Mostrar mensagens com a etiqueta Baio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Baio. Mostrar todas as mensagens

A época de Baio

Nome: Suleimane Baio
Data de nascimento: 12/08/1983
Posição: Avançado
Foto retirada da página do Facebook do atleta


Números da época:

Jogos: 20
Suplente utilizado: 15
Golos: 2

Baio foi o jogador que mais vezes saiu do banco para jogar. Uma espécie de "arma secreta".
Na pré época Baio deixou os adeptos contentes com o reforço. No entanto, por motivos de lesão, apenas se estreou pelo Académico na 5ª jornada em Avanca (0-0) quando substituiu Tiago ao intervalo.
Marcou dois golos. Estreou-se a marcar na recepção ao Oliveira de Frades (2-0), quando ao minuto 30 inaugurou o marcador. O seu segundo golo foi em Penalva (1-1). Nesse jogou entrou ao intervalo, empatou a partida ao minuto 83 e foi considerado nesse jogo como o melhor em campo.
Foi pontuado com 39,5 pontos sendo o 13º classificado.

Amanhã: A época de Álvaro 
Ler Texto Completo

Baio, o agitador!

Baio (3) – O melhor do Académico. Fez o golo do empate, enviou uma bola ao poste e foi o verdadeiro agitador do jogo academista. Funcionou como “arma secreta”.
Nuno (3) – Teve a sua quota-parte de culpa no golo sofrido mas, tirando isso, deu sempre grande confiança à sua defesa e mostrou-se corajoso e arrojado a sair dos postes.
Marco Almeida (2,5) – Longe de ter feito um jogo extraordinário – ninguém o fez – o Marco acabou por estar bem. Pena os seus cruzamentos não terem saído com precisão.
Calico (2,5) – Não teve uma actuação negativa mas mostrou-se demasiado complicativo e algo desconcentrado.
Tiago Gonçalves (2,5) – Uns furos acima do seu colega de sector.
Casal (2) – Exibição muito apagada. Não é nem nunca será lateral esquerdo. Para quando a inclusão no meio campo?
Álvaro (3) – Curiosamente cresceu de produção na segunda parte, numa altura em que o meio campo defensivo era seu e só seu. Aí foi um gigante!
Ricardo Ferreira (2,5) – Falhou a grande penalidade. Falhar calha a todos. Estou, no entanto, convencido que RF não se sente orgulhoso pela maneira denunciada com que partiu para a bola. A primeira parte foi para esquecer mas subiu muito de produção na segunda parte a jogar a defesa esquerdo.
João Paulo (2) – Muito apagado e algo perdido em campo. Tem qualidade para muito mais.
Rui Santos (2,5) – Temos o mágico de regresso em breve? Parece-me que a resposta é afirmativa. Enviou uma bola ao poste e entregou-se de uma forma muito assertiva ao jogo. E sinais da lesão? Levou uma “traulitada” do Sérgio e recompôs-se de seguida.
Luisinho (2,5) – Foi quem sofreu a falta que deu origem à grande penalidade desperdiçada por Ricardo Ferreira. Sempre de braço no ar a pedir a bola Luisinho não se escondeu.
Bacari (2) – Luta interessantíssima com Sérgio, luta essa que perdeu invariavelmente.
Hélder Rodrigues (2,5) – Só a grande qualidade existente nas alas academistas é que explica o facto de ser suplente. Ele e Baio mexeram com o jogo do Académico.
Dede (1,5) – Mais um a entrar para o centro de ataque mas acabou a fechar no meio campo.
Ler Texto Completo

SC Penalva do Castelo 1-1 Ac.Viseu FC

Parque Desportivo de Sant´Ana, 27 de Novembro de 2011
10ª Jornada da III Divisão, Série C
Árbitro: Luís Ramos (Viseu)
Penalva do Castelo: Vareiro, Nélson, Sérgio, Diogo Sousa, Califo, Gamarra, Bruno Loureiro, Mika (Reuss, 77), Mateus (Chico Pereira, 65), Papy (Bernardo, 80) e Luís Cardoso. Treinador: Totá.
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Casal (Baio, int); Álvaro, João Paulo (Hélder Rodrigues, int) e Ricardo Ferreira; Luisinho, Rui Santos (Dede, 80) e Bacari. Treinador: António Lima Pereira.
Golos: Luís Cardoso 8 (1-0), Baio 83 (1-1)

Não é fácil passar para palavras os sentimentos que nos invadem, quando vemos um jogo como de hoje. Desilusão e gratidão talvez sejam esses os sentimentos certos.
A grande surpresa no onze academista, se é que podemos chamar de surpresa, foi a inclusão de Rui Santos que regressou, assim, à condição de titular muito tempo depois.
O primeiro sinal de relativo perigo, foi dado pelo ex academista Mateus mas, na jogada seguinte, Vareiro (que esteve à experiência no Académico de Viseu no início da época) travou em falta Luisinho, dentro da grande área, lance que deu grande penalidade que teve tanto de justa como de desnecessária. Aos 4 minutos o Académico podia inaugurar o marcador mas Ricardo Ferreira denunciou tanto o remate que fez com que Vareiro passasse de vilão a herói. Balde água bem gelada nas aspirações academistas.
Pouco depois, aos 8 minutos ou por lá perto, o Penalva do Castelo chegou ao golo. Um golo onde ninguém da defesa academista, incluindo o guarda redes, ficou bem na fotografia; cruzamento à vontade da esquerda, buraco no centro da defensiva, Nuno até chocou com Casal, e Luís Cardoso de cabeça fez o um a zero para o Penalva.
È a partir daqui que o cronista fica desiludido. Pelo erro defensivo? Também, mas não só. Desiludido sobretudo porque o Académico, como o resultado lhe impunha, não pegou no jogo, não empurrou o adversário para o seu meio campo defensivo, porque o mostrou uma gritante falta de atitude e também uma gritante falta de ideias. Dou o exemplo Luisinho, o homem ainda a esta hora deve estar com dores nos braços de tanto pedir a bola no flanco esquerdo, mas o Académico apenas afunilava o jogo com passes e decisões sem grande sentido.
Apesar disso tudo foi o Académico a equipa a estar mais perto do golo na primeira parte. Naquela que, para mim, foi a melhor jogada do desafio, Rui Santos (parece estar a regressar) atirou ao ferro da baliza de Vareiro. Ao intervalo: Penalva 1-0 Ac. Viseu.
Tinha que mudar o Académico para a segunda parte. E Mudou, para muito melhor! Saíram os apagadíssimos Casal e João Paulo e entraram Hélder Rodrigues e Baio. Ricardo Ferreira desceu para defesa esquerdo (na minha opinião a melhor opção para esse lugar já que Jorge pelos vistos não conta), Baio juntou-se a Bacari na frente de ataque, Luisinho numa ponta, Hélder Rodrigues na outra e o meio campo entregue a Álvaro e Rui Santos.
È aqui que entra o sentimento de gratidão. Em toda a segunda parte, mesmo com uma ou outra má decisão, todos os jogadores academistas lutaram, esforçaram-se e deram o litro. Lutaram contra uma defesa muito bem liderada pelo eterno Sérgio (que traulitada que ele deu no RS10) e lutaram contra o anti jogo caseiro.
Dou dois exemplos desse anti jogo. Primeiro Califa, caiu bem perto da lateral e pareceu fulminado por um raio, contorceu-se com muitas dores, tantas dores que nem deu para se arrastar 5 centímetros para fora das 4 linhas. Assim que chegou fora do campo… ressuscitou! Depois Luís Cardoso; este magoou-se mesmo no nariz e ficou a queixar-se fora do terreno de jogo. Pediu assistência aí? Qual quê… entrou de novo para o campo e mandou-se para o chão.
Mas voltemos ao jogo ao fim e ao cabo o que mais interessa. E aí, no campo, o Académico foi dono e senhor do jogo até ao minuto 83. Faltou nessa altura algum discernimento para tomar as melhores atitudes e faltou sorte quando, pouco depois do minuto 60, Baio correspondeu com uma cabeçada ao poste a um cruzamento de Hélder Rodrigues.
Entretanto já com Dede em campo (saiu Rui Santos) o Penalva podia mesmo ter chegado ao 2-0 se Califo não tivesse desperdiçado uma grande penalidade. O certo é que se escreveu direito sobre linhas tortas, pois Nuno não fez penalty, a única coisa que houve foi um salto magnífico para o chão, um salto que faria corar de vergonha o Nélson Évora.
Aqui repetiu-se o que se passou na primeira parte. Não marcou o Penalva de penalty, marcou o Académico pouco depois. Livre de Álvaro do lado direito e cabeça fulminante de Baio a dar o empate.
A partir daí assistiu-se à melhor fase do encontro. O Académico e o Penalva quiseram o golo da vitória. Baio baixou para defesa esquerdo, Ricardo Ferreira e Dede fecharam no meio campo. Houve bola lá e bola cá, houve vontade de finalmente dar verdadeiro espectáculo. Mas já era tarde para isso.

Nota final: a bancada do Parque de Santana estava lotada. No estádio os academistas estavam em grande maioria. Viu-se no golo mas não se viu no decorrer da partida. Da bancada poucos gritos de incentivo vinham. Foi pena…

José Carlos Ferreira, sócio 525 do Académico de Viseu
Ler Texto Completo

Ac. Viseu FC 2-0 GD Oliveira de Frades

Estádio do Fontelo, 6 de Novembro de 2011
8ª Jornada da III Divisão, Série C
Árbitro: Bruno Pereira (Viseu)
Ac. Viseu: Nuno; Marco Almeida, Calico, Tiago Gonçalves e Casal; Álvaro, João Paulo (Filipe, 78) e Ricardo Ferreira; Baio (Hélder Rodrigues, 64), Luisinho (Rui Santos, 86) e Bacari. Treinador: António Lima Pereira.
Oliveira de Frades: André, Bruno, João Paulo, João Pedro, Fábio, Rúben, Caldas, Meireles (Mauro, 86), Zé Carlos (Samir, 78), Pedro´s (Nuno Pedro, 53) e Semedo. Treinador: Rui Almeida.
Golos: Baio 30 (1-0), Hélder Rodrigues 90+2 (2-0)

O Académico de Viseu recebeu e venceu a equipa do Oliveira de Frades por dois golos sem resposta. Baio e Hélder Rodrigues foram os marcadores do jogo desta tarde no Fontelo.

Em relação ao último desafio em Oliveira do Hospital, o técnico Lima Pereira não mexeu muito na equipa, sendo que o destaque foi apenas a inclusão de João Paulo, face à ausência por lesão de Canelas. Assim, Nuno foi o guardião academista. Calico fez dupla com Tiago Gonçalves no centro da defesa. M.Almeida e Casal foram os laterais. Álvaro, Ricardo e João Paulo foram os homens do meio-campo. E o ataque ficou ao cargo de Luisinho na direita, Baio na esquerda e o ponta-de-lança Bacari.

O jogo começou com um caudal ofensivo assinalável por parte dos academistas, com o trio da frente a mostrar-se perdulário na hora do golo. Bacari e Baio tiveram boas ocasiões para marcarem. Luisinho foi o assistente de serviço e, para nós, o melhor em campo. E foi dos seus pés que nasceu o primeiro golo da tarde, à passagem da meia hora de jogo. Cruzamento perfeito do lado direito do ataque do Académico, e Baio de cabeça não perdoou. 1-0 que já se justificava algum tempo, e que era escasso dadas as ocasiões de golo.

No 2º tempo, o Oliveira com a entrada de Nuno Pedro, parecia ter mais bola na zona central. Contudo, as ocasiões de golo continuavam a pertencer ao Académico de Viseu. Hélder Rodrigues, que foi aposta de Lima Pereira para o lugar de Baio, teve o golo nos pés por três vezes. Na primeira, após passe de Luisinho, quis fintar os adversários, quando o remate imediato se justificava, dado que a baliza estava deserta. No 2º lance, tinha Luisinho ao seu lado, mas acredito que não o tenha visto, e rematou ao lado. Emendou-se já no tempo de compensação, com uma arrancada impressionante, e isolado, não perdoou, matando o jogo, para descanso de todos os academistas. Vitória justa por 2-0.

Em suma, um vitória bem trabalhada por parte do Académico, que deu continuidade aos bons resultados. Se a exibição está longe de agradar a todos, a verdade é que os academistas vêm de três vitórias consecutivas, isto na “véspera” das visitas a Alba e Penalva do Castelo (nas próximas duas jornadas). Face à derrota caseira do Nogueirense (1-2 frente ao Avanca), os viseenses encontram-se no 2º posto com os mesmos 15 pontos da equipa de Nogueira do Cravo. O líder, Penalva do Castelo, está à curta distância de três pontos, com 18 pontos conseguidos até ao momento, depois dum excelente triunfo no reduto do Alba.

Força Académico!

João Monteiro
Ler Texto Completo