sexta-feira, novembro 04, 2011

Recordar: Benfica 3 - 0 Ac. Viseu

Estádio da Luz, 2 de Novembro de 1980.

Árbitro: Américo Lopes (Setúbal)

Benfica: Bento, Bastos Lopes (José Luís, 60), Frederico, Laranjeira, Pietra, Carlos Manuel, Alves, Shéu (Chalana, int), Vital César e Nené. Treinador: Lajo Baroti.

Ac. Viseu: Hélder, Emanuel, José Manuel, Fernando, Chico Santos e Sobreiro, Águas, Baltasar (Moreira, 75) e Rodrigo (c), Flávio (Simões, 60) e Arnaldo. Treinador: José Moniz.

Expulsões: Fernando (agressão a Pietra), Chico Santos (palavras ao arbitro) e Hélder (palavras ao arbitro).

Golos: Alves 68 (1-0), Nené 80 gp (2-0, Nené 83 (3-0)

12 comentários:

ogirdoR disse...

"Sistema"? "Apito dourado"?

sexta-feira, 02 julho, 2010
Anónimo disse...

Um dos jogos mais vergonhosos a que assisti na minha vida.
O tempo passava, passava e o Benfica que queria estar a cilindrar, não atinava uma, tal o bom acerto da equipa do Académico. Foi então que ocorreram os lances de génio do melhore jogador do Benfica, Américo Lopes, um obscuro tipo disfarçado de árbitro, de quem nunca mais se ouviu falar, mas que cumpriu a missão. Expulsou um, mas parecia que não era suficiente e por isso vai outro e foi quando nós, no antigo terceiro anel começámos a gritar que faltava expulsar o Hélder, que estava inultrapassável, o tipo lá descobriu o cartão e mandou-o embora.
A Bola, voz do dono, como sempre, referiu que as faltas eram indiscutíveis, que o penalti existiu, mas, chatice das chatices, a RTP não conseguiu captar os lances, que maçada!
Foi, meus caros Amigos, uma das maiores roubalheiras de que há memória, mesmo para o Estádio da Luz que as viu às centenas, sempre com inclinação para o mesmo lado.
Anos mais tarde, quando falei ao João Alves do jogo, ele sorriu de orelha a orelha e foi dizendo "lá calha, estás a ver?"...
É, estamos a ver...

sexta-feira, 02 julho, 2010
João Nunes disse...

Esperámos, esperámos, e finalmente um comentário a este recordar da época 80-81.

Pena que a pessoa que comentou não deixasse uma identificação.
Viu mais jogos desta época, tem mais recordações que nos possa contar?

sexta-feira, 02 julho, 2010
Anónimo disse...

Meu caro João Nunes, vi quase todos os jogos do Académico na primeira divisão, em todas as épocas em que ele lá esteve e os das liguillas de promoção.
Foram épocas fantásticas, vividas de forma louca por TODOS os Beirões que gostam de futebol. Épocas de Estádio do Fontelo cheio e grandes claques em todo o país! Épocas em que não havia autoestradas e era penar de carro de manhã à noite para ver os jogos!
por lapso não me identifiquei acima, mas sou o
Lumago

sexta-feira, 02 julho, 2010
João Nunes disse...

Caro amigo Lumago,
este comentário pareceu-me seu, mas como costuma assinar, estranhei um pouco.
Sabe no 1º encontro da Magia, muita gente perguntou por dois nomes: Lumago e Carlos Silva.
Infelizmente não sabemos quem são, sabemos apenas que são grandes academistas, e que conhecem muitas histórias do clube.
Infelizmente nunca responderam aos nossos apelos para entrarem em contacto connosco através do nosso email ( a.magia.do.futebol@gmail.com), mas não desistimos de insistir.

Obrigado Lumago pela sua intervenção, estávamos a ver que ninguém comentava este trabalho que temos vindo a fazer no recordar.
Abraço.

sábado, 03 julho, 2010
Anónimo disse...

O trabalho de recuperação das memórias dos momentos mais altos do nosso Académico é importantíssimo para que a malta jovem se aperceba que há um passado riquíssimo e que o Académico foi feito por milhares de beirões (não apenas de viseenses).
Como já referi várias vezes, já não moro em Viseu há décadas, embora tenha lá uma casa que pertencia ao meu pai recentemente falecido, ele sim, um enorme academista que protagonizou milhares de histórias, algumas que já aqui deixei. A mudança de casa, de Viseu para Lisboa e mais tarde para onde agora vivo, no distrito de Santarém fizeram-me perder vários arquivos sobre o Académico, que pertenciam ao meu pai e que eu fui acrescentando. Sempre pensei que estivessem em caixotes que não havia ainda aberto, mas não encontrei lá nada.
É uma enorme frustração.
As vossas recordações dessa época brilhante, avivam-me algumas memórias, quase todas boas!
Por isso, o meu obrigado pela trabalheira que têm para pôr de pé este blogue.
Tenho a certeza de que um dia darei a cara, como sempre dei nas impressionantes assembleias do passado, em que se discutia a aprovava o futuro do Académico e não apenas contas e continhas.
Esses tempos gloriosos hão-de voltar. Não da mesma forma, claro, não com o amadorismo e força de vontade como era, mas com a mesma competência que nos fazia percorrer milhares e milhares de quilómetros por estradas de meter medo, em carros de sucata, só para levarmos a gloriosa camisola preta do Académico a todos os pelados e relvados do país!
Um dia voltaremos a ser assim (para os outros), porque cá dentro, no nosso espírito, ainda somos os jovens indomáveis que entravamos pela loja do Marques e Vieira na Rua Formosa e pediamos 5 ou 6 metros de tecido preto para fazermos as bandeiras que as tias do Meireles, da Rua Nova, agora Augusto Hilário, depois cortavam, faziam bainhas...
Meu caro, quando falamos do Académico, a única coisa que mudou em nós são os cabelos brancos que vemos no espelho diante de nós, porque por baixo deles é o mesmo espírito academista.
Muito e muito obrigado pelas memórias.

Lumago

domingo, 04 julho, 2010
ogirdoR disse...

Nené falou deste jogo no I:

http://www.ionline.pt/conteudo/72837-nene-raramente-dava-trabalho--lavandaria-do-benfica

sábado, 07 agosto, 2010
Anónimo disse...

Ao ler aqui estes comentários, para quando um livro que conte a história do nosso clube? Saudações Academistas.

terça-feira, 02 novembro, 2010
Anónimo disse...

Cá está o tal JOGO.
Este é o exemplo acabado da moralidade e qualidade do futebol português dos tempos em que havia "transparência", "honestidade", "princípios"!
Até o Néné recorda esse jogo, ele que fez centenas cá e lá fora! O João Alves também!
Pena é que não digam tudo. E podiam fazê-lo, porque sabem muito e muito mais, tal como o Valentim Loureiro (que até tem ligações a Viseu onde o irmão reside e tem uma empresa) e o Pinto da Costa que de certeza sabe tudo sobre as descidas do CAF, que foram A PEDIDO dos senhores de Lisboa porque Viseu ficava muito longe (entre outras coisas).
Para quando a verdade?

Por enquanto ficamos com estas recordações amargas e doces que a Magia nos vai deixando.
Obrigado.

Lumago

terça-feira, 02 novembro, 2010
Anónimo disse...

Atenção que quando se fala que o primeiro golo foi aos 23 miutos, está errado. O golo foi aos 68 minutos, 23 da segunda parte! Por isso o desespero do árbitro.

Lumago

terça-feira, 02 novembro, 2010
Pedro disse...

A hipótese do livro já me passsou várias vezes pela cabeça , mas "nao sai". Penso que para isso precisaríamos de um empurrão/patrocínio.
Material de facto nao falta.
Eu próprio este verão fiz um livro de argolas, a cores, com tudo o que diz respeito à época 96-97.
Mas para transformar em livro e divulgar , será algo mais complexo.
mas penso que estamos abertos a ideias. venham elas!

Pedro Simões

quinta-feira, 04 novembro, 2010
Anónimo disse...

Lembro-me deste jogo... a porcaria das arbitragens não é só de agora...por vezes ainda me pergunto porque é que ainda continuo a ir ao futebol.

Pedro Santos

sábado, 05 novembro, 2011