Órfãos de Polga

Roma 2 Sporting 1: Se há coisa de que os sportinguistas se podem orgulhar desde que Paulo Bento entrou no clube, fez hoje dois anos em que se estreou num jogo pelos leões, é que o Sporting joga sempre da mesma forma seja em Roma ou frente ao Pinhalnovense, ou seja, é uma equipa personalizada e que sabe o que quer, longe vão os tempos em que a equipa ia jogar no terreno dos grandes colossos do futebol e tremia como “varas verdes” e não raras vezes saí de lá não só vergados a derrota como também por exibições pouco honrosas.
A lesão de Polga vem colocar a nu as deficiências do plantel. A verdade é que depois de uma pré-época em que Gladstone mostrou aptidões para central, ainda que errada era essa a minha convicção, nas duas vezes que foi chamado o brasileiro fez de tudo para que Paulo Bento não voltasse a confiar nele. Resultado: foi “obrigado” a recuar Veloso e a entregar o lugar do jogador/modelo ao capitão, mas como já o disse nem assim o Sporting perdeu identidade.
No entanto o Sporting de hoje voltou à fase do quase. Sofreu o golo cedo e rapidamente respondeu. Depois na segunda parte começou por mandar no jogo, colocou o Roma em sentido mas faltou sempre o “clique”, ou o quase, que pudesse desequilibrar o jogo a favor do Sporting. E depois lá veio o golo: numa defesa órfã de Polga, e por consequência a equipa, que foi acumulando muitos erros teria mesmo que ser de um erro, Abel assumiu a “culpa”, o nascimento do golo da vitória – justa diga-se - dos romanos.
Com a derrota do Dinamo de Kiev, em casa frente ao Manchester United, o Sporting ao não pontuar perdeu a oportunidade de quiçá garantir desde já a presença na Taça UEFA. Quanto à presença na fase seguinte da Liga dos Campeões a derrota de hoje complica as contas – perder nunca é bom - mas não as hipoteca pelo que os próximos capítulos seguem dentro de momentos.
Foto: Reuters
A lesão de Polga vem colocar a nu as deficiências do plantel. A verdade é que depois de uma pré-época em que Gladstone mostrou aptidões para central, ainda que errada era essa a minha convicção, nas duas vezes que foi chamado o brasileiro fez de tudo para que Paulo Bento não voltasse a confiar nele. Resultado: foi “obrigado” a recuar Veloso e a entregar o lugar do jogador/modelo ao capitão, mas como já o disse nem assim o Sporting perdeu identidade.
No entanto o Sporting de hoje voltou à fase do quase. Sofreu o golo cedo e rapidamente respondeu. Depois na segunda parte começou por mandar no jogo, colocou o Roma em sentido mas faltou sempre o “clique”, ou o quase, que pudesse desequilibrar o jogo a favor do Sporting. E depois lá veio o golo: numa defesa órfã de Polga, e por consequência a equipa, que foi acumulando muitos erros teria mesmo que ser de um erro, Abel assumiu a “culpa”, o nascimento do golo da vitória – justa diga-se - dos romanos.
Com a derrota do Dinamo de Kiev, em casa frente ao Manchester United, o Sporting ao não pontuar perdeu a oportunidade de quiçá garantir desde já a presença na Taça UEFA. Quanto à presença na fase seguinte da Liga dos Campeões a derrota de hoje complica as contas – perder nunca é bom - mas não as hipoteca pelo que os próximos capítulos seguem dentro de momentos.
Foto: Reuters
















































