Recordar: Caldas 0-1 Ac. Viseu

Campo da Mata, 30 de Maio de 1993
34ª Jornada da II Divisão B, Zona Centro
Árbitro: Monteiro da Silva (Braga)

Caldas: Rui Silva; Bento do Ó, Gila, Vítor Sousa, Vala (Pedro Alberto, 54) e Wilson; Hermes, Makukula (Vítor Alexandre, 62), Paulo Simões e António Luís; Pombo. Treinador: Francisco Vital.

Ac. Viseu: José Miguel; Nilson, Arsénio (Cláudio, 80), Rogério, Cartaxo e Sérgio; Luís Vouzela, Besirovic (Rui Lage, 85) e Muller; Quim e Zé de Angola. Treinador: José Moniz.

Golo: Besirovic 80 (0-1)

Foto de Jorge Paulo retirada do Facebook (página de ex jogadores e amigos do Académico)

Um golo de Besirovic, ao minuto 80, deu a subida ao Académico neste dia no ano de 1993.
O jogo não era fácil, até porque se jogava em casa do outro candidato à subida, mas o nosso clube conseguiu o objetivo, guiado por uma equipa fantástica e por um público extraordinário.

Um dia inesquecível tal como foi a receção no Rossio!
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Recordar: Filipe Moreira

NOME COMPLETO
Filipe José Oliveira Moreira
NOME
Filipe Moreira
DATA DE NASCIMENTO
30/05/1964
NATURALIDADE
Ericeira
POSIÇÃO
Treinador
ESTREIA
Ac. Viseu 2-0 Tourizense (25/11/2012)
ÚLTIMO JOGO
Sp. Braga B 1-0 Ac. Viseu (28/12/2013)
JOGOS
53
VITÓRIAS
21
EMPATES
15
DERROTAS
17
GOLOS MARCADOS
64
GOLOS SOFRIDOS
44


Foto de Rui da Cruz retirada do site zerozero.pt

Filipe Moreira ficará para sempre conhecido como o treinador que levou o Académico de Viseu aos palcos do profissionalismo, quinze épocas depois. Ficam algumas curiosidades:

Utilizou 43 jogadores. Zé Rui, com 51 jogos, foi o jogador mais vezes utilizado pelo ex treinador do Académico de Viseu. Seguiu-se Tiago Gonçalves com 48, Luisinho com 47 e Bruno Loureiro com 43.

Zé Rui foi também o jogador mais vezes utilizado pelo ex treinador do Académico na qualidade de titular. Foi titular por 46 vezes, mais quatro que Tiago Gonçalves e mais seis que Luisinho e Bruno Loureiro.

Casal, Patrick, Bruno Grou, João Rosas e Pedro Ribeiro nunca foram titulares com Filipe Moreira.

Diogo Alves, em 14 ocasiões, foi o jogador que mais vezes foi usado vindo do banco de suplentes. Neste item seguiram-se Kifuta (11), Marco Almeida (11) e Johnny (10).

Foram marcados 64 golos, assim distribuídos: Zé Rui (7), Hélder Rodrigues (7), Cafú (7), Horácio (6), Kifuta (5), Marco Almeida (5), Luisinho (3), Bruno Loureiro (3), Paulo Monteiro (3), Cláudio (3), Ouattara (2), Calico (2), Campinho (2), Leonel (2), Thiago Pereira (2), Capela (2), Tiago Gonçalves (1), João Alves (1) e Campinho (1).

Se escolhermos uma equipa tipo, tendo em conta o número de jogos em que foram titulares, seria esta: Nuno Ricardo; Calico, Tiago Gonçalves, Cláudio e Campinho; Ibraima, Bruno Loureiro e João Martins; Zé Rui, Luisinho e Cafú.
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Recordar: Celestino

NOME COMPLETO
Celestino dos Santos
NOME
Celestino
DATA DE NASCIMENTO
30/05/1962
NATURALIDADE
Cabo Verde
POSIÇÃO
Avançado
ESTREIA
Ac. Viseu 0-0 Marítimo (28/08/1988)
JOGOS
5
ÉPOCAS
88/89

Mais um cabo-verdiano que passou pelo CAF. Pouco se sabe sobre o Celestino: fez 5 jogos pelo Académico e jogou duas épocas no Benfica de Castelo Branco (89/91).
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Recordar: UD Tocha 1-4 Ac. Viseu FC

Parque Desportivo da Tocha, 30 de Maio de 2009
9ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série C
Árbitro: Luciano Gonçalves

Tocha: Ricardo, Ricardo Freixo, Mauro, Portulez, Gonçalo, Telmo, Xirola, David Costa, Gonçalo Estanqueiro (Fábio, 82), João Morais (Rafael Duarte, 65) e Bertier (Tiago, 82). Treinador: José Viterbo

Académico de Viseu: Augusto, Filipe, Sérgio, Tiago Gonçalves, Casal, Rui Lage, Álvaro (Milford, 45), Luís Costa, Rui Santos, Éverson (Calico, 73), e Zé Bastos (Cabido, 89). Treinador: Luís Almeida.

Expulsão: Rui Lage 70

Golos: Tiago Gonçalves 12 (0-1), Xirola 25 (1-1), Rui Santos 47 (1-2), Zé Bastos 50 (1-3), Rui Santos 90 (1-4)


Ligações:

Crónica do jogo
Melhor em campo
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MVP: Sandro Lima

Sandro Lima - 4 - O melhor academista em campo. Teria tido nota máxima se tivesse inaugurado o marcador logos nos primeiros minutos da partida, mas «deixou» que Rego levasse a melhor. Grande trabalho no golo apontado. Depois lutou até à exaustão. Um exemplo de abnegação! 
Foto retirada do site zerozero.pt


Ivo Gonçalves - 3,5 - Não teve trabalho aturado, mas quando chamado a intervir não falhou, nomeadamente nas bolas paradas. Pode não se concordar com a sua vinda nesta fase da época, mas todos sabem porque veio.

Tomé - 3,5 - De volta à titularidade voltou a ser o lateral que todos admiramos, que gosta  e sabe subir no seu flanco. Trouxe muitas vezes a equipa para a frente. Algumas dificuldades nos minutos iniciais da segunda parte.

Bura - 3,5 - Uma bola ao poste e um livre indireto que não deu golo porque Rui Rego não deixou. Cedeu dois cantos em atrasos defeituosos e pouco compreensíveis, mas evitou o golo do Merelinense ainda com o número zero no marcador.

Bruno Miguel - 4 - Mais concentrado que o seu colega de sector, este intratável na arte de defender.

Stéphane - 4 - Que «golão»! A nota é só por causa do golo? Não, mas... que «golão»!

Capela - 3 - Jogo de nota positiva mas sem deslumbrar.

Paná - 3,5 - Alguns maus passes daí não dar para a nota 4, mas tal como Tomé ele trouxe a equipa para a frente e foi um dos responsáveis pela asfixia inicial do Académico.

Rui Miguel - 2,5 - Excelente o passe a inicial a isolar Sandro Lima. Viu o amarelo bem cedo e saiu ao intervalo.

Tiago Borges - 3 - Exibição positiva sem deslumbrar.

Zé Paulo - 2,5 - Participação no golo inaugural.

Bruno Loureiro - 2,5 - Quarenta e cinco minutos em campo. Cumpriu.

Luisinho - 2,5 - Foi importante para colocar em sentido o adversário que procurava de forma desenfreada o empate.

Moses - 1,5 - Entrou com vontade mas o jogo já se encaminhava para o final.
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Recordar: Semedo

NOME COMPLETO
Domingos Horta Semedo
NOME
Semedo
DATA DE NASCIMENTO
29/05/1983
NATURALIDADE
Lisboa
PISIÇÃO
Defesa
ÉPOCAS
05/06


Foto retirada do site zerozero.pt

Jogador proveniente do Torres Novas (04/05) e que actuou na primeira época da era AVFC.

Outros clubes: Casa Pia (02/04), Fanhões (04/05), Praiense (06/08), Vilanovense (07/09), Olivais e Moscavide (09/10), Fontinhas (10/12), ADCEO (11/12) e em França no US Cagnes (12/15).
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Recordar: Oliveira do Bairro SC 0-0 Ac. Viseu FC

Estádio Municipal de Oliveira do Bairro, 29 de Maio de 2011
10ª Jornada da Fase de Subida, Série D
Árbitro: Raúl Valega

Oliveira do Bairro: Pedro Monteiro, Paulo Costa, Rui Beato, Rui Castro, Leandro, Rúben Ramalho, Hugo Paulo, Dany (Nélson Rato, 45), Pedro Almeida (Rafael, 72), Luís Barreto e Alexis (Mário, 89). Treinador: Carlos Miguel.

Ac. Viseu: Paulo Freitas; Casal, Tiago Jonas (Calico, 5), Tiago Gonçalves e Marcelo Henrique (Rui Santos, 66); Luís Vouzela, Álvaro e Éverson; Ricardo Ferreira, Luisinho e Zé Bastos. Treinador: Manuel Matias.

Ligações:


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Recordar: Ac. Viseu 3-0 Águeda

Estádio do Fontelo, 28 de maio de 1995
34ª Jornada da II Divisão B, Zona Centro
Árbitro: Vítor Miranda (Porto)

Ac. Viseu: João; Rogério, Nilson, Gerson e Sérgio; Braguês (Rui Lage, 60), Chalana, Luís Vouzela e Zezinho (Nando, 71); João Luís e Marcelo Sofia. Treinador: João Cavaleiro.

Águeda: Sará; Ricardo (Israel, 56), Isidro, Miguel e Castro; Mauro, Carmindo, Neto (Milton, 66), Mota e Cabral; Gil. Treinador: Alberto Manuel.


Golos: João Luís 48 (1-0), Zezinho 69 (2-0), João Luís 73 (3-0)

Neste dia, em 1995, o Académico subia à Liga de Honra, a atual Ledman LigaPro. O "convidado" da festa foi o Águeda derrotado em Viseu por esclarecedores três-a-zero.

Como curiosidade, diga-se, que neste dia houve dois clubes a festejarem a subida, o nosso CAF e a Naval. Isto deveu-se ao facto de na 14ª jornada a Naval ter vencido em Santarém (0-1), com os escalabitanos a protestarem o jogo porque os navalistas utilizaram um jogador com irregularidades na inscrição.

A FPF deu razão ao União de Santarém e à Naval foi aplicada uma derrota por 3-0. Os navalistas recorreram. Se fosse dada razão à turma da Figueira da Foz quem subia eram eles, daí a festa a dois!

No fim de tudo o Conselho de Justiça manteve a decisão e que subiu foi mesmo o Académico!
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Recordar: Alphonse

NOME COMPLETO
Kódjo Kassé Alphonse
NOME
Alphonse
DATA DE NASCIMENTO
28/05/1993
NATURALIDADE
Costa do Marfim
POSIÇÃO
Médio
ESTREIA
Ac. Viseu 4-1 Portimonense (27/07/2014)
JOGOS
24
ÉPOCAS
14/15


Foto de Vítor Parente retirada do site zerozero.pt

A época de Alphonse, que esteve em Viseu na época de 2014/2015 cedido pelo Gil Vicente (13/14, 15/17), bem que pode ser dividia em duas – antes de Ricardo Chéu e depois de Ricardo Chéu (RC).

No total Alphonse fez 24 jogos, 19 como titular, 5 como suplente utilizado, foi uma vez substituído e ficou 13 vezes os 90 minutos sentados no banco.

A explicação para o que dissemos em cima (antes/depois de RC) é que depois de RC Alphonse foi apenas utilizado em 4 ocasiões e nunca foi titular. Com Alex Costa era um dos titulares indiscutíveis do Académico, ombreava com Luisinho para a eleição de jogador do ano, sendo que era muito acarinhado pelos sócios e adeptos academistas, ou seja, um dos poucos que se safava do verdadeiro naufrágio que era a equipa nessa altura.

Alphonse foi duas vezes eleito como melhor em campo – No Fontelo com o Covilhã para a Taça da Liga (0-0) e também no Fontelo no último jogo de Alex Costa, ou seja, na derrota com o União da Madeira (0-2).


Outros clubes: Mirandela (12/13) e Oliveirense (13/14)
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Recordar: Moniz

NOME COMPLETO
António Pedro Moniz
NOME
Moniz
DATA DE NASCIMENTO
28/05/1960
POSIÇÃO
Defesa
ESTREIA
Sp. Espinho 4-1 Ac. Viseu (29/10/1989)
JOGOS
23
ÉPOCAS
89/90


Moniz veio do Felgueiras (88/89). Em Viseu fez parte do plantel que conseguiu apurar-se para a Liga de Honra.
Outros clubes: Ovarense (81/83), Naval (83/84), Tondela (84/85), Oliveira do Bairro (85/86), Estarreja (86/87), Beira Mar (87/88), Oliveira do Hospital (90/93), Alcains (93/94), Gouveia (94/95) e Nelas (95/96).
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Ac.Viseu FC 2-0 Merelinense FC

Foto: Jorge Paulo (retirada do Facebook)


Estádio do Fontelo, 27 de maio de 2017
1ª Mão do Play off de manutenção/subida à Ledman LigaPro
Árbitro: Fábio Veríssimo (Leiria)

Ac. Viseu: Ivo Gonçalves; Tomé (c), Bruno Miguel, Bura e Stéphane; Capela, Paná, Tiago Borges (Luisinho, 61) e Rui Miguel (Bruno Loureiro, int); Zé Paulo (Moses, 81) e Sandro Lima. Treinador: Francisco Chaló.

Merelinense: Rui Rego; Cara, Luiz Alberto, João Faria e Miguel Fernandes (c); Davide (Gustavo, 81) e Crespo; Vasco Braga, Jony (Diogo Torres, 66) e Agdon (Tijane, 78); Tanela. Treinador: Micael Sequeira.

Golos: Sandro Lima 41 (1-0), Stéphane 82 (2-0)

O Académico entrou no jogo como se impunha, a mandar, mas com o Merelinense com as linhas muito baixas, a não dar grande espaço.

Curiosamente foi numa transição rápida que o Académico teve a primeira oportunidade, Rui Miguel isolou Sandro Lima que acossado pelos centrais atirou para boa intervenção de Rui Rego. Pouco depois foi Zé Paulo a disparar forte, de fora da área, com a bola a bater na trave.

O Merelinense, que sabe trocar a bola com mestria, esteve depois bem perto do golo - os seus adeptos chegaram a festejar - com Ivo a desviar um remate forasteiro e quando a bola se encaminhava para a baliza Bura salvou em cima da linha, ou quase.

A partir daí voltou a dar Académico e Bura num livre direto atirou ao poste. Segunda bola nos ferros!

Pouco depois o Académico marcaria mesmo, bola longa Zé Paulo ganha de cabeça, a «segunda bola» sobra para Sandro Lima que rodopia bem e atira a contar para a primeira grande explosão de alegria no Fontelo.

Perguntava, ao intervalo, um colega do blogue, que não pôde ir ao Fontelo, se o Académico tinha o jogo controlado. Aparentemente respondi.

Era mesmo aparência o Merelinense entrou na segunda parte com muita vontade de chegar ao golo, e ele pairou no Fontelo, mas Ivo e um defesa (Bruno Miguel?) lá conseguiram evitar o balde de água fria.

O Académico tentava sair em jogadas rápidas e aos poucos voltou a abeirar-se da baliza de Rui Rego mas não marcava. Até que após um pontapé de canto a bola sobra para fora de área com Stéphane a disparar uma bomba ao ângulo da baliza de Merelim. Um grande golo, o melhor da época seguramente!

Este golo refreou os ânimos do Merelinense, tanto dos jogadores como do público, e o 3-0 esteve perto de aparecer, já bem perto do fim, quando Bura, num livre indireto dentro da área disparou para um grande intervenção de Rui Rego, sobrando a bola de novo para o central academista que atirou ao lado.

O Académico não ganhou, está a ganhar!

Força Académico!
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Recordar: UD Sampedrense 0-1 Ac. Viseu FC


Estádio Municipal da Pedreira, 27 de Maio de 2012

10ª Jornada da Fase de Subida, III Divisão, Série C

Árbitro: Tiago Gonçalves (Castelo Branco)



Sampedrense: André Maló, Baixote, Heitor, Marcos, Beto, André Valente, Costa (Mathieu, 79), Jusko (Sérgio, 70), Tagui, Johny e Guilherme (Márcio Anastácio, 88). Treinador: Carlos Sousa.

Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Casal; Luís Vouzela (Álvaro, 85), Ricardo Ferreira e Rui Santos (João Paulo, 58); Luisinho (Baio, 89), Hélder Rodrigues e Bacari. Treinador: António Lima Pereira.

Golo: Hélder Rodrigues 72 (0-1)

Ligações:

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Recordar: Ac. Viseu 8-0 Vouzelenses

A 27 de Maio de 2007 o Académico de Viseu sagrou-se Campeão Distrital da A.F. de Viseu. O "convidado" da festa foi o Vouzelenses. A precisar de uma vitória o AVFC não fez a coisa por menos e goleou por 8-0. Eduardo (25m e 90m), Marcos (38m), Tiago (41m e 89m), Filipe Figueiredo (47m), Carlos Santos (61m), Calico (90m) foram os detonadores da festa academista. O Académico estava de regresso aos nacionais. Recorde aqui. Ainda se lembra dos nomes de todos os campeões? Estão aqui.

Académico de Viseu: Manuel Fernandes (André, 71), Simões, Negrete, Marcos, João Miguel, Calico, Álvaro, Santos (cap) (André Barra, 75), Eduardo, Filipe Figueiredo (Jarbas, 64) e Tiago. Treinador: Idalino de Almeida

Vouzelenses: Jorge, Ribeiro, Ricardo, Alexandre, Serginho, Neves, Alex (Ivo, int), Chano, Filipe (Hélder, 80), Beto e Pinhão. Treinador: Fernando Silva.

Golos: Eduardo 25 (1-0), Marcos 38 (2-0), Tiago 41 (3-0), Filipe Figueiredo 47 (4-0),  Santos 61 (5-0), Tiago 80 (6-0), Eduardo 90 (7-0), Calico 90 (8-0)
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Os números da Ledman LigaPro 16/17

Foto retirada do site zerozero.pt

Melhores marcadores: Bura e Zé Paulo com 10 golos;
Mais jogos: Capela com 40;
Jogador mais vezes titular: Bura em 38 ocasiões;
Jogador mais vezes substituído: Luisinho em 20 ocasiões;
Jogadores mais vezes utilizados como suplentes: Zé Paulo e Zé Pedro em 12 ocasiões;
Jogador mais vezes suplente não utilizado: Tiago Gonçalves em 26 ocasiões.

TOTAL

Total de pontos: 52;
Média de pontos por jogo: 1.238 pontos por jogo, a 5ª melhor média de sempre (a melhor foi na época 90/91, 1.605 pontos por jogo;
Número total de vitórias: 13
Percentagens de vitórias: 31% de vitórias, a sexta melhor da história (a melhor foi a época 90/91 em que o Académico venceu 42.1% dos jogos);
Número total de empates: 13
Percentagem de empates: 31% de empates nos jogos disputados, a segunda maior de sempre (logo a seguir à época 90/91 em que empatamos 34.2% dos jogos);
Número total de derrotas: 16
Percentagem de derrotas: Académico perdeu 38.1 dos jogos disputados, a quarta melhor percentagem de sempre (a melhor foi a da época 90/91 com 23.7% de derrotas);
Percentagem de jogos a pontuar: O nosso clube pontuou em 62% dos jogos disputados, a terceira maior percentagem de sempre (melhor foi em 90/91 onde pontuamos em 73.1% dos jogos disputados);
Total de golos apontados: 49
Média de golos por jogo: 1.167 golos por jogo, a segunda melhor média de sempre, só superado pela época 14/15 onde alcançamos 1.196 golos por jogo;
Total de golos sofridos: 54
Média de golos por jogo: 1.286 golos sofridos por jogo, a sexta melhor média de sempre (a melhor foi em 95/96, 0.824 golos por jogo).

CASA

Pontos alcançados em casa: 27;
Média de pontos por jogo: 1.286, a pior média de sempre (a melhor média foi a de 96/97, com 2.118);
Número de vitórias em casa: 7
Percentagem de vitórias em casa: 33.3% de vitórias, a pior de sempre (a melhor percentagem foi a de 13/14 com 61.9);
Número de empates em casa: 6
Percentagem de empates caseiros: empatou 28.6% dos jogos, a quinta percentagem mais alta (a mais alta foi a de 90/91 em que empatamos 42.1% dos jogos);
Número de derrotas em casa: 8
Percentagem de derrotas caseiras: perdemos 38.1% dos jogos disputados, pior só em 97/98 com 47.1% de derrotas;
Percentagem de jogos a pontuar: o Académico pontuou em 61.9% dos jogos disputados, pior só na época 97/98 com 53%;
Golos marcados em casa: 23
Média de golos: 1.095 golos por jogo, pior só na época 91/92 (0.706 golos por jogo);
Golos sofridos em casa: 24
Média de golos: 1.142 golos sofridos por jogo, a 8ª pior média de sempre (a melhor foi em 96/97 com 0.412)

FORA

Pontos alcançados fora de casa: 25;
Média de pontos por jogo fora de casa: 1.087, 2º melhor de sempre (a melhor média foi a de 90/91 com 1.211);
Número de vitórias fora de casa: 6;
Percentagem de vitórias fora: 28.6 % de vitórias, a segunda melhor de sempre (a melhor percentagem foi a de 90/91 com 31,6%);
Número de empates fora de casa: 7;
Percentagem de empates fora de casa: 33.3% de empates, a 4ª maior percentagem de empates (a maior percentagem de sempre foi de 47.8% em 2015/2016);
Número de derrotas fora de casa: 8;
Percentagem de derrotas fora de casa: Académico perdeu 38.1% dos jogos disputados a segunda percentagem mais baixa de sempre (melhor só em 2015/2016 quando perdeu 34.8% dos jogos disputados);
Percentagem de jogos a pontuar: O nosso clube pontuou em 61.9% dos jogos disputados, a segunda melhor percentagem de sempre (melhor só em 2015/2016 quando pontuou em 65.2% dos jogos);
Golos marcados fora de casa: 26
Média de golos: 1.238 golos por jogo, a melhor média de sempre!
Golos sofridos fora de casa: 30
Média de golos: 1.429 golos por jogo, a 5ª melhor média (melhor foi em 95/96, 0.941 golos por jogo);

Nota: as contas foram feitas tendo em conta os padrões atuais (3 pontos por vitória e não dois).


Nota: comparação tendo em conta as épocas em que o Académico disputou a Segunda Liga – 90/91, 91/92, 93/94, 95/96, 96/97, 97/98, 13/14, 14/15, 15/16 e 16/17
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"Caso Elísio", parte II

Estádio Comendador Manuel Violas, 26 de Maio de 1991
38ª Jornada da Divisão de Honra
Árbitro: José Silvano (Vila Real)

Sp. Espinho: Pudar; Nene; Filó e Sousa; Vitinha, Zinho, Nelo (c), Ado (Vitoriano, 32) e Flávio; Ivan e Fernando Cruz (Bessa, 69). Treinador: Manuel José.

Ac. Viseu: José Miguel; Perduv; José Duarte e Faria; Albuquerque (c), Zé da Rocha, Falica, João Manuel e Zé Nando; Alain e Herbert (Cândido, 88). Treinador: José Rachão.
Foto retirada do Facebook (página dos antigos jogadores e amigos do Académico)

Se ganhasse o Académico subia. Se empatasse também podia subir desde que o Torreense não ganhasse no terreno do Maia.

Em Espinho o Académico não saiu do empate, um teimoso zero-a-zero. Daí teria que esperar pelo outro resultado, na Maia. Aí começaram melhor os maiatos que chegaram ao 1-0 através de Sérgio Lavos. O Torreense, no entanto, deu a volta com golos de Rosário e Baltasar, mas o golo de Abel (esse mesmo) para a equipa da casa, ao minuto 80 “colocava” de novo o Académico na I Divisão.

Entretanto o jogo terminava em Espinho. Começou-se a festejar a subida mas eis que… golo do Torreense! Seria apenas um infortúnio não se desse o caso do golo dos torrejanos ter sido apontado por Elísio, jogador do Maia, que uma semana antes tinha sido detido em Viseu (ver história aqui).

O Engenheiro José Manuel Oliveira, então Presidente do Clube Académico de Futebol, pediu que a competição não fosse homologada, que se investigasse a fundo o que se passara, mas nada se passou.

Entretanto António Rola, árbitro da partida do Maia 2-3 Torreense, dizia o seguinte sobre o referido lance: “Aquilo era uma jogada inofensiva. O Rosário cruzou para dentro da área e o Elísio, sem nenhum jogador junto a ele, meteu o pé ao pretender aliviar – julgo eu -, de tal maneira que levou a bola a embater no poste e entrar na própria baliza! Deduzo que quisesse ceder canto, embora repita, a jogada era claramente inofensiva. Aliás o Maia quando fez o 2-2 poderia logo a seguir ter feito o 3-2 e até o 4-2.”.

Por sua vez Elísio clamava inocência. Dizia que só quando estava a tomar banho é que soube que o Académico não tinha subido por causa do seu autogolo, que não sabia como estava o resultado em Espinho. Nicolau Vaqueiro, treinador do Maia, defendeu o seu jogador mas adiantando que Jorge e Careca (jogadores do Maia) é que estiveram abaixo do que era esperado…


O Torreense subiu, o Académico manteve-se… assim como se mantém a suspeição, 26 anos depois!
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