A 3ª internacionalização de José Leal

Quinta-feira é dia de recordar as internacionalizações do ex jogador do Académico de Viseu e Sporting – José Leal. Hoje vamos recordar a terceira. Foi num particular frente à Espanha – o jogo 292 da selecção nacional – na cidade de Castellon disputado a 16 de Janeiro de 1991. Neste jogo registe-se a particularidade de Leal ter apadrinhado a estreia de outro viseense, o bem mais conhecido Paulo Sousa. Nesse jogo estreou-se também Tozé. O resultado final foi um empate a 1 com o golo português a ser apontado por Oceano. Com arbitragem do italiano A. Pezzela ,Portugal alinhou da seguinte forma:

PORTUGAL: Vítor Baía (FC Porto) (Silvino – Benfica), João Pinto (FC Porto), Veloso (Benfica), Venâncio (Sporting) e Leal (Sporting); André (FC Porto) (Nelo – Boavista), Vítor Paneira (Benfica) (Carlos Xavier – Sporting), Oceano (Sporting), Paulo Sousa (Benfica) e Paulo Futre (Atlético de Madrid) (Tozé – Beira-Mar); Rui Águas (Benfica) (Cadete - Sporting).
Ler Texto Completo

A vitória de Paulo Bento

Foto: Associated Press (Paulo Duarte)

Sporting 3 Dínamo de Kiev 0: Para mim tal não era necessário mas hoje Paulo Bento mostrou a muita gente que tem carácter, que pensa pela sua cabeça e que é o treinador certo para o Sporting Clube de Portugal. Apostou em Rui Patrício quando no pré jogo muita gente até concordava que ele fosse encostado pois já tinha passado um jogo em que não tinha sofrido golos. Apostou em Farnerud depois de ter sido assobiado no jogo com o Louletano - e prontamente defendido pelo seu técnico – sem ter tocado na bola. Neste caso o sentido prático em termos de jogo não foi visível mas Paulo Bento fez bem apostar no sueco mostrando que é solidário com os seus e que pensa pela sua cabeça. Depois do mediático castigo a Liedson um outro encoberto desta vez a Miguel Veloso mostrando-lhe que a jogar como está a fazer esta época não é imprescindível e que Adrien é uma ameaça séria à sua titularidade. Tudo isto já era suficiente para dizer que está era a vitória de Paulo Bento mas o destino ainda quis dar uma outra prova – uma grande penalidade marcada por Polga! Até era mais fácil escolher outro alvo…
Hoje falava-se que o Sporting jogava o seu prestígio. Alguns não sabem ou não querem saber o que isso é. No futebol e no Sporting há muita falta de memória. O prestígio do Sporting na Europa já estava, desde a jornada passada, defendido. Só Real de Madrid e Barcelona têm mais presenças nas eurotaças que o Sporting. Mas só por oito vezes conseguimos dobrar o ano nas competições europeias. Em 1964 na gloriosa campanha da Taça das Taças. Em 1968 na Taça das cidades com Feira. Em 1974 na Taça das Taças. Em 1983 na Taça dos Campeões Europeus. Em 1986 na Taça UEFA. Em 1988 na Taça das Taças. Em 1991 na Taça UEFA, época em que chegámos à meia-final com os viseenses Leal e João Luís no plantel leonino. E em 2005 na Taça UEFA em que chegámos à final no momentoto mais dramático da história do Sporting. Eu que tenho 32 anos só vi isso acontecer por seis vezes e mesmo assim tenho que contar o ano de 1983 em que tinha apenas oito anos e não ligava a estas coisas.O Sporting acaba assim em terceiro lugar no grupo. Um lugar que era nosso por direito. Entrámos como terceiros cabeças de série e assim saímos. Não nos conseguimos superar, é certo, mas penso que nesta competição nada há a apontar ao grupo do Sporting.
Ler Texto Completo

Suor de capitão



João Moutinho -4- Jogou na posição que mais gosta tal como confirmou no final da contenda. Não é tão forte no 1x1 como é Romagnoli mas é bem mais prático na hora das decisões como atesta o golo apontado. O grande problema de o Moutinho jogar naquela posição é que depois não há outro Moutinho para defender mais atrás mas é mais uma solução que Paulo Bento tem ao seu dispor. Ainda sobre a exibição do capitão esta noite elogie-se a sua entrega abnegada ao jogo suando a camisola de um clube centenário, mostrando que um miúdo pode perfeitamente ser capitão do Sporting porque sente o clube como certos mentecaptos nunca o sentirão. Mentecaptos que humilham (ou tentam humilhar porque nem isso são capazes de fazer porque se calhar nem sabem o que quer dizer a palavra humilhação) uma camisola carregada de suor de um dos produtos de uma academia que nos orgulha ainda por cima um produto que é capitão, que é humilde e que apesar da pequena estatura física é GRANDE! A camisola acabou por certo em mãos bem mais fiáveis que a de um imbecil qualquer. João Moutinho foi o melhor do Sporting esta noite.

Rui Patrício -4- Duas excelentes defesas na primeira parte fazendo com que o Sporting fosse para intervalo na posição de vencedor. Na segunda parte continuou seguro como que confirmando que tem razão quem lhe augura um futuro promissor. Por certos novos falhanços virão e aí só há uma solução a seguir… apostar em Rui Patrício.

Abel -3- Subisse Ronny pelo outro flanco com o mesmo a propósito de Abel e o Sporting seria uma equipa bem melhor. À exibição do lateral direito só faltou um dos seus já famosos cruzamentos ou que aquela bomba que foi à barra tivesse entrado. Abel está a provar que é um dos bons laterais direitos que há em Portugal. Talvez não seja o suficiente para chegar à selecção porque Bosingwa, Miguel e Paulo Ferreira são enormes.

Tonel -4- O Dinamo de Kiev na primeira parte esteve bem fechado lá atrás mas quando partia para o ataque utilizava muita velocidade e nessa altura Tonel disse sempre presente efectuando cortes de um nível superior. Esteve também muito bem na segunda parte na fase de maior assédio ucranino.

Polga -4- Falhou contra a União de Leiria uma grande penalidade que ajudou o Sporting a cavar a sua crise mas logo disse que se houvesse outra e fosse chamado a batê-la que o faria de novo. Dito e feito. No resto mostrou-se o mesmo Polga de sempre mormente na fase de maior aperto forasteiro.

Ronny -2- Na época passada era acusado – com razão – que não sabia defender. Este ano na ânsia de defender parece que não sabe atacar. E os seus remates de longe tardam em acertar no alvo.

Adrien Silva -3- Começou muito nervoso perdendo algumas bolas que deram contra-ataques rápidos aos forasteiros. Depois acalmou, sobretudo na segunda parte, e foi aquilo que todos desejamos. Um jogador que sabe o que faz dentro do terreno e que está disposto a novas oportunidades assim o treinador o queira e Veloso insista em se “armar ao pingarelho”.

Farnerud -2- Estive muito atento ao jogo do sueco. Raramente perdeu bolas e entregou-as quase todas jogáveis. Apenas.

Izmailov -4- É um desequilibrador nato e prova ser bom de bola. As jogadas mais vistosas do Sporting passaram quase todas pelos seus pés. Não marcou mas colocou a bola redondinha para Moutinho fazer o segundo do Sporting. Defender é que é mais difícil.

Liedson -4- Andou sempre muito afastado das zonas de decisão mas foi decisivo. Grande penalidade cometida sobre si e autor do terceiro golo.

Purovic -3- A primeira grande oportunidade foi sua depois de uma entrega em bandeja de Liedson mas com os pés é mais difícil – o Manuel Fernandes agora é comentador da Sporttv! Depois tentou se isolar mas não tem velocidade. Na única bola metida á sua medida um jogador russo tirou a bola em cima da linha de baliza. Pouco. Então porquê a nota positiva? Porque Liedson quando faz um jogo como o dele também tem. O montenegrino correu que se fartou – 10 km diz a realização televisiva – e foi de uma entrega excepcional e até foi o jogador mais faltoso do Sporting tal a vontade em mostrar serviço.

Miguel Veloso -2- Até a defesa esquerdo joga! Fez melhor que Ronny em muito menos tempo. Que assente a cabeça porque o futebol do Sporting precisa dele.

Vukecevic -3- Jogou pouco tempo mas fez uma assistência para golo. Podia ter feito outra antes mas preferiu rematar.

Luis Paez -1- Um remate à baliza dos ucranianos na estreia na Liga dos Campeões.
Ler Texto Completo

Neste dia

A 12 de Dezembro de 1990, passaram 17 anos, o Sporting recebia em Alvalade o Vitesse para a 2ª mão dos oitavos de final da Taça UEFA. Na primeira mão o Sporting tinha vencido por 0-2 e confirmou a sua passagem em casa. Resultado final: 2-1.

Sporting: Ivkovic; Carlos Xavier, Miguel, Venâncio (c) e Leal; Litos, Oceano (Bozinoski 77), Douglas e Careca; Fernando Gomes (João Luís 64) e Cadete. Treinador: Marinho Peres.
Vitesse: Van der Gouw; Straal, Thijssen, Boos (c), Vermelen, Laamers, Van der Brom, Ayjer, Hilgers (Loeffen 45), Van Arum e Latuheru. Treinador: Bert Jacobs.

Golos: Douglas 23 (1-0), Douglas 63 (2-0), Van Arum 76 (2-1)

Outros resultados europeus da época 90/91:
Sporting 1 Malines 0
Malines 2 Sporting 2
Sporting 7 Timisoara 0
Timisoara 2 Sporting 0
Vitesse 0 Sporting 2

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

Bastogol, marcou 4 golos...

Zé Bastos - Este jogador tem a classe e a calma necessária para fazer golos. Quando a bola lhe chega aos pés, só pensa na baliza adversária. O único aspecto a melhorar, será olhar para o lado para verificar se tem colegas em melhores condições de facturar. Pouco mais há a dizer de um jogador que marca 4 golos num só jogo.

Nuno - Duas ou três defesas, sem grande dificuldades. Teve um jogo calmo sem grandes sobressaltos. Acabou por sofrer um golo numa infelicidade do "Negra".

Calico - Está cada vez mais seguro nesta posição. Parece que sempre foi defesa direito.

Marcos - Foi um jogo calmo, em que apenas teve de controlar as poucas investidas dos adversários. Ainda teve tempo de subir no terreno nas bolas paradas, para ajudar os colegas da frente. Terá sido o seu ultimo jogo? Se foi, acabou da melhor forma, com a braçadeira de capitão no braço.

Negrete - Exibição pautada pela regularidade a que já nos habituou. Costuma-se dizer que no melhor pano cai a nódoa, e foi o que aconteceu ao "Negra". Num atraso para Nuno, acabou por introduzir a bola na própria baliza.

João Miguel - A grande dor de cabeça de Idalino de Almeida. O que vai fazer o treinador a este jogador quando voltar o Mégane? Boa exibição de um excelente jogador. Merece um lugar nas alas...

Beaud - Marcou um golo monumental num portentoso remate á entrada da área adversária. Esteve um pouco discreto, e saiu ao intervalo para dar lugar a Márcio.

Lopes - Marcou o 2º golo academista, pleno de oportunidade, e teve outro lance quase igual em que a bola não lhe chegou aos pés. Não fez uma grande exibição, mas ajudou bastante a desgastar a defesa sandinense.

Álvaro - Foi o pivot do meio campo academista, a bola foi circulando o jogo todo pelos seus pés. Foi o elo de ligação defesa - ataque.

Cardoso - É o homem das bolas paradas. Quase marcava na 1ª parte um canto directo.

Eduardo - Fez o gosto ao pé no inicio da 2ª parte, e ajudou bastante os colegas do ataque.

Márcio - Entrou no inicio da 2ª parte, e passados alguns segundos fez logo o gosto ao pé. Não podia ter melhor entrada... está um jogador mais maduro, e teve dois ou três raides pelo lado direito que acabaram em excelentes cruzamentos. É mais um bom valor para o futuro.

Barra - Entrou na fase de descompressão da equipa, e por isso não teve oportunidades de brilhar. Mesmo assim ainda viu a sua equipa marcar mais 3 golos.

Tiago - Entrou, marcou e foi expulso. Dia para recordar...
Ler Texto Completo

Glórias do passado





Em cima temos o Basto e em baixo o Rodrigo. Mais uma vez com a ajuda do Cromos do Futebol podemos recordar as estrelas do passado do nosso Académico de Viseu. Fique com os links: Basto e Rodrigo. Passe por lá veja os comentários feitos e sem assim entender contribua para todos ficarmos a saber um pouco mais das glórias do passado.
Ler Texto Completo

Neste dia

A 11 de Dezembro de 1985, passaram 22 anos, o Sporting recebia em Alvalade o Athletic Bilbau para a 2ª mão dos oitavos de final da Taça UEFA. Na primeira mão o Sporting tinha perdido por 2-1 mas conseguiu dar a volta. Resultado final: 3-0.

Sporting: Damas; Gabriel, Morato, Venâncio e Fernando Mendes; Carlos Xavier (Oceano 66), Sousa, Jaime Pacheco e Mário Jorge; Manuel Fernandes (c) (Saucedo 76) e Meade. Treinador: Manuel José.


At. Bilbau: Zubizarreta; Nuñez (c), Urkiaga, Goicochea, De La Fuente, F. Salinas (Noriega 45), Gallego, De Andrés, Julio Salinas (Argote 61), Urtubi e Sarabia. Treinador: Javier Clemente.

Golos: Manuel Fernandes 19 g.p. (1-0), Meade 55 (2-0), Sousa 74 (3-0)

Outros resultados europeus da época 85/86:
Sporting 3 Feyenoord 1
Feyenoord 2 Sporting 1
Dinamo Tirana 0 Sporting 0
Sporting 1 Dinamo Tirana 0
At. Bilbau 2 Sporting 1

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

Neste dia

A 10 de Dezembro de 1997, passaram 10 anos, o Sporting recebia em Alvalade o Lierse para a 6ª jornada da 1ª fase da Liga dos Campeões. Fechava assim a sua primeira participação na Liga milionária na 3ª posição as ao contrário de hoje em dia não se qualificou para a Taça UEFA uma vez que tal, na altura, não acontecia. Resultado final: 2-1.

Sporting: De Wilde; Quim Berto, Beto, Marco Aurélio (c) e Vinicius; Pedro Martins (Carlos Miguel 45) e Vidigal; Lang e Afonso Martins (Gimenez 45); Ramirez e Leandro (Iordanov 86). Treinador: Vicente Cantatore


Lierse: Deman, Sernels, Van Mier, Hoefkens, Scavone (c), Leen (Bovri 71), Zoebel, Brocken, Van de Weyer (Uwuigbe 83), Huistra (Cavens 77) e Haagdoren. Treinador: Jos Daerden.

Golos: Haadgoren 29 (0-1), Ramirez 46 (1-1), Giménez 68 (2-1)

Outros resultados europeus da época 97/98:
Beitar 0 Sporting 0
Sporting 3 Beitar 0
Sporting 3 Mónaco 0
Lierse 1 Sporting 1
Sporting 0 Bayer Leverkusen 2
Bayer Leverkusen 4 Sporting 1
Mónaco 3 Sporting 2

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

12ª Jornada da Terceira Divisão Série C

Classificação Actualizada da III Divisão Nacional Série C na Barra Lateral.
Ler Texto Completo

Muda aos 3 acaba aos 9


Académico de Viseu: Nuno, Calico, Marcos, Negrete, João Miguel (Tiago 72), Beaud (Márcio 45), Lopes, Álvaro (André Barra 59), Cardoso, Eduardo e Zé Bastos. Treinador: Idalino de Almeida



Dragões Sandinenses: Miguel, Pedro Duarte, Fábio, Costacurta, Dinis (Gil 68), Coelho (Celso 55), Mexicano, Bruno Miguel, Vítor Hugo (Bica 66) e Hélder. Treinador: Paulo Bento.

Cartões amarelos: Coelho 37, Dinis 60, Tiago 77 e Quinzinho 84

Cartões vermelhos: Tiago 77 (acumulação de amarelos)

Golos: Zé Bastos 1 (1-0), Lopes 3 (2-0), Beaud 43 (3-0), Márcio 46 (4-0), Eduardo 51 (5-0), Zé Bastos 52 (6-0), Negrete p.b. 64 (6-1), Tiago 77 (7-1), Zé Bastos 88 (8-1), Zé Bastos 89 (9-1)


Académico de Viseu 9 Dragões Sandinenses 1: Tarde fria em Viseu, céu cinzento e ameaças de chuva, aliado ao facto de estarmos em época natalícia, afastou os adeptos do futebol do Estádio do Fontelo.
O jogo prometia golos, uma vez que se encontravam o segundo classificado, e do lado contrário uma equipa que ainda não pontuou este campeonato.
Logo aos 20 segundos de jogo, já o Académico se adiantava no marcador. Pontapé de saída para os Dragões de Sandim, a bola chega a um defesa academista, que faz um pontapé em profundidade para o meio campo contrário, onde aparece Zé Bastos, a correr isolado para a baliza, e sem dificuldades bate o guardião adversário.
Bola ao meio campo, a equipa Sandinense tenta novo ataque, parado novamente por um defesa academista, que coloca a bola á disposição de Zé Bastos, cruzando do lado direito do ataque para o coração área, onde aparece Lopes a fuzilar a baliza adversária.
Quem chegava atrasado ao Fontelo, já tinha perdido em dois minutos de jogo dois golos da equipa da casa.
Nesta altura já pairava no Fontelo um cheirinho a goleada, mas não foi tão fácil assim. A equipa de Sandim, começou a acertar as marcações, e com algum brio profissional conseguiu ultrapassar as dificuldades técnicas dos seus jogadores.
Aos 17m o guarda-redes do Dragões Sandinenses, derruba Zé Bastos mas o árbitro manda seguir o lance, ficava um penalty por marcar!
Aos 20m de jogo surge um dos poucos ataques da equipa dos Sandinenses, na primeira parte, através da marcação de dois pontapés de campo consecutivos, sem grande perigo para a baliza academista.
Quase à meia hora de jogo, Zé Bastos insiste num lance individual, dentro da área, quando tinha Eduardo solto, pronto para marcar o golo. Aliás já antes Lopes tinha feito sinal a Zé Bastos que já era a segunda vez que aparecia isolado na área e Zé bastos não lhe passava a bola.
Aos 31m, o árbitro da partida, decide compensar o penalty que não marcou quando tinha razões para isso, e aponta para a marca de grande penalidade, num lance em que Bastos cai na área na disputa da bola com um adversário, sem que este tenha feito qualquer falta.
Zé Bastos parte para a bola de forma displicente, e permite a defesa do guarda-redes.
Logo a seguir a este lance, Cardoso quase marca um canto directo, com a bola a sair a rasar o poste esquerdo da baliza adversária.
Aos 45m grande jogada do lado esquerdo academista, com a bola a sobrar para a entrada da área, onde aparece Beaud, a desferir um forte remate com a bola a bater na barra e a parar no fundo das redes. Estava feito o 3-0 com um golo de levantar o estádio.
Acabava a 1ª parte de um jogo morno, nem sempre bem jogado, com clara superioridade academista.

Na segunda parte Idalino de Almeida deixa no balneário Beaud, e lança para o terreno de jogo o jovem Márcio.
E não se podia estrear da melhor forma este jogador, logo no primeiro minuto da segunda parte e através de uma excelente jogada de insistência, Márcio marca o 4º golo academista.
O 5º golo nasce através de um remate de Eduardo, dentro da grande área adversária.
Zé bastos marcaria o seu segundo golo e o 6º golo academista , também com um remate dentro da área adversária. O treinador academista faz descansar Álvaro, e lança no terreno de jogo Barra, passando Marcos a envergar a braçadeira de capitão de equipa.
Num lance sem perigo iminente, os Dragões Sandinenses chegariam ao tento de honra, através de um lançamento em profundidade, Negrete pressionado por um adversário tenta atrasar a bola para o seu guarda-redes e acaba por introduzi-la na sua própria baliza.
Nova substituição no Académico, sai João Miguel e entra Tiago. Este jogador acabaria por não estar muito tempo em campo, mas o suficiente para responder bem a um cruzamento do lado direito e a cabecear para o fundo das redes. Tiago fez questão de festejar este seu regresso á competição da melhor forma, com o treinador adjunto Prof. Raposo, e como demorou algum tempo, o árbitro amolestou-o com o cartão amarelo e logo a seguir com o vermelho. Não se percebeu o rigor desta decisão.
Ainda haveria tempo para Bastos marcar mais dois golos, mesmo com a sua equipa a jogar em inferioridade numérica.

Positivo:
Os dez golos deste jogo, golos para todos os gostos e feitios.
A claque Academista, que não se calou um segundo no apoio á equipa, e sem nenhuma ofensa à equipa contrária.
Marcos marcou ainda presença neste jogo e acabou como capitão de equipa. Obrigado Marcos pelo esforço pessoal.
Uma palavra de apreço para a Equipa se Sandim, que nunca baixou os braços, e jogou sempre com bastante fair-play, mereceram os aplausos do publico Viseense cada vez que um jogador seu foi substituido.

Negativo:
A falta de público neste jogo, mas que se compreende em virtude da época natalícia que se aproxima.
Este jogou foi jogado com tamanho fair-play que qualquer árbitro poderia brilhar. Mas este senhor que hoje veio a Viseu, estragou tudo ao marcar um penalty que não foi e logo a seguir não marcou um flagrante, e o mais grave foi querer "mostrar serviço", ao expulsar Tiago. A Magia do Futebol, já chamou à atenção que qualquer deslize de um jogador academista vai ser motivo para os árbitros "brilharem", e foi o que aconteceu sem necessidade nenhuma.
Ler Texto Completo

Vitória "Pura".

Foto: Sporting.pt


Sporting 4 Louletano 0: 7862 espectadores em Alvalade, ou seja, só fez falta quem lá esteve e mesmo aqueles que apenas entraram na segunda parte podiam ter ficado no mesmo sítio onde estiveram na primeira dada a figurinha que fizeram. Ainda bem que o Sporting é Clube de Portugal e não Clube de Lisboa porque estes alfacinhas está mais que visto, desistem rápido. As gentes de Loulé, adeptos do Louletano, e os adeptos algarvios do Sporting mereciam que este jogo fosse no Algarve.
Claro que não dá para “embandeirar em arco” com uma vitória normal sobre uma equipa que milita na II Divisão. Mas também não é caso para com isso – com o facto de o Louletano militar na II Divisão – desvalorizar uma vitória “Pura” e convém lembrar que outros no passado, que se dizem maiores que o Sporting, perderam em casa com equipas da mesma igualha da equipa de Loulé. Agora há que aproveitar a moralização que uma vitória sempre dá e conseguir arrancar uma boa exibição, e um bom resultado, frente ao Dínamo de Kiev num jogo em que a pressão é mínima.
A vitória de ontem quase que fica para segundo plano porque um grupo de meninos mimados, que se acham donos do clube, resolveu dar nas vistas. Será que não percebem que a vossa atitude não é uma atitude digna de um adepto do Sporting? Que os restantes presentes no Estádio não concordam com a vossa atitude? Os actos ficam com que os pratica. Mas ninguém do Sporting, dos dirigentes, se pode demitir daquilo que eles fizeram pois dão-lhe cobertura tal como fizeram na venda de bilhetes para a final da Taça Portugal. Se o Sporting conseguir estar na final desta época quem merecia os bilhetes foram os indefectíveis que ontem estiveram em Alvalade e não um grupo de meninos mimados.
Como uma última nota salientar que o Sporting terminou o jogo com dois juniores, Adrien e Luiz Paez, e um ex júnior, Rui Patrício. O Sporting não ganha tantas vezes como gostaríamos mas esse é um preço que tem que se pagar pela nossa ousadia em se apostar na juventude.
Ler Texto Completo

Um bis "Puro"

Foto: Sporting.pt
Purovic -4- Quem diria de assobiado no jogo da União de Leiria, por ter escorregado como tantos outros, a aplaudido quando foi substituído na partida de ontem. Foi o mesmo Purovic de sempre com a particularidade de ontem ter sido assistido pelas alas e quando assim é Purovic é um jogador acima da média. Não lhe peçam, é para ele fintar e correr como um doido porque isso ele não sabe. A verdade é esta: Purovic apesar de todas as críticas tem 5 golos marcados, outros adquiridos a peso de ouro não têm feito o que ele já fez. E agora vem uma frase que me dá muito gozo dizer: Purovic, no jogo de ontem, foi o melhor do Sporting!
Rui Patrício -3- Não havia, e não há, volta a dar o miúdo agora tem que ser titular custe o que custar em termos futuros. Ontem foi espectador mas quando chamado a intervir disse presente.

Abel -3- Cumpriu defensivamente e ainda teve tempo para dar um golo a Vukecevic. É o homem das assistências.

Tonel -3 – subiu várias vezes no terreno e tentou alvejar a baliza contrária.

Polga 3 – Ainda que não tenha tido muito trabalho acabou por fazer um corte que foi providencial com o resultado em 1-0.

Ronny 4 – É verdade que lhe foi concedida uma auto-estrada pelo seu corredor mas que culpa tem o brasileiro disso? Aproveitou esse facto para dar dois golos a marcar e por tentar por diversas vezes o golo. Jogou muito bem.

Miguel Veloso -2- Não se pode dizer que jogou mal mas pedia-se algo mais de Veloso frente a um adversário macio como foi o Louletano. Haverá quem dê 30 milhões de euros por ele a jogar assim?

Moutinho - 3 –
Tacticamente perfeito embora sem rasgos ao nível que nos habituou.

Izmailov -3- Interventivo, o quanto baste, no jogo acabou por marcar um golo e tentar outros mais.

Romagnoli -3 - Assistência para um golo de Milan Purovic


Vukecevic -4- Dadinho o guarda-redes do Louletano roubou-lhe uma mão cheia de golos mas acabou por coroar uma exibição acima da média com a obtenção do 3º golo.

Adrien -3 – Jogou “solto” parecendo que as suas chamadas à equipa principal são mais seguidas. Mostrou que a prima-dona – Miguel Veloso – tem substituto à altura. Mas ainda é júnior e não há que esquecer esse facto.

Farnerud -2 – Que os sportinguistas não morrem de amor por ele já todos sabíamos mas ser assobiado assim que entra em jogo não lembra ao diabo. Mas há duas coisas que tem que se saber: foi assobiado por gente mal-educada visando uma pessoa que não ele. Contribuiu para o 3-0.

Luís Paez -1- Numa próxima edição de a Enciclopédia do Sporting dir-se-á que se estreou frente ao Louletano a 8 de Dezembro de 2007.
Ler Texto Completo

Neste dia

A 9 de Dezembro de 1981, passaram 26 anos, o Sporting deslocou-se à Suíça para defrontar o Neuchatel para a 2ª mão da 2ª eliminatória da Taça UEFA. Na primeira mão o Sporting tinha perdido por 0-2 e naturalmente foi eliminado. Resultado final: 1-0.


Neuchatel: Engel, Trinchero (c), Hasler, Forestier, Bianchi, Kueffe, Pellegrini, Andrey, Pernet (De Coln 85), Givens e Luthi (Sarrasim 85). Treinador: Gilbert Gress.

Sporting: Meszaros; Ademar, Carlos Xavier, Eurico e Inácio (Barão 39); Vigílio, Marinho e Nogueira; Oliveira, Manuel Fernandes (c) e Freire (Mário Jorge 84). Treinador: Malcolm Allinson.

Golos: Andrey 28 (1-0)

Outros resultados europeus da época 81/82:
Sporting 4 Red Boys 0
Red Boys 0 Sporting 7
Southampton 2 Sporting 4
Sporting 0 Southampton 0
Sporting 0 Neuchatel 2

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

Marcos em entrevista

Nome: Marcos José Ferreira Bastidas
Data de nascimento: 07 de Dezembro de 1977
Local de nascimento: Caracas - Venezuela
Morada: Campo - Viseu
Um clube português sem ser o Académico: F.C. Porto
Um clube na Venezuela: Dvo. Italchacao
Clube que sonhavas representar: Já foi tempo disso, mas sempre gostei do AC MilãoPosição: Defesa Central


Quais os clubes que já representas-te?
Ainda Júnior estive 6 meses em Portugal no Pedrouços na 3ª Divisão Serie B. Dez 1996 - 1997
Caracas F.C. (Equipa B). 1997 - 1998
Caracas F.C. 1999 - Dez 2001
Dvo. Galicia. Jan 2002 - Junho 2002
Dvo. Italchacao 2002 - 2003
G.D. Velense (Açores). Dez. 2003 - 2004
C. Académico F. 2004 - 2005
G.D. Trofense. 2005 - 2006
Rebordosa A.C. Ago 2006 - Dez 2006
Académico de Viseu F.C. - Jan 2007 - Actual

Qual o melhor momento da tua carreira até agora? E o Pior?
Graças a Deus passei bons momentos no futebol, é sempre bom ser campeão. Com o Caracas, Equipa B, fomos campeões da 2ª Divisão, na equipa principal fomos campeões de Liga e da Taça, depois a subida à 2ª Liga com o Trofense e como é lógico a subida o ano passado com o Académico. Mas não posso esquecer a minha primeira chamada a Selecção de Venezuela (Esperança - 1999).O pior momento é logicamente quando deixamos de jogar, se calhar o momento mais difícil foi no CAF com a rotura do ligamento, a situação do clube (economicamente) não foi boa e como profissional não consegui demonstrar as minhas qualidades. A minha sorte foi conhecer na altura a minha actual esposa que me ajudou e apoiou imenso.

Como vieste para Portugal, uma vez que nasceste na Venezuela?
O meu pai é Português, foi para a Venezuela com dois anos, fez a sua vida lá e conheceu a minha mãe. Como todos sabem a Venezuela, desde algum tempo atrás, vem atravessando um momento crítico para a sociedade. O meu irmão foi o primeiro a vir em 2000 (salvo erro), os meus pais vieram em 2001, e por fim eu em 2003. Na altura tive o convite de um empresário português para ir ao Nottingham Forest (Inglaterra), uma linda experiencia que não correu bem. Voltei a Portugal à espera de algum bom convite estive 6 meses parado até que decidi aceitar qualquer proposta e surgiu a ida para os Açores. E aqui estou.

Como surgiu o convite para ingressares no Académico de Viseu?A amizade que me liga ao Álvaro desde a minha passagem pelo CAF foi a chave. Para além de outros factores, tive algumas divergências com o técnico do Rebordosa e em Dezembro do ano passado preferi sair para não criar mau ambiente. Entretanto como ia casar e pretendia fazer vida em Viseu (já tinha comprado o lugar onde iria viver), optei por vir trabalhar para a cidade, e como disse anteriormente numa conversa com Álvaro acerca minha situação falei com os dirigentes do clube e acabei por aceitar a proposta.
Como é o teu entendimento em campo com o Negrete?
O Negrete é um excelente colega dentro e fora do campo, não é difícil uma pessoa conseguir entendimento com alguém assim. Já agora aproveito para dizer que não só o “Negra” como todo o plantel actual e do ano passado são excelentes jogadores e colegas. É pelo grupo e pelo trabalho que o clube está onde está.

Como é pertencer à família de uma das grandes glórias do Académico, João Basto?
Em termos futebolísticos tem sido bom. Muitas pessoas falam sobre ele comigo. Eu não tive a oportunidade de o ver jogar, mas as conversas em casa e com pessoas de fora todas dizem o mesmo, que ele foi um grande jogador. Em termos pessoais a minha nova família tem sido fenomenal, eles são excelentes pessoas e têm-me ajudado imenso. Já agora também aproveito para dar uns mimos para a minha família toda, a venezuelana, que sem eles não seria a pessoa que hoje sou. Para mim a família é o mais importante do mundo e é pelo convívio com a minha família que penso abandonar o futebol, já que estou a semana toda fora e depois ao domingo vou jogar, só fica o sábado, é difícil, e espero que todas as pessoas compreendam minha situação.

Fizeste parte do último plantel do CAF. Falava-se, na altura, do fim do clube?
Sim, quando estava a chegar o final do campeonato falou-se no assunto. Mas sou sincero na altura o clube não cumpria com os atletas, e instituições assim não podem existir. Infelizmente há muitas assim, perjudicando a vida de alguns colegas de profissão.

Uma vez que jogaste no clube como CAF e agora como AVFC, notas algumas diferenças entre as duas realidades?
Penso que só houve mudanças em termos estruturais, de resto penso que nada muda. O Académico tem de existir nesta cidade e espero que um dia pertença à elite nacional como outrora. Aproveito também para dar uma palavra aos actuais dirigentes, pelo sacrifício, e que continuem assim a cumprir com os atletas já que é meio caminho andado para o sucesso.

Como vais ser o teu futuro em termos futebolísticos?Uma pergunta que não gostava de responder. Uma pessoa nunca pensa em acabar a carreira. A realidade é que por enquanto vou ter mesmo que abandonar, estou casado de fresco e quero aproveitar os poucos momentos que tenho para compartir com a minha esposa. Não sei será já esta semana ou na outra. Já disse e volto a dizer para mim é ingrato estar longe chegar às sextas fazer um treino e jogar ao domingo independentemente do que eu possa treinar durante a semana. O grupo é um grupo e eu com esta situação penso que estou a prejudicá-lo.

Quem é o teu ídolo?
Hoje em dia há excelentes jogadores. Para todos os gostos, guarda-redes, defesas, meios, avançados, alas. Como já referi anteriormente o Milão foi um clube que marcou a minha infância e não poderia ser outro que Maldini.
O que gostarias de dizer neste momento aos sócios e adeptos?
Que às vezes tenham paciência. Com os jogadores, treinadores, dirigentes, nós somos sempre os primeiros interessados em que corra tudo bem e poder dar-lhes alguma alegria. Os adeptos de qualquer clube gostam de ver bom futebol, mas não podem esquecer que não estamos na 1ª Liga, mesmo estes clubes às vezes não dão um bom espectáculo. Agradeço a todos aos que assobiam que sempre me deram muita força para melhorar, e também àqueles que sempre me apoiaram pela confiança. Que todos apoiem o clube.

Este ano já marcaste dois golos decisivos. Qual o segredo?Um pouco de sorte, e as grandes assistências dos meus colegas que sem eles a bola não chega lá.

O que achas de A MAGIA DO FUTEBOL (podes falar mal à vontade)?
Penso que a MAGIA é o verdadeiro site academista. Sempre atento a tudo o que se passa no clube. O vosso trabalho é tentar transmitir aos leitores informação do clube e mostrar um pouco o que se passa durante cada jogo, por isso se acham que a equipa esteve mal ou bem, são vocês que julgam. Nós como atletas podemos aceitar ou não a vossa visão, mas penso que o mais importante é o seguimento que dá à equipa. Isso é bom para todos os que pertencem e gostam do Académico.

Nota-se mais apoio á equipa este ano do ou no ano passado?Penso que sim, mas é normal, quanto mais alto estiver a equipa mais pessoas irão a ver os jogos.

Abraço, e felicidades nesta nova etapa profissional.
Obrigado a vocês pela oportunidade. Continuem a fazer um bom trabalho. Um abraço.Já agora um beijinho com muitas saudades para a minha esposa, a qual amo muito! Obrigado.



Maldini a referência futebolística de Marcos
Ler Texto Completo

Marcos - 30

Marcos José Ferreira Bastidas, o Marcos do Académico de Viseu, nasceu a 7 de Dezembro de 1977 e comemora hoje o seu 30º aniversário. A MAGIA DO FUTEBOL deseja muitas felicidades ao atleta do Académico de Viseu e já agora que seja bem-vindo ao nosso outro clube, o clube dos "trintões"! Parabéns Marcos!
Ler Texto Completo

Neste dia

A 7 de Dezembro de 1993, passaram 14 anos, o Sporting deslocou-se à Áustria para defrontar o Cazino Salzburgo para a 2ª mão da 3ª eliminatória da Taça UEFA. Na primeira mão o Sporting tinha vencido por 2-0 mas tal não foi suficiente pois deixou-se cair no prolongamento. Resultado final: 3-0.

Casino Salzburgo: Konrad, Lainer, Gagger, Webber (c), Furstallr, Muzek (Staedler 17; Amerhauser 84), Feiersinger, Artner, Hutter, Pfeifenberger, Jurcevic. Treinador. Otto Baric.


Sporting: Costinha; Peixe, Nélson, Valckx, Carlos Jorge (Pacheco 89) e Paulo Torres; Paulo Sousa, Figo, Cherbakov e Balakov; Cadete (c) (Capucho 85). Treinador: Bobby Robson.

Golos: Lainer 48 (1-0), Hutter 89 (2-0), Amerhauser 112 (3-0)

Outros resultados europeus da época 93/94:
Kocaelispor 0 Sporting 0
Sporting 2 Kocaelispor 0
Celtic 1 Sporting 0
Sporting 2 Celtic 0
Sporting 2 Casino Salzburgo 0

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

Calico - 20

Carlos Manuel Almeida Almeida, o nosso Calico, nasceu a 6 de Dezembro de 1987 e comemora hoje o seu 20º aniversário. A MAGIA DO FUTEBOL deseja muitas felicidades ao atleta do Académico de Viseu. Parabéns Calico!
Ler Texto Completo

Neste dia


A 6 de Dezembro de 2001, passaram 6 anos, o Sporting recebia em Alvalade o Milan para a 2ª mão da 3ª eliminatória da Taça UEFA. Na primeira mão o Sporting tinha perdido por 2-0 e apesar de ter realizado uma boa exibição não consegui seguir em frente. Resultado final: 1-1.


Sporting: Tiago; Beto (c) (Quaresma 81), André Cruz, Phil Babb e César Prates (Pedro Barbosa 67), Paulo Bento, HUGO Viana e Rui Jorge (Tello 76); João Pinto, Jardel e Niculae. Treinador: Lazlo Boloni.




Milan: Abbiati, Helveg, Roque Júnior, Costacurta, Maldini (c), Contra (Laursen 87), Gattuso, Donati, Kaladze, Rui Costa (Javi Moreno 70) e Shevchenko. Treinador: Carlo Ancelotti.

Golos: Niculae 49 (1-0), Javi Moreno 90 (1-1)

Outros resultados europeus da época 2001/2002:
Midtjyland 0 Sporting 3
Sporting 3 Midtjyland 2
Halmstads 0 Sporting 1
Sporting 6 Halmstads 1

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

Neste dia

A 6 de Dezembro de 1967, passaram 40 anos, o Sporting recebia em Alvalade a Fiorentina para a 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça das Cidades com feira. Resultado final: 2-1.


Sporting: Carvalho; Barnabé, Armando, Manhiça, José Carlos (c), e Hilário; Barão e Gonçalves; Figueiredo, Lourenço, Marinho (Leitão 82) e Peres. Treinador: Fernando Caiado.



Fiorentina: Albertosi, Pirovano (c), Ferrante, Brizi, Mancini, Bertini, De Sisti, Maraschi, Melro (Cencetti 83), Brugnera, Chierugi (Magli 45). Treinador: Giuseppe Chiappella.

Golos: Figueiredo 5 (1-0), Magli 62 (1-1), Peres 76 g.p. (2-1)

Outros resultados europeus da época 67/68:
Club Brugge 0 Sporting 0
Sporting 2 Club Brugge 1

Fonte: 50 anos a rugir na Europa (Prime Books)
Ler Texto Completo

Entrevista a Marcos.

( Rui Bento e Marcos na época 2004/05 )
Não perca na próxima Sexta-Feira, a entrevista ao central Academista, Marcos.
Fique a saber o presente e o futuro do jogador, os melhores momentos da carreira, e o porquê de ter voltado ao Académico, para jogar nos distritais da Associação de Futebol de Viseu.
Ler Texto Completo

Por ti Académico (uma viagem em fotos)

Unhais da Serra. Na época passada a equipa estava na distrital agora são líderes da Série D.

Serpenteando a Serra da Estrela

Bom sítio para passear ao fim de semana! Sai da frente que eu quero ir ver o Académico!

Viseu é para a direita mas o Académico de Viseu fica em frente!

Faltam 41 Km para o destino. E muitas curvas!

Finalmente! Oliveira do Hospital ao fundo!

O aspecto do relvado.

As equipas a entrar em campo. Força Académico!


André Barra no aquecimento. Começou cedo mas só entrou no minuto 90. Com o gelo que estava deve ter dado jeito fazer uns exercícios.


Filipe Figueiredo tenta meter a bola na carreira de tiro mas ela escapa-se pela linha de fundo. Foi pena.


E há que voltar à Covilhã, desta vez pela esquerda, rumo à A 25 e A 23. O Académico não ganhou mas a alegria de ver as suas camisolas ninguém me a tira
Ler Texto Completo

Um ponto no bolso e dois a voar

Oliveira do Hospital: Miranda, Quim, Barbeiro (Pedro Correia 61), Paulo Alves, Guti (Cardoso 71), Manzato, Jaco, Messias, Mandi (Pedro André 60), Alex e Raul. Treinador: Paulo Cunha


Académico de Viseu 1: Manuel Fernandes, Caliço, Marcos, Negrete, João Miguel, Beaud, Álvaro (Santos 74), Valério (Tiago 80), Eduardo, Filipe Figueiredo e Zé Bastos (André Barra 88). Treinador: Idalino de Almeida.

Cartões amarelos: Jaco (73m), Santos (78m), Quim (84m), Cardoso (84m) e Manuel Fernandes (85m)
Golos: Cardoso 78 (1-0), Santos 85 g.p. (1-1)
Remates:
Oliveira do Hospital – 9 (4+5)
Académico de Viseu – 9 (4+5)

Remates à baliza:
Oliveira do Hospital – 4 (0+4)
Académico de Viseu – 2 (0+2)

Faltas:
Oliveira do Hospital – 19 (6+13)
Académico de Viseu – 14 (8+6)

Cantos:
Oliveira do Hospital - 4 (0+4)
Académico de Viseu – 7 (4+3)

Foras de jogo:
Oliveira do Hospital – 6 (3+3)
Académico de Viseu – 8 (2+6)



Oliveira do Hospital 1 Académico de Viseu 1: Se alguém se deslocou a Oliveira do Hospital com o intuito de assistir a um bom espectáculo de futebol saiu de lá defraudado. As equipas anularam-se uma à outra deixando transparecer para quem assistia o jogo a ideia de que era melhor empatar do que arriscar para se conseguir a vitória.
O Académico até nem começou mal e já tinha dois pontapés de cantos nos primeiros três minutos de jogo. No entanto, e aos poucos, o Académico voltou à fase do pontapé em profundidade à procura de Zé Bastos, muito perdulário esta tarde, com a bola constantemente a sobrevoar o meio campo sem ninguém conseguir ligar as jogadas de ataque e só quando as bolas iam parar aos pés de Eduardo é que se via alguma MAGIA e classe e é por isso que me custa perceber porque é que ele não foi servido mais vezes. Lá atrás na baliza bem gritava o Manel “mete no Eduardo” mas as bolas poucas vezes lhe eram endossadas sobretudo porque Valério, muito passivo, e Beaud, muitos passes falhados, não faziam com que o jogo carrilasse. Ora numa primeira parte em que nenhum remate levou a direcção da baliza só se pode aceitar o empate. Mesmo assim Zé Bastos esteve duas vezes em boa posição de visar a baliza contrária, em ambas as ocasiões se revelou demasiado individualista e com isso se perdeu uma boa oportunidade de o Académico ir para o intervalo na posição de vencedor.


Na segunda parte mais do mesmo, ou seja, um jogo enfadonho. O Académico revelou-se sempre incapaz de levar perigo à baliza contrária e do banco não veio nenhuma mensagem contrária ao que se via em campo. Parece-me que a saída de Valério se justificava para a entrada do rapidíssimo Lopes fazendo com que ele numa ala e Filipe Figueiredo na outra municiassem Zé Bastos. Não entendeu assim Idalino de Almeida – e bem, afinal é ele o treinador e não eu – e retirou de campo Álvaro e fez entrar no seu lugar Carlos Santos. O certo é que com a entrada do “mágico” o Académico começou a acercar-se mais da baliza contrária, mormente nas bolas paradas, e começou a parecer mais perto do golo. Se o Académico parecia mais perto do tento inaugural quem marcou foi mesmo o Oliveira do Hospital aproveitando mais uma oferta do meio campo. Beaud com a bola controlada deixa-se cair e pede falta, o árbitro, bem no meu entender, não anui ao pedido e no seguimento da jogada com a defesa descompensada o Oliveira do Hospital marca. E só a partir daí se começou a ver mais emoção. O Académico veio para a frente, conduzidos por Carlos Santos, veio á procura do golo e acabou por o conseguir numa grande penalidade muito contestada pelos homens da casa mas em que o árbitro estava bem colocado. Com classe Carlos Santos empatou. João Miguel e novamente Carlos Santos estiveram ainda perto do golo nos descontos mas o empate acaba por ser justo.
O Académico de Viseu traz assim um ponto no bolso mas viu dois a voar porque teve as melhores oportunidades e porque não foi capaz de arriscar o suficiente para trazer os 3 pontos de um campo muito difícil.
Perdemos a liderança mas isso não é grave. Estamos “tecnicamente” empatados com a Sanjoanense. Se agora acabasse a primeira fase partiríamos para a segunda com os mesmos pontos que eles.
Ler Texto Completo

Grande exibição João!


João Miguel – o melhor do Académico de Viseu! Reparar que afinal Mégane não ia jogar e que quem estava no seu lugar era o João Migue levantou algumas desconfianças nos adeptos uma vez que todos estamos cientes da grande importância que o “Mega” tem na equipa. De início o João teve alguma dificuldade par parar as investidas dos homens da casa até porque Valério não ajudava como devia e o João precisava. Mas isso foi sol de pouca dura pois o lateral esquerdo do Académico empertigou-se e começou a ganhar bolas atrás de bolas inclusive no meio campo adversário. Na segunda parte esteve sempre bem tanto a defender como a atacar, não me lembro de o ver perder uma única bola, e bem perto do final teve uma arrancada fantástica desde a sua defesa que só parou com um remate perigosíssimo. Faltou-lhe ser golo para aquela exibição ter sido uma mega exibição! Ainda assim grande exibição João! Dores de cabeça, das boas, para Idalino de Almeida.
Manuel Fernandes – Valha a verdade que não teve muito trabalho mas do que teve esteve sempre bem inclusive a sair dos postes.

Calico – Beneficia muito o facto de ter à sua frente o Álvaro mas está cada vez mais maduro naquela posição. Sem erros defensivos de monta tentou por vezes subir no seu flanco e quando o faz cria sempre perigo para a equipa adversária.

Negrete – Exibição imperial! Limpou toda a sua área de acção com segurança e tranquilidade não dando um milímetro que fosse aos seus adversários. O golo sofrido foi-o na área de acção dos centrais embora a defesa estivesse descompensada devido à perda e bola no meio campo.

Marcos – na primeira parte houve um lance em que foi batido em velocidade e que originou a grande oportunidade dos homens da casa. Na segunda parte esteve muito bem apesar de o golo sofrido ter sido na área de acção dos centrais mas o que foi dito para o Negrete também é válido para o Marcos. Acabou por ser decisivo ao sofrer a falta da grande penalidade decisiva.

Beaud – Ocupação de espaços fantásticas mas muitos passes falhados entregando o ouro ao bandido como foi o caso o golos sofrido em que ficou a queixar-se de uma falta e descompensou a defesa sofrendo assim o Académico o golo.

Álvaro – Entrou muito bem em jogo com um passe fantástico para Zé Bastos. Teve uma primeira parte muito laboriosa. Na segunda parte desceu a sua produtividade, quiçá por causa do choque de cabeças com um seu colega, e acabou substituído.

Valério – Não ajudou a defender nem a atacar. Uma tarde para esquecer.

Eduardo – Na primeira parte o Académico só jogava futebol quando as bolas iam para os seus pés. Desceu de produção na segunda parte.

Filipe Figueiredo – Completamente anulado na primeira parte. Na segunda parte esteve um pouco melhor. Pouco para quem tanto a dar ao Académico de Viseu.

Zé Bastos – os adeptos têm saudades de ver o Zé a marcar golos novamente e ele também tem saudades de marcar. Ontem teve duas grandes oportunidades para o fazer e só viu a baliza quando tinha colegas melhor posicionados para colocar a bola dentro da baliza. Na segunda parte teve um excelente cabeceamento com a bola a sair a centímetros do poste.

Carlos Santos – É veterano? Já não corre como os miúdos de 20 anos? E daí? Eu por mim até lhe dava uma cadeira para se sentar no campo e levantar-se só quando fosse preciso, ou seja, quando fosse necessário colocar as bolas dentro da área ou quando fosse necessário marcar uma grande penalidade ou livre. Decisivo.

Tiago – Bem-vindo de volta.

André Barra – jogou os descontos.
Ler Texto Completo

Filme do jogo

Este é o lance do minuto 76


3 – Grande passe de Álvaro sobre a meia direita a isolar Zé Bastos que denota o egoísmo proporia dos avançados e remate quando o cruzamento parecia o mais acertado. Ganhou apenas um canto.

23 – Grande oportunidade para o Oliveira do Hospital. Marcos batido em velocidade pelo nº 11 adversário com este a surgir isolado sobre a meia direita, Manuel Fernandes tapa bem o ângulo e o avançado do Oliveira atira ao lado.

27 – Eduardo a lançar Zé Bastos, desta vez sobre a esquerda, com o ponta de lança a ganhar em velocidade e a entrar na área só que o Zé perde o discernimento necessário para colocar no meio onde Filipe Figueiredo estava só, olha apenas e só para a baliza e apenas ganha canto. Era um golo cantado!

68 – Entra Carlos Santos sai Álvaro.

70 – Quase marca o Oliveira do Hospital. Displicência de Valério que não ataca o portador da bola, esta é enviada para a direita onde surge um homem da casa a criar muito perigo, valeu que João Miguel estorvou bem a acção do jogador contrário e Manuel Fernandes defendeu para canto.

76 – Pontapé de Carlos Santos excelente elevação de Zé Bastos que de cabeça atira um pouco ao lado.

78 – Golo do Oliveira do Hospital. Beaud pede falta, no meu entender é ele que se atira para o chão, bola recuperada pelos homens vestidos de azul, Calico não consegue evitar o cruzamento e na pequena área aproveitando o facto de a defesa academista estar descompensada Cardoso empurra para o 1-0.

81 – Livre perigoso para o Académico. Carlos Santos obriga o guarda-redes da casa à defesa da tarde. O primeiro remate enquadrado com a baliza do Académico em todo o jogo.

83 – Sai Valério entra Tiago.

85 – Golo do Académico! Marcos é travado em falta dentro da área e o árbitro marca grande penalidade. Com grande calma Carlos Santos mete a bola num lado, o guarda-redes foi para o outro.

90 – Sai Zé Bastos entra André Barra.

90+3 – João Miguel tem uma arrancada impressionante que só para á entrada da área com um remate que passou bem perto da baliza.

90+4 – Livre de Carlos Santos sobre a esquerda, ninguém toca na bola e ela quase entra directamente, passou um pouco por cima.
Ler Texto Completo

Sporting 1 União de Leiria 1

Foto: Reuters (Nacho Doce)


Agora nem o mais optimista dos adeptos do Sporting acreditará no título de campeão nacional tal o fosso que se abriu entre o Sporting e o FC Porto. E até é fácil se poder queixar da sorte. Teve azar o Purovic ao ver anulado um golo limpo. Teve azar o Polga ao falhar uma grande penalidade. Teve azar Rui Patrício ao não segurar uma bola inócua. Só azar? Logicamente que não, o azar serve para desculpar muita coisa mas o Sporting hoje empatou apenas e só por culpa própria.
É só estar um pouco atento pelo que é escrito na blogosfera para ser ver que quase toda a gente quer sangue. Se a direcção se demitir resolve-se o problema? Se o Paulo Bento se demitir resolve-se o problema? A minha opinião é que não. Aliás esse pedido de sangria surgiu logo no primeiro jogo do campeonato. Imbuídos de um espírito que tenho dificuldades de perceber logo aí começou o pedido de cabeças a rolar, logo aí se colocou nos ombros de um guarda-redes que seguiu as leis como o réu de um resultado. Se eu percebo que outros o façam para desviar atenções não entendo o facto em quem diz defender o Sporting. Em vez de se apoiar uma equipa que está em construção, infelizmente mais uma vez, e que se bateu de igual para igual, de olhos nos olhos, com equipas como o Roma e o Manchester United, assobia-se, inventam-se mais defeitos do que os visíveis e, ironia das ironias, aplaude-se quem nos marca um golo. A propósito aplaudiram Toñito? Ele também não festejou e até já nos deu 1 campeonato e uma supertaça ao contrário do menino bonito do futebol português.
Por mim, como adepto e como sócio, o treinador Paulo Bento e a sua equipa tem todo o meu apoio e solidariedade. O campeonato está perdido mas há mais duas competições para ganhar – Taça de Portugal e Taça da Liga – e uma outra para fazer boa figura. Se fosse fácil ser adepto do Sporting seriam outros a sê-lo e não nós.
Ler Texto Completo

O capitão e pouco mais

Foto: FRANCISCO LEONG/AFP/Getty Images


João Moutinho -3- É a minha escolha para melhor do Sporting no jogo de ontem. Pela entrega habitual e por ser ele o único a dar velocidade ao jogo do Sporting.

Rui Patrício -2- Campanhas atrás de campanhas a destabilizar Stojkovic, a contratação de Carlos Freitas, e mais campanhas atrás de campanhas a favor de Patrício “o melhor guarda-redes do Sporting”, o “novo Vítor Damas”. E agora? É este o custo que um clube tem de correr quando se aposta na formação. Agora só vejo um caminho é apoiar o miúdo por muitos perus que dê. Rui, por mim estás perdoado! Tens muitos anos pela frente para nos dares alegrias.

Abel -2- No ataque não se viu como que contagiado pela apatia geral.

Tonel -2- Tentou pontapés longos, pontapés “À Polga” e pouco mais.

Polga -1- A maneira como bateu o penalty é ridícula e nem o facto de ser defesa o desculpa.

Had -2- Certinho a defender mas mais nada. Com um árbitro de baliza talvez fosse marcado um penalty contra o Sporting.

Veloso -1- Pega na bola rodopia e entrega para trás. Incapaz de um único passe de rotura. Assim…

Izmailov -3- Marcou um golo onde mostrou toda a sua classe. Mas foi só isso.

Romagnoli -1- Exibição inócua de classe e de Magia.

Liedson -1- teve duas oportunidades e desperdiçou-as. Se fosse Purovic caía o “Carmo e a Trindade”.

Purovic -1- Não jogou pior do que Liedson mas as pessoas só se lembram que ele escorregou quando tinha uma boa oportunidade de marcar, esquecendo-se que muitos outros escorregaram noutras zonas do terreno. Mas só há gargalhadas quando o montenegrino escorrega. Com adeptos assim…

Vukcevic -1- Entrou com disposição mas saiu pouco depois.

Pereirinha -1- Entrou.

Farnerud -1- Outra aparição na equipa.
Ler Texto Completo

11ª Jornada da Terceira Divisão Série C

Classificação Actualizada da III Divisão Nacional Série C na Barra Lateral.
Ler Texto Completo