Jogos inesquecíveis: Sporting 2 Belenenses 0

19ª Jornada do Campeonato 2001/2002

20 de Janeiro de 2002


Estádio José de Alvalade

Árbitro: Carlos Xistra auxiliado por Tiago Trigo e Domingos Vilaça



Sporting: Tiago; Beto, André Cruz, Babb e Rui Jorge; Paulo Bento e Hugo Viana (Rui Bento 66), Quaresma (Nalitizis 85), e Pedro Barbosa (Tello 79); João Pinto e Jardel.

Belenenses: Marco Aurélio; Marco Paulo, Wilson, Filgueira e Pedro Henriques; Franklim (Verona 86) e Tuck; Neca, Ricardo Sousa (Cafú 73) e César Peixoto; Djalmir (Rui Duarte 82).

Golos: Jardel 28 (1-0), Jardel 82 (2-0)

Ação disciplinar: cartão amarelo a João Pinto (40), Hugo Viana (62), Nalitzis (86), e Rui Bento (88); Ricardo Sousa (12), Neca (59), e César Peixoto (66); cartão vermelho a César Peixoto (69, acumulação)

Num dos velhos clássicos do futebol português o Sporting levou a melhor sobre o Belenenses numa clara prova de firmeza e determinação da equipa leonina na luta pelo título. Após primeira parte empolgante, e disputada a toda a velocidade, os leões só descansaram quando Jardel fez o 2-0. O avançado brasileiro voltou a revelar a sua eficácia com duas “cabeçadas” no sítio certo. Dou outro lado, a expulsão de César Peixoto deitou tudo a perder para os azuis do Restelo. O Sporting cumpriu a sua obrigação vencendo o Belenenses pressionado pelos resultados de Boavista e Benfica, os leões iniciaram o jogo a todo o gás e souberam esperar pela oportunidade de sentenciar a partida, num golo marcado, já perto do final, novamente por Mário Jardel. Os três pontos conseguidos permitiram ao Sporting manter-se pela sexta jornada consecutiva no comando da classificação.

Texto in Jornal do Sporting: edição especial Campeões 2002
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Lição de história


Do blogue Glórias do Passado transcrevemos, com a devida vénia, o seguinte texto:


O Clube Académico de Futebol, mais conhecido como Académico de Viseu, era o histórico representante futebolístico daquela cidade da beira alta. Oficialmente fundado em 1914 e após 91 anos de uma história que orgulha todos os visienses o popular CAF foi judicialmente extinto no ano de 2005 devido a intransponíveis dificuldades financeiras.

Apesar da dissolução do Clube Académico de Futebol, a verdade é que a designação conhecida nacionalmente - antes mais popular, agora mesmo oficial - de Académico de Viseu mantém-se, depois de um protocolo assinado em 2005 entre a comissão administrativa do extinto clube e o Grupo Desportivo de Farminhão. Nesse acordo, esta modesta colectividade do concelho de Viseu alteraria a sua denominação para Académico de Viseu Futebol Clube.

O surgimento do Clube Académico de Futebol deu-se em 1908, quando um grupo de jovens entusiastas do Liceu da cidade e do Colégio Via Sacra, decidiram criar uma organização desportiva em Viseu.

Só em 14 de Julho de 1914 é que aquela organização desportiva assumiu carácter oficial. E a partir de 1929 começou a praticar o futebol, modalidade onde o clube veio a atingir considerável projecção nacional, sobretudo desde da década de 70, altura em que atingiu a 1ª Divisão Nacional.

Até então o clube passou a sua existência pelos escalões secundários do futebol português, alcançado, regularmente, êxitos desportivos que muito orgulhavam as gentes da cidade de Viseu.

Em 1935/36 joga pela primeira vez na 2ª Liga Nacional, onde terminou classificado no 3º lugar. Na temporada de 1947/48 sagra-se vice-campeão nacional da 3ª Divisão. Atinge a final da competição defrontando o GD Cova da Piedade, equipa que venceu por 5-2.

Já na época de 1949/50 esteve próximo de atingir a 1ª Divisão Nacional. Depois de vencer a Zona B da 2ª Divisão Nacional, a Série 3 da fase seguinte, o clube visiense chegou à fase final da prova e discutiu o acesso ao primeiro escalão do futebol português.

Contudo, na ocasião, as equipas do Boavista FC, da Associação de Futebol do Porto, e o Clube Oriental de Lisboa, da Associação de Futebol de Lisboa, foram mais fortes e terminaram a fase final, respectivamente, na primeira e segunda posição, cabendo ao Clube Académico de Futebol o 3º lugar na classificação final.

Depois de alguns anos consecutivos na 2ª Divisão Nacional, o Clube Académico de Futebol voltou ao terceiro escalão do futebol português no final da época de 1955/56. Mas, poucas épocas depois regressou à 2ª Divisão Nacional, concretamente, na temporada de 1958/59. Foi o 2º classificado da sua Série e foi disputar o Torneio da Competência da Zona Norte, conseguindo subir ao segundo escalão.

Até aos inícios da década de 70, a existência do Clube Académico de Futebol foi um constante sobe e desce entre a 2ª e 3ª Divisão Nacional. Desceu três vezes ao terceiro escalão do futebol português, para outros tantos regressos.

Como se disse, a partir dos inícios da década de 70, tudo foi diferente. A partir desta altura o clube ganhou maior notoriedade, logrando mesmo alcançar a 1ª Divisão Nacional

Na época de 1977/78, o Clube Académico de Futebol, terminou a Zona Centro da 2ª Divisão Nacional, atrás do SC Beira-Mar, que subiu directamente à 1ª Divisão Nacional. No verão de 1978, o Clube Académico de Futebol disputou a Liguilha com os segundos classificados das outras zonas da 2ª Divisão Nacional, respectivamente, da Zona Norte, o Aliados de Lordelo FC, e da Zona Sul, o Juventude de Évora SC.

Nessa fase decisiva da competição que apurava um clube para a 1ª Divisão Nacional, venceu o Clube Académico de Futebol, nobel representante da cidade de Viseu, ascendendo assim, pela primeira vez na sua historia, ao principal patamar do futebol português, comandado pelo jovem técnico Mário Morais.

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1978/79, o Académico de Viseu não teve uma boa prestação. Acusando, exageradamente, a responsabilidade, o clube não demonstrou capacidade suficiente para garantir a permanência.

Embora dotado com jogadores de qualidade e bastante experientes na 1ª Divisão Nacional, como eram os casos, por exemplo, do avançado Joaquim Rocha, Rachão, José Freixo ou Penteado, o certo é que o clube não conseguiu resistir ao andamento do primeiro escalão e acabou por descer à 2ª Divisão Nacional.

Apenas cinco vitórias e um empate em toda a competição, marcando tão só 13 golos contra 75 sofridos, redundaram, naturalmente, num 16º e ultimo lugar na classificação final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão da temporada de 1978/79.

Nesta prova, obviamente, defrontaria pela primeira vez o Vitoria SC do escalão máximo do futebol português. Na Taça de Portugal, a outra principal prova nacional, o clube da cidade berço e o Académico de Viseu já se haviam encontrado.

Aconteceu em duas ocasiões, tendo, em ambos os casos, a equipa do Vitoria SC eliminado o Clube Académico de Futebol. Na época de 1959/60, apesar da derrota em Viseu por 3-0, o Vitoria SC venceu na partida de Guimarães por 6-1.

E na temporada de 1967/68, quando nos dezasseis avos de final, o Vitoria SC eliminou o Académico de Viseu, triunfando nas duas mãos da eliminatória, na cidade da Beira Alta por 0-1 e na cidade berço por 3-1.

Mas o primeiro encontro entre os dois clubes na 1ª Divisão Nacional aconteceu na 8ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1978/79, precisamente, no dia 29 de Outubro de 1978. Nessa ocasião, o Vitoria SC deslocou-se ao Estádio do Fontelo para defrontar o estreante Clube Académico de Futebol.

Com cerca de 20.000 pessoas a lotar completamente o recinto de jogo, com muitos apaniguados vitorianos nas bancadas, o Académico de Viseu alinhou com a seguinte equipa: Vaz; Pele, Amadeu, José Freixo e Xico Santos; Ramon, Rachão e Brandão; Albasini, Basto e Orivaldo.Já a turma vitoriana, liderado pelo treinador Mário Wilson, apresentou-se no pelado do Fontelo com Melo; Ramalho, Manaca, Soares e Alfredo; Pedroto, Abreu e Almiro; Romeu, Jeremias e Dinho.

Curiosamente, diga-se que o Académico de Viseu jogou aquela partida frente ao Vitoria SC sob protesto, por discordar do castigo de dois meses imposto pela Federação Portuguesa de Futebol ao seu jogador Joaquim Rocha. Tal punição surgiu pelo facto de o futebolista ter assinado contrato, simultaneamente, com três clubes.

Quanto ao desenrolar deste histórico jogo, diga-se que o Académico de Viseu tomou desde cedo a iniciativa e o domínio de jogo, embora criteriosamente consentido pelo Vitoria SC.

Apesar da ascendência visiense, os vitorianos, superiores no meio campo, filtravam bem as jogadas de ataque do adversário, não chegando a constituir qualquer perigo os remates à baliza do guardião Melo. Já o Vitoria SC, fruto de perigosos contra ataques, desenvolvia jogadas perigosas junto à baliza à guarda de Vaz, criando enorme desassossego à defensiva viseense.

De todo o modo, o final da primeira parte chegou com uma igualdade a 0-0. No reinício, o Académico de Viseu entrou disposto a marcar, balanceando-se ainda mais no ataque. Sentindo o perigo, o Vitoria SC decidiu dar a uma estocada decisiva no adversário forçando o andamento do jogo em rápidos contra ataques.

E assim chega ao golo da vitória. Um cruzamento bem medido para o interior da área do Académico de Viseu, onde surge o vitoriano Romeu, completamente sozinho, a cabecear para o fundo das redes de Vaz. Estava feito o 0-1, aquele que seria o resultado final da partida.

A partir daí, a equipa do Vitoria SC, mais experiente e com um resultado favorável, dominou completamente a partida, segurando a preciosa vantagem, apesar da insistência dos locais.

No jogo da 2ª volta deste Campeonato Nacional da 1ª Divisão da temporada de 1978/79 entre os vimaranenses e o Académico de Viseu, disputado na cidade de Guimarães, o Vitoria SC tornou a vencer por 1-0.

O Clube Académico de Futebol voltou então a disputar a 2ª Divisão Nacional na época de 1979/80 para, no final da temporada, voltar a ascender ao primeiro escalão do futebol português.

Esse desiderato voltou a alcançar ao vencer novamente a Liguilha de promoção à 1ª Divisão Nacional. No final da Zona Centro da 2ª Divisão Nacional da temporada de 1979/80, o Académico de Viseu voltou a ser 2º colocado, agora atrás da Académica de Coimbra.

Essa Liguilha foi disputada entre o Clube Académico de Futebol, a AD Fafe, representante da Zona Norte, e o Lusitano de Évora. Com o treinador José Moniz liderando a equipa visiense, o Clube Académico de Futebol venceu aquela competição e regressou à 1ª Divisão Nacional.

Disputa então a 1ª Divisão Nacional na temporada de 1980/81, com uma equipa onde se destacava o guarda-redes Hélder e o avançado Inaldo, autor de 7 golos na competição e o melhor marcador do Académico de Viseu.

Nesta época de 1980/81 venceu pela primeira vez o Vitoria SC em jogos a contar para o Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Triunfo por 2-1 em Viseu, enquanto na cidade de Guimarães, a vitória sorriu aos vimaranenses por 2-0.

No final deste Campeonato Nacional o Clube Académico de Futebol ficou no 13º lugar. Por esse facto, foi obrigado a disputar novamente a Liguilha, competição que passou a contar com uma equipa do primeiro escalão, juntamente com os segundos classificados das três zonas da 2ª Divisão Nacional.

Conseguiu a permanência, superando as formações do Leixões SC, do AD Nazarenos e do Juventude de Évora SC, representantes, respectivamente, da Zona Norte, Centro e Sul do segundo escalão do futebol português. O Clube Académico de Futebol tornou-se num verdadeiro campeão das liguilhas.

Registou, portanto, a terceira presença no Campeonato Nacional da 1ª Divisão na época de 1981/82, mas aí não conseguiu atingir a permanência e foi relegado novamente ao segundo escalão do futebol português.

Terminou no 14º lugar da classificação depois de uma grande luta pela salvação. Comandado por Fernando Cabrita, o Académico de Viseu teve um início de temporada de 1981/82 muito comprometedor, cedendo muitos pontos e sentindo muitas dificuldades.

No 2º terço da prova demonstraram uma visível melhoria e pularam para o meio da tabela classificativa, terminando a 1ª volta do Campeonato Nacional da 1ª Divisão numa esperançosa 8ª posição.

Depois de ligeiras oscilações, a equipa do Académico de Viseu entrou muito mal na fase decisiva da prova, quebrando, definitivamente, até aos lugares da descida, terminando num 14º lugar da geral que ditou a descida de divisão.

Nos confrontos com o Vitoria SC na época de 1981/82, refira-se a nova vitoria sobre a equipa vitoriana, no jogo disputado na cidade de Viseu, enquanto na cidade berço, o triunfo sorriu ao Vitoria SC, por 3-0.

A seguir a este descida de divisão, o Clube Académico de Futebol entrou numa crise directiva que afundou o clube em enormes dificuldades. No final da temporada de 1983/84, disputando a competitiva Zona Norte da 2ª Divisão Nacional, o Académico de Viseu foi relegado, dez anos depois, à 3ª Divisão Nacional.

Disputou então a 3ª Divisão Nacional, Série C, na época de 1984/85. Venceu esta série depois de intensa disputa com o Viseu e Benfica, 2º classificado, com os mesmos pontos do Académico de Viseu.

Alcançado o regresso ao segundo escalão, o Clube Académico de Futebol venceu, em seguida, a Zona Norte, na 2ª fase da prova, e foi disputar ao Estádio Municipal de Coimbra a final do Campeonato Nacional da 3ª Divisão.

Não conseguiu conquistar o troféu em discussão pois a equipa do União de Santarém, vencedor da Zona Sul, venceu aquele decisivo encontro por 2-1, já após o prolongamento.

Depois de algumas temporadas na 2ª Divisão Nacional, o Clube Académico de Futebol iria voltar a disputar a 1ª Divisão Nacional, pela última vez na sua história, na época de 1988/89.

Na temporada de 1987/88, tecnicamente comandado por Carlos Alhinho, o Académico de Viseu venceu a Zona Centro da 2ª Divisão Nacional. Disputou, posteriormente, a fase final para a atribuição do título de campeão nacional, terminando em 2º lugar, atrás do campeão FC Famalicão.

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão de 1988/89 o Académico de Viseu foi quase o “bombo da festa”. Foi o último classificado, numa competição disputada por 20 clubes, vencendo apenas 5 jogos e empatando 9, coleccionando derrotas em todas as outras partidas. A sorte do Clube Académico de Futebol, nesta ultima presença no nacional maior, foi prematuramente traçada já que rapidamente ficou muito longe da salvação.

Referância, ainda quanto à temporada de 1988/89, às partidas frente ao Vitoria SC. Em Viseu o Clube Académico de Futebol voltou a vencer o Vitoria SC, por 2-1, num dos poucos triunfos da turma visiense na prova. Em Guimarães, numa altura em que o espectro da descida era iminente, o Académico de Viseu foi derrotado, amplamente, pelo Vitoria SC minhoto por 5-0.

Em 1989/90 disputou a 2ª Divisão Nacional, Zona Centro, com o objectivo conseguido de entrar na 2ª Divisão de Honra, a nova competição nacional. Este dois anos consecutivos neste segundo escalão do futebol português, regressando, agora à 2ª Divisão Nacional “B”, no final da temporada de 1991/92.

Entretanto, na época de 1991/92, o Vitoria SC e o Clube Académico de Futebol voltaram a encontrar-se, desta feita, em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal. Jogando em Guimarães, o Vitoria SC venceu a formação visiense por 2-0.

Alternou então presenças na 2ª Divisão de Honra com a 2ª Divisão Nacional “B”. Venceu a Zona Centro, da 2ª Divisão Nacional, na temporada de 1992/93, mas logo na época seguinte de 1993/94 voltou a descer.

Ao longo desta temporada de 1993/94, o Académico de Viseu andou sempre na corda bamba, mas por manifesta infelicidade foi relegado ao escalão inferior. Aconteceu apenas a 12 minutos do final do jogo da última jornada do Campeonato Nacional da 2ª Divisão de Honra, quando o FC Penafiel, no seu jogo, marcou o golo da salvação.

Venceria, novamente, a Zona Centro da 2ª Divisão Nacional “B” na época de 1994/95 e regressou ao segundo escalão do futebol português. Permaneceu então três temporadas consecutivas na 2ª Divisão de Honra.

Na época de 1995/96 foi mesmo uma das grandes revelações da competição, com João Cavaleiro à frente do comando técnico da equipa visiense. Durante a 1ª volta esteve a lutar pelos lugares da subida, mas no decurso da segunda metade da prova acabou por quebrar, terminando no 9º lugar da tabela classificativa.

Em 1996/97 salvou-se da descida de divisão, depois de um final de temporada de muito bom nível, compensando uma primeira volta na 2ª Divisão de Honra verdadeiramente lastimável.
Finalmente, na época de 1997/98, o Clube Académico de Futebol não conseguiu resistir e acabou por ser relegado à 2ª Divisão Nacional “B”. E de então para cá o Académico de Viseu nunca mais conseguiu subir. Alem disso, viu agravar-se, irremediavelmente, a sua situação económico-financeira.

Entretanto, uma divida ao antigo jogador Paulo Ricardo, um avançado brasileiro que chegou ao futebol português para representar o Vitoria SC, resultou num impedimento federativo em inscrever jogadores.

O futebol sénior do clube transitou então para o Académico de Viseu Futebol Clube, a nova denominação social do GD Farminhão.

Tal situação, insanável, levou à extinção do futebol sénior do clube no final da temporada de 2004/05. O futebol sénior do clube transitou então para o Académico de Viseu Futebol Clube, a nova denominação social do GD Farminhão.

Permaneceu apenas em actividade as camadas jovens do clube, mas, depois de um longo processo judicial iniciado por duas antigas funcionárias, credoras do clube, o Tribunal Judicial de Viseu, decretou em Janeiro de 2006 a insolvência do Clube Académico de Futebol e o fim da colectividade.

Na sequência desta decisão judicial a Federação Portuguesa de Futebol determinou em Janeiro de 2006 a suspensão do clube e a actividade desenvolvida na formação de futebolistas, terminando a participação do Clube Académico de Futebol nos campeonatos nacionais de juniores, juvenis e iniciados.

O Académico de Viseu FC de hoje é um clube em crescimento. Começou pelas divisões distritais da Associação de Futebol de Viseu, encontrando-se, actualmente, a militar na 3ª Divisão Nacional, disputando a Série C.

Presentemente, é ao Académico de Viseu FC que cabe honrar a tradição e os gloriosos 91 anos de história do Clube Académico de Futebol, o genuíno representante da cidade de Viseu.
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Há um ano

A 20 de Janeiro de 2008, há um ano, o Académico de Viseu venceu no Fontelo o Milheiroense por 2-0. Golos de Álvaro. Recorde aqui.
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Apenas pelo golo marcado...

Rui Santos – 3 – Nota positiva apenas pelo golo marcado. Teve um jogo algo inconstante, tal como toda a equipa.

Augusto – 2 – Não teve uma exibição positiva. Culpas no 3º golo.

Calico – 2 – Não conseguiu subir no terreno, e também não foi eficiente a defender.

Sérgio – 2 – O capitão desta vez não conseguiu pôr ordem na defesa academista.

Tiago – 2 – Não lhe saíram bem as coisas também.

Leandro -1 – 45 min para esquecer, mal a defender.

Lage – 2 – Não funcionou o centro do terreno.

Casal -2 – Tal como os seus companheiros do meio-campo, não esteve bem.

Álvaro – 1 – Apenas 30 min em jogo, não deu para ver o verdadeiro guerreiro.

Éverson – 2 – Não foi dos piores, até tentou pegar algumas vezes no jogo, mas sempre sem resultados práticos.

Zé Bastos – 2 – Muito apagado, tal como os restantes companheiros do ataque.

F.Figueiredo – 2 – Não conseguiu dar a profundidade desejada ao ataque academista.

Costa – 2 – Não teve certamente os 45 min que pretendia.

Filipe -1 – Pouco tempo em jogo.
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Ac.Viseu 1- 4 UDTocha

Académico de Viseu: Augusto, Calico, Sérgio, Tiago Gonçalves, Leandro (Luís Costa, 45), Rui Lage (Filipe, 78), Casal, Álvaro (Filipe Figueiredo, 26), Éverson, Rui Santos e Zé Bastos. Treinador: Luís Almeida.

Tocha: Vitor Nogueira, Ricardo Freixo, Mauro, Telmo (Gonçalo Neves, 87), Curto, Zé Filipe (George, 45), Rafael Duarte (Xirola, 82), João Morais, Gonçalo Estanqueiro, Custódio e Bertier. Treinador: José Viterbo.

Cartões amarelos: Sérgio (36), Tiago Gonçalves (87), Leandro (23), Rui Lage (20); Telmo (85), Curto (43), Zé Filipe (32)

Golos: Gonçalo Estanqueiro 23 (0-1), Rafael Duarte 44 (0-2), Ricardo Freixo 59 (0-3), Rui Santos 62 (1-3), George 68 (1-4)

O jogo começou com claro sinal mais para a formação do Tocha. Várias tentativas de ataque, adivinhava-se que algo de bom não iria acontecer. Até que, à passagem dos 20min, o árbitro descortinou mão na bola de Leandro dentro da área. Gonçalo Estanqueiro não desperdiçou, e fez o 0-1, para a equipa forasteira. Depois disso, o Académico tentou responder, Luís Almeida lançou F.Figueiredo em campo, mas quem marcou o 2º tento foi o Tocha, mesmo em cima do intervalo. No segundo tempo, assistiu-se a um Académico com um futebol mais directo, mas sempre sem grandes consequências. Quem não abdicava do ataque eram os homens de José Viterbo, que chegaram entretanto aos 0-3, num lance em que Augusto foi mal batido. Depois disto, é claro que tudo estava mais complicado, contudo Rui Santos ainda reduziu, 1-3. Mas pouco depois, o Tocha acabou, definitivamente, com o jogo, numa jogada em que um adversário passou facilmente pelos defesas academistas. 1-4, foi resultado final.

Existe claramente uma dificuldade acrescida dos academistas a jogar em casa e perante adversários bem classificados na tabela. Um ponto a rever, que tem que ser clara e rapidamente corrigido pelo grupo de trabalho, para que os objectivos a que o clube se propôs possam ser atingidos. Não vai ser fácil, sem dúvida, mas o grupo terá de ter uma outra disposição dentro das quatro linhas, uma outra garra, algo que se terá de verificar já no próximo jogo em Anadia, para não haver novo contratempo.

Com esta derrota, e de acordo com os restantes resultados, o Ac. Viseu desce na classificação. Fica agora no 5º posto, a par do Milheiroense, com 28 pontos, e na mesma a quatro do líder Fiães, que também perdeu, 1-0 em Cinfães.
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Liedson: goleador e capitão!

Foto: Sporting.pt


Liedson -5- o melhor do Sporting e pontuação máxima porque a um avançado pedem-se golos e Liedson fez três.
Ricardo Batista -3- demonstrou em lance consecutivos alguma insegurança. Foram erros sem qualquer tipo de influência no resultado.

Pedro Silva -3- exibição agradável se bem que por vezes não tome as melhores opções.

Ronny -2- muitos passes falhados – um deu golo ao Paços – muito espaço nas suas costas e a sensação de que não está a evoluir.

Daniel Carriço -4- segurança notável.

Caneira -3- sem erros de monta.

Rochemback -3- na primeira parte usou e abusou dos passes longos e nem sempre da melhor forma. Exibição agradável.

Izmailov -4- um golo monumental e participação nas jogadas mais mágicas do desafio.

João Moutinho -3- a surpresa é que desta vez não jogou os 90 minutos.

Romagnoli -2- apareceu apenas nos minutos finais da primeira parte e já não voltou do descanso. Não está bem.

Vukcevic -4- um golo e participação activa em mais dois. Leva nota 4 mas continua a ter que ser menos individualista em certos lances.

Pereirinha -4- entrou e dinamizou o jogo do Sporting. Passe para o segundo golo de Liedson e foi ele que recuperou a bola que permitiu o grande golo de Izmailov. Supersónico.

Adrien -3- entrou completamente descomplexado. Precisa de mais minutos.

Abel -2- de volta à competição.
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Sporting 5-1 Paços de Ferreira

Foto: Sporting.pt

Sem espinhas. Vitória clara e qualificação para a meia-final sem qualquer tipo de ajuda. O golo de Vila do Conde marcado em claro fora de jogo não teve qualquer influência na qualificação do Sporting que seria sempre primeiro classificado do grupo, que jogaria sempre em casa na meia-final desta prova. Ao contrário de certas arbitragens a de Vila do Conde nada teve de influência ao contrário de outras. Temos pena…
Quanto ao jogo pouco há a dizer tal a superioridade demonstrada. Um Sporting que sabe perfeitamente o que quer, em que todos sabem os terrenos que pisam, em que o treinador não inventa posições para os jogadores e com elementos em clara subida de forma como Vukcevic e Pereirinha. E depois há Liedson e Izmailov – que grande golo o do russo! Até deu para matar saudades de o ex CAF Rui Miguel.
Pouca gente em Alvalade. Porque não levar esta competição para locais onde não seja habitual ver destes jogos?
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Campeões do Sporting: Peres

Nome: Fernando Peres da Silva
Data de nascimento: 18/01/1943
Posição: médio
Estreia: Lusitano de Évora 2 Sporting 5 em 12/09/1965
Jogos: 200*
Golos: 65*
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting*
Títulos: 2 campeonatos nacionais, 1 taça de Portugal

Formado no Belenenses chegou ao Sporting em 1965 e o seu extraordinário pé esquerdo e a sua visão de jogo ficaram para sempre eternizados na memória de quem o viu jogar. Marcou 65 golos um número bem assinalável para quem era médio. Jogou no Vasco da Gama onde se sagrou campeão brasileiro e há bem pouco tempo dizia que esses tempos, os passados no Brasil, haviam sido os melhores da sua vida. Comemora hoje 66 anos. Parabéns!
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Campeões do Sporting: Carlos Gomes

Nome: Carlos António do Carmo Costa Gomes
Data de nascimento: 18/01/1932
Poisição: Guarda-redes
Épocas no Sporting: 50/58
Jogos: 221*
Número da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos: 5 campeonatos nacionais, 1 Taça de Portugal
O sucessor de Azevedo no Sporting se ainda estivesse no mundo dos vivos comemoraria hoje 77 anos. Alfredo Barroso ao Diário de Notícias dizia que Carlos Gomes era um guarda-redes fenomenal ao nível de um Banks ou de um Yashin e tal elogio leva-me a ter saudades de algo que nunca vivi – ver Carlos Gomes jogar. Deixo então a palavra a quem o viu jogar:

“Com uma vocação fabulosa para o lugar de guarda-redes, aos 18 anos ingressou em Alvalade, vindo do Barreirense, tal como João Azevedo. Quando os dirigentes «leoninos» foram a sua casa para o contratar não se conteve, falando das injustiças sociais, da dignidade violada, do desrespeito e forma esclavagista de tratar os jogadores como se fossem mera mercadoria.Disseram-lhe que se calasse, que o Barreirense receberia 50 contos pela transferência e ele mais 10. Não se calou, e exigiu 50 só para si. Ribeiro Ferreira, presidente do Sporting, sabendo que precisava de um guarda-redes para substituir Azevedo, cedeu. Seria suplente de Azevedo, «o gato de Frankfurt» durante um ano, e aos 19 anos a camisola número 1 já era sua.
Depressa se tornou ídolo dos sportinguistas, e ao longo de seis anos foi somando títulos, multas e suspensões. Descontente com a remuneração que auferia no Sporting, depois de se sagrar novamente campeão em 1957/58 e após um largo «braço-de-ferro», transferiu-se para o futebol espanhol pela mão de Alejandro Scopelli, que o levou para Granada.Em Espanha conseguiu uma remuneração oito vezes superior à que auferia em Portugal. O Sporting também ganhou um bom dinheiro, um milhão de pesetas.Os clubes grandes continuaram na sua peugada, concretamente o Real Madrid e o Barcelona, mas os dirigentes «leoninos» deixaram-no apenas transferir-se para o Oviedo. Pelo meio, o Benfica ainda tentou contratá-lo, utilizando o Salgueiros como intermediário. Em 1961 regressou a Lisboa, para assinar de novo pelo Sporting, exigiu o salário mais alto da equipa, e o acordo não se concretizou.Ofereceu-se ao Atlético, tinha 29 anos, mas foi acusado de violação por uma rapariga, na altura empregada num dos seus negócios, uma loja de fotografias. Jurou que tinha sido uma cilada montada pela PIDE e por dirigentes do Sporting, e fugiu para o exílio. Num jogo contra o Guimarães, simulou uma lesão logo após o intervalo, e escapou-se para terras espanholas. Mais tarde contou o plano, «concentrei-me com a equipa, para não levantar suspeitas. Tentaria não só fazer um bom jogo, como teria de lesionar-me, porque enquanto durasse a cura, ninguém haveria de suspeitar e ganharia alguns dias preciosos. Não fiz um jogo extraordinário, mas lesionei-me como o previsto. Perto do vestiário, voltei-me para terreno e para o público, enquanto chorava em silêncio...».De Espanha seguiu para Marrocos. Ainda jogou em Tânger, no clube da...polícia. Conseguiu, mais tarde o estatuto de refugiado político. As suas exibições fizeram tal furor que emissários do Rei de Marrocos o convidaram a fazer-se muçulmano e a mudar de nome e nacionalidade. Não aceitou.Em 1963 foi liberto pelo Sporting, jogou mais dois anos, mas continuou ligado ao futebol, tornando-se treinador de sucesso, passou pela Argélia e Tunísia, regressando a Portugal nos anos 80.Radicou-se depois em Espanha, onde possuía negócios de hotelaria.Como guarda-redes tinha uma curiosidade, actuava na baliza sempre vestido de preto. Um dia, um jornalista espanhol perguntou-lhe o motivo. E ele não o escondeu: «visto-me de preto, pois enquanto o futebol português estiver nas mãos dos doutores está de luto.»”

In Centenário do Sporting (foto incluída)
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Recordar: Rui Borges


A 14 de Dezembro do ano transacto na rubrica “Recordar” lembramos Rui Borges no dia em que comemorou 35 anos. Hoje fomos surpreendidos por um comentário assinado pelo Rui Borges nesse mesmo post. Aqui vai transcrito:

“Gostava de agradecer aos criadores deste Blog, por se terem lembrado do meu aniversário e também por me terem feito recordar um ano muito importante, não só como futebolista, mas também como homem. Deixei muitas e boas amizades em Viseu e fui sempre bem tratado por todos. Sempre que posso acompanho a carreira do CAF, ainda lá tenho dois ex-colegas (Sérgio e Lage). Desejos de muitas felicidades para o Blog, para o CAF e em especial para o Sérgio e o Lage.
Rui Borges”


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Notícia de interesse academista

O treinador do Ac. Viseu, Luís Almeida, prepara a recepção ao Tocha sem o avançado nigeriano Milford, a recuperar de lesão. O médio Fernando Ferreira está castigado.
In A Bola (link indisponível)
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Antevisão: Ac.Viseu - UDTocha

Depois de ter passado, com distinção, no primeiro teste em Águeda, o técnico Luís Almeida, vai encontrar pela frente novo jogo, no mínimo, complicado. Os academistas irão defrontar este domingo, pelas 15h no Fontelo, a formação do UDTocha, actual 5º classificado, que vem, nada mais, nada menos, de 9 jogos sem conhecer o sabor da derrota (última derrota: U.Lamas 3-2 UDTocha – 26/10/2008).
A nível de golos marcados e sofridos, esta equipa da A.F.Coimbra, é em tudo equivalente aos viseenses. Já facturaram por 27 vezes, e sofreram 19 golos, tal e qual os ‘Homens do Fontelo’. Espera-se então, um jogo bastante intenso, onde a vitória academista será de extrema importância. Recordar que, apenas dois pontos separam as duas equipas.
Árbitro do jogo: Paulo Brás da A.F.Guarda.
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Estrelas do passado: Peixe

Nome: Emílio Manuel Delgado Peixe
Data de nascimento: 16/01/1973
Posição: Defesa / médio
Estreia: Farense 0 Sporting 1 em 02/12/1990
Épocas: 90/97
Jogos: 156*
Golos: 3*
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos: 1 Taça de Portugal, 1 Supertaça
No mundial de Sub 20 que Portugal venceu em 1991 Emílio Peixe foi considerado o melhor jogador. Era uma pedra importantíssima na transição defesa ataque. O futuro sorria-lhe e se é verdade que esteve longe de fazer a carreira que todos esperariam penso ser uma injustiça tremenda considerá-lo como um dos flops do futebol nacional. No Sporting impôs-se rapidamente com exibições de grande nível. Saiu para Sevilha em 1995 mas as coisas não lhe correram bem e quando voltou – pouco tempo depois – já não era o mesmo jogador, vá-se lá perceber porquê. Foi por isso sem grande surpresa que Emílio Peixe se transferiu para o FC Porto num negócio bom para o Sporting já que das Antas veio o grande Rui Jorge.
Este símbolo das camadas jovens leoninas comemora hoje 36 anos. Parabéns!
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Campeões do Sporting: Hugo Viana

Nome: Hugo Miguel Ferreira Viana
Data de nascimento: 15/01/1983
Posição: médio
Estreia: Sporting 3 Midtylland 2 – 27/09/2001
Épocas: 2001/2002 e 2004/2005
Jogos: 67*
Golos: 7*
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting*
Títulos: 1 Campeonato Nacional, 1 Taça de Portugal


Na época em que se sagrou campeão pelo Sporting (2001/2002) foi uma das revelações da época. Hugo Viana jogava na equipa B, e nem sequer fez a pré época. Porém, a disponibilidade de Boloni para estar atento aos jovens talentos possibilitou a surpresa. Nas primeiras jornadas o rendimento do meio campo leonino deixava muito a desejar. Faltava um jogador que fizesse a ligação entre a tendência mais defensiva de elementos como Paulo Bento e Rui Bento e os avançados. Aos 18 anos Hugo Viana estreou-se no campeonato à 7ª Jornada – Sporting 5 V. Guimarães 0 com golos de João Pinto, Niculae, Beto e dois de Jardel – e aos poucos foi sendo mais utilizado. À 13ª jornada fez os primeiros 90 minutos completos pelo Sporting – Marítimo 0 Sporting 2 com golos de Jardel e Pedro Barbosa – e passou a ser um dos indiscutíveis no centro do terreno em apoio a Jardel e João Pinto ou então descaído para a esquerda. A sua integração ajudou à ligação no sector e mudou o meio campo do Sporting. No fim da época saiu para o Newcaslte e voltou em 2004/2005 para um ano que tinha tudo para ser inesquecível mas que não acabou bem colectivamente e ainda me recordo de um golo anulado incrivelmente num jogo frente ao Sporting de Braga. Está “perdido” em Valência, seria bom vê-lo regressar. Comemora hoje 26 anos!
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Filipe Figueiredo - 28

Filipe Jorge Silvério Figueiredo, o Filipe Figueiredo do Académico de Viseu, nasceu a 15 de Janeiro de 1981 e comemora hoje o seu 28º aniversário. A MAGIA DO FUTEBOL deseja-lhe as maiores felicidades. Parabéns Filipe Figueiredo!
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Rio Ave 0 Sporting 1

Foto: Público

Do jogo de sábado para o de hoje apenas João Moutinho e Hélder Postiga foram mantidos na equipa principal. Encarar a Taça da Liga como se fosse a Liga Intercalar não me parece ser a maneira mais correta de prestigiar uma competição que ainda está a dar os primeiros passos.
Dar às equipas ditas grandes a oportunidade de fazerem dois jogos em casa também não é maneira de dar prestígio à competição. Porque não levar estes jogos – aqueles em que os grandes atuam em casa – para cidades do interior como por exemplo Viseu?
Quem também não prestigia a competição são árbitros auxiliares como o de hoje. Não marcar fora de jogo no lance que originou o golo leonino é coisa de incompetente. O Sporting nem sequer necessitava desse “favor” uma vez que, mesmo com o empate, necessitava apenas de uma vitória frente ao Paços de Ferreira na próxima jornada. Pode-se é relembrar que na anterior visita a Vila do Conde nos anularam um golo perfeitamente legal e mesmo assim o Sporting venceu.
Assim vai o futebol português…
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Carriço ofusca Tonel

Daniel Carriço -3- ofuscou o regresso de Tonel. Actuação cheia de classe. Fechou o lado esquerdo. Concentrado.

Tiago 3

Pedro Silva 3

Ronny 2

Tonel 3

Adrien Silva 3

João Moutinho 3

Pereirinha 3

Romagnoli 3

Tiuí 2

Hélder Postiga 3

Vukecevic 3

Izmailov 3

Grimi 1
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Campeões do Sporting: Rui Bento

Nome: Rui Fernando Silva Calapez Bento
Data de nascimento: 14/01/1972
Posição: Trinco
Naturalidade: Silves
Épocas no Sporting: 01/04
Estreia: Sporting 1 Farense 0 – 12/08/2001
Jogos: 70*
Golos: 1*
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos: 1 Campeonato Nacional, 1 Taça de Portugal

Chegou ao Sporting acabadinho de se sagrar Campeão Nacional pelo Boavista e foi importante na caminhada do Sporting rumo a novo título. Marcou apenas um golo nas três épocas no Sporting mas recordo-me de um grande golo que apontou ao Leixões na final da Taça de Portugal, a bola entrou mas o árbitro não viu. Nas derradeiras jornadas de 2001/2002 foi um dos indescutíveis. Saiu do Sporting, em 2004, directamente para o banco do Académico de Viseu.
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Campeões do Sporting: Álvaro Cardoso

Nome: Álvaro Cardoso da Silva
Data de nascimento: 14/01/1914
Posição: Defesa
Estreia: Sporting 5 Casa Pia 1 – 02/04/1939
Épocas no Sporting: 38/48
Jogos: 151 *
Golos: 3 *
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos: 4 Campeonatos Nacionais, 4 Taças de Portugal, 5 Campeonatos de Lisboa


Álvaro Cardoso foi o mítico capitão da não menos mítica equipa dos 5 violinos. Era lhe reconhecida uma grande capacidade de liderança. Clicando aqui abre-se uma página de A Bola onde se fala deste jogador que ajudou a engrandecer o nome do Sporting!
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Lopes - 24

Tiago Lopes santos nasceu a 14/01/1985 e comemora hoje o seu 24º aniversário. Parabéns Lopes!
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Há dois anos

A 13 de Janeiro de 2007 o Académico de Viseu bateu no Fontelo o Viseu e Benfica por 1-0. O golo academista nasceu de um lance infeliz de um benfiquista. Recorde aqui.
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Há um ano

A 13 de Janeiro de 2008, há um ano, o Académico de Viseu perdeu por 2-0 no terreno do São João de Ver. Recorde aqui.
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A voz de comando....

Sérgio – 4 – Abriu o activo. O capitão foi o primeiro a dar um pontapé neste momento ‘menos positivo’. Foi o primeiro a chegar-se à frente. É um exemplo para todos.

Augusto – 3 – Exibição relativamente calma, e perfeitamente segura.

Calico – 3 – Não subiu no terreno, mas surgiu muitas vezes como o terceiro central. Cumpriu.

Tiago – 3 – Tal como os seus companheiros da defesa, cumpriu o seu trabalho.

Leandro – 3 – Subiu mais que Calico, e tal como toda a equipa jogou q.b.

Lage – 3 – Teve um erro que poderia ter dado um golo ao Águeda, num atraso perigoso para Augusto. Mas de resto, apesar da idade, é um jogador imprescindível naquela posição.

Casal – 3 – O trio de meio-campo esteve muito unido, muito solidário. Saiu lesionado?!

Álvaro – 3 – De regresso ao onze titular, a sua garra valeu-lhe uma exibição positiva. Assistência para o segundo golo.

Rui Santos – 4 – O mágico regressou às boas exibições. Assistiu no primeiro golo Sérgio, e fixou o resultado final.

Éverson – 4 – Grande jogo de Éverson. Ajudou a defender, correu, marcou um golo. Para quem parecia que não queria nada com isto, disse ‘presente’. Que continue assim. E vão 5 golos no campeonato.

Zé Bastos – 3 – Não marcou golo, jogou mais fixo como ponta-de-lança, lutou bastante. Jogador sempre útil, mesmo quando não marca. Mas os golos certamente irão voltar.

Costa – 2 – Entrou a 15min do fim, viu amarelo. Jogador que Luís Almeida conhece bem, quando treinou a UDSampedrense.

Filipe – 2 – Reforçou o miolo com a sua garra habitual.

F.Figueiredo – 1 – Entrou em cima do minuto 90.
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Nasceu leão o melhor do mundo!

Foto: FIFA

Cristiano Ronaldo é o melhor do mundo! Por muito que custe a muito gente dita portuguesa, ele aí está coroado como bem merece. Podem dizer que é imaturo – e é – que é egocêntrico – e é – que não é humilde – não é – mas é o melhor do mundo, tem muitos defeitos mas não marca golos com a mão, é português e é o melhor do mundo! E nasceu no Sporting o único clube português a formar dois melhores jogadores do mundo. O facto de não ter conquistado títulos ao serviço do Sporting e de até já nos ter derrotado por duas vezes são apenas pormenores, importantes, mas pormenores. Parabéns Ronaldo!
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R.Águeda 0 - 3 Ac.Viseu

Jogo no Estádio Municipal de Águeda.

Árbitro: Ricardo Vigário, do Porto, auxiliado por José Ribeiro e Rúben Paixão.

Cartões amarelos: Dani (10ms), Sucena (33ms), Tozé (59ms), Álvaro (61ms), Ribeiro (67ms), Costa (76ms), Zé Miguel (79ms) e Apolo (81ms).


RECREIO: Apolo; Samer, Makukula, Zé Miguel e Marcelo; Ricardo, Ribeiro (Mendes, 83ms), Tozé (Iafai, 75ms) e Leandro; Dani e Valter (Sucena, 18ms). Treinador: José Eduardo.

AC. VISEU: Augusto; Calico, Sérgio, Tiago e Leandro; Lage, Casal (Filipe, 82ms) e Álvaro (Costa, 74ms); Everson (Filipe Figueiredo, 86ms), Rui Santos e Zé Bastos.Treinador: Luís Almeida.

Ao intervalo: 0-1.

Golos: Sérgio 7 (0-1) Everson 48 (0-2), Rui Santos 79 (0-3)
Foto: Diário Regional


O Ac. Viseu ganhou esta tarde no terreno do Águeda por uns convincentes 0-3. Jogo esse que marcou a estreia do novo treinador Luís Almeida, que obteve nota muito positiva no seu primeiro teste. O onze exibido foi idêntico ao da última jornada, substituindo Álvaro o castigado F.Ferreira. Assim sendo: Augusto foi o guarda-redes; linha defensiva habitual: Calico, Sérgio, Tiago e Leandro; Meio-campo composto por Lage, Casal (Filipe aos 80min.) e Álvaro (Costa aos 75min.); e a linha atacante, Éverson (F.Figueiredo aos 90min.), Rui Santos e Zé Bastos.

O jogo foi claramente marcado pelo excelente início do Académico, uma vez que marcou logo aos 7min. Sérgio deu o melhor seguimento a um canto de Rui Santos. Depois disso, a 1ªmetade do encontro foi algo equilibrada, com a equipa de casa a tentar chegar mais à baliza de Augusto, que teve uma tarde relativamente calma. Mas aparentemente era um domínio meio consentido pelos viseenses, que logo abrir a 2ªparte, aos 48 min., através de Éverson elevou a contagem para 0-2. Este jogador, que ao invés das últimas jornadas, onde foi algo ‘criticado’, se fartou de correr, e esteve nos bons momentos da equipa. Com o decorrer da 2ªmetade vieram as normais substituições, sendo que o Académico estava sempre mais perto do 3ºgolo, através dos rápidos e habituais contra-ataques. Esse golo surgiu mesmo aos 81min, alguma atrapalhação da defensiva do Águeda, e Rui Santos aproveitou para fixar o resultado final, e também ele deixar a sua marca neste desafio.

Os jogadores do Académico deram então, uma resposta muito positiva à mudança de treinador, fazendo prevalecer toda a sua experiência neste importante jogo.
De destacar, que defensivamente a equipa esteve bem, excepto um ou outro lance, como por exemplo, um atraso perigoso de Lage para Augusto, mas que contou com a falta de pontaria do avançado Dani, e a agilidade do guardião viseense. O centro do terreno esteve muito bem entregue aos três homens que o compuseram, e o ataque regressou aos golos, sendo que esta é sempre a sua missão, com destaque natural para Éverson, que andava algo ‘apagado’.

Com esta vitória, o Ac. Viseu coloca-se na 2ªposição, a par do Anadia, mantendo-se ainda a quatro pontos de distância do líder Fiães, que também venceu.
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Jogos inesquecíveis: FC Porto 2 Sporting 2

Estádio das Antas – 12 de Janeiro de 2002 – 18ª jornada (2001/2002)

Árbitro: Martins dos Santos (Porto), Sérgio Lacroix e António Neiva

FC Porto: Vítor Baía, Secretário (Ibarra 45), Ricardo Carvalho, Jorge Andrade, Mário Silva (Clayton 59), Paredes, Soderstrom, Capucho (Hélder Postiga 45), Deco, Alenitchev e Pena.

Sporting: Tiago; Quiroga, Beto, André Cruz e Rui Jorge; Paulo Bento e Hugo Viana (Digo 85); Quaresma (Rui Bento 60) e Pedro Barbosa; João Pinto (César Prates 77) e Jardel.

Golos: Jorge Andrade 6 g.p. (1-0), Pedro Barbosa 33 (1-1), Jardel 35 g.p. (1-2), Deco 73 (2-2).

Acção disciplinar: Cartão amarelo a Mário Silva (9), Ricardo Carvalho (34), Capucho (34), Pena (34), Tiago (5), Beto (39), Pedro Barbosa (39), Jardel (41), Hugo Viana (45), Paulo Bento (58) e Quiroga (66). Vermelho a Paulo Bento (58 acumulação), Pedro Barbosa 75 acumulação) e Jardel (84 acumulação)

A abrir a segunda volta da temporada 2001/2002, na deslocação às Antas, o Sporting empatou com o FC Porto a dois golos, num jogo em que os leões terminaram a partida apenas com 8 jogadores no terreno. A equipa leonina foi a que melhor futebol praticou e poderia ter alcançado a vitória se não tivesse jogado quase toda a segunda parte em inferioridade numérica. O FC Porto marcou primeiro por intermédio de Jorge Andrade. Pedro Barbosa e Jardel colocaram o Sporting na frente do marcador, aos 33 e 35 minutos. Quando os leões se encontravam reduzidos a 10 elementos os dragões marcaram o golo do empate através de Deco. Apesar do resultado, o Sporting manteve o primeiro lugar da classificação com um ponto de vantagem sobre o Boavista e passou a ganhar no confronto directo com o FC Porto, em virtude de ter vencido o encontro da primeira volta em Alvalade. O empate nas natas soube a vitória, não só pela forma heróica como se bateram os oito restantes jogadores de campo do Sporting, mas pelo desperdício de um castigo máximo e de uma bola ao poste, ambos protagonizados por Jardel.

Texto in Jornal Sporting, edição especial Campeões 2002.
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Sporting 2 - 0 Marítimo

Foto: Sporting.pt

Soares Franco presidente do Sporting afirmou não se recandidatar. Desde logo se levantaram vozes contra o timing da sua decisão pois tal podia perturbar a equipa que luta por um título que foge desde o agora longínquo ano de 2002. Confesso que não entendo esta maneira de pensar as coisas. Perturbados devem estar aqueles que não recebem o seu ordenado ao fim do mês e como no Sporting nada disse parece acontecer… mas compreendo, ou tento compreender, de que necessitem de casos.
Ora contra qualquer tipo de perturbação, ou de caso, os minutos iniciais do Sporting frente ao Marítimo foram do melhor que se viu esta época. O golo do Sporting pelo reintegrado Simon Vukcevic não escandalizou ninguém. Escandaliza isso sim as oportunidades que se foram desperdiçando. Resultado certo ao intervalo.
Na segunda parte esperava-se que o Sporting continuasse à procura do segundo golo aquele que daria o merecido descanso. Não foi fácil mas o Sporting manteve o futebol agradável da primeira parte e manteve também o Marítimo longe do alvo. O golo só apareceu perto do fim, um castigo merecido para o Marítimo. Quem não merecia sofrer tanto eram os sportinguistas.
O Sporting está aí para as curvas.
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Liedson 127

Foto: Sporting.pt


Liedson -4- O melhor do Sporting. Magnífico trabalho no golo inaugural e foi ele que acabou com o sofrimento leonino. E vão 127 na conta do levezinho.
Rui Patrício -3- Espectador atento.

Abel -3- Seguro a defender

Grimi - 3 - entrou bem no jogo. Algumas deficiências nas entradas às jogadas. Não esteve mal.

Polga – 3- Exibição certinha.

Caneira -3- a melhor exibição desde que regressou.

Miguel Veloso -2- o azarado da noite. No pouco que jogou esteve bem.

Izmailov -3- participação activa no golo inaugural. Já teve melhores dias.

Vukcevic -3- um golo importante. Nota-se a vontade em ajudar.

João Moutinho -3- um grande inventor de espaços. Mais um bom jogo.

Hélder Postiga – 3 - anda demasiado arredado dos golos. Aquela finta na própria área não lembra ao diabo. Nota positiva pela entrega e até porque obrigou Marcos à defesa da noite.

Rochemback -3- a sua lentidão por vezes exaspera os mais calmos dos adeptos mas na minha opinião fez a melhor exibição desde que voltou ao Sporting. Boa técnica, boas aberturas e até cortes providenciais.

Pedro Silva -3- iniciou a jogada do terceiro golo. Desenvolto. A ver se é desta que pega de estaca.

Pereirinha -3- Efectuou o passe para o terceiro golo.
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Campeões do Sporting: Facundo Quiroga

Nome: Facundo Hernán Quiroga
Data de nascimento: 10/01/1978
Internacional argentino
Estreia no Sporting: 10/01/1998 – Setúbal 1 Sporting 1
Épocas no Sporting: 98/00 e 01/04
Jogos: 97 *
Golos: 2 *
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos: 2 Campeonatos Nacionais e 1 Taça de Portugal


Chegou ao Sporting quando Mirko Jozic era o treinador dos leões e fazia aparte de um plantel a quem se agoirava grande futuro e se é verdade que os resultados não foram muito bons – com arbitragens insuspeitas à mistura – não é menos verdade que o futebol dessa época (98/99) era um futebol espectáculo. Foi campeão no seu segundo ano de Sporting, saiu no final dessa época para Nápoles (emprestado) para voltar a Alvalade em 2001/2002 bem a tempo de novamente se sagrar Campeão Nacional. Nunca foi um titular indiscutível e esteve sempre na sombra de boas duplas de centrais – Beto e Marco Aurélio em 98/99; Beto e André Cruz em 99/00; Phil Babb e André Cruz em 2001/2002 – mesmo não sendo um dos inesquecíveis jogadores do Sporting – tinha problemas com o jogo aéreo – merece ser recordado pelos sportinguistas no dia em que comemora 31 anos. Joga actualmente no River Plate.
Parabéns Facundo!
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Campeões do Sporting: Carlos Alhinho

Nome: Carlos Alexandre Fortes Alhinho
Data de nascimento: 10/01/1949
Naturalidade: Cabo Verde
Estreia no Sporting: 22/10/1972 – Montijo 0 Sporting 0
Épocas no Sporting: 72/75
Jogos: 101 *
Golos: 3 *
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos: 1 Campeonato Nacional e 2 Taças de Portugal

Foto: Cromos dos Cromos
Se fosse vivo Carlos Alinho comemoraria hoje 60 anos. Quando saiu do Sporting em 1975 era eu apenas uma criança de colo mas é um dos grandes ídolos de A MAGIA DO FUTEBOL pois para além de ter servido o Sporting com grande mestria foi ainda responsável técnico por uma das melhores – se não a melhor - equipas que serviram o Académico de Viseu na saudosa versão CAF. Rezam as crónicas que era um jogador muito elegante e com um bom jogo de cabeça.
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Antevisão R.Águeda - Ac.Viseu

Depois da dispensa, algo surpreendente, do Prof. Borges do comando técnico viseense, entrando para o seu lugar Luís Almeida, o Ac. Viseu desloca-se ao terreno da difícil equipa do Águeda. Um primeiro teste para o novo treinador, logo na condição de visitante, que se antevê complicado, visto esta formação de Aveiro ser bastante forte, nomeadamente quando joga diante do seu público. No Estádio Municipal de Águeda, a equipa da casa apenas perdeu uma vez com o Tondela, logo na 2ªjornada, de resto ganhou por quatro ocasiões e empatou em três encontros. Relativamente a golos, esta formação tem 20 marcados (apenas não marcou golos em duas jornadas) e 23 sofridos.
Curioso será, observar a reacção da equipa academista, devido à contratação do novo treinador. Estamos convictos, que, até pela experiência do nosso plantel, a resposta dos jogadores e comitiva, será positiva. Afastado deste jogo estará F.Ferreira (3 jogos de Suspensão, inacreditável não é!?).

Árbitro do encontro: Sr. Ricardo Vigário, da A.F. Porto.
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Campeões do Sporting: Mário Lino

Nome: Mário Goulart Lino
Data de nascimento: 09/01/1937
Posição: Defesa
Naturalidade: Horta
Estreia: Barreirense 0 Sporting 1 em 14/09/1958
Épocas: 9 (58/67)
Total de jogos no Sporting: 184 *
Golos: 6*
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *
Títulos como jogador: 1 Taça das Taças, 2 campeonatos nacionais, 1 Taça de Portugal
Títulos como treinador: 1 campeonato nacional (73/74), 2 Taças de Portugal (72/73, 73/74)


Hoje Mário Lino comemora 71 anos! A MAGIA DO FUTEBOL verga-se perante este Grande Senhor e humildemente diz-lhe, parabéns! Três vezes campeão pelo Sporting – uma como treinador – aos quais juntou uma Taça das Taças e uma Taça de Portugal, Mário Lino é daqueles jogadores que não me importava nada de ter mais uns bons anos de vida para ter o privilégio de o ter visto envergar a camisola verde e branca. É hoje em dia delegado nos jogos das camadas jovens

Veja aqui mais sobre Mário Lino
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Recordar a Taça de Portugal: Porto - Ac. Viseu(1993/94)



Nota: Este reviver de emoções antigas só foi possível graças ao Pedro Simões e ao Blog Basculação. A MAGIA DO FUTEBOL agradece. Obrigado Pedro!
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Notícia de interesse academista

Luís Almeida está de regresso ao Municipal do Fontelo. Depois de já ter passado pelo Académico de Viseu (enquanto CAF), e de, nele, ter, também, feito carreira enquanto jogador, o técnico volta, também, ao activo, depois de ter sido dispensado pela União Desportiva Sampedrense.
Com um currículo que fala por si, tendo passagens pelo Tondela, Sátão, Fornos de Algodres, Sampedrense, entre outros, Luís Almeida volta, assim, a treinar um clube na 3ª Divisão Nacional e, com objectivos ambiciosos. Lutar pela subida de divisão continua a ser o único objectivo da formação academista que, apesar da 'chicotada psicológica', não está muito longe desse desiderato. O grupo viseense segue na quarta posição com quatro pontos de atraso para o líder destacado, Fiães.

"Técnico que dá mais confiança"


O presidente do Académico de Viseu, António Albino, explicou a escolha e destacou o facto de o clube ainda ter um grande 'peso' no desporto da região."O Luís Almeida foi o que nos deu mais confiança, não só pelas condições que apresentou, como também pelo seu currículo. O novo treinador tem, digamos, um contrato por objectivos, sendo a subida, a grande meta do clube. Se o Luís Almeida conseguir que o Académico suba, então provavelmente mantê-lo--emos na equipa, assim ele também queira".O dirigente academista lembrou, ainda, que "o clube está a gastar mais do que na época passada, ao contrário do que pretendíamos na pré-temporada, pelo que temos mesmo de fazer melhor que no ano anterior e atingir os nossos objectivos".No entanto, António Albino não descarta a hipótese de haver algumas remodelações no plantel academista, algo que terá de ser debatido com o treinador Luís Almeida.

Equipa técnica revolucionada

Com José Miguel Borges saíram também os treinadores adjuntos Luís Coelho e Fernando Raposo. Este último, transitou da equipa de Idalino de Almeida para a de José Borges mas desta feita não continua no Académico de Viseu. Com Luís Almeida deverá chegar, segundo apurámos, o adjunto Canina.

Fonte: Diário de Viseu - Texto in Portal da Cidade de Viseu
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Descontrair, e recordar...

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Há dois anos

A 7 de Janeiro de 2007 o Académico de Viseu recebeu no Fontelo o Campia e empatou 1-1. Começou a perder o Académico com um golo de Moacir logo aos 10 minutos e só conseguiu empatar a contenda aos 78 minutos com o golo a ser apontado por André Barra. Recorde aqui.
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Luís Almeida é o novo treinador?


"Luís Almeida é o novo treinador do Académico de Viseu. O técnico viseense foi o escolhido para substituir José Miguel Borges, treinador dispensado do clube depois da derrota do passado domingo, frente ao Fiães. Luís Almeida estava sem treinar depois de ter abandonado a Sampedrense no início da época.O novo técnico é um dos treinadores com maior currículo desportivo em Viseu, regressando a uma casa, e a um clube, que bem conhece."

Foto e notícia in Jornal do Centro
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Há um ano

A 6 de Janeiro de 2008, faz hoje um ano, o Académico de Viseu recebeu e venceu no Fontelo o Tocha por 2-0. Os golos foram apontados por Feliciano (hoje jogador do Messinense) e Zé Bastos. Recorde aqui.
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Estrelas do passado: Litos

Nome: Luís Filipe Vieira Carvalho “Litos
Posição: médio
Data de nascimento: 06/01/1967
Naturalidade: São João da Madeira
Estreia: 26/08/1984 – Sporting 3 V. Guimarães 0
Épocas no Sporting: 84/92
Jogos: 194*
Golos: 19*
Números da Enciclopédia Fundamental do Sporting *


Foto: zerozero

Ficou conhecido como o “Platini de Alvalade”. Ao contrário de Paulo Futre não se tentou com o canto de sereia vindo das Antas e preferiu continuar no Sporting em 1984. Como consequência desse acto não conseguiu qualquer título na sua carreira mas conquistou, isso sim, um lugar muito especial no coração dos adeptos do Sporting. Produto das camadas jovens do Sporting estreou-se de leão ao peito tinha ainda escassos 17 anos. Depois de sair do Sporting actuou no Boavista, Sporting de Braga, Estoril, Lusitanos (França) e Beira – Mar. como treinador está a dar os primeiros passos tendo treinado Estoril e Maxaquene (Moçambique). Mais cedo ou mais tarde há-de voltar ao Sporting pela porta grande.
Comemora hoje 42 anos – o tempo voa! Parabéns Litos!
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Rui contra a maré...

Rui Santos – 3 – O melhor academista, aquele que tentou mudar o rumo do jogo. Só não leva melhor nota, porque, por várias vezes se agarrou demasiado à bola quando tinha companheiros por perto. Um aspecto a rever, para ser ainda melhor jogador. Mas teve várias jogadas interessantes que criaram vários ‘calafrios’ à defensiva do Fiães.

Augusto – 3 – Tarde tranquila senão fosse aquele golo, não me pareceu mal batido, até porque o remate ia colocado. Depois só teve uma defesa relativamente apertada.

Calico – 2 – Não esteve nada bem, um pouco lento na reposição dos passes e a defender.

Tiago – 3 – Gostei de o ver, nomeadamente na 2ªmetade, foi autoritário.

Sérgio – 3 – O capitão até ponta-de-lança foi neste jogo. Porém, sem consequências.

Leandro – 2 – As laterais não funcionaram neste jogo e raramente subiram no terreno, também fruto da estratégia que, após a expulsão, se teve de alterar.

Lage – 3 – Foi um dos bons elementos da equipa neste jogo, e um dos sacrificados após a expulsão do colega de equipa, teve de fazer duas posições várias vezes.

Casal – 2 – Não foi o jogador afoito que costuma ser. Perdeu várias bolas.

F. Ferreira – 2 – Teve uns bons 15min. de jogo até o Sr. árbitro o ter expulsado, porquê? Ninguém sabe. Está no ‘segredo’ do Sr. João Cabral.

Everson – 1 – Totalmente alheado do jogo. Não conseguiu entrar no desafio, não lhe correram bem as coisas.

Zé Bastos – 2 – Estes últimos jogos não tem corrido bem o nosso artilheiro.

F.Figueiredo – 2 – Tentou furar a defensiva contrária várias vezes, mas eram tantos…

Álvaro – 2 – Gostei de ver o Álvaro, apesar do pouco tempo em campo.

Lopes – 2 – Entrou bem, muito mexido.
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Prof. Borges já não é treinador do Ac. Viseu

Segundo o Diário de Viseu, edição on-line, 'José Borges não resistiu a nova derrota'.

'José Miguel Borges já não é treinador do Académico de Viseu. O técnico deixou, ontem, o comando técnico da equipa, após a derrota frente ao Fiães, um resultado que deixou a formação viseense a quatro pontos da liderança. Luís Almeida e João Bento eram, ontem, apontados como estando na rota do emblema academista. Porém, a possibilidade do próximo treinador vir de fora da região não era colocado de parte pela direcção presidida por António Albino.
Segundo o presidente academista, para já, a equipa vai ser orientada por Fernando Raposo, mas o próximo treinador pode ser conhecido antes do treino de amanhã, terça-feira.
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Ac.Viseu 0 - 1 Fiães SC

Académico de Viseu: Augusto, Calico, Sérgio, Tiago Gonçalves, Leandro, Rui Lage (Álvaro, 72), Casal, Fernando Ferreira, Rui Santos, Éverson (Lopes, 77) e Zé Bastos (Filipe Figueiredo, 62). Treinador: José Miguel Borges

Fiães: Rui Pedro, Ruben Avelar, Marco Couto (Morais, 75), Hélder Bruno (Cardoso, 68), Ruben (Hugo Ferreira, 68), Guima, Manarte, Pedrinho, Xavi, Rui e Sidónio. Treinador: Filó

Cartões amarelos: Casal (51), Rui Santos (81), Álvaro (82); Rui Pedro (90), Ruben Avelar (81), Manarte (21), Pedrinho (89), Xavi (47), Sidónio (89).

Cartão vermelho: Fernando Ferreira (18)

Golos: Guima 16 (1-0)
Foto: Diário Regional


Era um ‘jogo de líderes’, sem dúvida nenhuma que era, contudo o Sr. João Cabral de Vila Real, fez questão de quebrar essa expressão apetecível.
Uma arbitragem vergonhosa, peço desculpa agressividade, mas realmente faltam-me adjectivos mais simpáticos para qualificar este trio, que tantos erros cometeu em prejuízo, claro, da equipa viseense. Numa altura em que se fala tanto em profissionalização dos árbitros, não sei não, se esta questão terá de ser mais aprofundada por especialistas. Muito honestamente, começa a faltar vocabulário para convencer ‘ex’. academistas, ‘ex’. simpatizantes e amigos, a virem ao estádio do Fontelo ver a equipa da sua terra Natal, o nosso eterno Académico. Ponho em causa que muita gente academista não pactua, obviamente, com este tipo de actuações por parte dos árbitros, com estes ‘roubos’, com esta falta de profissionalismo e de respeito para com todos, tirando assim muitas delas dos estádios de futebol. Perdoem-me o desabafo.
Resumindo muito rapidamente o jogo, este fica marcado claramente pela expulsão a F.Ferreira, e sendo imparcial, não fez falta para cartão vermelho, isso é uma certeza, e muito honestamente, não teve tempo para ‘mandar bocas’, tal foi a prontidão do Sr. árbitro em exibir o cartão. De resto foram foras-de-jogo, foras e faltas mal assinalados, dualidade de critérios francamente não existiu. A rever por parte de quem manda nesta secção das arbitragens. O Fiães chegou ao golo da vitória perto dos 20 min. da 1ªmetade, quando o Académico estava a começar o jogo muito bem, com duas iniciativas bastante boas de Rui Santos, jogador que mais tentou remar contra a maré. É claro, que depois a jogar com menos um jogador, tudo ficou mais complicado, e os viseenses apesar dum forcing nos instantes finais, não conseguiu chegar à igualdade.

Com esta derrota, os academistas estão na mesma na 4ªposição. O líder Fiães está agora a 4 pontos. Apesar de não ser fácil levantar a moral depois dum jogo destes, é necessário que o grupo seja forte emocionalmente, e responda dentro do campo já na próxima jornada, frente ao Águeda. Força Académico!
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Boa sorte Zito!


Há pouco fui surpreendido por no blogue das camadas jovens se anunciar a ida de Zito dos juvenis academistas para a Académica de Coimbra. A MAGIA DO FUTEBOL deseja muitas felicidades ao atleta e recorda um post publicado aqui. Aí está ele:

No Académico de Viseu 3 Beira-mar 4, jogo a contar para o I Torneio Internacional Feira de S. Mateus, em juvenis, um jogador academista se destacou. Com a camisola negra vestida, com o nº 8 nas costas e braçadeira de capitão no braço esquerdo cedo se destaca na partida ao sofrer falta para grande penalidade que o mesmo converteu. Era o 1-1 momentâneo. O árbitro anula-lhe um golo mas isso não o desanima e pouco depois coloca de novo o Académico a empatar com os aveirenses. Não contente com isso pouco depois envia a bola á barra num pontapé “em moinho” todo no ar. Houve Magia naquele campo e se houvesse justiça no futebol aquela bola tinha entrado. O jogo vai para intervalo com o Académico a perder 2-3 e na segunda parte já não vem com o mesmo brilho, mesmo assim fazendo uso do estatuto de capitão diz ao treinador” falta um homem no meio” e o mister concorda. Ainda há tempo para dar uma “dura” em Sílvio pedindo mais empenho. De chuteiras vermelhas vai espalhando perfume futebolístico por onde passa não tivesse ele sangue brasileiro. Descubra o Zito num campo perto de si.
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Estrelas do passado: Vujacic

Nome: Budimir Vujacic
Data de nascimento: 04-01-1966
Posição: Defesa Central / Esquerdo
Internacional jugoslavo
Épocas no Sporting: 93/97
Jogos: 79
Golos: 9
Títulos: 1 Taça de Portugal, 1 Supertaça


Chegou ao Sporting em 1993 era Bobby Robson o treinador dos leões mas não teve grandes oportunidades com o técnico inglês. Foi com a chegada de Carlos Queirós que ganhou uma nova alma e cotou-se com um defesa raçudo e que marcava golos amiúde. Pode não ter deixado grandes recordações na maioria dos adeptos mas para mim foi dos melhores defesas que actuou pelo Sporting.
Comemora hoje 42 anos. Parabéns!

Um golo de Vuajcic:
Chaves 1 Sporting 2
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V. Setúbal 0 Sporting 2

Foto: Sporting.pt

Vitória de Setúbal: Bruno Vale; Janício, Robson, Anderson e Cissokho; Sandro (Leandro Branco, 75 m) , Ricardo Chaves (Leandro Lima, 69 m), Elias e Mateus; Bruno Gama e Laionel (Carrijo, 45 m).Treinador: Daúto Faquirá

SPORTING: Rui Patrício; Abel, Daniel Carriço, Anderson Polga e Marco Caneira; Miguel Veloso, João Moutinho, Vukcevic (Bruno Pereirinha, 60 m) e Izmailov (Pedro Silva, 76 m); Hélder Postiga (Derlei, 72 m) e Liedson. Treinador: Paulo Bento

Golos: Liedson 17 (0-1), João Moutinho 33 (0-2)
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Recordar, o jogo do titulo...

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Antevisão do Ac.Viseu - Fiães SC

Derrotado nos dois últimos desafios, o Ac. Viseu tem nesta jornada, uma oportunidade muito boa para se assumir na liderança do campeonato. Para isso terá de bater um dos líderes - o Fiães, equipa que apesar dos últimos resultados menos conseguidos, tem-se mantido na frente da prova. Esta formação, que tem no seu plantel o ex. academista Cardoso, parece ter perdido algum fulgor nos últimos jogos, uma vez que vem de dois empates frente a equipas da cauda da tabela, e na derradeira jornada uma derrota caseira frente ao Tondela. O Fiães que tem a melhor defesa desta série (13 golos sofridos), tem igualmente um dos melhores ataques (25 golos marcados), fruto também do seu muito bom inicio de competição. Por outro lado, está também um Académico com 24 golos marcados, que esteve em branco nas duas últimas jornadas, e quererá, certamente neste jogo, assinalar o regresso aos golos, e às vitórias, pois claro. Está portanto em perspectiva, um grande jogo de futebol. Espera-se também um árbitro à altura desta partida, sendo que o nomeado foi o Sr. João Cabral da A.F. Vila Real.
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Palavras dos outros XXXV


Recuamos à época que antecedeu a conquista do título, depois daqueles 19 anos de travessia do deserto, com uma foto de um «onze» do FC Porto. Um FC Porto já orientado por José Maria Pedroto e reforçado com Joaquim Torres (gr), Freitas, Brandão, Duda, e os ex-boavisteiros Celso e Taí.
Reparem que nesta foto já são visíveis alguns jogadores que fizeram parte da espinha dorsal da equipa que levaría o FC Porto ao título na época seguinte: a dupla de centrais Simões/Freitas, o trinco Octávio Machado e a dupla de ataque Gomes/Oliveira. Mas o maior destaque da foto vai para o sensacional tridente ofensivo constituído por Fernando Gomes, Teófilo Cubillas e António Oliveira. Apesar do perúano já não ter terminado a época, acabou por ficar directamente ligado à conquista da Taça de Portugal, pois foi ele o autor dos dois golos com que o FC Porto derrotou (0-2) o Ac. Viseu na 1ª eliminatória da competição.
Nessa época, o FC Porto foi apenas 3º classificado no campeonato nacional, a 10 pontos do campeão, o Benfica, mas venceu a Taça de Portugal ao derrotar na final o Sp. Braga por 1-0 (golo de Fernando Gomes).
Em cima (da esq. para a dta.): Teixeirinha, Freitas, Celso, Simões, Tibi, Teixeira; Em baixo (da esq. para a dta.): Taí, Octávio, Fernando Gomes, Cubillas, Oliveira;

Foto e e texto In Paixão pelo Porto
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Campeões do Sporting: De Franscechi

Nome: Ivone De Franceshi
Data de nascimento: 01/01/1974
Italiano
Posição: Avançado
Estreia pelo Sporting: 04/10/1999 – Sporting 2 Boavista 0
Épocas no Sporting: 1999/2000
Títulos: Campeão Nacional 99/00
Outros clubes: Padova, Sandoná, Rimini, Venezia, Salernitana, Chievo e Bari


Chegou a Alvalade emprestado pelo Veneza de Itália e pela mão do então treinador Giuseppe Materazzi. Não teve um bom início e desde logo começaram as piadas com o seu nome afeminado. Quando se estreou, em Outubro de 1999, era já Augusto Inácio o treinador. E não desiludiu. Era dono de um bom pé esquerdo e não sendo um jogador de grande técnica colocava sempre a bola em condições de finalização. Acosta deve-lhe muito dos golos. Mas não os dava apenas a marcar também ele facturava, apontou 3: marcou em Alvalade frente ao Braga (2-0) sendo ele o autor do segundo golo aos 61 minutos depois de 10 minutos antes Yordanov ter aberto a contagem; marcou de novo em Alvalade frente ao Rio Ave (2-1) fazendo o segundo golo aos 31 minutos 5 minutos depois de Ayew ter aberto a contagem; fez o segundo golo da vitória em Alvalade frente ao Marítimo (4-2) sendo que Ayew, Duscher e Acosta marcaram os restantes.
Foi um jogador esforçado, dedicado e devoto à causa leonina pelo que alcançou a glória de verde e branco vestido.
Comemora hoje 35 anos!
Grazie Ivone!
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