sábado, julho 28, 2018

FC Paços de Ferreira 3-2 Ac. Viseu FC



O Académico, versão 2018/2019, fez esta tarde o seu primeiro jogo oficial a contar para a 2a fase da allianz cup, tendo saído derrotado por 3-2 na deslocação a Paços de Ferreira. Contudo, deixou uma imagem extremamente positiva em campo. 




Estádio Capital do Móvel, 28 de julho de 2018
2ª Eliminatória da Allianz Cup (Taça da Liga)
Árbitro: Marco Cruz (Porto)

Paços de Ferreira: Ricardo Ribeiro; Bruno Santos, Marco Baxinho, Marcos Valente e Bruno Teles; André Leão, Pedrinho e Christian (Vasco, 74); Uilton (Fatai, 74), Osei Barnes (Tanque, 79) e Paul Ayongo. Treinador: Vítor Oliveira.

Ac. Viseu: Jonas; Pica (c), Fábio Santos (Gonçalo, 74) e Kevin Medina; Fernando Ferreira, Latyr Fall, Tiago Almeida e Lucas; João Mário, Gabriel e Nsor (Barry, 77). Treinador: Manuel Cajuda.


Golos: Christian 32 (1-0), Pica 45+1 (1-1), Uilton 57 (2-1), Fernando Ferreira 76 (2-2), André Leão 85 (3-2)

O Académico realizou uma exibição personalizada, tendo-se batido de igual para igual com a turma de Paços de Ferreira que, recorde-se, desceu esta temporada ao segundo escalão. 




O primeiro golo nasce de um livre direto batido superiormente por Cristian, à passagem da meia hora de jogo, sem hipóteses para Jonas. 

O Académico reagiu, e Pica de cabeça estabelecia a igualdade, após excelente cruzamento de Lucas. 1-1 era o resultado que se registava ao intervalo. 

Na segunda metade, mais golos, primeiro o Paços de Ferreira que, num lance oportuno chegaria à vantagem. E foi já com Gonçalo em campo que os viseenses empatariam a partida. Gabriel, uma agradável surpresa, rasgou por completo a defensiva pacense, tendo a bola sobrado para Fernando Ferreira que não desperdiçou. Contudo, e quando já se pensava nos pênaltis, e parece-nos num lance infeliz do nosso guardião, André Leão colocaria a equipa da casa na próxima eliminatória da Taça da Liga, agora conhecida por Allianz Cup.




Em suma, podemos dizer que a equipa academista lutou bastante, rubricando uma exibição personalizada e agradável em vários períodos do jogo. 

Os novos atletas parecem integrados na equipa. Como nota negativa, apenas o resultado final. 

Força Académico, sempre contigo!!

4 comentários:

312 disse...

Derrota injusta do Académico. Foi melhor e jogou melhor do que o PF durante toda a partida. Infelizmente revelou alguma intranquilidade no processo defensivo e pagou caro por isso.

Jonas e Latyr estiveram abaixo do mínimo exigível. N'sor esteve irreconhecível e João Mário foi, como sempre, um jogador de fogachos.
Pela positiva destaco o Kevin (que grande jogador) e o Lucas (outro Dalbert).

A equipa jogou bem num sistema muito arrojado e foi de facto melhor. Teve algum azar e fica mais um ano de fora da taça da liga.

Nas bancadas disse-se que alguns jogadores do CAF não puderam entrar na ficha do jogo por não terem a sua situação regularizada. Será verdade?

sábado, 28 julho, 2018
Anónimo disse...

Bom jogo de futebol entre 2 equipas com muita qualidade, uma delas, o Paços, o maior candidato da 2ª Liga à subida à 1ª Liga e outra o Académico a aguardar que a justiça desportiva rapidamente reponha a verdade e coloque o nosso Clube 1ª LIGA, tem de ser rápida a decisão, está lá tudo, é só ler e aplicar o que está escrito pois os factos estão apurados e são o que são.
Um Académico muito personalizado, a mostrar estatuto de 1ª Liga, entrou no jogo determinado a não deixar ir o jogo para a decisão por penáltis e a verdade é que foi o melhor que vi do Académico na Taça da Liga a jogar fora de casa, exibição de grande categoria, defesa muita sólida, com Kevin a mostrar que é um reforço de grande qualidade, na frente muita qualidade do nosso jogo. Não houve medo de ter bola de trocar a bola de construir jogo, bem pelo contrário essa foi uma constante da nossa equipa, fazendo com que o Paços jogasse em contra-ataque e aí mostrou ter imensa qualidade.
O resultado é ingrato par ao Académico, não digo que seja injusto, pois a justiça no futebol é feita dos golos marcados e sofrido e aí o Paços esteve melhor, temos de aceitar, mas em jogo jogado, em oportunidades de golo criadas o Académico esteve ao nível do Paços, sem dúvidas.
O jogo não nos correu de feição e o Paços marcou sempre em momentos que nada o faziam prever, sendo que o Académico empatava, tentava ir à procura do golo vitória, sim, foi sempre essa postura e em contra-ataque o Paços fez sempre mais um golo, sendo que efetivamente, hoje, a sorte não quis nada connosco, mas a sorte vai mudar, pois o Académico a jogar desta forma, repito, jogou bem, vai conseguir ganhar muito mais vezes e vai dar a todos os Academistas grandes alegrias. Futebol positivo de ambas as equipas, excelente jogo de futebol, ninguém diria que era um jogo de início de época, é verdade que o tempo também ajudou, pois em vez dos 40º esperados para esta altura do ano, estavam cerca de 25, ou seja condições excelentes.
Manuel Cajuda incutiu muita qualidade na nossa equipa, houve jogadores que apareceram em excelente nível, agora, é verdade, o objetivo não foi conseguido, isso é verdade, mas esteve perto, muito perto, tudo foi feito par ao conseguir, ao contrário de outros jogos, em épocas anteriores de grau de dificuldade bem menor em que o objetivo foi falhado sem que tudo o que estava ao nosso alcance tivesse sido feito para o conseguir, hoje, não, nada disso aconteceu, jogo excelente, só o resultado não foi bom.

Vamos acreditar numa decisão rápida e justa da justiça desportiva!

Sempre Académico!

Carlos Silva

domingo, 29 julho, 2018
Anónimo disse...

Cada vez mais afastados do Académico!! Vejo as pessoas cada vez mais distantes do Académico! Aqueles jogos em casa que tinhamos de ganhar e perdemos e não nos deixou subir de divisão causou muitos estragos. Agora depende do Académico para chamar pessoas, tem de começar a ganhar jogos, se tivessemos entrado na fase de grupos, era uma mais valia, podia chamar mais pessoas, haver mais visibilidade. Mais um derrota, mais do mesmo, desalento e desinteresse pelo clube

segunda-feira, 30 julho, 2018
José Ferreira disse...

O Académico é para os academistas, quem se distancia não merece ser tratado como academista. SÓ ACADÉMICO, o resto não interessa!

segunda-feira, 30 julho, 2018