio; Rui Casimiro (Luís José, 74), Cabumba e João Carvalho.

Ac. Viseu: Sardinha; Morgado, Leal, Chico Nikita e Kappa; Delgado (Gil, 67), Carlos Manuel (João Luís, 35) e Cruz; Rui Madeira, Abel e Rui Manuel. Treinador: Carlos Alhinho.

Golos: Cabumba 1 (1-0), Cabumba 48 (2-0), Rui Madeira 75 (2-1)

Guia tropeçou: O Marinhense, que tem feito uma época um tanto ou quanto irregular, tem primado por jogar bem contra equipas mais bem apetrechadas da zona centro. Hoje, voltamos a assistir a um bom encontro de futebol na qual a vitória dos locais, além de nunca ter estado em questão, foi valorizada por um adversário que demonstrou o porquê de ser um dos mais fortes candidatos à subida de divisão. Com muito público ainda fora do recinto de jogo, já o Marinhense se encontrava em vantagem depois de um belo remate de Cabumba. Este golo a frio provocou nos locais um empertigamento com o qual os comandados de Alhinho não contavam e, assim, toda a primeira parte foi jogado mais no terreno dos forasteiros, os quais, só a espaços se acercavam da defesa visitada. No segundo tempo, e quando se esperava uma enérgica reacção do guia, iam decorridos três minutos já o Marinhense aumentava a vantagem desmoralizando os viseenses que, assim, viam complicar-se a sua tarefa. Nos derradeiros quinze minutos, e devido ao cansaço natural, os vidreiros abrandaram o andamento, o que poderia ter sido fatal, já que o Académico alcançou o seu ponto de honra, não atendo ido mais além porque os locais defenderam, com garra, o avanço alcançado. Excelente arbitragem, Cristino Chanoca in A Bola, 18 de Abril de 1988
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GDMonsanto 1-0 Ac.Viseu FC

O Académico perdeu por 1-0. Resultado injusto.
O técnico academista fez alinhar o mesmo onze que derrotou a equipa do Riachense na passada semana:
Augusto; Casal, Jonas, Tiago e Marcelo (Luís Miguel); Vouzela, Álvaro; Ricardo, Éverson, Luisinho e Zé Bastos.

O golo surgiu à passagem dos 21min, por Pedro Emanuel, após uma "brincadeira" da defesa academista. Um erro que se pagou bem caro, por sinal. Os viseenses reagiram bem ao golo, e de todo mereciam esta derrota. Como registo temos seis boas oportunidades de golo para o Académico de Viseu, através de Éverson (o mais perdulário), e Luisinho, que atirou ao ferro da baliza de Cléber, isto no primeiro tempo. Sete cantos nos primeiros 45min. demonstram bem as inúmeras investidas ofensivas da equipa academista.

A segunda parte continuou bem disputada, talvez estivessem em campo as duas melhores equipas da série, na nossa opinião. O Académico nunca desistiu, diga-se em boa verdade. O técnico Manuel Matias foi arriscando. Primeiro, tirou Marcelo, fazendo entrar Luís Miguel, recuando Ricardo no terreno para a posição de lateral esquerdo. Depois foi o regresso aguardado do nosso mágico, Rui Santos, meio ano depois da sua lesão, entrou para o lugar do esgotado Luisinho. A última alteração foi a entrada de Calico, substituindo Luís Vouzela, já amarelado, reforçando assim o centro do terreno.
Pouco depois o caso do jogo, a bola vai literalmente à mão do defesa do Monsanto Bá na área da equipa da casa, mas o Sr. árbitro Pedro Pereira fez vista grossa e perdoou uma grande penalidade ao Monsanto. Que pena apanharmos estes árbitros sem coragem!

O Académico continuou a carregar, mas não conseguiu marcar, e saiu derrotado de Alcanena. Destaque para a atitude extraordinária da equipa academista, apesar da derrota, diga-se em boa verdade, o Académico merecia mais, muito mais.
Acreditamos que com esta garra e determinação subiremos de divisão. Força equipa!

Notas:

2 – Augusto, Casal, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Luís Vouzela, Álvaro, Ricardo Ferreira, Éverson, Luisinho e Zé Bastos

1,5 – Luís Miguel

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Marco Almeida - 32

Marco António Mendes de Almeida, o Marco Almeida do Académico de Viseu, nasceu a 15/04/1979 e comemora hoje o seu 32º aniversário. Parabéns!
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Jogo com Monsanto antecipado para Sábado, dia 16 de Abril

O próximo jogo do nosso clube, referente à 4ª jornada desta 2ª fase, que ditará a visita dos viseenses ao terreno do Monsanto foi antecipado para o próximo sábado (dia 16) às 16.00h. A razão prende-se com o facto de existirem 2 jogos marcados para o mesmo local, mesmo dia (dia 17) e mesma hora (Monsanto e Alcanenense). Recorde-se ainda que, o Monsanto é o líder isolado desta série D, com 29 pontos, seguindo o Académico de Viseu na 2ª posição com 25 pontos.
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Éverson nos 3 golos

Augusto -3- Tarde muita tranquila. Limitou-se a transmitir segurança.



Casal -3,5 – Excelente a defender e muito bem a subir pelo seu flanco. Talvez a exibição mais conseguida que fez ao serviço do Académico de Viseu!


Tiago Jonas -3,5 – Foi dele o golo inaugural. Irrepreensível o modo como defendeu.


Tiago Gonçalves – 3 – Uma outra entrada à queima colocando em sobressalto a defensiva. Melhorou na segunda parte mas longe do fulgor do seu companheiro de lado.


Marcelo Henrique – 2,5 – vinte minutos de jogo, 4 faltas e um cartão amarelo. Subiu de rendimento com o passar do tempo.


Vouzela – 3- Sempre incansável e lutador. Cansa só de o ver jogar.


Álvaro – 3 – Nas bancadas eram muitos os que diziam que Manuel Matias recuperou Álvaro. Muito bem na pressão que o Académico efectuou. Em crescendo.


Ricardo Ferreira – 3 – Pé esquerdo fantástico, joga e faz jogar, mas fico sempre com a impressão que pode fazer mais. Já sei que o seu “defensor” me vai atacar, mas é esta a minha opinião.


Éverson – 4 – Está nos 3 golos do Académico. Fez o passe para o primeiro, desviou ao primeiro poste para o golo de Luís Miguel – a bola entrava – e marcou o terceiro golo, num daqueles momentos que levantam qualquer estádio. De longe, a melhor exibição da época. O melhor em campo!


Luisinho -2,5 – Caiu no goto dos academistas e mesmo quando faz coisas menos boas tem direito a aplausos. Não esteve com o mesmo fulgor mas a equipa reagiu bem!


Zé Bastos – 2 – A exibição menos no jogo de ontem. Esforçado mas nota-se que não está bem.


Luís Miguel – 2,5 – Entrou bem no jogo. O golo ajudou-o e Luís Miguel foi sempre perigoso. Mais umas exibições deste nível e talvez já não nem nos lembremos do “easy money in my pocket”.


Pedro Costa – 1 – Precisa de um jogo em que as coisas lhe saiam bem. Nota-se que existe qualidade.


Cabido – 0,5 – Entrou nos descontos, rematou muito ao lado da baliza e recebeu aplausos da bancada. Quando o Académico ganha, nem bocas há!
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