quarta-feira, fevereiro 10, 2016

Notícia de interesse academista

O Ac. Viseu está a agitar o mercado de treinadores à procura de um sucessor de Ricardo Chéu que consiga elevar a fasquia da ambição. Ao que Record apurou, e além do nome que adiantámos na edição de ontem de João Eusébio, também foram contactados Lázaro Oliveira, Litos, Bruno Ribeiro, Daúto Faquirá e Filó, parecendo apenas certo que outro técnico, Álvaro Magalhães, já se encontra descartado.

Trata-se de uma lista de ilustres com passado reconhecido no futebol português, encaixando no desejo do presidente António Albino de iniciar um processo que aproxime o Ac. Viseu dos lugares de destaque da 2ª Liga. Um desejo que, até agora, ainda não conseguiu concretizar. 

Há ainda que ter em conta, neste processo, a relação próxima existente entre o diretor-desportivo André Castro e João Eusébio, que poderá pesar na balança das decisões. O fumo branco está por horas, dado que a direção pretende que o novo treinador já ocupe o seu lugar no banco na partida com o Benfica B. 

Os ex-adjuntos de Chéu, Tony e Maykel Moreira, estão a assegurar a transição, tendo o plantel sido informado ao início da noite de ontem, por mensagem, da alteração do treino matinal de hoje para as 15 horas.

In Record, foto incluída

11 comentários:

Anónimo disse...

Agita-se o mar por estas bandas.
Só uma pergunta: Havia mesmo necessidade, numa altura em que procuravamos atingir uma situação de calmaria na classificação?

O futuro vai responder, claro, mas há aqui interesses ocultos, certamente, para se avançar numa substituição desta natureza sem o clube estar em desespero a lutar pela manutenção e com os bons treinadores todos devidamente ocupados nos seus clubes. Tirando casos como o de Mourinho, Espirito Santo, Lopetegui e outros, que não são para os nossos dentes, só os técnicos desclassificados e sem emprego andam por aí. Portanto, teremos sempre uma aquisição de refugo, coisa que não aconteceria no final da época, com ampla escolha.
É claro que o sr. Albino quer deixar uma marca maior no nosso Académico e vai considerar que o seu trabalho não está completo até o (re)colocar na I Liga, mas este não parece ser o caminho, por mais que todos gostassemos que fosse.

Muita sorte para o Ricardo Chéu para onde quer que vá (excepto contra o Académico) e igual sorte ao técnico que entrar, seja quem for, porque passará a ser o nosso técnico, gostemos ou não.

Espero que o sr. Albino nãos e deixe iludir e enganar. Já deu provas de saber o que quer e como quer e a saga do nosso Académico desde que ressuscitou das trevas até ao meio da tabela da Liga II, diz muito da sua determinação, quando arcou praticamente sozinho com o clube, lutando até contra os adeptos que despiram as bancadas do Fontelo, desistindo do Académico. Muitos desses desistentes estão hoje na primeira linha das críticas.

O nosso grito é só um: ACADÉMICO!

E o melhor local para o dar é no nosso FONTELO, na nossa casa, já no próximo jogo!

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Paulo Teixeira disse...

Tambem tenho essa ideia caro academista, nao havia necessidade nenhuma em despedir o Cheu mas o que esta feito esta feito e temos de encontrar alguem para ontem o importante jogo de sabado esta ai a porta, venha quem vier tera o nosso apoio e que tenha mais sorte que o Cheu, em alguns foi gritante a manifesta falta de sorte, ainda no domimgo ja alguns socios do Oriental saiam do estadio conformados com a derrota quando cai um golo do ceu e empata a partida, enfim, muitas outras coisas aconteceram para estarmos na posicao em que nos encontramos mas isso nem a equipa nem o treinador pode controlar.

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Anónimo disse...

Senhor ALBINO grande presidente do Clube Academico Viseu,
Colocar o Ricardo Cheu no seu lugar!!!!!!, ou então demitir-se do cargo de Diretor Executivo.

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
José Ferreira disse...

Em conversa com os meus colegas de blogue, há muito que lhes tinha dito que, por mim, se eu mandasse, coisa que nunca acontecerá, que rescindia o contrato com o treinador.

Na presente época, com um plantel escolhido por si, pelo menos é essa a ideia que nos têm passado, esperava muito mais do Académico. Não em termos classificativos, mais ponto menos ponto penso que estamos na posição que merecemos com o plantel que temos, mas sim em termos exibicionais.

O Chéu habituou-me (nos) bem com um futebol positivo, sempre à procura do golo, sendo raros os jogos em que não se jogava bem. Na presente época vi sempre um Académico triste, sem alma e sem chama, ou seja, uma antítese de tudo aquilo que o “Académico de Chéu” era.

Entretanto vem o “mercado de inverno” e o Mister Chéu continuou. Foram feitas remodelações e havia algumas indicações de que o Académico estava a melhorar. Por isso, nesta altura já com o mercado fechado, não esperava, a saída do treinador, ainda por cima após uma série de 3 jogos sem derrota, a segunda melhor série da época. Neste momento entendo que não é (era) a altura ideal.

Isto tudo assenta, na minha opinião, num enorme equívoco, o desejo de subida. Desde o início da época que pergunto, subir para onde? Não temos plantel, muito menos “estrutura” para isso. Comparem, por favor, os plantéis de Freamunde, Chaves, Feirense com o nosso. Acham mesmo que temos as mesmas armas que eles? Só em delírio alguém pode pensar isso.
O Presidente acredita que sim e eu pergunto – é esse o seu entendimento? Ou foi o diretor desportivo que lhe disse isso? Ou foi o treinador? Foram todos juntos que entenderam isso mesmo? Deu todas as condições à equipa técnica para que isso fosse possível?

De todos os nomes de treinadores adiantados, só um deles “não quero” ver no Académico – Lázaro Oliveira. No comando técnico do Atlético veio vencer a Viseu, com um anti jogo verdadeiramente nojento, um verdadeiro atentado ao futebol e, para mim, não vale tudo para vencer.

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Paulo disse...

Subscrevo na íntegra o seu comentário, José Carlos Ferreira. Quanto aos treinadores que constam da notícia, apenas dois me agradam imenso: Filó e Daúto. Qualquer um seria uma excelente aposta, pela experiência e pela enorme qualidade que as suas equipas habitualmente apresentam.
Esta época, o futebol praticado nos jogos em casa foi de fraca qualidade, mesmo quando vencemos. Fora não me pronuncio, porque não vi qq jogo. Quanto ao plantel, desde os jogos da pré-época que alertei para a fraca qualidade dos médios. Alguns sem qualidade para jogarem numa II Liga. Acima de tudo, não tínhamos quem assumisse a construção do jogo ofensivo. Com excepção do Romeu Ribeiro, só agora fomos buscar um médio de elevada qualidade... Bruno Loureiro e vamos ver em que condições está o Saná. Se se encontrar bem, será um óptimo reforço, não tenho dúvida. Com o Clayton e o Capela que a meu ver têm qualidade, mas que jogam com pouca intensidade, a expectativa é que a produção da equipa melhore substancialmente. Mesmo assim, a nossa única aspiração será a manutenção, como afirmei no início da época. Não há milagres e não nos podemos equiparar à valia dos plantéis do Chaves, Freamunde, Feirense, Famalicão e Portimonense.

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Paulo Teixeira disse...

O Daúto pelo futebol espectáculo que imprime nas suas equipas ou o Bruno Ribeiro pelo futebol simples e objectivo que as suas equipas praticam.

Paulo Teixeira sócio 433

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Anónimo disse...

Alguma calma e sereninade, para não dizer muita calma e muita serenidade impõe-se nesta altura decisiva para o futuro do Académico. Está em jogo o futuro do nosso Clube, por isso apela-se à lucidez de todos os intervenientes no sentido de se tomar a melhor decisão, ponderada e calmamente, sem pressões de lado algum.
Obviamente que os Adeptos querem que o Clube jogue bem e ganhe, é normal, mas há que perceber que no Futebol, e então nesta 2ª Liga, é muito difícil vencer, seja o jogo que for e isso passa-se com todas as equipas em todos os jogos.
Como diz e bem José Carlos Ferreira, o Académico habituou-nos a uma qualidade de jogo espectacular na melhor fase da 1ª época e na melhor fase da 2ª época. Este ano, efetivamente, por razões de vária ordem, entre as quais a saída de muitos jogadores que foram para a 1ª Divisão, a qualidade de jogo, em especial no início da época não foi a melhor, apesar de os resultados serem bons, ou até muito bons. Na fase em que a equipa praticava melhor futebol os resultados forma bem piores, estranha esta 2ª Liga.
Nas 2 épocas anteriores o Académico praticou o melhor futebol da 2ª Liga em grande parte das 2 épocas e isso já passava em todo o lado, "o Académico de Vise joga bem", até Paulo Fonseca o referiu na na antevisão ao jogo Académico-Braga para a Taça de Portugal.
Na presente época e depois do arranque em termos pontuais, esperava-se que fosse possível andar pelos lugares cimeiros, e tal não aconteceu, porque em jogos decisivos houve decisões de arbitragem que nos retiraram dessa posição, numa primeira fase, depois mais tarde, houve alguma "inabilidade" na nossa equipa, em não conseguir manter vitórias preciosas, em vários jogos, que nos reiraram 6 a 8 pontos, que mesmo com os erros de arbitragem nos colocariam, em situação de ainda esta na luta.

O jogo da Covilhã foi difícil de encaixar, admito, mas o que veio a seguida, tb, em nada ajudou com a derrota em Faro, com erros do árbitro e da nossa parte, em casa com o Portimonense, onde a sorte nada quis connosco, e em Braga, aí sim, a equipa muito desfalcada não mostrou capacidade para tentar ganhar o jogo, mesmo a jogar com mais um, quase toda a 2ª parte.

Em casa, contra o Sta clara, fomos uma equipa com muito mais soluções e esperava-se que ainda fosse possível chegar mais acima, mas o jogo do Oriental deitou tudo por terra, pois aqueles 3 pontos eram sagrados e davam uma alma nova à equipa e uma crença numa série de vitórias seguidas.

Vem agora ao Benfica B, e temos tudo para encher o Fontelo, apoiar, quem estiver no Banco, seja interino ou não, e vamos serenamente escolher o melhor par ao nosso futuro.
Faltam 18 jogos, 6 vitórias para a manutenção e 15 para a subida de Divisão. Vamos atacar um objetivo de cada vez, pois no futebol não se deve querer marcar o segundo golo, sem se ter conseguido o primeiro.

Não vou nesta fase opinar sobre que deverá ou poderá ser o novo Treinador do Académico, pois o que que queria era alguém que conseguisse colocar fora de casa o Académico a pontuar e a lutar pela vitória em todos os jogos, como era timbre de Ricardo Chéu e em casa, alguém que tivesse a consistência de Vitórias, como acontecia com Carlos Alhinho. Em termos de solidez defensiva, algo parecido com as equipas de Filipe Moreira. Em termos de qualidade jogo, a melhor fase da 1ª e 2ª épocas.

Será que existe o homem que consiga tudo isto, será, algum dos nomes falados? Ou será alguém de fora dessa lista?

Isto de escolher um Treinador é uma tarefa muito complexa e no Académico já tivemos Treinadores muito bons e outros que, ainda, agora nos questionamos, como foi possível terem treinado o Académico!

(continua)

Carlos Silva

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Anónimo disse...

(continuação)

Isto de escolher um Treinador é uma tarefa muito complexa e no Académico já tivemos Treinadores muito bons e outros que, ainda, agora nos questionamos, como foi possível terem treinado o Académico!

E Treinadores a quem se augurava um futuro brilhante, ao mudarem de sítio as coisas não lhes correram bem, veja-se por exemplo, Carlos Brito, que no Rio Ave, conseguiu um estatuto notável, e em Penafiel, as coisas não lhe correram bem. E Veja.se, por exemplo, Carlos Alhinho que depois de uma época brilhante, na época seguinte nada lhe saiu bem, e anos depois regressa ao Académico e já nada pode fazer, perante a nossa má situação na 2ª Liga.

A Ricardo Chéu desejo a melhor sorte do mundo, na sua carreira, e em termos pessoais, e julgo que muito terá aprendido e muito terá enriquecido o seu currículo por ter Treinado o Académico em 3 épocas distintas, poucos o conseguiram. Tinha a ambição de querer ganhar sempre, mas em algumas ocasiões foi traído por essa forma de estar, nesta 2ª Liga, muito cínica! Não teve também a sorte do seu lado, com algumas lesões e castigos inoportunos, bem como com algumas arbitragens de fazer sair do sério qualquer um.

Espero que tudo tenha sido resolvido a bem e de forma cordial, a bem de todos, pois é assim que o Académico é reconhecido, um Clube onde as coisas se tratam de forma correta entre as partes.

Para o Sr. António Albino, o nosso Presidente, o homem, que é bom lembrar nos resgatou do Colapso, uma palavra de apreço e de compreensão pela decisão tomada, pois, não sendo fácil, alguém que tem de tomar decisões tem de decidir, e decidir é fazer escolhas, e não é nada fácil, como sabemos. Dar palpites que é o que a nós adeptos nos é permito é muito fácil, mas tomas a decisão e responder por ela é muito mais complicado, pensem nisso, antes de criticar de forma ligeira.

Prefiro que no Sábado, no banco, esteja o Tony, para que deste modo se tome uma decisão ponderada, e acertada para futuro, do que apressadamente se escolha um Treinador, só para dizer que no Sábado, já temos um novo Treinador. A pressa, nestas coisas, não é boa conselheira, que vos parece?


Vamos APOIAR o ACADÉMICO!

Sábados, todos ao Fontelo, pelas 15 horas, APOIAR o Académico contra o Benfica B, que nas 2 últimas épocas deu 2 grandes espectáculos, 2 grandes jogos!

Sê Sócio e Traz um Amigo!

Sempre Académico!

Carlos Silva

quarta-feira, 10 fevereiro, 2016
Anónimo disse...

Qual foi a parte que o treinador é o João Eusébio que ainda não perceberam? Esta noticia do Record não tem pés nem cabeça. O treinador está mais do que contratado.

quinta-feira, 11 fevereiro, 2016
Anónimo disse...

Desde quando o Académico praticava o melhor futebol da 2ª Liga na época passada?
Só na cabeça do treinador e no que ele dizia, e acabou por passar essa ideia para muitos adeptos.

quinta-feira, 11 fevereiro, 2016
Anónimo disse...

Este anónimo que anda sempre escrever contra o mister ricardo cheu, será que não e uma pessoa que todos academistas conhecemos muito bem e que quer mandar (se ja não manda) no meu académico. Parece que anda muito activo ( nunca se deve cuspir no prato onde se come).

sexta-feira, 12 fevereiro, 2016